A nova realidade que mudou o mundo parte 123 - Laura
Eu me chamo Laura, ou pelo menos me chamava.
Agora sou apenas “a branca do banco de sêmen” ou “a loira que chupa cachorro”. Nomes não importam mais. Só o que eu faço. Só o que me fazem.
Eu vim de longe, de um país que ainda fingia ter leis. Fui sequestrada numa viagem de estudos. Acordei no porão de um navio velho, acorrentada junto com outras quarenta mulheres brancas. O porão era escuro, úmido, fedendo a mijo, vômito e medo. Ficamos lá vinte e três dias. Sem banho. Comendo restos jogados no chão. Dormindo encostadas umas nas outras. Os marinheiros desciam à noite e nos usavam. Eu aprendi a ficar quieta. Aprendi que gritar só piorava.
Quando o navio atracou, nos enfiaram num caminhão de porco. Gaiolas de ferro apertadas, como as dos animais. Eu fui colocada numa delas, nua, de quatro, mal conseguindo me mexer. O caminhão balançava, o cheiro de porco misturava com o nosso. Eu vomitei várias vezes. O vômito escorria pelo chão da gaiola e se misturava com o mijo das outras. Chegamos à cidade assim. Como carga.
No leilão fui vendida em lote. Barata. “Branca comum, sem marcas especiais”, anunciaram. O dono da fazenda de porra comprou seis de nós. Ele queria bocas novas.
E foi aí que começou o verdadeiro inferno. A fazenda de porra era exatamente o que o nome dizia. Meu trabalho era simples: chupar cachorros e cavalos o dia inteiro. Todos os dias. Mais de catorze horas. Eu ficava de joelhos num cercado sujo, com uma coleira presa a uma corrente curta. Eles traziam os animais um atrás do outro. O primeiro cachorro era sempre o pior. O pau dele era vermelho, pontudo, fedido. Eu tinha que abrir a boca e deixar ele enfiar. O nó inchava dentro da minha boca, esticando meus lábios até quase rasgar. Quando ele gozava, era um jato grosso, quente, salgado, viscoso. Eu não podia engolir. Tinha que cuspir tudo num balde sujo que ficava entre as minhas pernas.
Cachorro atrás de cachorro. Cavalo atrás de cavalo. Eu precisava encher um balde grande por dia. Isso significava mais de cem animais. Às vezes cento e vinte. Minha boca ficava inchada, os lábios rachados, a mandíbula doía tanto que eu mal conseguia fechar. O gosto de porra animal era constante, azedo, forte, enjoativo. Às vezes misturado com mijo dos bichos. Eu vomitava. Eles me obrigavam a lamber o vômito de volta do chão e continuar.
A porra que eu coletava era usada para alimentar as jovens garotas que ainda não estavam trabalhando. Eram meninas de doze a quinze anos, mantidas como “investimento”. Elas comiam a porra misturada com ração. Os donos diziam que era “proteína de qualidade”. Eu via aquelas meninas engolindo o que eu cuspia. Sabia que um dia elas também estariam de joelhos no cercado.
Depois de um ano e meio nesse trabalho, me “promoveram” para o banco de sêmen.
Era um galpão menor. Havia bancos de madeira onde homens pobres se sentavam. Eu ficava de joelhos entre as pernas deles, chupando. Eles gozavam na minha boca. Eu cuspia no mesmo tipo de balde. O gosto era diferente, mais salgado, mais humano, mas ainda nojento. Eram homens sujos, suados, alguns cheirando a cachaça. Alguns me seguravam pelo cabelo e fodiam minha garganta até eu se engasgar. Outros só queriam que eu chupasse devagar. O objetivo era o mesmo: encher baldes de porra para alimentar as novatas.
Eu fazia isso dezesseis horas por dia. Quando terminava, minha boca estava tão inchada que eu mal conseguia falar. Meu queixo doía. Minha garganta ardia. E ainda assim, eles me faziam engolir o que sobrava no balde se não tivesse enchido o suficiente.
Depois de quase três anos nessa fazenda, me venderam para o hotel.
Aqui eu sirvo quartos. Levo comida, limpo, e sou comida. Os hóspedes usam meu corpo como querem. Batem no meu rosto enquanto me fodem a boca. Beliscam meus seios até ficarem roxos. Me chamam de “loira de porra”. Eu deixo. Eu aprendi que resistir só piora.
