Retrato de Família (1/5)
No nosso apartamento antigo no coração de Lisboa, mesmo ao lado da Avenida da Liberdade, o ar parecia sempre mais pesado quando os pais não estavam. Ficava só eu e a minha irmã, três anos mais nova, ainda andava com aquela carinha de menina que não sabia bem o que era o mundo. O pai saía de casa às seis da manhã para a obra em Almada e só regressava depois das oito da noite, sujo de cimento e cansaço. A mãe… a mãe era um mistério que eu ainda não conseguia decifrar por completo. Desaparecia durante horas, às vezes dias inteiros, e quando voltava trazia no corpo um cheiro estranho - mistura de perfume caro, suor alheio e algo mais animal, algo que me fazia o caralho mexer dentro das calças sem eu entender bem porquê.
Ficávamos os dois sozinhos naquele apartamento amplo demais. O silêncio era cortado apenas pelo som distante dos autocarros e pelo vento que entrava pelas janelas entreabertas, trazendo o cheiro a asfalto quente e a mar distante. Era nesses dias longos e vazios que o Jorge, o vizinho do lado, dois anos mais velho que eu, se tornava o meu salvador e o meu único amigo verdadeiro.
O Jorge era alto para a idade, já com os primeiros pelos no queixo e um corpo que começava a ganhar forma de homem. Os pais dele também trabalhavam o dia todo, o pai numa empresa de seguros no Marquês de Pombal, a mãe num salão de cabeleireiro em Campo de Ourique. O apartamento deles era o nosso território privado. Mal a porta se fechava atrás de nós, o ar mudava. Havia sempre um cheiro leve a tabaco frio e a roupa suja de homem que me excitava sem eu saber explicar.
Foi numa dessas tardes abafadas de final de primavera que tudo mudou. O Jorge fechou a porta do quarto dos pais com um clique suave e virou-se para mim com um sorriso malicioso que eu nunca tinha visto antes. Os olhos dele brilhavam de uma forma diferente, quase perversa.
- Queres ver uma coisa que o meu pai esconde? - perguntou ele, a voz já mais grossa do que a minha.
Assenti, o coração a bater mais rápido. Ele ajoelhou-se junto à cómoda grande de mogno e abriu a última gaveta. Com dedos experientes, levantou o fundo falso e revelou o tesouro proibido: dezenas de revistas porno antigas, capas brilhantes com mulheres nuas em poses obscenas, títulos em letras garrafais como “Porno Hard” ou “As Melhores Fodas”. O cheiro a papel velho e a tinta misturou-se imediatamente com o nosso suor nervoso.
Sentámo-nos na cama grande dos pais dele, os colchões ainda com o cheiro do corpo da mãe do Jorge. Abrimos a primeira revista devagar, como se estivéssemos a abrir um portal. A primeira página mostrava uma loira de mamas enormes, de joelhos, com um caralho grosso e venoso enterrado até ao fundo da garganta. A saliva escorria pelos cantos da boca dela, os olhos lacrimejantes de prazer. Virei a página. Outra mulher, de pernas bem abertas, cona rosada e inchada, o clitóris proeminente, enquanto dois homens lhe enfiavam os paus ao mesmo tempo - um na cona, outro no cu.
O meu caralho, ainda fininho, mas já incrivelmente duro, latejava dolorosamente dentro das boxers. Olhei de lado e vi o Jorge já com a mão dentro das calças, a mexer-se devagar. Ele tirou o pau para fora sem vergonha nenhuma. Era maior que o meu, mais grosso, a pele esticada sobre as veias salientes, a cabeça rosada e brilhante de baba. Começou a bater uma punheta lenta, o som molhado da pele a deslizar enchendo o quarto silencioso.
- Anda, faz o mesmo - murmurou ele, sem tirar os olhos da página.
Não consegui resistir. Baixei as calças e libertei o meu caralho. Estava tão duro que doía. Segurei-o com a mão direita e comecei a mover a pele para cima e para baixo, imitando o ritmo dele. Os nossos olhares estavam colados nas imagens: mulheres de conas depiladas a pingar, bocas abertas a receber jatos grossos de porra, cus apertados a serem abertos por paus enormes. O ar ficou pesado, quente, carregado do cheiro acre do nosso pré-gozo e do suor adolescente.
