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A Vizinha Casada Que Virou Minha Puta Particular

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Eu morava num prédio simples no Recife quando a Marcela se mudou pro apartamento da frente. Casada há 8 anos com um cara que viajava a semana inteira, corpo de academia, bunda empinada, peitos grandes e uma cara de safada reprimida que eu percebi no primeiro dia. Ela tinha 34 anos, mas parecia uma novinha de 25 de tão gostosa.
A primeira vez que rolou foi numa tarde quente. Ela bateu na minha porta pedindo açúcar. Estava de shortinho jeans curto e regata fina, sem sutiã. Os bicos dos peitos marcando o tecido. Conversamos, rimos, e quando ela ia embora eu segurei seu braço e falei baixinho:
— Você tá molhada agora, né safada?
Ela ficou vermelha, mas não negou. Em menos de dois minutos eu já tinha ela ajoelhada na sala, engolindo meu pau até o fundo da garganta, babando inteira, olhos lacrimejando enquanto eu segurava seu cabelo e fodia sua boca sem piedade.
— Chupa direito, porra. Assim mesmo, vai... engole tudo, vadia.
Daquele dia em diante virou rotina. Toda vez que o marido viajava, Marcela virava minha puta. Eu comia ela no sofá, na cozinha, no banheiro, na varanda de madrugada. Metia sem camisinha, gozava dentro, no rosto, nos peitos. Ela gemia alto, pedia mais, pedia pra eu chamar de puta, de cachorra, de vadia do caralho.
Uma noite eu gravei tudo. Coloquei ela de quatro na cama, bundão empinado, e meti fundo enquanto filmava. O barulho molhado da buceta dela ecoava no quarto.
— Fala pra câmera quem é sua puta agora — eu mandei.
— Eu sou sua puta... ai caralho... sou a vadia do vizinho... me fode mais forte!
Ela gozou tanto que molhou o lençol inteiro, tremendo, gritando meu nome.
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Na semana seguinte Marcela trouxe uma amiga dela, a Juliana, casada também. As duas de quatro na minha cama, bundas empinadas, competindo pra ver quem chupava melhor. Eu alternava, metia numa, depois na outra, enquanto elas se beijavam e lambiam os peitos uma da outra. Gozei nas duas caras ao mesmo tempo e elas ainda lamberam tudo, rindo safadas.
Desde então virou farra quase toda semana. Elas chegam, tiram a roupa, já chegam molhadas e pedindo rola grossa.
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A Marcela ainda me manda áudio todo dia pedindo pra eu meter nela de novo... e eu sei que você também vai querer ver.
Depois daquela primeira suruba com a Marcela e a Juliana, as duas casadas safadas viraram viciadas. Quase todo dia que o marido da Marcela viajava e o da Juliana estava no trabalho, elas me mandavam mensagem no WhatsApp com foto da buceta molhada e o texto: “Tá aberta e babando, vem meter logo, porra”.
Naquela mesma semana, na quarta-feira à noite, elas apareceram juntas de novo. Entraram no meu apartamento já tirando a roupa no corredor. Marcela estava de vestido curto sem calcinha, a buceta lisinha e inchada brilhando de tesão. Juliana veio de saia jeans e top, peitos enormes quase pulando pra fora.
Eu nem falei nada. Agarrei as duas pelo cabelo e enfiei as duas de joelhos na sala mesmo.
— Abre a boca, suas duas vadias do caralho. Hoje vocês vão mamar até engasgar.
Elas se revezavam no meu pau. Marcela chupava fundo, garganta apertando, baba escorrendo pelo queixo e pingando nos peitos. Juliana lambia as bolas, enfiava a língua no meu cu e gemia como uma cachorra no cio. Eu segurava as cabeças e fodia as bocas delas alternadamente, batendo o saco no queixo, fazendo elas engasgarem e lacrimejarem.
— Isso, engole tudo, porra! Vocês duas são só buracos pra mim agora.
Depois de dez minutos mamando, eu joguei as duas no sofá. Coloquei Marcela de quatro e meti na buceta dela de uma vez, sem aviso. Estava encharcada, escorregadia, apertando meu pau como se quisesse ordenhar. Enquanto eu socava forte, fazendo o barulho molhado ecoar no apartamento, Juliana se enfiou embaixo da amiga, chupando o clitóris da Marcela e lambendo meu pau toda vez que ele saía brilhando de creme.
