#Assédio #Sado

Quando uma buceta se acostuma com uma rola – PARTE III

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Lê-69

Passei a segunda-feira inteira trabalhando e pensando nesse Goiano safado que neste momento tava lá em meu apartamento, sozinho, fazendo sabe-se lá o que, fiquei inclusive pensando se eu não estava sendo submissa demais a ele, e se não tava dando tanta liberdade assim pra ele na minha vida, afinal, ele ainda era um estranho e a minha ideia inicial em deixar ele vir pra minha casa era apenas um final de semana de foda e nada mais. Eu cheguei a pensar:

“Caralho, será que foi uma boa ter chamado esse cara pra vir pra cá? Tudo bem que ele me fodeu super gostoso e tal... mas tá começando a ficar estranho... ele é folgado demais.”

Voltei pro meu apartamento no final da tarde, aliás, com a passagem do voo pra Goiás comprada e marcada para logo mais as 20 horas... No trajeto de volta, desde o carro, até subir pelo elevador do meu prédio, eu vinha pensando nesse Goiano filho da puta, imaginando que quando entrasse no meu ap eu iria encontrar ele ali no sofá da sala, em frente a TV ligada, todo relaxadão, só de short, provavelmente comendo algo da minha geladeira ou dispensa, bebendo toda aquela cerveja que ele me pediu pra comprar... ou até mesmo, tarado como ele era, nu e me esperando atrás da porta, onde ele me pegaria de surpresa, rasgaria minha roupa e me comeria ali mesmo na entrada da sala.

Que nada.

Assim que abri a minha porta e entrei, fui surpreendida por um puta cheiro gostoso de comida... aliás, eu na hora reconheci esse cheiro, lembrei até de quando eu era criança e a minha mãe ficava na cozinha preparando pra mim e meus irmãos... o cheiro era de um prato Goiano típico, um empadão. A sala tava vazia, a TV desligada, nisso joguei minha bolsa e mochila de trabalho no sofá e fui caminhando até a cozinha sem pressa e sendo levada pelo gostoso cheiro que me abriu o apetite... e eis que vejo o Goiano só de short, avental, colocando à mesa um pequeno, vistoso e cheiroso jantar, e de fato era o Empadão Goiano, meu prato predileto... ... olhei pra esse filho da puta e ele pra mim, rindo, onde ele pegou uma mão minha, beijou as costas e veio me puxando e me convidando pra sentar à mesa... puxando a cadeira pra mim todo cavalheiro... me surpreendi de fato, pois até então a única qualidade que ele havia me mostrado era a de ser bom de pica e nada mais.

Ele então me serviu uma concha desse empadão tão vistoso e cheiroso, abriu uma cerveja e colocou num copo pra mim... e eu toda boba fiquei conversando com ele enquanto degustava do empadão, e que tava mais do que delicioso. E o mais impressionante, ele parecia uma outra pessoa, bem mais comportado e gentil. Esqueci inclusive de falar que eu tinha comprado a passagem e que o voo dele tava marcado pra dali a 2 horas. Ele não fez tanta comida, foi o suficiente pra eu degustar e principalmente matar minha saudade dos sabores da minha terra querida. Ele foi esperto, desde que ele chegou a gente conversou sobre algumas coisas em meio a fodas e tal, principalmente sobre coisas da nossa terra natal, Goiás, e lembro de ter citado pra ele que sentia saudades de um empadão.

Depois então do delicioso jantar, conversamos um pouco na varanda do meu ap, tomando uma cervejinha e tal, quando então eu falei pra ele da passagem que tava comigo e falei pra ele ir começando a se aprontar... Havia tempo de sobra pra ele se arrumar, eu ir deixar ele no aeroporto e o voo dele sair... mas aí ele chegou junto de mim, me abraçando, me beijando a boca... e me propondo uma despedida antes dele ir.

Eu disse:

“Não, vai te arrumar, vai.”

Ele:

“Poxa, é só uma despedidazinha rápida, vai?”