O Jorge acelerou. O som das mãos a baterem nos paus tornava-se mais rápido, mais obsceno. Eu sentia as bolas a contraírem-se, o prazer a subir pela espinha como fogo líquido. Olhei para a revista outra vez - uma morena de cu em coração empinava-se enquanto um caralho grosso lhe entrava pelo olho do cu, abrindo-o sem piedade. Foi demais. Gozei primeiro, com um gemido abafado. Jatos brancos e quentes saltaram do meu caralho, caindo em fios grossos sobre as páginas brilhantes da revista. O cheiro forte da minha porra espalhou-se imediatamente pelo quarto.
O Jorge gemeu logo depois, o corpo a tremer. A porra dele era mais abundante, mais leitosa, e acertou em cheio na cara da mulher da foto, escorrendo pelas mamas enormes. Ficámos os dois ofegantes, os paus ainda semiduros nas mãos, o quarto agora impregnado daquele cheiro inconfundível de sexo jovem e proibido.
A partir daquele dia, as visitas ao esconderijo tornaram-se ritual diário. Passávamos horas a folhear as revistas, a comentar cada imagem com voz rouca, a imaginar em voz alta o que faríamos se tivéssemos uma rapariga ali. O Jorge descrevia como meteria o caralho até ao fundo da garganta de uma miúda, como lhe comeria o cu até ela chorar de prazer. Eu ouvia, o meu pau sempre duro, a mente a fervilhar.
E foi nessas conversas carregadas de tesão que o meu olhar começou a mudar quando chegava a casa. A minha irmã, tão pequena, tão inocente, com as perninhas finas e aquela carinha de anjo, passou a ser o centro dos meus pensamentos mais sujos. Ela confiava em mim cegamente. Era fácil convencê-la de qualquer coisa.
Uma tarde quente de junho, depois de mais uma sessão intensa com o Jorge - em que tínhamos gozado os dois sobre a mesma página, misturando as nossas porras -, voltei para casa com o caralho ainda meio duro e uma ideia a latejar na cabeça como um tambor. Encontrei-a no quarto dela, deitada de barriga para baixo na cama, a saia curta de algodão subida até meio das coxas, as calcinhas brancas de menina a marcar a forma redonda e gordinha da coninha.
Sentei-me ao lado dela. O coração batia-me na garganta.
- Queres que te mostre um jogo secreto que aprendi com o Jorge? - perguntei, a voz já rouca de desejo.
Ela virou a carinha curiosa para mim e sorriu.
- Sim…
Com as mãos a tremer de excitação, levantei-lhe devagar a saia. O cheiro doce e quente da pele dela invadiu-me as narinas. Afastei-lhe as pernas com cuidado. A coninha era perfeita: gordinha, sem um único pelo, os lábios inchadinhos e rosados, um clitóris pequeno e durinho que já parecia pedir atenção. Passei o dedo indicador devagar pela racha toda, sentindo o calor húmido que começava a brotar do interior. Ela estremeceu, mas não fechou as pernas.
Baixei a cabeça. O meu nariz roçou primeiro na carne tenra. O cheiro era doce, ligeiramente almiscarado, puro desejo a acordar. Separei os lábios com os polegares e colei a boca à cona dela. A língua deslizou devagar entre os lábios, saboreando o gosto fresco e salgado que me deixou louco. Ela soltou um gemidinho agudo, as mãozinhas a agarrarem o lençol com força. Enfiei a ponta da língua dentro dela, sentindo as paredes quentes e apertadas a contraírem-se em torno da minha língua. Depois vieram os dedos: primeiro um, entrando devagar, sentindo a resistência elástica da carne virgem. Depois dois. Fodi-a com os dedos enquanto a língua rodopiava no clitóris, chupando-o suavemente, depois com mais força.
Os gemidos dela tornaram-se mais altos, mais urgentes. As ancas pequenas começaram a mexer-se contra a minha boca, procurando mais pressão. O meu caralho babava pré-gozo dentro das calças, latejando de forma quase dolorosa. Levantei os olhos e vi o rostinho dela vermelho, os olhinhos semicerrados de prazer, a boca entreaberta a soltar suspiros entrecortados.
- Gostas, mana? Gostas que o teu irmão te mame a coninha? - murmurei contra a carne quente e molhada.