Marcela gritava:
— Ai caralho! Me fode mais forte, me rasga essa buceta! Eu sou sua puta, só sua!
Eu metia tão fundo que o pau batia no fundo dela. Gozei pela primeira vez dentro da Marcela, enchendo a buceta casada de porra quente. Quando tirei, o leitinho branco escorreu direto na boca da Juliana, que lambeu tudo como uma desesperada.
Mas não parei. Virei a Juliana de lado, levantei uma perna dela e meti no cu dela pela primeira vez. Ela nunca tinha dado o cu pro marido, mas pra mim abriu todinho. O cuzinho piscava, apertado, e eu fui enfiando devagar até enterrar tudo. Juliana berrou de prazer e dor misturados:
— Porra, tá rasgando meu cu! Mas não para… me fode o cu, me corno meu marido!
Enquanto eu arrombava o cu da Juliana, Marcela se sentou na cara dela, esfregando a buceta cheia de porra na boca da amiga. As duas gemiam, se lambendo, se chupando enquanto eu alternava: metia no cu da Juliana, depois voltava pra buceta da Marcela, depois voltava pro cu. Troquei de buraco várias vezes, deixando as duas gozando sem parar.
Na segunda rodada eu gravei tudo com o celular. Coloquei as duas de quatro lado a lado, bundas empinadas, e fui metendo uma depois da outra, filmando close do pau entrando e saindo, o cu e a buceta piscando, a porra escorrendo.
— Fala pra câmera, suas putas casadas. Fala quem é o dono dessa buceta e desse cu agora.
Elas gritaram juntas, quase ao mesmo tempo:
— Você! Você é o dono! Somos suas vadias, suas cachorras, fode a gente até não aguentar mais!
Eu gozei de novo, dessa vez tirando e jorrando porra quente nos rostos, nos cabelos, nos peitos. Elas riram, se beijaram e lamberam a porra uma da outra, engolindo tudo.
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Na sexta-feira o marido da Marcela quase pegou a gente. Ele adiantou a volta da viagem e ela só teve tempo de vir correndo pro meu apartamento. Entrou ofegante, já tirando a roupa:
— Ele tá subindo o elevador, mas eu preciso de rola agora!
Eu ri, botei ela contra a parede da cozinha, levantei o vestido e meti na buceta em pé mesmo. Metia forte, tapando a boca dela pra ela não gemer alto demais. O marido dela chegou em casa, abriu a porta do apartamento do outro lado do corredor e a gente ouviu ele chamando o nome dela. Enquanto isso eu continuava socando, gozando dentro dela pela segunda vez naquele dia. Marcela gozou tremendo, mordendo minha mão, buceta apertando meu pau enquanto o marido dela estava a menos de 10 metros.
Depois disso a safadeza só aumentou. Elas começaram a trazer mais amigas. Na semana seguinte veio a Letícia, 29 anos, casada com um cara rico, corpo de academia e buceta depilada que nunca tinha levado rola no cu. As três de quatro na minha cama, bundas empinadas uma do lado da outra. Eu metia em uma, tirava e enfiava na outra, depois no cu da terceira. Gozava dentro de uma, fazia a outra chupar e lamber o resto, e continuava. A cama virou uma poça de porra, suor e baba.
Elas competiam pra ver quem aguentava mais. Marcela pedia pra eu bater na cara dela enquanto metia. Juliana queria que eu cuspisse na boca dela. Letícia pedia pra eu chamar de “puta barata do vizinho”. Eu fazia tudo. Arrombava cu, buceta, garganta. Gravava tudo. Mandava elas lamberem o chão onde caiu porra. Fazia elas gozarem uma na boca da outra.
E o melhor: toda vez que terminava, elas saíam do meu apartamento com a buceta e o cu pingando, voltavam pra casa pros maridos cornos e ainda me mandavam foto da calcinha molhada de porra depois.
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A Marcela me mandou mensagem agora há pouco: “Amanhã trago mais duas amigas… prepara a rola que vamos passar o dia todo sendo suas vadias”.
E eu sei que você vai querer ver tudo isso ao vivo.

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