E a tonta aqui, viciada na rola do Goiano, simplesmente me deixei levar pelos beijos gostosos de língua dele, pela pegada firme e viril dele me envolvendo no corpo dele, me prendendo entre seus braços, me fazendo gemer conforme a boca dele devorava os lados do meu pescoço, as mãos dele amarrotando minha roupa, subindo minha saia, abrindo os botões da minha blusa, me dedilhando a buceta por dentro da minha calcinha, depois mamando nos meus peitos diante os botões abertos da minha blusa e do meu sutiã abaixado... e já tomada por um tesão maior do que a minha vontade, me agachei diante dele, abaixei o short dele e fiz saltar diante meu rosto aquele cacetão tesudo dele de tão duro, o qual agarrei firme sentindo toda a sua dureza petrificada, sua grossura, suas veias sobressaltadas e o seu pulsar, onde comecei a masturbar enquanto caí de boca na sua macia e graúda cabeça rosada e chupei feio uma louca.
Depois dessa surpresinha e de ter se comportado bem, eu precisava fazer esse agrado nele, e confesso, o pau dele parecia até mais gostoso do que nunca.

E olha, vou confessar, já chupei algumas rolas, mas a rola desse Goiano parecia feita de doce de leite, de sorvete, de algo muito gostoso... eu praticamente chupei gemendo e revirando meus olhos... eu chegava a estalar os lábios mamando com vontade, movimentando minha cabeça pra frente e engolindo até onde eu conseguia levar meus lábios... aliás, como era gostoso sentir as veias grossas da rola a cada deslizar dos meus lábios para frente e para trás, sentir o prepúcio sendo arregaçado pela movimentação da minha boca encobrindo o falo enquanto esse mesmo falo escorregava por sobre a minha língua vindo pra dentro da minha boca, me deixando de boca cheia... eu ora engasgava e me babava toda... e quando eu puxava ficava aqueles fios de baba dependurados da minha boca ao pau melado... ergui o pau e passei várias lambidas por baixo até chegar no saco dele, onde mamei num ovo e noutro... e ele ali cambaleando de tesão e gemendo muito, com as mãos na minha cabeça e me puxando pra poder foder minha boca.

Foram alguns minutos de um caprichado boquete, quando de repente ele afasta um pouco de mim ali agachada, de pau na mão numa punheta suave enquanto meus amendoados olhos assistem de frente os tiros de esperma saindo do orifício da cabeça da rola dele e vindo na direção do meu rosto... me dando um banho.

Porra quentinha... batendo na minha testa, entre meus olhos, na minha boca e escorrendo onde ficaram fios dependurados no meu queixo enquanto eu voltei a segurar no pau e fiquei mamando na cabeça, tentando sugar os últimos resquícios de porra.

Eu já bebi porra que senti vontade de vomitar, de tão ruim e umas até fedidas... mas o leite da pica desse Goiano era uma delícia. Escorria fácil pela minha garganta e me fazia gemer enquanto eu degustava.

E não satisfeito, ele me fez levantar e virar de costas pra ele, debruçada no parapeito da minha varanda, onde por trás de mim ele me levantou a saia, puxou com brutalidade a minha calcinha que quebrou o elástico e me deu uma empurrada de rola na buceta enquanto me encoxava forte me puxando pelas ancas que eu quase fui arremessada por cima do parapeito.

Daqui em diante arrebitei bem safado de mãos apoiadas no parapeito e aguentei a surra de virilha que esse Goiano tarado me deu na bunda enquanto arregaçava dentro da minha prexeca com o vai e vem socado da sua potente vara. Gemi de rosto virado pra lua, feito uma loba, uma cadela no cio uivando enquanto era estocada pelo meu lobo, ou meu cachorro vira-lata.

Ele parou de me foder pra poder me pegar, me virar de frente pra ele e me beijar de língua super gostoso e então me puxou pelas mãos pra dentro do ap... ele queria mais, continuava de pau duro, me chamando pra irmos pro meu quarto, e eu falando que ele ia perder o voo dele, e ele todo manhoso e jeitoso me chamando... me agarrando, me chupando o pescoço todo, mandando ele me largar, ao mesmo tempo deixando ele me agarrar.

Que merda, definitivamente me dei conta do quanto esse Goiano filho da puta tinha me transformado numa mulher submissa, uma putinha, uma cadelinha adestrada... pois eis que eu já tava aqui na minha cama, pelada e de quatro toda arrebitada enquanto gemia pra caralho, completamente descontrolada de tesão entre espasmos me destruindo o corpo todo conforme ele me segurava e me puxava pela bunda e enfurnava seu rosto no meio... me dando uma puta currada de língua.

O filho da puta praticamente mamava no meu cu, enquanto eu me acabava de gemer num misto de tesão e agonia, sentindo a língua dele indo fundo no meu cu, fodendo, fodendo, se enfiando, socando, tremendo lá dentro... aaaiiimmmmrrr... que tesão delicioso sentir uma língua bem dentro do cu assim. Tem homens que tem nojo, mas esse Goiano não tava nem aí, fez da sua língua uma rola e meteu forte no meu cu.