Ela apenas gemeu mais alto, as pernas a tremerem. Continuei lambendo, chupando, fodendo-a com a língua e os dedos até sentir o corpinho dela contrair-se todo num orgasmo pequeno mas intenso, os sucos doces a inundarem-me a boca. Bebi tudo, deliciado com o sabor dela.
Quando me levantei, o meu caralho estava tão duro que quase explodia. Olhei para ela, deitada de pernas abertas, a coninha vermelha e brilhante de saliva e humidade, e soube que aquilo era apenas o começo. O vício tinha acordado. E nada mais voltaria a ser como antes.
Ainda com o sabor doce e ligeiramente salgado da cona da minha irmã na boca, levantei a cabeça devagar, o queixo molhado dos sucos dela a escorrer-me pelo pescoço. Ela estava deitada de costas na cama do quarto dela, as perninhas abertas e trémulas, a coninha gordinha agora vermelha e brilhante, os lábios inchados e entreabertos como se pedissem mais. O peito dela subia e descia rápido, os olhinhos semicerrados de um prazer que ainda não sabia nomear. O meu caralho latejava dentro das calças, tão duro que doía, a cabeça a babar pré-gozo em fio contínuo que me molhava as boxers. Não aguentei. O fogo que as revistas do Jorge tinham acendido ardia-me nas veias e, naquele instante, soube que tinha de ir mais longe.
- Queres sentir o meu caralho dentro de ti, mana? - murmurei, a voz rouca, quase irreconhecível. Ela não respondeu com palavras, só abriu mais as pernas, um gemidinho baixo a escapar-lhe dos lábios entreabertos. Tirei as calças e as boxers de uma vez. O meu pau saltou livre, fininho, mas rígido como ferro, a pele esticada, as veias a pulsarem. Ajoelhei-me entre as coxas dela, o cheiro quente e molhado da coninha a invadir-me as narinas, misturado com o suor leve da pele dela. Segurei o caralho pela base, esfreguei a cabeça brilhante ao longo da racha toda, sentindo o calor húmido a abraçar-me. Ela estremeceu, as ancas a subirem sozinhas, procurando-me.
Empurrei devagar. A coninha era tão apertada, tão quente, que quase gozei ali mesmo. A carne elástica cedeu centímetro a centímetro, engolindo-me com uma pressão molhada e sedosa que me fez gemer alto. Senti as paredes dela a contraírem-se em torno do meu pau, pulsando, apertando como se nunca quisessem largar. Ela soltou um suspiro longo, os olhos a arregalarem-se de surpresa e prazer puro. Estava dentro dela. Completo. O calor da cona envolvia-me todo, escorregadio, vivo. Comecei a mexer as ancas, estocadas lentas e profundas, sentindo cada textura: o fundo macio dela que batia contra a cabeça do meu caralho, os sucos a escorrerem-me pelas bolas, o som obsceno e molhado de ploc-ploc-ploc a encher o quarto silencioso.
- Ai… irmão… - gemeu ela, as mãozinhas a agarrarem-me os ombros, as unhas a cravarem-se na pele. Aumentei o ritmo, as bolas a baterem contra o cu pequeno e quente dela. O suor escorria-nos pelos corpos, o cheiro a sexo fresco e proibido a espalhar-se pelo ar como um perfume denso. Ela arqueava as costas, os peitinhos pequenos a subirem e descerem, os mamilos duros como pedrinhas. Fodi-a com mais força, o caralho a entrar e sair cada vez mais rápido, o clitóris dela a roçar na base do meu pau a cada estocada. Senti-a contrair-se toda, a cona a apertar-me como um punho quente e molhado, e ela veio-se com um gemido agudo que me atravessou o corpo inteiro. As paredes dela pulsavam em volta do meu caralho, ordenhando-me, e eu não aguentei mais. Gozei com um rugido abafado, jatos quentes e grossos a inundarem-lhe o interior, enchendo-a até transbordar. A porra escorreu pela racha, misturando-se com os sucos dela, pingando sobre os lençóis.
Ficámos assim, ofegantes, o meu caralho ainda dentro dela, latejando os últimos espasmos. O quarto cheirava a porra, a cona molhada e a suor de miúdos excitados. Puxei devagar, vendo o meu pau sair brilhante, coberto de uma mistura leitosa que escorria em fios grossos pela coninha aberta. Ela sorriu, um sorriso preguiçoso e satisfeito, e eu soube que aquilo era o início de um vício que nenhum de nós conseguiria parar.