Mas o pior castigo que eu já passei foi o da uretra.
Eles me prenderam numa mesa, pernas abertas. Enfiaram uma rolha metálica fina e longa na minha uretra. Trancaram com um pequeno cadeado. Fiquei cinco dias sem conseguir urinar. A bexiga inchava, doía, latejava. Meu abdômen ficava duro, roxo. Eu implorava, chorava, me contorcia. A dor era como facas quentes dentro da barriga. No quinto dia, quando tiraram a rolha, a urina saiu misturada com sangue e pus. Eu mijei no chão, soluçando de alívio e vergonha, enquanto eles riam e filmavam.
Eu ainda sonho com aquilo, não é um sonho comum. É um pesadelo que volta quase todas as noites, mesmo depois de tanto tempo. Eu acordo suando, apertando as coxas, sentindo a bexiga latejar como se a rolha ainda estivesse lá.
Foi no meu segundo ano na fazenda de porra. Eu tinha cometido um erro estúpido, vomitei enquanto chupava um cachorro. O sêmen era grosso, azedo, e meu estômago já estava fraco. O capataz ficou furioso. “Boca inútil”, ele disse. “Vamos ensinar você a segurar.”
Eles me levaram para o galpão de castigo. Me amarraram numa mesa de metal inclinada, pernas bem abertas, presas em estribos. Eu estava nua, tremendo. O capataz trouxe uma rolha metálica fina, longa, brilhante. Tinha uns vinte centímetros de comprimento, com uma ponta levemente alargada e um pequeno cadeado na base. Ele não usou lubrificante. Só cuspiu na ponta e enfiou. A dor foi imediata.
Senti o metal frio invadindo minha uretra, abrindo um caminho que nunca tinha sido aberto. Era uma sensação estranha, invasiva, como se estivessem enfiando uma agulha grossa dentro da minha bexiga. Eu gritei. Gritei alto, o corpo se contorcendo contra as amarras. O capataz girou a rolha devagar, empurrando mais fundo, até que a base ficou bem encaixada. Depois trancou o pequeno cadeado. O clique foi o som mais aterrorizante que já ouvi: “Cinco dias”, ele disse. “Sem mijar. Vamos ver se você aprende a não vomitar.”
Cinco dias.
No primeiro dia, a sensação era estranha, incômoda. Eu sentia a rolha dentro de mim, bloqueando tudo. Quando tentava fazer xixi, nada saía. Só uma pressão crescente na bexiga. No final do dia, a bexiga já estava cheia, latejando. Eu andava curvada, as mãos instintivamente querendo tocar a região, mas as correntes não deixavam.
No segundo dia, a dor começou de verdade. A bexiga inchava. Meu abdômen ficou duro, distendido, como se eu estivesse grávida de meses. Cada movimento fazia a rolha cutucar por dentro, enviando pontadas agudas. Eu sentia vontade de urinar o tempo inteiro, mas nada saía. A pressão era constante, como se houvesse uma pedra pesada dentro de mim. Eu chorava enquanto chupava os cachorros, as lágrimas misturando-se à baba e à porra. O capataz ria: “Aguenta, vadia. Pretas aguentam mais, mas você é branca, então vai aprender.”
No terceiro dia, a dor virou agonia.
Meu abdômen estava roxo, inchado, duro como pedra. A bexiga pressionava todos os órgãos. Eu sentia pontadas no estômago, nas costas, nas pernas. Andar era um tormento. Cada passo fazia a rolha cutucar mais fundo. Eu me contorcia no chão do cercado, gemendo, implorando. Os peões passavam e chutavam minha barriga inchada, rindo quando eu gritava. À noite, eu não conseguia dormir. Ficava de lado, as mãos presas, chorando baixinho enquanto a bexiga latejava sem parar.
No quarto dia, eu delirava.
A dor era tão grande que eu via vultos. Meu abdômen parecia prestes a explodir. Eu sentia a urina presa, quente, pressionando contra a rolha. Às vezes um fiozinho escapava pelas bordas, misturado com sangue, ardendo como ácido. Eu mijava sangue pelas bordas da rolha. O cheiro de infecção começou a subir. Eu implorava para que tirassem. “Por favor… eu vou morrer… por favor…”
No quinto dia, eles tiraram.
