O Pai que Desvirginou o Cuzinho da Filha e do Filho – A Noite da Primeira Vez. PARTE 1 & 2
Era uma sexta-feira à noite quente em Recife. A casa estava silenciosa, só o som da chuva fina batendo na janela do quarto grande. Carlos, 42 anos, viúvo há quatro anos, estava sentado na cama king size, só de cueca boxer preta, o pau já meio duro só de pensar no que ia acontecer. Ao lado dele, sentados de pernas cruzadas, estavam seus dois filhos: Letícia, 18 anos, corpo recém-formado de academia, peitos firmes 34C, bundinha redonda e empinada, cabelo loiro tingido caindo nas costas; e Lucas, 19 anos, magro mas definido, pauzinho já marcando a cueca branca, rosto corado de vergonha e tesão misturado.
— Filhos… — Carlos começou, voz grave e baixa, olhando nos olhos dos dois. — Vocês já são adultos. Eu sei que andam vendo pornô juntos no celular, eu vi o histórico. Incesto, anal, primeira vez, pai e filhos… Vocês querem isso de verdade? Querem que o papai desvirgine o cuzinho de vocês hoje? Sem pressa, sem dor desnecessária… mas com dor mesmo, porque é a primeira vez. Eu vou ser bem carinhoso, mas vou meter fundo.
Letícia mordeu o lábio inferior, as bochechas vermelhas. A calcinha dela já estava molhada.
— Papai… eu quero. Eu sonho com isso desde os 16, mas agora que tenho 18 eu posso falar. Quero sentir o seu pau abrindo meu cuzinho virgem. Quero doer um pouco… quero gemer pra você.
Lucas engoliu seco, mas a voz saiu tremida de excitação:
— Eu também, pai. Eu e a Letícia já nos beijamos escondido, já enfiamos dedo um no cu do outro… mas nunca um pau. Quero que você seja o primeiro pra mim também. Quero sentir dor e depois prazer… e quero gozar na boca da mana enquanto você me fode.
Carlos sorriu, orgulhoso e safado.
— Então tira a roupa, meus amores. Devagar. Quero ver tudo.
Letícia tirou a camisola fina primeiro. Os mamilos rosados estavam duros. Depois desceu a calcinha, revelando a bocetinha depilada e o cuzinho piscando, rosadinho, virgem.
— Olha, papai… meu cuzinho tá piscando de nervoso — ela disse, virando de quatro na cama e abrindo as nádegas com as duas mãos.
Lucas tirou a cueca. O pau dele, 16cm, já estava duro e babando pré-gozo.
— Pai, o meu também tá virgem… nunca entrou nada maior que dedo.
Carlos se aproximou, passou as mãos grandes nas bundas dos dois.
— Que cuzinhos lindos… tão apertadinhos. Primeiro vamos brincar com os dedos, tá? Pra relaxar.
Ele pegou o lubrificante na gaveta e molhou bem o dedo indicador. Começou por Letícia.
— Relaxa, filhinha… papai vai enfiar devagar.
— Ai, papai… tá frio… — Letícia gemeu quando o dedo grosso entrou no primeiro anel. — Tá doendo um pouquinho… mas continua… por favor…
Carlos girou o dedo devagar, sentindo o cuzinho dela apertar.
— Isso, respira fundo. Olha pra seu irmão enquanto eu te dedinho.
Lucas se aproximou e beijou a irmã na boca, línguas se enrolando molhadas. Letícia gemia no beijo enquanto o pai enfiava o segundo dedo.
— Hmmmm… papai… dois dedos agora… tá ardendo… ai, que delícia de dor…
Lucas desceu a boca e chupou o mamilo da irmã enquanto o pai continuava.
— Mana, você tá gemendo tão gostoso… deixa eu tocar no seu pauzinho também.
Lucas segurou o pau da irmã — wait, não, ela não tem, mas ele tocou na boceta dela e depois enfiou o dedo mindinho no cuzinho dela junto com o do pai.
— Três dedos, filhinha… — Carlos disse rouco. — Tá abrindo bem. Tá sentindo?
— Tô… tá queimando… mas eu quero mais… quero o seu pau, papai…
Carlos virou para o filho.
— Agora você, Lucas. Deita do lado da mana e abre as pernas.
Lucas obedeceu, deitou de costas, ergueu as pernas. Carlos molhou o dedo e pressionou o cuzinho do filho.
— Primeiro anel, filho… relaxa.