Ele então simplesmente se ergueu por trás de mim, de pau na sua mão e empurrou o meu salivado e ouriçado cuzinho com o seu falo sem gentileza nenhuma:

“aaaaammmrrr... aaiii, filho da puuutaaa, meu cuu nããooohhhrr, mmmrrr...”

E ele praticamente de quatro por cima de mim também de quatro, me chupando o lado direito do meu pescoço e me sussurrando todo machista no ouvido:

“aaarrr, cala a boca, sua, putinha... esse teu rabo me deixa louco, sabia? Tu merece muita rola nesse cu, empina pra mim, vaaii... toma, sua gostosa, toma...”

E daqui em diante eu gemi agoniada com ele me domando pelos quadris e já batendo virilha na minha bunda, me puxando firme e forte pra movimentar o seu pau duro no meio do meu cu:

“rraamrr, raammrr, rraamrr, raammrr, aaaii meu cuu, aaaiimmrr, aaii, safado, fode com calma, aaiimmrr, aaiii meu cuziinhooorr, aiii filho da puta do pau graande, aaii meu cuuuu...”

Quanto mais eu gemia de dor no meu cu, mais ele socava com tesão, de pau parecendo uma viga de ferro, indo e vindo, indo e vindo, socando, socando, afofando meu cuzinho sem sair de dentro... pus uma mão, a direita, por baixo de mim, na minha xoxota e esfreguei rapidamente o meu grelinho para tentar aliviar a dor causada pela socação de pica dura no meu cuzinho... acelerei a siririca e gozei... fazendo a dor no cu virar tesão, com ele ainda me puxando e socando, socando, socando... até que ele gemeu alto ao gozar bem dentro, enchendo meu cu de porra... filho da puta tarado.

Depois dessa inesperada currada, ele simplesmente me deixou deitada e ofegante depois de ter meu cu mais uma vez arrombado por ele, deixou o quarto e foi na cozinha buscar uma cerveja... Olhei pro relógio na cômoda vi que quando a gente tá fazendo algo gostoso, tá fodendo, o tempo passa rápido que a gente nem nota... faltavam 20 minutos pro voo dele... sendo que do meu ap pro aeroporto era meia hora, ou seja, mais uma viagem de volta pra Goiás adiada. Filho da puta. Me pegou direitinho.

Tomei um banho relaxante e voltei pro meu quarto, ele ficou na sala assistindo TV, eu fiquei sozinha no meu quarto, pois eu tinha que trabalhar um pouquinho no meu computador... e enquanto eu trabalhava aqui, eu vez em quando dava uma espiadinha pra porta do meu quarto, pois eu ficava com a sensação de que ele ia a qualquer momento entrar de uma vez, todo tarado, nu, de pau duro e me atacar... mas pra minha surpresa ele ficou lá na sala comportadinho... Porém, mais tarde, lá pras 22 horas, quando eu já havia terminado o meu trabalho, eu me levantei, dei uma bocejada e uma espreguiçada manhosa, daí saí do quarto para ir no banheiro fazer xixi, quando eis que olho pra sala e vejo o filho da puta do Goiano ali sentado no sofá, nu, de pau duro e tocando uma punheta enquanto na TV estava passando um desses filmes pornôs na Sky... eu ri, saindo de mansinho sem ele me notar e fui ao banheiro fazer meu xixi.

E terminado meu xixi eu me levantei do vaso, dei descarga e ao invés de subir a minha calcinha, eu tive um pensamento safado e voltei a tirar minha calcinha... nisso saí do banheiro só de vestidinho em direção a sala, na qual ele estava ali sentado e ainda assistindo ao filme pornô... onde ele virou o rosto e me viu chegando, comigo mordendo meu lábio inferior enquanto ria, tomando a frente dele, erguendo meu vestido, mostrando a minha bucetinha carequinha pra ele, colocando então meu joelho direito apoiado no sofá ao lado esquerdo dele, passando a outra perna por sobre o colo dele, que por sua vez segurava seu pau duro e esfregava o seu falo por baixo de mim, no rachado da minha xota, assim fui gemendo toda manhosa e revirando meus olhinhos conforme ia sentando montada no colo dele, fazendo o imenso e duro pau dele vir pra dentro de mim.