Os dias seguintes transformaram-se numa escalada insana de desejo. Sempre que os pais saíam - e saíam quase todos os dias -, corríamos para o quarto ou para a sala, onde o sofá se tornava o nosso altar de foda. Uma tarde, depois do almoço, encostei-a à parede da cozinha, levantei-lhe a saia e enfiei o caralho na cona ainda sensível de tanto uso. Ela estava de pé, uma perna enrolada na minha cintura, a cona a engolir-me com facilidade agora, escorregadia dos sucos que já brotavam só de me ver. Fodi-a assim, estocadas curtas e fortes, as mãos a apertarem-lhe o cu pequeno, os dedos a abrirem-lhe as nádegas enquanto o meu pau entrava e saía, o som molhado ecoando contra os azulejos. Ela mordia o meu ombro para não gritar, o corpo a tremer, e quando gozei dentro dela senti a porra a misturar-se com a dela, escorrendo-lhe pelas coxas abaixo.
Às vezes nem chegávamos à cama. De quatro no tapete da sala, o cu empinado, a cona aberta e brilhante à espera. Eu ajoelhava-me atrás, cuspia na palma da mão, esfregava no caralho e enfiava tudo de uma vez, sentindo-a abrir-se para mim como uma flor molhada. As estocadas eram profundas, brutais, as minhas bolas a baterem contra o clitóris dela, o suor a pingar-me do peito para as costas dela. Ela gemia contra o chão, as mãos a arranharem o tapete, a cona a contrair-se em espasmos que me faziam ver estrelas. Gozava sempre primeiro, o corpo pequeno a convulsionar, e eu seguia logo depois, enchendo-a até à borda, a porra a escorrer em fios grossos quando eu saía.
O risco tornava tudo mil vezes mais intenso. Uma vez, enquanto o pai tomava banho no quarto de banho, ela encostou-se ao balcão da cozinha, a saia subida, sem calcinhas. Enfiei dois dedos primeiro, depois o caralho inteiro, fodendo-a devagar para não fazer barulho, a mão sobre a boca dela para abafar os gemidos. O som da água do chuveiro abafava o ploc-ploc molhado, mas o cheiro do sexo pairava no ar. Quando o pai desligou a água, eu ainda estava dentro dela, o caralho a latejar, e tive de me controlar para não gozar ali mesmo enquanto ele saía do banho.
A viagem de carro à noite para casa da avó em Sintra foi o momento mais perigoso e excitante de todos. Íamos os quatro no carro velho do pai, ele e a mãe à frente a conversarem baixo sobre coisas de adultos, o rádio a tocar baixinho. Nós dois no banco de trás, tapados com uma manta grossa de lã que cheirava a naftalina. Mal saímos de Lisboa, já tinha a mão por baixo da manta. Afastei-lhe as calcinhas devagar, sentindo a cona quente e já molhada de antecipação. Enfiei dois dedos de uma vez, curvando-os para tocar aquele ponto dentro dela que a fazia tremer. Ela abriu as pernas o máximo que o banco permitia, fingindo dormir, a respiração curta e quente contra o meu pescoço. Dedilhei-a devagar, o polegar a roçar o clitóris inchado em círculos lentos e firmes, sentindo os sucos a molharem-me a mão inteira, escorrendo pelo pulso. Ela contraiu-se em silêncio, o corpo a tremer contra o meu, a cona a apertar-me os dedos como se quisesse parti-los. Gozou assim, mordendo o lábio até sangrar, os sucos a encharcarem a manta. Eu próprio gozei nas calças, o caralho a pulsar sem ser tocado, só de a sentir tão perto, tão proibida, com os pais a menos de um metro.
As fodas tornaram-se diárias, obsessivas. Acordávamos cedo só para uma rapidinha depois do pai sair, ela de gatas na minha cama, o cu empinado, a cona a engolir-me enquanto eu lhe puxava o cabelo. À tarde, depois da escola, repetíamos no sofá, ela cavalgando-me devagar, as mamas pequenas a saltarem, a cona a deslizar pelo meu caralho inteiro até às bolas. À noite, quando os pais já dormiam, escapávamo-nos para o quarto dela e fodíamos mais um bocado, os corpos pegajosos de suor e porra, o cheiro do sexo a impregnar os lençóis. Ela aprendera rápido: pedia-me para lamber a cona depois de gozar, para sentir o meu esperma misturado com os sucos dela na minha língua. Eu obedecia, deliciado, o gosto salgado e doce a enlouquecer-me.
