#Assédio #Corno #Voyeur

Relato de uma esposa dedicada - Parte 1

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Juliana

Existem coisas na vida que a gente não tem explicações lógicas. A gente apenas sente e executa com a finalidade de se realizar ou realizar o outro.

Meu nome fictício aqui é Juliana. Tenho 27 anos hoje, mas casei aos 23 com um homem maravilhoso e que assim que o conheci tive a certeza de que era com ele com quem eu queria passar o resto da minha vida.

Nos conhecemos numa festinha da faculdade na casa de uma amiga, ele era amigo do namorado dessa minha amiga e que assim que eu e ele fomos apresentados, a lei da atração fez com que a gente começasse uma conversa tão gostosa e descontraída, regrada a risos e a uma explicita tensão sexual, que dali mesmo fomos pro apartamento dele.

Na verdade quando ele me convidou pra irmos pro ap dele, foi com a promessa de tomarmos um vinho, conversarmos e tal... só que chegando lá, já fomos nos agarrando aos beijos famintos e molhados, num fogo crescente por dentro e por fora de nossos corpos arrepiados e ofegantes, gemendo, urrando, fungando, onde numa agonia típica da ânsia de possuir um ao outro tiramos nossas roupas apressados, quase que rasgando... e no sofá da sala eu recebi ele entre as minhas pernas, onde fui a loucura sentindo a rola dele dura feito aço e sem camisinha me alargando as molhadas paredes internas da minha buceta numa socada intensa e frenética... me levando a gozar de tal forma que só me fez querer que ele não parasse de socar. Mas ele parou pra poder gozar fora de mim, entre as minhas pernas... gemi sentindo o banho de porra quente dele na minha virilha e buceta.

Chupei ele por alguns minutos...

Logo era eu quem tava montada nele, galopando feito uma maluca nele... e ele acompanhando com os olhos os movimentos do meu corpo entusiasmado e sentindo com as mãos meus fartos peitos saltitando, meus quadris remexendo em disparada, minhas loiras coxas escanchadas nele e sentindo o baque da minha bunda redonda batendo forte nas coxas dele conforme eu aumentava meu galope e fazia a minha buceta comer o pau dele num sobe e desce constante... gemi boquiaberta, gritei aos berros... urrei de rosto pro alto, jogando minha cabeça e loiros cabelos lisos pra um lado e outro, revirando meus olhos e gozando intensamente num estremecimento por dentro e por fora de mim.

Já meio lesados de tanto foder e gozar, mas ainda afogueados e loucos de tesão, ele me pegou de jeito, me colocou de quatro pra ele e me fez sacudir com força enquanto me puxava pelos quadris a base de violentas virilhadas na minha bunda, me arremessando pra frente e puxando, socando toda a sua delícia de rola endurecida na minha buceta sem tirar de dentro... me levando a explodir num orgasmo dos mais intensos que senti na vida.

Tudo o que eu pensava enquanto era domada de quatro por ele e consequentemente era fodida em meio aos frequentes sons de virilhadas na minha bunda, era:

“Que homem... Que homem... Que homem...”

Dormi no ap dele, pela manhã ele me trouxe na cama um belo café da manhã acompanhado de uma rosa vermelha na bandeja... Logo em seguida ele veio me deixar em casa... onde inclusive fez questão de conhecer meus pais... Imagina só, apresentar mamãe e papai depois de um primeiro encontro, de uma primeira noite de sexo? Era muita certeza envolvida nisso. Tanto que depois dessa transa vieram outras, e outras e outras... cada uma melhor que a outra.

Comecei a fazer do apartamento dele a minha segunda casa, até que ele me chamou pra morar com ele... Foi um baque pros meus pais, mas eles aceitaram de boa porque sabiam que esse homem era o melhor pra mim. Ele foi incrível comigo, me ajudou em tudo, até na faculdade, no meu estágio diante meu primeiro emprego. Me senti realizada ao lado dele. Mais do que um parceiro, um amigo e amante, ele foi tudo na minha vida.