Desci as alças do meu vestidinho e pus meus peitos excitados na cara dele, que os mamou enquanto eu fui cavalgando no colo dele, fodendo o pau dele, e ele me segurando pelas ancas, sentindo meu requebrado de quadris conforme eu subia e descia quicando a bunda nas coxas dele, fodendo o pau dele com a minha xota, indo mais rápido, mais rápido, mais, mais, enlouquecendo, com meus peitos chacoalhando na cara dele ao som de batida de carne ecoando na sala conforme eu galopava descontrolada no colo dele, fodendo, fodendo, socando, quicando:

“rraammrr, rraammrr, rraammrr, aaiiii caraaalhooohhhhrrr, aaaii minha buceeetaaahhhrr...”

Dei uma gozada muito forte... parei momentaneamente enquanto explodia o meu corpo, revirando meus olhos, ofegando e gemendo ao mesmo tempo... ele me mamando os peitos, nisso fui rebolando sentada no colo dele, completamente arrepiada, de coração acelerado e sem fôlego, onde eu fiz força contraindo a minha buceta e assim mordendo, apertando o pau duro dele todinho dentro de mim... delícia. Eu gosto de um pompoarismo, é tipo boquete com a buceta, fico louca enquanto faço, principalmente se a rola é tesuda de sentir.

De repente ele me virou deitada de costas no sofá, veio para entre as minhas pernas arreganhadas e meteu rola na minha buceta e automaticamente começou bombar com força e acelerado, batendo virilha na minha, fodendo, fodendo, socando e eu louca a gemer delirando com o vai e vem do pau duro dele socando forte e intenso dentro de mim... eu revirando os olhos e ao mesmo tempo olhando de frente aquele Goiano por cima de mim, com cara de mal, de tarado, o homem parecia um bicho gemendo, rosnando, fungando enquanto sentia a minha buceta com o seu pau ali sendo socado numa frenética surra de virilha entre as minhas pernas... gozei de novo, e ele todo erguido por cima de mim, me segurando as pernas abertas e tome rola, tome rola, tome, tome, tome, tome, tome... e eu agoniada... e ele socando rola com virilhadas mais que violentas no meu meio, a cabeça graúda do pau dele socando dentro de mim arregaçava as paredes internas da minha buceta e batia forte na parede do meu útero... enfim ele parou de repente... quando abri meus olhos em meio a todos aqueles espasmos de destruindo, onde eu me contorcia na cama, nem vi mais ele. Claro, ele saiu da sala, foi pra cozinha.

Foi então que minutos depois de um banho, estávamos aqui nos preparando pra dormir, na cama, eu de camisolinha e ele nu... mandei ele colocar um short, e ele disse que não, que queria dormir nu pra poder me comer de madrugada. Eu ri desse filho da puta tarado. Afinal, melhor rir do que chorar, pois claramente ele demonstrava que não queria mais ir embora pra Goiás.

E diante da luz de um abajur ao lado da minha cama, eu deitei meu rosto no peito viril dele, abraçadinha a ele, com ele fazendo cafunés no meu braço direito e cabeça, onde ele do nada mencionou:

“Quando é que tu vai trazer aquela tua amiga gostosa aqui de novo, hein?”

E eu:

“Ela é casada.”

E ele:

“E daí? Mulher é mulher... casada, solteira, se é gostosa e fogosa é o que importa.”

Eu então ergui meu rosto do peito dele e olhei ele nos olhos:

“Tu ficou com vontade de comer a Jéssica, né, tarado?”

E ele:

“Traz ela aqui amanhã.”

Eu ri da cara de pau dele e disse:

“Tu tá me pedindo pra eu trazer uma amiga minha, casada, pra tu comer aqui, no meu apartamento e com o meu consentimento? Tu não regula bem não, né?”

E ele:

“Eu como vocês duas.”

E eu:

“Tu é doente, sabia? Tarado, pervertido.”
E ele:

“Tenho certeza que vocês duas iam adorar.”

Gargalhei de novo:

“Se o marido dela sabe de uma coisa dessas, ele vem aqui e dá um tiro na tua cara, safado.”

E ele:

“Quer violentar minha amiga, é? Aí tu vai pra cadeia.”

Ele:

“Jamais. Nunca comi uma mulher contra a vontade dela.”

Eu:

“Conheço ela, ela não vai querer, capaz até de tu ferrar minha amizade com ela.”