O vício instalara-se fundo nas nossas peles. Cada foda era mais intensa que a anterior, cada gemido mais alto, cada estocada mais profunda. A cona dela tornara-se o meu mundo inteiro: quente, molhada, apertada, sempre pronta para o meu caralho. E eu sabia, no fundo do peito, que aquilo não ia parar. Pelo contrário. Estava apenas a começar. O desejo crescia, o risco sabia melhor, e o corpo dela respondia-me como se tivesse nascido para me foder. Nada mais importava. Só a cona da minha irmã e o meu caralho enterrado nela até ao fundo.
O vício já nos consumia por completo. Mal o pai saía porta fora e a mãe desaparecia nas suas voltas misteriosas, a minha irmã e eu nos lançávamos um sobre o outro como animais no cio. Naquela tarde específica, depois de uma foda particularmente brutal no sofá da sala - eu sentado, ela cavalgando-me com fúria, a cona a engolir o meu caralho até às bolas enquanto as mamas pequenas saltavam e os gemidos abafados enchiam o ar -, fiquei ali, ofegante, o pau ainda dentro dela a latejar os últimos jatos de porra. A cona dela pulsava em volta de mim, quente, escorregadia, cheia até transbordar. Quando me levantei, vi a mistura leitosa a escorrer pela racha aberta, pingando em fios grossos sobre o tecido do sofá. Ela sorriu, preguiçosa, passou um dedo pela cona e levou-o à boca, chupando o nosso sabor misturado com um olhar que já não tinha nada de inocente.
Não consegui guardar aquilo para mim. O segredo queimava-me por dentro, misturado com um tesão doentio que me fazia latejar só de imaginar. Na tarde seguinte, mal cheguei ao apartamento do Jorge, fechei a porta do quarto dele e despejei tudo. Contei-lhe das fodas diárias, da cona apertada dela que se abrira tanto para mim, dos gemidos que ela soltava quando eu a enchia de porra, do risco que corríamos e de como ela se transformara numa putinha gulosa que pedia mais a cada dia. Os olhos do Jorge escureceram de desejo puro. Ele ouvia em silêncio, o caralho já a crescer dentro das calças, a mão a apertar o volume sem disfarce.
- Quero ver - disse ele, a voz grossa, quase um rosnado. - Só ver. Deixa-me assistir enquanto tu a fodes.
Não foi difícil convencê-la. Ela confiava em mim cegamente e o Jorge era praticamente da família, o vizinho que sempre brincara connosco. Naquela mesma noite, quando os pais saíram para o jantar, chamei-o discretamente. Ele entrou, o coração a bater tão alto que eu o ouvia. Levei-o para o meu quarto, onde ela já esperava deitada na cama, só de t-shirt fina, as pernas ligeiramente abertas, a cona já a brilhar de antecipação. O Jorge sentou-se na cadeira do canto, as calças baixadas até aos joelhos, o caralho grosso e venoso já fora, a mão a masturbar-se devagar enquanto eu me aproximava dela.
Beijei-a primeiro, enfiando a língua na boca dela para que ele visse. Depois desci, lambi-lhe os mamilos duros até ela arquear as costas, e finalmente colei a boca à cona. O Jorge respirava pesado, os olhos fixos na cena. Separei-lhe os lábios com os dedos e mostrei-lhe tudo: a racha molhada, o clitóris inchado, o buraco apertado que já conhecia tão bem o meu caralho. Enfiei dois dedos fundo, fodendo-a devagar, o som molhado a ecoar no quarto. Ela gemia mais alto que o habitual, sabendo que estava a ser observada, o corpo a tremer de vergonha e excitação misturadas. Quando me posicionei entre as pernas dela e enfiei o caralho de uma vez, o Jorge soltou um gemido baixo. Fodi-a com força, estocadas profundas que faziam a cama ranger, as bolas a baterem contra o cu dela, o suor a escorrer-me pelas costas. Ela veio-se primeiro, a cona a apertar-me como um torno quente, e eu gozei logo depois, enchendo-a com jatos grossos que transbordaram pela racha.
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