Até que no final desse mesmo ano em que nos conhecemos, num certo dia, numa sexta-feira do mês de novembro, ele me recebeu no ap dele depois que cheguei de um cansativo dia de trabalho... e pra minha surpresa, meus pais estavam ali com ele... fiquei admirada com a presença deles ali, pois eles não me avisaram que iriam nos visitar... nisso olhei pra mesa da sala e vi que se tratava de um jantar... mas era um jantar romântico, a luz de velas, e diante dos meus pais ele me ofertou um lindo buquê de rosas brancas, onde ele segurou em minha mão e se ajoelhando diante de mim, ele olhou pros meus pais e pediu a eles dois a permissão pra ser o meu esposo.

Nossa... Nossa... Fui arrebatada nesse dia e momento por uma emoção tão forte que não pensei sequer um segundo e disse sim para ele, enquanto me ajoelhei diante dele e me joguei nos braços dele, chorando copiosamente, tal qual uma adolescente deslumbrada, com ele beijando meu rosto, me chamando de seu amor, sussurrando a promessa de me fazer a mulher mais feliz do mundo.

Noivamos por poucos meses e aí veio o nosso lindo e perfeito casamento. Onde reunimos amigos meus e dele, parentes meus e dele. Tudo sob os dogmas da igreja católica, como queria a minha mãe... mas no dia seguinte, para agradar a família dele, que era judia, fizemos um pequeno evento numa sinagoga. Enfim, foi tudo um sonho de tão perfeito.

Rolou até lua de mel, onde ele me levou pra Itália.

Hoje, aos 27 anos, e ele com seus 33, pouca coisa mudou, tipo: o carinho, a atenção e a parceria continuam do mesmo jeito de quando nos conhecemos... apenas a rotina sexual junto a intensidade das transas deu uma diminuída no ritmo. Mas eu até então entendia que era por conta do estresse e cansaço do trabalho, da correria da mudança do ap dele para uma casa... e claro, tem vezes que chegamos tão cheios de problemas do trabalho que tudo o que queremos é apagar. Quanto a filhos, deixamos pra um dia, quem sabe.

Não deixamos de transar, apenas demos uma freada, uma diminuída. Mas ele continuou romântico e me fazendo surpresas que me deixavam emocionada e encantada.

E por falar em surpresas...

No começo deste ano, em Janeiro, a gente tava num supermercado, era uma segunda-feira, pois vez e outra passamos num supermercado depois do nosso expediente de trabalho. Eu e ele andando entre prateleiras, ele empurrando um carrinho enquanto eu caminhava a frente dele, nos desviando de algumas pessoas que transitavam no mesmo espaço estreito e lotado, pegando os produtos... quando eis que um alguém passando ao meu lado, simplesmente me pega o rosto e me dá uma beijoca na minha boca.
Nossa, fiquei completamente sem graça, na verdade não sabia onde colocava minha cara, até olhei pro meu marido ali parado por trás do nosso carrinho enquanto me olhava depois da cena.

E o responsável por me dar essa beijoca na boca foi um ex colega de faculdade, e que na verdade foi mais do que um mero colega na época, foi um ficante meu. Vou chama-lo aqui de Alex.

Alex sempre foi gatinho e tal, na época de faculdade ele era do tipo que gostava de chegar nas meninas abraçando, beijando e tal, era até meio grudento... Aliás, nessa época ele era bem esbelto, e aqui ele estava bem forte, malhado, encorpado. Tava vestido numa roupa de academia, pelo jeito era instrutor. E diante de mim ele ria enquanto me cumprimentava, falando que pensava que nunca mais ia me ver... e eu rindo toda sem graça por ver o meu marido, por trás do nosso carrinho de compras, tendo que assistir a tudo isso. O Alex inclusive tava de costas pro meu marido e de frente pra mim, onde ele voltou a tocar em mim, nisso eu dei logo um passo para trás para evitar dele me beijar de novo.