— Aaaahhh… pai… tá doendo… tá grande… — Lucas gemeu alto, apertando a mão da irmã.
Letícia beijou o irmão de novo, enfiando a língua fundo enquanto o pai enfiava o dedo inteiro.
— Beija a mana, Lucas… isso… enquanto o papai te abre. Tá gostoso?
— Tá… dói mas tá gostoso… enfia mais, pai… dois dedos agora…
Carlos enfiou o segundo dedo no filho, girando devagar. Os dois filhos gemiam juntos, se beijando, se tocando. Letícia pegou o pau do irmão e masturbava devagar enquanto o pai dedava os dois cuzinhos ao mesmo tempo.
— Olha como vocês são safados… irmãos se tocando enquanto o pai prepara os cuzinhos virgens — Carlos falou, voz rouca de tesão. — Agora eu vou meter no primeiro. Quem quer ser o primeiro?
Letícia levantou a mão tremendo.
— Eu, papai… quero ser a primeira filha que você desvirgina no cu.
Ela ficou de quatro, bundinha empinada, olhando para trás.
Carlos colocou a cabeça grossa do pau (22cm, bem grosso) no cuzinho dela e empurrou só a glande.
— Aaaaiiiiiiiii… papai… tá rasgando… dói muito… — Letícia gritou, mas empinou mais.
— Respira, filhinha… só a cabecinha… tá indo… que cuzinho apertado… virgem pra caralho…
Lucas se posicionou na frente da irmã, segurando o rosto dela.
— Beija o irmão, mana… enquanto o papai te fode. Isso… geme na minha boca.
Eles se beijaram com fome enquanto Carlos empurrava mais dois centímetros.
— Hmmmmmm… tá ardendo… tá queimando… mas não para, papai… mete mais… eu quero tudo…
Carlos segurou os quadris dela e meteu devagar até a metade.
— Metade do pau já, filha… tá sentindo como tá abrindo seu cuzinho?
— Tô… tá me enchendo… dói tanto… mas eu amo… ai, papai… mete tudo… faz doer…
Com um gemido rouco, Carlos empurrou até o talo. Letícia soltou um grito longo misturado com prazer.
— Aaaaahhhhhhh… todo dentro… papai… seu pau tá no meu intestino… tá doendo gostoso…
Carlos começou a meter devagar, longas estocadas. O quarto enchia de sons molhados e gemidos.
— Plap… plap… plap… que cuzinho guloso… tá apertando meu pau todo…
Lucas, de joelhos na frente, enfiou o pau na boca da irmã.
— Chupa o irmão enquanto o pai te fode, mana… isso… geme no meu pau…
Letícia chupava babando, lágrimas de dor e prazer escorrendo.
Depois de dez minutos, Carlos acelerou.
— Tô quase gozando, filha… quer na boca?
— Quero… tira e goza na minha boca… quero provar a primeira porra que abriu meu cu…
Carlos tirou o pau brilhando do cuzinho dela, que ficou piscando aberto, vermelho. Letícia virou rápido, abriu a boca.
— Goza, papai… enche a boca da sua filhinha…
Carlos masturbou rápido e explodiu: jatos grossos, quentes, enchendo a boca da filha. Letícia engoliu parte, o resto escorreu no queixo.
— Hmmmm… que porra gostosa, papai… salgada… quente…
Lucas lambeu o resto do queixo da irmã e beijou ela, trocando a porra do pai.
— Agora eu, pai… por favor… desvirgina meu cuzinho também.
Lucas ficou de quatro ao lado da irmã. Carlos molhou o pau na boca de Letícia e posicionou no cuzinho do filho.
— Pronto, filho?
— Pronto… mete devagar… quero sentir a dor…
A cabeça entrou. Lucas gritou:
— Aaaahhh caralho… tá rasgando meu cu… dói pra porra… mas continua, pai…
Letícia enfiou dois dedos no cuzinho da irmã enquanto o pai metia no irmão.
— Isso, maninho… geme pra mim… tá doendo gostoso, né?
Carlos meteu mais fundo.
— Metade… tá apertando demais… que cuzinho virgem bom…
— Mais… mete tudo… me arromba, papai… — Lucas implorava entre gemidos.
Quando o pau entrou todo, Lucas tremeu inteiro.
— Todo dentro… tá batendo no meu estômago… ai que dor delícia…
Carlos começou a foder o filho com estocadas ritmadas, enquanto Letícia beijava o irmão e dedava o próprio cu.
— Plap plap plap… olha como o pai tá comendo seu irmão, filha… — Carlos falou.