Eu estava deitada na mesa novamente. Quando o capataz girou a chave e puxou a rolha, a urina saiu como uma faca quente. Um jorro forte, misturado com sangue, pus e muco. Eu mijei sem parar, o líquido queimando a uretra inflamada, escorrendo pelo chão. Eu soluçava de alívio e dor ao mesmo tempo. Meu abdômen desinchou lentamente, mas a dor permaneceu. A uretra estava inchada, ferida, ardendo como fogo.
Eles me obrigaram a lamber o chão onde eu tinha mijado sangue e pus. Depois disso, eu nunca mais vomitei enquanto chupava um cachorro. Mas o trauma ficou.
Até hoje, quando sinto vontade de urinar, meu corpo se contrai de medo. Às vezes eu acordo no meio da noite apertando as coxas, com a sensação fantasma da rolha ainda dentro de mim. Eu sonho que estou presa na mesa, a bexiga inchando, inchando, e ninguém tira a rolha. Eu acordo gritando.
E o pior é saber que, para as outras, foi pior. Eu vi meninas ficarem sete, oito, dez dias com a rolha. Vi uma garota de dezesseis anos com a bexiga tão inchada que o abdômen parecia uma bola roxa. Quando tiraram a rolha, ela mijou sangue puro e desmaiou. Nunca mais voltou ao trabalho. Dizem que morreu de infecção. Eu sobrevivi, mas parte de mim morreu ali. Porque depois daquele castigo, eu entendi de verdade o que significava ser escrava. Significava não ter direito nem sobre o próprio mijo, significava que até a função mais básica do meu corpo podia ser tirada de mim como punição. E que, no final, eu aprenderia a engolir tudo, sem reclamar, sem vomitar. Porque vomitar significava mais dor. E eu já tinha aprendido que dor, aqui, nunca tem limite, só aumenta, sempre.
Outra vez, fizeram enema de leite. Litros e litros de leite morno enfiados no meu intestino, selados com um plugue enorme. Fiquei dias com a barriga inchada, pesada, o leite chacoalhando dentro de mim. As cólicas eram constantes. Eu andava curvada, gemendo, sentindo o líquido tentar descer e não conseguir. Quando finalmente tiravam o plugue, o leite saía misturado com fezes e muco. E depois usavam esse mesmo leite para alimentar as negras mais novas. Eu via elas beberem o que tinha saído do meu cu.
Eu ainda sinto o gosto daquele leite na garganta quando fecho os olhos. Não era leite normal. Era leite morno, grosso, quase cremoso, misturado com algo que eles nunca explicaram, talvez hormônios, talvez apenas para ficar mais viscoso. Eles me prenderam na mesa de metal inclinada, pernas bem abertas, presas em estribos frios. Eu já estava nua, tremendo, sabendo que ia doer. O capataz trouxe a mangueira grossa ligada a um balde grande. O bico era de metal, largo, frio.
Ele não usou lubrificante, enfiou o bico fundo no meu cu e começou a bombear. O primeiro litro entrou rápido. Senti o líquido morno invadindo meu intestino, enchendo-me por dentro. Era uma sensação estranha, pesada, como se estivessem derramando algo vivo dentro de mim. Meu ventre começou a inchar visivelmente. A barriga, que ainda estava relativamente plana, foi se estufando devagar, ficando redonda, dura, pesada. Eu gemia, o corpo se contorcendo contra as amarras: “Calma, vadia. São só quatro litros. Pretas aguentam mais, mas você é branca, então vai sentir tudo.”
O segundo litro veio. A pressão aumentou. Meu abdômen estava inchado, a pele esticada brilhando de suor. Eu sentia o leite subindo, pressionando as paredes do intestino, empurrando contra os órgãos. A sensação era de estar excessivamente cheia, como se meu corpo fosse explodir a qualquer momento. Cólicas começaram, fortes, profundas, fazendo meu ventre se contrair involuntariamente. No terceiro litro, a dor ficou insuportável.
Meu abdômen estava enorme, duro como pedra, roxo nas bordas. Eu parecia grávida de oito meses. Cada respiração fazia o leite chacoalhar lá dentro, criando ondas internas que me davam calafrios violentos. As cólicas vinham em ondas, como facas quentes girando no meu intestino. Eu chorava, implorava, o corpo se contorcendo. “Por favor… eu vou explodir… por favor, tire…”
Eles riam. “Ainda falta um litro. Aguenta, puta.”