Então rolou um clima meio silencioso entre trocas de olhares estranhos enquanto eu apresentava ao Alex o meu marido logo ali atrás dele, que enfim se virou pra ele e pediu desculpas pela intimidade, falando que não sabia que eu tava acompanhada e muito menos tava casada. O coitado ficou tão acanhado que mal conversou comigo, se despediu e foi embora pelo supermercado com medo de levar um soco, uma surra, sei lá.

Daqui em diante eu peguei um produto qualquer na prateleira e fiquei olhando por minutos, na verdade eu não lia nada, eu apenas fiquei ali me comportando friamente numa tentativa de transparecer que tava tudo bem, mas não tava... meu marido ali carregando o carrinho de compras tava bem calado, eu evitando olhar pra ele e tal.

Fomos caminhando por entre prateleiras, e eu olhando meio discretamente pras pessoas, morrendo de medo de rever o Alex... Paramos na fila do caixa e o tempo passou lentamente, comigo aflita e sem jeito, fiquei de rosto abaixado olhando pro meu celular e ele olhando pro celular dele. Mas graças a Deus não vi mais o meu ex colega, ou ex ficante e então chegou a nossa vez no caixa, pagamos, levamos nossas compras num carrinho até o estacionamento, colocamos no porta malas do nosso carro e viemos embora pra casa. Tudo isso sem darmos uma palavra um com o outro.

Chegando em casa, a gente foi se falando aos poucos, mas só coisas óbvias e monossilábicas. Eu com aquela sensação de que depois de quatro anos juntos, teríamos a nossa primeira discussão por ciúmes. Eu tava só esperando ele começar, pois tava explicito no semblante dele que ele queria falar algo... mas não, ele não tocou no assunto. Se tem uma qualidade que eu sempre admirei no meu homem e que aqui ficou ressaltada, é a forma fria e paciente que ele tem de lidar com problemas. Nunca o vi exaltado, nervoso... e que eu vivi no supermercado momentos atrás com o meu ex colega de facul me dando uma beijoca na frente dele, era claramente uma situação que poderia levar ele a ter uma reação que eu nunca vi nesses anos de relação. Mas não. Ele se manteve calmo e calado.

Fui tomar um banho... e no banho, enquanto passava o sabonete em meu loiro corpo, eu só pensava na cena, refletindo sobre o quanto pode ser constrangedor para uma mulher casada estar num determinado lugar com o esposo e aparecer uma ex dela, uma ex dele, e esses ex decidirem se aproximar e puxar conversa, como se ainda fossem íntimos e tal. E isso pode acontecer até de propósito mesmo, pra causar treta, dependendo do gênio dos ex... E a gente nunca sabe qual vai ser a reação do atual ou da atual. No meu caso, eu tive sorte, pois meu esposo é um homem bem tranquilo, apesar de que na hora do ocorrido ele mudou a fisionomia.

Saí então do banho, toalha enrolada em meu loiro corpo enquanto com uma outra eu secava meus cabelos. Ao entrar no quarto vi que ele não tava... Fiquei sentada em frente a um espelho secando meus cabelos com um secador, depois coloquei um hidratante em meu corpo todo, coloquei uma calcinha branca em rendinha, sem sutiã e por cima pus um vestidinho solto bem a vontade. Nisso calcei meus chinelos e fui saindo do quarto... Ele tava no sofá bebendo um uísque. Já achei estranho, pois ele não bebe assim em plena segunda-feira. A não ser quando recebemos alguma visita.

Perguntei pra ele se ele queria jantar, ele disse que sim. Fui então pra cozinha fazer algo leve e rápido pra nós.