— Tô vendo… tá tão gostoso… agora mete no meu cu de novo, papai… depois troca…
Carlos fodeu o filho por longos minutos, depois tirou e meteu de novo na filha, alternando entre os dois cuzinhos virgens. Os irmãos se beijavam, se tocavam, dedos no cu um do outro enquanto o pai metia.
Depois de quase uma hora de foda intensa, Carlos sentiu que ia gozar de novo.
— Os dois de joelhos na minha frente… bocas abertas… papai vai gozar na boca dos dois.
Letícia e Lucas se ajoelharam lado a lado, línguas para fora, se beijando de leve enquanto o pai batia punheta.
— Goza na gente, papai… enche a boca dos seus filhos…
Carlos explodiu forte: primeiro jato na boca de Letícia, segundo na de Lucas, depois misturou nos dois. Eles engoliram, se beijaram trocando porra, gemendo.
— Que delícia… porra do papai na boca… — Letícia sussurrou.
— Eu sou corno do meu próprio pai agora… — Lucas riu, ainda ofegante.
Carlos puxou os dois para um abraço, beijando a testa de cada um.
— Essa foi só a primeira noite, meus amores. Amanhã vamos fazer de novo… e eu quero ver vocês dois se fodendo enquanto eu assisto. Cuzinho no cuzinho dos irmãos, com o pai ajudando a meter.
Letícia sorriu safada, ainda com porra no canto da boca.
— Eu quero, papai. Quero tudo. Dor, prazer, porra na boca… tudo.
Lucas concordou, tocando o cuzinho ainda aberto.
— Eu também. Somos sua família safada agora.
A chuva continuava lá fora. Dentro do quarto, a noite estava só começando.
Parte 2
A chuva ainda caía forte lá fora quando o relógio marcou 2h17 da manhã. O quarto cheirava a sexo, lubrificante, suor e porra. Carlos estava deitado no meio da cama king size, o pau ainda semi-duro brilhando de lubrificante e restos de gozo. De um lado, Letícia, 18 anos, com o cuzinho vermelho e ligeiramente aberto, pingando um fiozinho de porra que escorria pela coxa. Do outro, Lucas, 19 anos, de bruços, o cu também inchado e piscando, gemendo baixinho de dor e prazer misturados.
Letícia foi a primeira a falar, voz rouca e safada, passando a mão na barriga do pai:
— Papai… meu cuzinho tá ardendo tanto… mas eu quero mais. Quero ver você colocando o pau no cu do Lucas enquanto eu sento na boca dele. Quero que a gente faça tudo junto agora.
Lucas virou o rosto, ainda ofegante, e olhou para a irmã com os olhos brilhando:
— Eu também quero, mana. Quero sentir o pau do pai me arrombando de novo enquanto eu lambo sua bocetinha e seu cuzinho. E depois… quero que você me veja metendo no seu cu também. Irmão e irmã se fodendo na frente do papai.
Carlos sorriu, segurando o pau que já começava a endurecer de novo.
— Vocês são dois safados insaciáveis. Tá bom. Vamos devagar pra não machucar demais. Letícia, deita de quatro aqui na beira da cama. Lucas, fica atrás dela e começa a lamber tudo enquanto eu preparo seu cuzinho de novo.
Letícia obedeceu rápido, empinando a bundinha redonda e abrindo as nádegas com as mãos.
— Olha, papai… meu cu ainda tá aberto da sua rola grossa. Tá vendo o buraco piscando? Coloca o dedo primeiro, por favor…
Carlos molhou dois dedos e enfiou devagar no cuzinho da filha.
— Haaaaaaa… ai papai… ainda tá sensível… dói… mas continua… gira os dedos… isso… aaaahhh que delícia de dor…
Enquanto isso, Lucas se ajoelhou atrás da irmã e começou a lamber a bocetinha dela, descendo a língua até o cuzinho onde os dedos do pai entravam e saíam.
— Mana, seu cu tá com gosto de porra do papai… tá tão quente… — Lucas murmurou, enfiando a língua junto com os dedos do pai.
Letícia gemia alto, rebolando contra as bocas e dedos:
— Ai meu Deus… meu irmão lambendo meu cu enquanto o papai me deda… enfia mais fundo, Lucas… chupa o cuzinho da sua irmã… hmmmmmm… papai, mete três dedos agora… quero sentir que tá abrindo mais…
Carlos enfiou o terceiro dedo, girando devagar.
