#Bissexual #Grupal

Rodrigo e o casal de caseiro

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Fabio M.

Rodrigo descobre os prazeres de sexo a 3, aprende como é bom ser puta, em todos os sentidos.

Sou Rodrigo, de férias da empresa só queria descanso e nada de computadores, aluguei um sítio por um mês.
Lá tinha um casal de caseiros para eu não me preocupar com nada, um casal novo, ela devia ter uns 25 e ele um pouco mais velho que eu.
O sítio ficava longe de tudo. Depois da estrada de terra, não havia mais sinal de cidade — só pasto, mata fechada e o barulho constante dos insetos no calor da tarde. Eu tinha ido pra lá tentando descansar da vida corrida, mas bastou conhecer Marta para perceber que meu sossego tinha acabado.
João, o caseiro, era um sujeito calado, daqueles homens endurecidos pelo sol e pelo trabalho. Acordava antes das seis e passava o dia inteiro no pasto, cuidando do gado ou consertando cerca. Já Marta parecia destoar daquele lugar. Tinha um jeito vivo, quente, um sorriso malicioso que aparecia sempre no canto da boca, como se estivesse escondendo alguma piada.
Na primeira tarde, ela surgiu na varanda carregando uma bacia de roupas molhadas. O vestido leve grudava no corpo por causa da água, desenhando as curvas sem esforço nenhum. Foi impossível não reparar.
— Tá um calor danado hoje — falei, tentando soar casual.
Ela apoiou a bacia no chão e passou o antebraço na testa suada.
— Aqui é assim mesmo, seu Rodrigo. O calor vai entrando na pessoa… deixa a gente mole.
Sorriu depois de dizer aquilo, como se soubesse exatamente o efeito das palavras.
Nos dias seguintes, comecei a procurar desculpas para ficar perto dela. Às vezes ajudava a descascar mandioca na cozinha; outras, sentava na varanda enquanto ela estendia roupa no varal. As conversas eram simples, mas havia alguma coisa escondida nos silêncios.
— O João não sente ciúme de deixar você aqui sozinho comigo? — perguntei certa vez.
Ela soltou uma risada curta.
— João confia demais nas pessoas.
A resposta ficou ecoando na minha cabeça mais tempo do que deveria.
Com o passar dos dias, os olhares demoravam mais. As provocações também.
— Marta, você devia se arrumar mais — falei numa tarde abafada. — Mulher bonita assim chama atenção fácil.
Ela fingiu indignação.
— E eu lá quero chamar atenção de quem?
— Não sei… mas chama.
Ela abaixou os olhos, escondendo o sorriso enquanto mexia o café no fogão a lenha. O silêncio entre nós ficou pesado, quente, quase perigoso.
Lá fora, o som distante do trator de João cortava o campo. E, pela primeira vez desde que cheguei ao sítio, tive a sensação de que alguma coisa estava prestes a sair do controle.
Naquela mesma tarde, o controle se perdeu de vez.
Entrei na cozinha grande e encontrei Marta de costas, limpando a pia. Usava um short jeans curto que mal cobria a metade da bunda e uma blusinha fina sem sutiã. O calor fazia o tecido grudar na pele suada. Me aproximei em silêncio, encostei meu corpo no dela e segurei sua cintura.
— Rodrigo… — murmurou, mas não se afastou.
Minhas mãos subiram devagar e apertaram aqueles peitos pesados, sentindo os bicos duros contra as palmas. Ela soltou um gemido baixo. Desci uma mão pela barriga, enfiei por dentro do short e encontrei a buceta já molhada. Dedos grossos entraram fácil enquanto eu beijava seu pescoço e esfregava o pau duro contra sua bunda.
— Para… o João pode voltar… — sussurrou, mas empinava o quadril contra mim.
Não parei. Baixei o short dela até os tornozelos, abri minha bermuda e tirei o pau latejando. Esfreguei a cabeça grossa na entrada melada e meti tudo de uma vez, bem fundo.
Marta agarrou a borda da pia e gemeu alto. Comecei a foder ela com força, estocadas longas e pesadas, sentindo a buceta quente e molhada apertando meu pau. O barulho molhado ecoava na cozinha. Segurei nos quadris largos e meti sem dó, fazendo aquela bunda gostosa bater contra mim.
— Ai, caralho… que pau bom… me fode, Rodrigo… — pedia ela, rebolando.