Confesso que enquanto eu fazia o jantar, eu sentia nos meus lábios o reflexo da beijoca que aquele filho da puta do Alex, o meu ex ficante, me deu. Eu de cabeça meio abaixada, mexendo com uma colher na panela, ficava mordendo meu lábio inferior... Era como se ele tivesse tatuado a boca dele na minha, e olha que foi apenas e tão somente uma beijoca bem rápida e tal. Aliás, se tem uma coisa que esse meu ex ficante do tempo da faculdade sabia fazer bem, era beijar. Sim, ele me dava cada beijo que eu ficava sem ar... o sexo dele também era gostoso, me deixava maluca na cama. Tinha um jeito de me pegar e me fazer de submissa que eu não resistia... enfim, mas ele era galinha, safado, o mesmo que ele fazia comigo na cama ele fazia com as outras. Não que eu tivesse ciúmes dele, nada disso, ele era apenas um ficante e a gente na época sabia disso. Só que eu queria um homem só pra mim, e ele não era o tipo que queria compromisso sério. Foi só uma paixão de faculdade, nada mais.

Terminei então o jantar e fui até a sala chamar o meu amor, o meu homem... Ele não tava mais no sofá. Fui então pro quarto procurar ele... não o vi também, porém, escutei som do chuveiro no banheiro ao lado. Dei passos rumo ao banheiro pra avisar pra ele sobre o jantar... quando então fiquei meio que sem reação...
Pois o que vi foi estranho.

Ele tava debaixo do chuveiro, de costas pra mim, eu aqui na porta do banheiro tava a quatro metros e meio de distância dele. E foi estranho porque ele tava com mão esquerda apoiada na parede em frente dele, de cabeça olhando pra frente e a outra mão dele, a direita, tava na frente dele, na altura da virilha dele e em constante movimentação. Claramente ele tava segurando no próprio pau.

Sendo mais direta, ele tava tocando uma punheta.

De imediato eu até ri, dei meia volta e deixei ele lá, fui voltando pra cozinha... só que eu fiquei com isso na cabeça, tipo:

“Mas... porque que ele tá... se masturbando? Como assim?”

Afinal, uma pessoa normalmente se masturba se tiver excitada. Ninguém se masturba se não tiver com a cabeça tranquila, relaxada, se tiver pensando em problemas ou com raiva. E ele tava se masturbando depois de um clima tenso entre a gente. Fiquei completamente confusa.

Fiquei na cozinha esperando por ele, pra jantar com ele, esperei ele terminar o banho dele, colocar uma roupa e vir pra mesa. Ele veio, de short, camiseta e chinelos, todo cheiroso depois do seu gostoso banho. Só que ele não sentou a mesa, ele me surpreendeu com um abraço por trás e um beijo ao lado do meu pescoço, depois uma mordidinha no lóbulo da minha orelha direita e um sussurro:

“Te amo.”

Nossa, fiquei toda derretida. Que homem. Entendi isso como se ele tivesse falando que tava tudo bem. Que não tinha ficado com ciúmes do meu ex ficante. Então sentamos a mesa... ou melhor, ele primeiro puxou a cadeira pra eu sentar, pois ele sempre fez isso. Daí jantamos juntos, conversando sobre o dia de trabalho e algumas coisas e assim o clima meio estranho por causa do que rolou no supermercado foi se dissipando.

Minutos depois ficamos no sofá da sala assistindo um filme na TV. Eu meio deitada de conchinha e com a minha cabeça repousada no colo dele, que com a sua mão direita acariciava meus cabelos loiros, minha orelha, me deixando relaxada. Só que eu coloquei minha mão direita na coxa direita dele e acariciei de leve... subi um pouco até o colo dele e senti que o pau dele ali no short dele tava duro.

Ergui então meu corpo me ajeitando melhor ao lado dele sentado no sofá, joguei meus loiros cabelos pra um lado, peguei no cós do short dele e o abaixei fazendo o pau dele saltar duraço pra fora... no qual peguei e fui de rosto ao encontro, abocanhando e começando um delicioso boquete. Não foi preciso nem lubrificar a cabeça da rola dele com cuspe, pois tava o tempo todo expelindo aquele visgo do orifício peniano dele, deixando o boquete com sabor de tesão e fazendo meus lábios deslizarem gostoso, onde eu engolia quase todo.