O quarto litro foi o pior., quando o leite entrou, meu ventre já não tinha mais espaço. Senti uma pressão esmagadora, como se minhas vísceras estivessem sendo empurradas para fora. Meu abdômen ficou tão inchado que a pele esticada doía só de tocar. Eu sentia o leite morno, quase quente, balançando dentro de mim, pressionando contra o estômago, contra os pulmões, contra tudo. As cólicas eram contínuas agora, ondas violentas que me faziam arquear o corpo e gritar. Eu suava frio, tremia, babava. O plugue enorme que enfiaram depois selou tudo. Era um monstro de borracha preta, largo, com flange grossa que pressionava contra minha bunda. Ele girou até travar bem fundo, esticando meu ânus ao limite.
Eles me soltaram da mesa e me mandaram voltar ao trabalho, andar foi um tormento. Cada passo fazia o leite chacoalhar violentamente dentro de mim. O líquido pesado batia contra as paredes do intestino, criando cólicas ainda mais fortes. Meu ventre balançava, inchado, duro, latejante. Eu andava curvada, pernas abertas por causa do plugue, gemendo a cada movimento. O peso era esmagador. Eu sentia o leite tentando descer, pressionando contra o plugue, mas ele não cedia. O ardor no meu ânus era constante, a borracha grossa esticava o anel muscular sem piedade, deixando a pele ao redor inchada e sensível.
Durante o dia inteiro, eu carreguei aquele fardo. Enquanto chupava cachorros, o leite balançava dentro de mim. Quando me ajoelhava, as cólicas vinham mais fortes. Eu suava, tremia, sentia náuseas constantes. Às vezes o leite parecia azedar lá dentro, criando uma sensação viscosa, enjoativa e quente que me dava vontade de vomitar. Meu abdômen estava tão inchado que eu parecia uma vaca prenha. Os peões riam e batiam na minha barriga inchada, fazendo o leite chacoalhar ainda mais.
À noite, eles não tiravam o plugue. Eu dormia no chão do cercado, de lado, o ventre enorme e duro, as cólicas me acordando a cada poucas horas. Eu chorava baixinho, as mãos presas, incapaz de aliviar a pressão. O plugue me mantinha aberta por dentro, roçando e esticando o cu o tempo todo. Eu sentia o leite pesado, morno, tentando escapar, mas preso. Era uma tortura lenta, constante, humilhante.
A dor era tão grande que eu via vultos. Meu ventre parecia prestes a explodir. Eu sentia o leite tentando forçar passagem, pressionando contra o plugue. O cheiro de leite azedo misturado com minha própria sujeira subia do meu corpo.
No quinto dia, finalmente tiraram.
Eu estava deitada na mesa novamente. Quando o capataz girou o plugue e puxou, o leite explodiu para fora em uma golfada quente, grossa, misturada com fezes moles, muco e sangue. O jorro foi violento, escorrendo para uma bacia, espirrando nas minhas pernas. Eu soluçava de alívio e vergonha ao mesmo tempo. O líquido saía em ondas, meu intestino se contraindo dolorosamente para expulsar tudo. O cheiro era horrível, leite azedo, merda, podridão.
Eles me obrigaram a lamber a parte que caiu no chão onde o leite misturado com minha própria sujeira tinha caído.
Depois disso, eu nunca mais reclamei de nada, mas o trauma ficou.
Até hoje, quando sinto o ventre cheio, seja de comida, seja de porra, meu corpo se contrai de medo. Eu acordo no meio da noite com a sensação fantasma do leite pesado chacoalhando dentro de mim, o plugue me mantendo aberta, as cólicas me rasgando por dentro. E o pior é saber que eles usavam aquele leite para alimentar as negrinhas novas. Eu as via bebendo o que tinha saído do meu cu. E eu sentia nojo de mim mesma. Porque, no final, eu tinha virado exatamente o que eles queriam, uma vaca, uma vaca que produzia leite para as novatas, uma vaca que paria dor, E que, mesmo depois de tudo, ainda continuava viva. Azarada, como todas nós.
Eu não sou mais Laura. Sou apenas um buraco que chupa, engole, limpa e sofre. E o pior é que eu já não sinto mais raiva. Só um cansaço profundo. Porque eu sei que, no final, todas nós terminamos do mesmo jeito. Quebradas, usadas, esquecidas. E que, um dia, outra garota vai herdar a minha história. Como eu herdei a de quem veio antes de mim. E o ciclo continua, sempre.
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