Gozei primeiro, enchendo a buceta dela de porra quente. Marta tremeu inteira, gozando logo depois, com as pernas fracas. Ficamos um tempo assim, ofegantes, meu pau ainda dentro dela.
Dois dias depois, a coisa escalou.
Estávamos transando novamente na cozinha. Era o final da tarde, o sol já baixo pintando tudo de laranja através da janela. Marta estava inclinada sobre a mesa de madeira maciça, o short jeans arriado até os joelhos, a blusa levantada até o pescoço. Eu metia nela por trás com estocadas firmes e ritmadas, sentindo o calor úmido da buceta apertando meu pau a cada entrada. O barulho molhado dos nossos corpos ecoava junto com os gemidos baixos dela.
Segurei firme naqueles quadris largos, admirando o jeito como a bunda macia tremia a cada impacto. Marta rebolava devagar, buscando mais fundo, o suor escorrendo pelas costas.
— Mais forte, Rodrigo… me fode gostoso — pediu, a voz rouca de tesão.
Eu aumentei o ritmo, segurando nos cabelos dela com uma mão enquanto a outra descia para esfregar o clitóris inchado. Ela estava encharcada, o mel escorrendo pelas coxas. De repente, Marta virou o rosto suado, os olhos semicerrados de prazer, e murmurou:
— Meu marido… ele gosta de olhar… e de participar. Posso chamar ele?
Meu pau latejou forte dentro dela só de imaginar. O tesão subiu outro nível. Sorri, ainda metendo devagar.
— Chama.
Marta esticou o braço, pegou o celular que estava na bancada e mandou uma mensagem rápida. Não demorou nem cinco minutos. Ouvimos os passos pesados de João na varanda. Ele entrou na cozinha sem dizer uma palavra, já tirando a camisa suada. O corpo era forte, marcado pelo trabalho braçal: peito largo, braços grossos, barriga ligeiramente protuberante coberta de pelos escuros. Quando baixou a calça, o pau saltou — grosso, venoso, com a cabeça rosada e ligeiramente curvada para cima.
João olhou para nós dois sem surpresa, apenas com um brilho faminto nos olhos. Marta sorriu safada.
— Vem, amor. O Rodrigo tá louco pra te ver me comendo junto.
João se aproximou. Primeiro, segurou o rosto da mulher e deu um beijo profundo, molhado, enquanto eu continuava metendo devagar na buceta dela. Depois se afastou, veio atrás de mim e apertou minha bunda com uma mão calejada.
— Gostosa pra caralho, né? — disse ele, a voz grave.
Marta ficou de quatro no chão da cozinha, sobre um tapete velho. Eu me deitei debaixo dela, de costas no chão frio. Ela desceu devagar sobre mim, encaixando meu pau novamente na buceta quente e melada. Comecei a subir o quadril, metendo para cima enquanto segurava aqueles peitos pesados, chupando os bicos escuros com vontade.
João se ajoelhou atrás dela. Cuspiu na mão, espalhou no cu da mulher e depois no próprio pau. Pressionou a cabeça grossa contra o anel apertado e foi entrando devagar. Marta gemeu alto, o corpo inteiro tremendo enquanto os dois paus a preenchiam ao mesmo tempo.
— Ai, meus Deus… tão cheio… — arquejou ela.
Eu sentia o pau do João através da parede fina que separava os dois buracos. Era uma pressão louca, apertada, quente. Começamos a meter em ritmo alternado: quando eu entrava, ele saía um pouco, e vice-versa. Marta estava delirando, babando de prazer, o corpo suado colado no meu.
João segurava os cabelos dela, puxando levemente enquanto metia no cu com estocadas cada vez mais firmes.
— Rebola nessa rola, vadia — grunhia ele.
Marta obedecia, rebolando entre nós dois como uma profissional. Eu subia o quadril com força, batendo fundo na buceta. O suor pingava de todos nós. O cheiro de sexo enchia a cozinha inteira.
Depois de uns minutos assim, João deu um tapa forte na bunda dela.
— Vira. Quero ver você cavalgando ele.
Marta saiu de cima de mim com as pernas tremendo. Eu continuei deitado. Ela se virou de frente para mim, sentou novamente no meu pau, agora de frente, e começou a cavalgar com vontade. Os peitos grandes balançavam na minha cara. Eu pegava um de cada vez, chupando e mordendo os bicos enquanto ela quicava.