Meu fogo subiu de vez, onde me livrei do meu vestido, da minha calcinha e fui montando no colo dele, encaixando minha buceta no cacete do meu maridinho que tava uma delícia de tão duro, entrou em mim rasgando por dentro, mas eu tava molhadinha e não doeu... assim comecei a quicar gostoso, fodendo toda empinadinha enquanto chacoalhava meus peitões loiros na cara dele, que os agarrava, mamava neles me fazendo gemer, e eu louca quicando, batendo minha bunda nas coxas dele, fodendo forte e ritmado o pau dele com a minha buceta... e ele pediu:

- Fode mais forte, vaai...

Me descontrolei a quicar montada na pica dele, fodendo bem forte, meus peitões loiros batiam com tanta força que faziam barulho, junto a som da minha bunda batendo nas coxas dele, e a minha prexaca rosada se arregaçando num sobe e desce frenético no pau dele... onde parei de repente gozando intenso... me tremendo toda... rebolando nele, apertando o pau dele ao contrair minha xereca em estado de compulsão orgástica, derramando meu suco na virilha dele... então ele me segurou pela cintura e ele mesmo começou a me foder mexendo forte seus quadris pro alto, batendo sua virilha por baixo de mim, me fazendo trepidar no colo dele, ser arremessada pra cima conforme ele me estocava a buceta por baixo com força... logo ele me fez virar do colo dele me deitando de costas no sofá, onde sem deixar o pau dele sair de mim ele se deitou por entre minhas pernas e tome rola numa bombada com força, me fazendo gritar nessa sala... que tesão... meu maridinho parecia um tarado me comendo como nos últimos anos ele não me comia. Parecia as primeiras fodas que demos quando nos conhecemos.

Ele arrebentava a virilha dele no meio das minhas pernas sem dó e perdão, fazendo a rola dura dele socar arrombando a minha rosada buceta numa socada frenética... me fazendo gozar gritando... daí ele se ergueu de mim, me pegou de jeito me fazendo virar de quatro pra ele à base de tapas na minha bunda e xingamentos de safada, puta... me assustei, pois ele nunca usou tais xingamentos comigo assim no sexo... e o pior, eu me excitei muito, tanto que pedi:

- Me xinga mais, vaaii, me xiingaaa...

- Cachoorraa (e tome tapa na minha bunda) Vadiiaaa (outro tapão na minha bunda) Vagaabuundaaa (mais um tapa que tremeu e ardeu a minha bunda toda)

E de forma afoita ele me agarrou a bunda e caiu de cara, me dando uma puta chupada na buceta e no cu... onde ele enfiou a língua lá dentro do meu cuzinho de uma forma tão gostosa que eu me tremi toda de tesão... gemendo bem manhosa... eu toda de quatro parecendo uma cadela, rebolando na cara do meu macho enquanto tinha o meu cu socado pela língua endurecida dele...

De repente meu maridinho, tão possessivo, safado, pornô e tarado, parecendo um animal selvagem que tinha acabado de fugir da jaula, me pega por trás com firmeza... e me faz gritar nessa sala ao empurrar com maldade o pau duro dele bem no meu cu.

Nossa... Nunca ninguém me pegou de quatro assim dessa forma tão devassa e na marra pra comer a minha bunda... eu nunca tinha feito um sexo anal assim com ninguém e muito menos com ele... me acabei de gritar de dor, sentindo a rola dura feito ferro do meu marido sangrar o meu cuzinho enquanto ele me domava de quatro, me puxava forte pelos quadris e me socava sem dó num ritmo acelerado.

O homem parecia que nunca tinha visto a minha bunda antes, tava praticamente montado em mim, cavalgando de forma intensa enquanto me estocava tudo no cu... tive que colocar uma mão por baixo de mim, na minha buceta e tocar uma siririca no grelo pra poder me aliviar da dor. Pau no cu sempre dói e com força assim dói mais ainda... caralho, nossa, eu gritei, gritei... e ele gemendo e urrando feito um bicho, pingando o suor dele nas minhas costas, só queria saber de quicar em cima da minha bunda e enfiar a rola no meu cu.

