Realizei o sonho de meu pai de ser corno
Quando eu tinha dez anos, minha mãe separou-se de meu pai ambos resolveram me colocar para estudar em um colégio interno, cresci ouvindo ele se referir a ela como puta e ela se referir a ele como putanheiro. Cresci e fui fazer faculdade na minha Cidade Natal que é uma grande metrópole e como não tinha ambiente nem para morar com minha mãe e tão pouco com meu pai, fui morar em um apartamento próximo da faculdade que era de propriedade da gostosa da namorada do meu pai, Suzi uma psicóloga quinze anos mais nova que ele e como os dois tinham muita intimidade com o zelador, acabaram sabendo que eu nunca tinha levado nenhuma mulher para o apartamento e passaram a procurar meus colegas de faculdade e constataram que eu nunca tinha sido visto com nenhuma garota e minha amizade com os rapazes e bem distante. Em um fim de semana, meu pai e Suzi resolveram me levar para passar o feriadão em uma cidade de praia próxima da nosso. No primeiro dia acordei tarde e o telefone do meu quarto de hotel tocou, era meu pai avisando que estava indo à praia bem em frente ao hotel. Não tive alternativa e fui encontra-los vestindo meu bermudão bem largo. Assim que sentei na cadeira ao lado deles, meu pai levantou para entrar no mar e Suzi começou com aquele papinho de psicóloga, logo saquei qual era a dos dois e para cortar a conversa que eu não estava afim de ter perguntei a ela se eles sabiam meu apelido no colégio interno, ele fez cara de abestada e falou que não e eu disse que era jumento, ela ficou esperando eu explicar e eu perguntei na lata qual o tamanho da maior pica que ela conhecia e ela meio desconcertada não soube chutar um número, foi quando confessei a ela o motivo do apelido e antes que o papo fosse mais longe ainda coloquei que sendo repelido pelas novinhas, era obrigado a procurar as putas mais caidinhas e que mesmo a que se sujeitavam a fazer programa comigo exigiam vir por cima. Ela sem saber o que dizer, esperou meu pai voltar e logo os dois voltaram para o hotel. Quando voltei, meu pai já me abordou na portaria com cara de preocupado, queria conversar, mas eu evitei. No almoço, Suzi falou que meu pau não ser tão grande assim, meu pai com aquele jeito de sacana propôs que nós medíssemos. Topei, saí do hotel e na terceira loja que entrei, encontrei uma fita métrica, comprei e já subi direto para a suíte de meu pai, lá encontrei o casal usando roupões de banho do hotel, meu pai mandou eu tirar a bermuda e deitar na cama, já quando tirei a roupa, meu pai olhou para Suzi que estava hipnotizada e só ouvi meu pai dizer: Puta merda, é grande mesmo. Suzi com os olhos fixos no meu pau disse: É gigante. Achando a cena hilária perguntei olhando para Suzi: Você não vai medir? Ela como um robô esticou o braço com a fita métrica na mão e tentou medir o diâmetro e logo a piroca foi endurecendo e eu falei que para medir melhor, seria necessário ver os peitinhos dela, meu pai ficou mais animado que ela, mas Suzi mostrou seu belo e meu pai começou a alisar aquela maravilha enquanto Suzi não tirava o olho de minha pica, resolvi ariscar e ajudei meu pai na tarefa de alisamento a fêmea passou a nos olhar com um olhar de quem está pedindo alguma coisa e eu coloquei a rola na mão dela enquanto meu pai a beijava e ela segurou com força coloquei minha mão sobre a dela e a incentivei a me punhetar, Suzi passou a me punhetar e beijar lascivamente meu pai que fez sinal para eu deitar e o fiz com o mastro apontando para o teto, ele então, a levantou do chão, jogou o roupão que ela estava usando e a colocou na cama com um joelho em cada lado do meu corpo e eu bati naquela buceta com meu pau e nos ouvimos aquele som molhado e ela me beijou esquecendo meu pai que correu para pegar o celular. Suzi pegou na minha caceta e esfregou a cabeça em seus lábios vaginais se contorcendo de prazer enquanto meu pai filmava aquela expressão desfigurada de sua mulher e ela falou no meu ouvido: É assim que os putas hummm fazem por cima haaa. Falei no ouvido dela: Será que você consegue. E ela encaixou o torpedo em sua barquinha, fazendo caras e bocas engoliu com a buceta quase a metade do cilindro e começou a fazer os movimentos da metade para cima em poucos minutos teve uma convulsão de prazer e não conseguiu mais controlar os movimentos e eu empurrei e ela em pleno gozo gritou como se tivesse sendo esfaqueada e eu enchi aquela buceta faminta com minha porra. Suzi caiu de lado com a mão na pélvis indicando que realmente estava machucada por dentro, mas olhando para o meu pai disse:Já satisfiz sua vontade de ser corno, mas mais tarde quero tentar aguentar tudo isso.
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