João se posicionou atrás dela novamente, mas desta vez cuspiu no meu pau que entrava e saía da buceta da mulher, lubrificando ainda mais. Depois voltou pro cu dela. O ritmo ficou mais selvagem. Marta gemia sem controle, o corpo inteiro sacudindo.
— Quero chupar vocês dois — pediu ela de repente, com a voz manhosa.
Saímos de dentro dela. Marta se ajoelhou entre nós. Primeiro pegou meu pau, ainda melado da buceta, e enfiou na boca com fome, chupando até o fundo da garganta. Depois virou e fez o mesmo com o marido, alternando entre os dois paus, babando, olhando pra cima com olhos pidões.
— Vocês dois são tão gostosos… — murmurou entre uma chupada e outra.
João e eu ficamos de pé, lado a lado, enquanto ela nos mamava com dedicação. Eu segurava a cabeça dela, fodendo sua boca com estocadas curtas. João fazia o mesmo do outro lado.
Voltamos para o chão. Desta vez Marta deitou de lado. Eu entrei na buceta por trás, encaixando-me em conchinha. João se deitou de frente para ela e enfiou no cu. Ficamos os três grudados, metendo juntos, beijando, mordendo. Eu beijava a boca da Marta enquanto João chupava os peitos dela. As mãos exploravam tudo: eu apertava a bunda dela, João segurava minha coxa.
O tesão estava no auge. Marta gozou primeiro, gritando, a buceta apertando meu pau em espasmos fortes, o cu piscando no pau do marido. O orgasmo dela foi longo, o corpo inteiro convulsionando.
Não aguentei mais. Meti fundo e gozei dentro da buceta, jatos grossos enchendo ela. João grunhiu logo depois, segurando os quadris da mulher e descarregando no cu dela.
Ficamos os três deitados no chão da cozinha, ofegantes, suados, gozo escorrendo das pernas de Marta. Ela sorria, exausta e satisfeita, passando a mão no peito de cada um.
— Isso foi só o começo da tarde, né? — perguntou, maliciosa.
João riu baixo, já passando a mão na bunda dela novamente.
Eu, que tinha vindo pro sítio atrás de paz, percebi que tinha encontrado algo muito mais viciante.
Mas o jogo virou de vez.
Foi dois dias depois do nosso primeiro DP na cozinha. O clima no sítio tinha mudado completamente. Não havia mais disfarces ou hesitações. João e Marta me olhavam de um jeito diferente, e eu sentia o mesmo por eles. Naquela noite, depois do jantar, Marta me puxou pela mão e me levou até a sala grande da casa principal. As janelas estavam abertas, deixando entrar a brisa fresca da noite e o som distante dos grilos.
Marta se deitou no sofá largo de couro, completamente nua. Abriu as pernas devagar, mostrando a buceta inchada e brilhante de tesão. O corpo dela estava marcado pelas marcas leves das nossas mãos dos dias anteriores — um leve vermelho nos quadris, os bicos dos peitos ainda sensíveis.
— Vem, Rodrigo… quero sentir sua boca primeiro — pediu, com a voz manhosa.
Eu me ajoelhei entre as coxas grossas dela, beijei a parte interna das pernas subindo devagar até chegar onde ela queria. O cheiro dela era inebriante, doce e safado. Passei a língua devagar pela fenda, saboreando o mel que já escorria. Marta gemeu e segurou minha cabeça com as duas mãos, puxando-me contra ela.
Comecei a comer a buceta dela com vontade. Língua plana lambendo de baixo para cima, circulando o clitóris inchado, depois enfiando fundo dentro do canal quente. Chupei os lábios carnudos, mordisquei de leve, voltei a foder ela com a língua enquanto esfregava o nariz no clitóris. Marta rebolava contra minha cara, gemendo cada vez mais alto, os peitos pesados subindo e descendo.
Foi nesse momento que senti João atrás de mim.
Ele se ajoelhou entre minhas pernas abertas. Primeiro, senti suas mãos calejadas abrindo minha bunda. Depois, o calor úmido da língua grossa dele bem no meu cu. Um arrepio subiu pela minha espinha. Ele lambia com fome — círculos lentos, pressionando a ponta da língua contra o anel apertado, tentando entrar. Era uma sensação suja e deliciosa ao mesmo tempo.