Depois ele desmontou do meu rabo, me puxou pelos cabelos do sofá me fazendo ajoelhar no chão e empurrou o pau dele sujo de sangue na minha boca... onde segurando meus cabelos ele puxou meu rosto ao encontro da rola dele sendo enfiada na minha garganta, me fazendo lacrimejar agoniada e sufocada... ele puxou de uma vez que eu vomitei tufos de baba.

Foi quando ele me pegou pelos cabelos e foi me puxando, me fazendo caminhar de quatro até o nosso quarto... fiquei de joelhos doloridos devido a distancia da sala pro quarto... e aqui ele me fez levantar puxando meus cabelos, e apertando a minha garganta com uma mão ele cuspiu no meu rosto e arrebentou um tapa tão forte na minha cara que eu fui arremessada na cama atrás de mim... fiquei até tonta... logo ele me pegou pelas pernas, me arreganhou e deitou em mim me socando o pau na buceta e me bombando com toda a velocidade que ele conseguia impor nos seus quadris, onde eu sentia a cabeça da rola dele espancando a parede do meu útero com toda a força enquanto ele arrebentava a virilha dele entre as minhas pernas.

De repente ele parou, tirou o pau da minha buceta esfolada e segurando ele numa punheta esporrou em meu loiro corpo ofegante e suado, enquanto urrava de tesão... me dando um banho de porra.

Lembro que no banho, enquanto a água ia caindo em mim e eu ia passando minhas mãos junto a um sabonete eu sentia algumas ardências, onde fui reparando marcas de dentes, de arranhões e de tapas por vários cantos do meu corpo loiro, minha branca bunda redonda tava cheia de marcas de mãos... ao mesmo tempo eu sentia dor na buceta e no meu cu arrombado, o qual tive que limpar as pregas do sangue.

Já no quarto, eu em frente ao espelho secando meus cabelos, pelada, e ele então veio saindo do banho, onde colocou um short, deu uma espiadinha ali no celular dele, mas logo veio me encoxando de leve e sutil por trás, beijando meu pescoço e falando sussurrado no meu ouvido direito:

- Desculpa, amor... eu... eu te machuquei?

- Não... Tá tudo bem.

- Tem certeza?

- Sim. Relaxa.

- Você não gostou. Gostou?

- Foi diferente.

- Me descontrolei um pouco. Me desculpa.

- Um pouco? rsrsrsr... Nunca te vi assim.

- Desculpa.

- Não pede mais desculpa. Aliás... me responde uma coisa?

Falei isso enquanto virei de frente pra ele, colocando meus antebraços aos lados do pescoço dele num meio abraço, encarando ele e perguntando:

- Esse sexo louco, violento, tão diferente... foi por ciúmes de mim, né?

- Ciúmes?

- Tu sabe do que eu tô falando, amor. Daquela situação lá no supermercado.

- Não, meu amor... Eu não tenho ciúmes de você não.

- Não?

- Não.

- Nem um pouquinho?

- Não. Juro.

- Mas tu nunca me comeu assim antes, amor.

- Verdade... mas... sei lá, querida... Não foi ciúmes e também não foi por raiva.

- Amor, olha, eu não tô aqui reclamando, nada disso, eu gostei, sério, eu gozei pra caralho, foi diferente... mas, qual foi o motivo pra você ter me comido assim?

Ele deu um tempo, respirou e disse:

- Tesão.

Encarei ele nos olhos por alguns segundos, ele não riu, tava até sério, e conhecendo ele, eu sabia que era verdade, pois ele nunca foi de mentir pra mim. Meu marido sempre foi sério e leal comigo. Nisso eu perguntei:

- Agora você me deixou com outra dúvida.

- Que dúvida?

- É quee... quando eu fui te chamar pra jantar... tu tava no banho... eee... eu te vi tocando punheta... Tu tava com tesão ali, né?