Ele:

“Tu não precisa nem contar pra ela, gata... basta trazer ela aqui... trás e eu dou um jeito.”

E eu disse:

“Tu se acha mesmo, né? Acha que toda mulher é besta que nem eu pra cair nesse teu sotaque caipira?”

E ele:

“Tu pode ficar lá na sala esperando eu terminar de comer ela, imaginando, escutando os gemidos dela... ou então, vem pra junto e eu como as duas bem gostoso, rsrsrs...”

Dei um tapa na cara dele, que riu mandando eu parar, fui dar outro e ele segurou meu braço pelo pulso, e automaticamente se ergueu, me puxando os cabelos e me fazendo deitar de costas na cama, ao tempo em que ele veio por cima de mim, me dominando os braços pelos meus pulsos:

“Sai, sai de cima de mim, seu cachoorro, saaii...”

E ele:

“Traz ela aqui amanhã. Tô mandando.”

E eu:

“Sai de cima de mim se não eu vou gritar, saaiii...”

E ele já roçando a rola dura dele entre as minhas pernas, descendo uma mão e afastando a minha calcinha pra um lado, colocando o falo na minha buceta:

“Tira, para, safado, não quero... sai de mim, seu porra, saaiii... seu taradooo...”

E ele já impulsionando a sua virilha entre as minhas pernas, me empurrando a rola na buceta:

“Calada, sua puta... me obedece... traz aquela gostosa aqui.”

E eu gemendo e ele socando, bombando entre minhas pernas arreganhadas, me fudendo, me comendo:

“rraammrr, rraammrr, raammrr, aaii, filho da puutaaa, tu não preestaa, rrraaammrr...”

A cama foi sacudida conforme ele me bombava entre as pernas, me socando pau duro na buceta e me deixando maluca de tesão... ao tempo em que por cima de mim, enquanto me socava rola na xana sem parar e diminuir o ritmo, ele me chupava o pescoço ao lado e me sussurrava dentro do ouvido:

“Promete que vai trazer ela aqui, promete... traz ela, traz ela que eu quero comer as duas... mmmmrr, quero fuder ela bem gostoso na tua frente... quero comer as duas, as duas, mmmrr, comer muito... meter muito minha pica nas duas, rrrmmmrr...”

E eu por baixo dele só levando bombada entre as pernas e gozando... completamente submissa aos caprichos dele... ele então parou de bombar ao dar uma puta gozada dentro de mim: “rraaammmmrrr...” Parando de virilha colada na minha enquanto impulsionava a pica dentro de mim... e assim, todo ofegante ele me beijou a boca... e olhando em meus olhos, persistiu:

“Amanhã... eu quero ela aqui... traz ela, aí eu vou embora, viu?”

No dia seguinte, terça-feira, definitivamente o filho da puta desse Goiano sequer falou em ir embora do meu apartamento e voltar de vez pra Goiás, ele tava com a ideia fixa de comer minha amiga, ou melhor, eu e ela juntas. Não que eu estivesse de saco cheio dele, mas é que ele não era o tipo de homem que poderia ser um parceiro pra vida, um namorado, ele tava mais pra dominador, pra meu dono... eu não queria ter um dono, sempre quis e lutei pra ser independente em todos os sentidos, aí vem um cara e começa a me manipular assim? Me senti presa e coagida. Por outro lado a cada transa com ele eu me sentia mais e mais submissa aos desejos e caprichos dele, e eu nunca neguei que o prazer que eu sentia com ele era imenso, intenso e viciante, tanto que eu procurei não somente me satisfazer, como satisfazer a ele.

E por falar em satisfazer a ele, eu estava aqui voltando pro meu apartamento depois de mais um dia de trabalho... e não estava sozinha, estava com a Jéssica, minha amiga... sendo que eu convidei ela pra tomar um vinho e conversar um pouco no meu ap, e ela aceitou, porém disse logo que não queria me atrapalhar com o Goiano. Eu disse que tava tudo bem, que ele não ia se meter.

Assim que entramos sala adentro, eu notei que ela ficou procurando por ele, sendo que ela já sabia que ele não tinha ido embora ainda, e eu observando o jeitinho todo interessado dela e pensei:

“Nossa, vai ser mais fácil do que eu imagino...”

Chamei então ela para vir pro meu quarto enquanto eu tirava minha roupa de trabalho, e dentro eu encostei a porta, ela sentou na minha cama, com nós duas já conversando aleatoriamente, eu só de calcinha e sutiã já... quando então peguei meu celular e fingi receber uma mensagem de uma vizinha minha, onde eu disse:

“Ai, que droga, a síndica do prédio... Puta que o pariu, o que essa chata quer??”