— Porra… — gemi contra a buceta da Marta, sem conseguir parar de chupar.
João não tinha pressa. Ele babava bastante, lambendo meu saco, subindo até o cu novamente, enfiando a língua o máximo que conseguia. Eu estava ficando louco. Meu pau latejava duro, roçando contra o sofá enquanto eu devorava Marta.
— Ele tá gostando, amor… olha como ele mama minha buceta mais forte — riu Marta, a voz entrecortada de prazer.
João enfiou um dedo lubrificado, depois dois, abrindo-me devagar. Eu gemia mais alto, o rosto completamente enterrado entre as pernas da Marta. Ela gozou pela primeira vez assim — apertando minha cabeça com as coxas, tremendo, enchendo minha boca de mel quente.
Quando ela relaxou, João tirou os dedos e posicionou o pau grosso contra minha entrada. A cabeça rosada pressionou devagar.
— Relaxa, Rodrigo… vai gostar — murmurou ele, a voz rouca.
Doeu no começo. Uma ardência forte enquanto ele forçava centímetro por centímetro. Eu respirei fundo, mantendo a boca na buceta da Marta, chupando devagar para me distrair. Aos poucos a dor virou um prazer estranho, profundo, que eu nunca tinha sentido. Quando João meteu tudo, fiquei sem ar.
Ele começou a se mover. Estocadas lentas no início, depois mais firmes. Cada vez que ele entrava, meu pau pulsava. Eu continuava lambendo e chupando a Marta com mais tesão, enfiando dois dedos na buceta dela enquanto João me fodia o cu.
— Que putinho apertado… — grunhia João, segurando firme nos meus quadris, metendo cada vez mais fundo.
Marta olhava tudo com os olhos brilhando de excitação. Ela puxava meus cabelos, esfregando a buceta melada na minha cara.
— Continua mamando, Rodrigo… isso… enquanto ele te fode gostoso.
A posição era insana. Eu de quatro no sofá, comendo a buceta da Marta, sendo arrombado pelo João. O som molhado dos corpos, os gemidos, o tapa ocasional que ele dava na minha bunda — tudo misturado.
João mudou o ângulo e acertou um ponto dentro de mim que me fez ver estrelas. Meu pau começou a vazar no sofá sem nem ser tocado. Marta percebeu e pediu para mudar.
— Deita de lado, Rodrigo. Quero sentar na sua cara.
Eu me virei. Deitei de lado no sofá. Marta se posicionou por cima da minha cabeça, agachada, e desceu a buceta direto na minha boca. Comecei a chupar com tudo. João se encaixou atrás de mim novamente, levantou minha perna e enfiou o pau de volta no meu cu, agora com mais facilidade.
Ele metia forte, batendo contra mim. Cada estocada fazia meu corpo tremer. Eu lambia a buceta e o cu da Marta alternadamente, enfiando a língua nos dois buracos enquanto ela rebolava no meu rosto.
— Tá gostando de levar no cu, né? — provocou ela, rindo entre gemidos.
— Tá… porra… tá muito bom… — confessei, a voz abafada pela buceta dela.
João acelerou, segurando minha cintura com força. Marta gozou novamente, jorrando na minha boca. Eu gozei logo depois — um orgasmo seco, intenso, sem tocar no pau, só pelo estímulo no cu. Meu corpo inteiro convulsionava.
João não parou. Metia cada vez mais selvagem, até que grunhiu alto e gozou fundo dentro de mim, enchendo meu cu de porra quente. Senti cada jato.
Ficamos os três caídos no sofá, suados, ofegantes, gozo escorrendo. Marta acariciava meu cabelo, João passava a mão nas minhas costas.
— Você é nosso agora, Rodrigo — disse Marta baixinho, com um sorriso satisfeito.
Eu não respondi. Só fechei os olhos, sentindo o corpo latejar inteiro. Tinha ido ao sítio atrás de descanso e tinha encontrado um vício que eu sabia que não ia conseguir largar tão cedo.
Alguns dias depois.
A rotina no sítio tinha virado puro tesão disfarçado. Naquela manhã, Marta apareceu na cozinha já arrumada, com uma bolsa na mão e um vestido leve.
— Vou descer pro mercado na cidade. Preciso comprar mantimento e umas coisas pra casa. Devo demorar umas três horas — disse ela, dando um beijo rápido na boca do marido e depois na minha. — Se comportem… ou não — completou com um sorriso safado antes de sair.