— Tá abrindo bem, filhinha. Seu cuzinho já tá mais acostumado com a rola do papai. Agora Lucas, vem cá. Deita de lado ao lado da mana.
Lucas deitou de lado. Carlos posicionou a cabeça grossa do pau no cuzinho do filho e empurrou.
— Aaaaiii caralho… pai… tá entrando de novo… tá rasgando meu cu… dói… dói muito… mas não para… mete mais… — Lucas gritou, apertando o lençol.
Letícia virou o rosto e beijou o irmão na boca com fome, enfiando a língua enquanto o pai metia mais fundo.
— Beija a mana, maninho… sente o pau do papai te abrindo… isso… geme na minha boca… tá gostoso doer, né?
— Tá… tá tão fundo… aaaahhh… todo dentro agora… papai tá com o pau todo no meu intestino… — Lucas gemeu entre beijos molhados.
Carlos começou a meter ritmado no filho, estocadas longas e profundas.
— Plap… plap… plap… que cuzinho apertado do meu filho… tá me apertando a rola toda… você gosta de ser o putinho do papai, né Lucas?
— Gosto… eu sou o putinho do papai… e da mana… ai… mete mais forte… arromba meu cu…
Letícia desceu a mão e segurou o pau do irmão, masturbando ele enquanto o pai fodia.
— Olha como seu pauzinho tá babando, maninho… goza pra mim enquanto o papai te come.
Carlos meteu mais rápido, segurando os quadris do filho. Depois tirou o pau do Lucas e enfiou direto no cuzinho da Letícia.
— Agora é sua vez de novo, filha. Toma a rola do papai.
— Aaaaaahhhhhhh… sim papai… mete tudo de uma vez… rasga meu cu virgem de novo… que delícia… tá batendo tão fundo… — Letícia gritou de prazer e dor.
Lucas se posicionou debaixo da irmã, chupando a bocetinha e o clitóris dela enquanto o pai metia no cu.
— Mana, você tá molhando minha cara toda… goza na boca do seu irmão enquanto o papai te fode o cu…
Os gemidos enchiam o quarto. Letícia tremia:
— Tô quase… ai papai… mete mais rápido… Lucas chupa mais forte… isso… tô gozando… aaaahhhhhhhhh!!!
Ela gozou forte, squirt jorrando na boca do irmão enquanto o cuzinho apertava o pau do pai.
Carlos tirou e mandou:
— Agora os dois de quatro lado a lado. Quero foder os dois cuzinhos alternando.
Os irmãos se colocaram empinados, bundas coladas. Carlos metia três estocadas no cu da filha, tirava e metia três no cu do filho, e assim sucessivamente.
— Plap plap plap… olha como os cuzinhos dos meus filhos estão vermelhos e abertos… que família safada…
— Papai… eu quero ver a mana me fodendo com o dedo enquanto você me come… — Lucas pediu gemendo.
Letícia enfiou dois dedos no cu do irmão enquanto o pai metia nele.
— Assim, maninho? Tá sentindo os dedos da irmã junto com a rola grossa do papai?
— Tô… tô cheio… vou gozar… aaaahhh!!!
Lucas gozou sem nem tocar no pau, jatos brancos batendo no lençol enquanto o pai continuava metendo.
Carlos sentiu que ia gozar também.
— Os dois de joelhos na minha frente agora. Bocas abertas, línguas pra fora. Papai vai encher a boca dos filhos de novo.
Letícia e Lucas se ajoelharam rapidinho, rostos colados, bocas abertas, línguas se tocando.
— Goza na gente, papai… enche a boca da sua filhinha e do seu filhinho puto… queremos beber tudo…
Carlos bateu punheta rápido e explodiu forte: jatos grossos e quentes primeiro na boca de Letícia, depois na de Lucas, depois misturando nos dois rostos e línguas. Eles engoliram, se beijaram trocando porra, lambendo o rosto um do outro.
— Hmmmm… porra do papai é tão gostosa… — Letícia sussurrou, ainda lambendo o canto da boca do irmão. VEja e baixe mais em www.bit.ly/telemanu e www.selmaclub.com
— Eu quero mais, papai… amanhã quero sentar no seu pau enquanto a mana senta no pau do irmão… double penetration na família — Lucas disse, ainda ofegante.
Carlos puxou os dois para o peito, beijando a testa de cada um.
— Amanhã a gente vai fazer tudo isso e muito mais, meus amores. Vocês agora são meus putinhos pessoais. Cuzinho, boca, tudo do papai.
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