Ela disse:

“Tudo bem, eu volto outra hora, então.”

E eu disse:

“Não, não precisa ir, fica aqui no quarto, ela mora aqui do lado, eu não vou demorar, prometo... só vou ver o que ela quer e volto.”

Nisso eu coloquei um vestidinho, calcei meus chinelos e fui saindo, deixando ela no meu quarto sozinha... sendo que o Goiano tava no banho... Na verdade eu e ele já tínhamos combinado que, quando eu saísse e deixasse a Jéssica sozinha no quarto, eu mandaria uma mensagem pra ele, dentro do banheiro, e assim ele poderia ir ao meu quarto e fazer o que ele bem quisesse, contanto que não forçasse nada com ela, caso ela recusasse, claro.

O certo é que enquanto eu ia saindo do meu ap, eu pensei seriamente em desistir disso. Pensando:

“Não, cara, minha amiga não, eu sou madrinha de casamento dela, madrinha da filhinha linda dela, o marido dela é tão gente boa, trabalhador, apaixonado por ela.”

Mas aí eu fui dando passos até sair de vez do apartamento, onde eu mandei uma mensagem pro Goiano, lá no banheiro, que ao receber, me respondeu, tipo:

“Ok, fica aí... daqui a 15 ou 20 minutos se eu não te mandar nenhuma mensagem, é porque eu tô comendo ela.”

Eu fiquei no corredor do meu ap, celular na mão, apreensiva, passando mãos nos meus cabelos, no meu rosto, cheguei a debruçar o rosto numa parede em sinal de arrependimento, pensando:

“Puta que o pariu, olha só o que eu tô fazendo.”

Claro que eu tava correndo o risco de perder uma amiga e quem sabe arrumar uma briga com o esposo dela, ou pior, o esposo dela poderia se separar dela e vir tomar satisfações comigo e com o Goiano... nossa, mas enfim, a merda já estava feita, eu topei, eu tava sob os caprichos desse Goiano manipulador dos infernos, esse tarado, esse comedor, esse safado dono de uma rola maravilhosa e que me comia como nenhum outro homem me comeu... e era só esperar... e nisso passaram-se 2, 3, 4, 5 minutos... 10...

Quando chegou no minuto 15 eu estranhamente senti algo bem esquisito, tipo: uma puta excitação, cheguei a arfar, gelar meu estômago, me arrepiar toda... pois eu imaginei que realmente ele devia estar comendo a minha amiga, comecei até mesmo a imaginar posições sexuais nas quais ele tava metendo nela... ao mesmo tempo me deu apreensão, porque ele poderia estar violentando ela... sei lá, esse cara ainda era um total estranho pra mim, foi só um carinha que um dia conheci no estacionamento lá em Goiás e que veio me visitar pra me comer... vai que ele fosse um maluco e teve vontade de matar a minha amiga, pois, psicopatas meio que escolhem suas vítimas.

20 minutos... nossa, já era mais do que uma certeza de que tava acontecendo algo.

Eis que então eu fui caminhando em direção a porta do meu ap, entrei silenciosamente, pela primeira vez na vida eu tive medo de entrar no meu próprio apartamento, fui passando pela sala e indo rumo ao meu quarto, encostando o ouvido na porta e tentando escutar o que estava rolando lá dentro... já eram passados aqui 26 minutos, claro que estava rolando algo.

Não aguentei a curiosidade, e eu tinha a escolha de entrar no quarto ou ficar longe até eles acabarem, caso eles estivessem de fato transando... caralho... e aquele gelado no meu estômago me dando dor de barriga, uma puta tremedeira nas minhas pernas, meu corpo todinho ouriçado... meus peitos inchados e meus mamilos doendo de tão endurecidos, o grelo da minha buceta parecendo milho de pipoca na panela quente, pulando dentro da minha calcinha. Sem falar que essa minha calcinha tava praticamente mijada de tanto que tava lubrificada de tesão. Eu sentia e escutava o palpitar do meu coração na minha garganta.

Tanta coisa junto sentindo me deixou muito, muito, muito curiosa, apreensiva...

Nisso eu peguei na maçaneta da porta do meu quarto, girei bem devagar e fui empurrando de leve a mesma... empurrando, empurrando... até que...

Continua...

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