Assim que o barulho do carro sumiu na estrada de terra, João se levantou da mesa devagar. O olhar dele estava diferente: mais escuro, mais possessivo.
— Finalmente sozinhos — rosnou ele, tirando a camisa. — Tira a roupa. Agora.
Eu obedeci rápido. João me agarrou pela nuca, me virou de costas e me empurrou com força contra a mesa da cozinha, inclinando meu corpo sobre ela. Baixou meu short e cueca até os tornozelos e abriu minhas pernas com o joelho.
Cuspiu na mão, passou no pau grosso já completamente duro e posicionou a cabeça rosada no meu cu.
— Assim que se paga por foder a mulher dos outros, seu putinho — grunhiu ele no meu ouvido, a voz carregada de tesão e domínio. — Comeu minha Marta gostoso esses dias? Agora vai pagar com esse cu.
E meteu com tudo.
Enterrou quase metade do pau de uma única estocada brutal, arrombando meu buraco sem piedade.
— Aaaahh! Porra, João! — gritei, apertando a borda da mesa.
Ele não deu tempo de me acostumar. Segurou firme na minha cintura e empurrou o resto até as bolas, começando a me foder com força selvagem. Estocadas pesadas, fundas, violentas. O pau curvado acertava direto na próstata a cada metida, mandando ondas de dor e prazer misturadas.
— Isso… aperta esse cu… — rosnava ele, metendo sem parar. — Tá sentindo como se paga, Rodrigo? Toda vez que você meteu na buceta da minha mulher, eu vou te arrombar assim.
A mesa sacudia violentamente. João me mantinha preso, uma mão no meu pescoço apertando, a outra dando tapas fortes na minha bunda. Cada estocada era mais bruta que a anterior. O som molhado e seco de pele contra pele enchia a cozinha.
Ele me puxou pelos cabelos, tirou o pau (deixando meu cu piscando aberto) e me jogou de joelhos no chão.
— Chupa. Limpa seu cu da minha rola.
Enfiei o pau dele na boca, babando inteiro enquanto ele fodia minha garganta fundo, segurando minha cabeça com as duas mãos.
— Isso… engole. Assim que se paga, safado.
Depois me levantou como se eu não pesasse nada, me jogou de quatro no tapete da sala e subiu atrás de mim. Voltou a me comer com ainda mais raiva. As estocadas eram tão fortes que meu corpo deslizava. Ele dava tapas pesados, deixando minha bunda vermelha.
— Rebola pra mim. Mostra que você sabe pagar a dívida direitinho.
Eu empinava e rebolava enquanto ele me destruía. João cuspiu várias vezes no meu cu, mas não diminuiu o ritmo. Me virou de costas, levantou minhas pernas até o peito e me fodeu olhando nos meus olhos, metendo com todo o peso do corpo.
— Abre bem esse cu… vai levar até o talo. Isso é o que merece quem fode a mulher do caseiro.
Meu pau latejava, vazando sem parar. Sem ele tocar, gozei forte — um orgasmo seco, intenso, o corpo inteiro tremendo enquanto João continuava metendo como um animal.
— Goza com meu pau no cu, porra! — riu ele, satisfeito.
João só aumentou a velocidade. Segurou meu pescoço com força e meteu fundo, selvagem, até que soltou um grunhido gutural e gozou violentamente dentro de mim. Senti jatos grossos e quentes enchendo meu cu, muito porra, pulsando sem parar.
Ele ficou enterrado até o fim, esvaziando tudo, e murmurou ainda ofegante:
— Toda vez que a Marta sair… você vai pagar de novo. Entendeu?
Quando finalmente tirou o pau, meu cu ficou escancarado, vermelho, com porra escorrendo pelo chão. João deu um último tapa forte na minha bunda e foi tomar água, como se nada tivesse acontecido.
Fiquei ali, destruído no chão da sala, o corpo dolorido, o cu latejando e vazando o gozo dele.
E, percebi, eu não era mais o predador, eu era a presa daquele casal puto e depravado.

Comentários (1)

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  • Manollo: É muito gostoso ser pintinha de macho,já fui, AGR tô namorando com uma mulher,um gordinho me comia direto cada estocada meu pau babava, uma vez ele gozou no meu rosto e mandou eu ir embora com o rosto gozado muito bom essa sensação de ser submisso

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