- Sim.

- Mas tesão por causa de quê, se a gente veio do supermercado sem se falar... entramos em casa sem se falar... Tava pensando em quê?

- Em você.

- Mas eu sou tua esposa... Porque não me comeu? Melhor que bater punheta.

- Quer saber mesmo?

- Fala.

- O teu ex.

Calei encarando ele, com meus antebraços aos lados do pescoço dele, e perguntei:

- Tava com tesão... no meu ex?

Ele gargalhou... e disse:

- Não, sua boba... eu... eu... fiquei com tesão quando... Nossa.

- Fala, amor. Calma. Pode falar.

- aaii, meu deus... que loucura.

- Relaxa. Fala, vai.

- Eu acho queee... quer dizer... eu não acho, eu tenho certeza... eu fiquei com tesão vendo ele... te beijando.

Nesse momento eu fiquei sem ação. Tirei até meus braços dele porque parecia que era outro homem ali, não o meu querido marido... Parei, olhei pros lados, passei as mãos nos meus cabelos... ele então me abraçou repousando a cabeça dele num ombro meu... e foi um abraço tão forte... parecia que ele queria a muito tempo colocar isso pra fora e tava meio que agoniado, ou aproveitou essa conversa nossa mais do que sincera e desabafou... meu marido parecia um garotinho querendo o colo da mãe. Aí ele voltou a olhar pra mim... e nossa, eu me assustei ao ver lágrimas nos olhos dele, abracei ele bem forte ao redor do seu pescoço e disse:

- Calma, amor, calma... relaxa.

Ele mais uma vez me pediu desculpas, parecia não saber onde colocar a cara, nem me encarava. E eu então disse:

- Me explica direito isso. Com calma.

- Amor... eu... eu não sei explicar, só sei que eu... eu senti algo esquisito quando vi aquele cara no supermercado te dando aquele beijo. E o fato de você ter me falado que ele foi um ex ficante seu... me deixou, sei lá... pensando em coisas... em vocês dois... juntos, eee... Olha, eu tenho certeza, o que eu senti não foi ciúmes. E eu não te puni pelo o que ele fez e nem fiquei com raiva dele.

Nisso, fui direta e reta. Perguntando pra ele:

- Tu gostou?

E ele mais direto ainda:

- Sim.

Continua...

Deixem seus comentários. É importante pra eu contar mais.

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Comentários (9)

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  • José Carlos: A bucetinha dela Rita fica lubrificantada é bom demais

    Responder↴ • uid:46kphpcet0b
    • Rita: Nunca tento esconder o estado das minhas calcinhas a meu marido porque sei que o deixa louco. Mas nem sempre lhe digo que fodi com outro e ele nem sempre dá por isso porque não mexe em mim dessa forma todos os dias ;)

      • uid:8ihimnxmg3a
  • José Carlos: Eu gosto Rita quando eu chego em casa minha mulher tá toda gozada

    Responder↴ • uid:46kphpcet0b
    • Rita: Acontece igual comigo ;) quando dou para outro homem e chego em casa e meu marido mexe em mim e percebe isso em minhas calcinhas.. ele fica doido.. e eu amo isso.

      • uid:8ihimnxmg3a
  • José Carlos: Eu posso ser corno Rita

    Responder↴ • uid:46kphpcet0b
    • Rita: Já tinha percebido em comentários que o José tem tesão em ser corno ;)))

      • uid:8ihimnxmg3a
  • Rita: A tesão de ser corno, corna, de traição é a maior tesão qdo isso nos dá realmente tesão:) continua..

    Responder↴ • uid:8ihimnxmg3a
  • Anônimo: Falei pra minha esposa que queria ver ela com outro,.mas decidia nossa idade ela não quis e nem quer mais falar no assunto, continuamos 35 anos de casados, como já comi outras durante nosso casamento, queria dar oportunidade dela conhecer outra rola

    Responder↴ • uid:7xbysxtkhk
  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk