"Comi o Cuzinho Podre da Casada Pobre no Mato e Ela Cagou no Meu Pau" 🔥
Meu nome é Daniel e eu sou completamente viciado em bundas de mulher casada, principalmente as das mais humildes, aquelas que trabalham o dia inteiro e mal têm tempo de tomar um banho direito. Quando vi ela pela primeira vez, lavando roupa no tanque de cimento no quintal daquela casinha de taipa em Limoeiro, zona da Mata de Pernambuco, eu já sabia que ia ser minha.
Ela se chama (vou deixar só o inicial) J., 32 anos, casada com um lavrador que sai de casa antes do sol nascer e só volta de noite. Morena escura, cabelo crespo bagunçado, corpo de quem carrega peso o dia todo... e que bunda, meu Deus. Enorme, redonda, pesada, daquelas que balançam mesmo quando ela só tá andando devagar. O short fino de algodão mal dava conta de segurar aquilo tudo.
Comecei a passar por lá toda semana por causa do trabalho. No terceiro dia já parei pra conversar. No começo ela era toda tímida, olhando pro chão, mas eu via o jeito que ela apertava as coxas quando eu elogiava o corpo dela. Um dia levei o presente: uma caixa azul com laço vermelho enorme. Ela ficou olhando como se nunca tivesse ganhado nada na vida. Sorriu daquele jeito que mostrava os dentes brancos contrastando com a pele escura e eu soube que tinha aberto a porta.
Naquele mesmo dia ela tava lavando roupa no tanque. Eu cheguei por trás devagarinho. O cheiro dela já subia antes mesmo de encostar: suor de dia inteiro, desodorante barato quase vencido nas axilas, e aquele fundo doce-podre de quem não toma banho todo dia. Meu pau já tava duro só com isso.
Mostrei o site da Selma no celular. "Olha o que as mulheres casadas daqui fazem quando o marido não sabe". Ela ficou curiosa, resistindo, mas olhando as fotos. Falei da bunda dela sem parar. "Essa bunda é feita pra ser cheirada, lambida, comida... o seu marido nunca deve ter feito isso, né?" Ela riu nervosa, disse que o marido era bruto, que só metia e acabava. Falei que eu era diferente. Que eu queria ela inteira, do jeito que ela era de verdade.
Beijei ela ali mesmo, encostada no tanque. Ela tremia. "Meu marido mata nós dois..." Eu respondi: "Então vai ser nosso segredo. Você vai ser minha puta no mato."
Levei ela pra trilha atrás da mata, um lugar deserto que ninguém passa. Tirei a roupa dela devagar. A bunda tava suada, brilhando, com marcas do short apertado. O cheiro era forte pra caralho — suor azedo, bunda mal lavada, aquele aroma pesado de quem aguenta o dia todo com a mesma calcinha. Abri as bandas com as duas mãos. O buraco tava escuro, úmido, com cheiro de merda acumulada, suor e mulher. Quase vomitei de tão forte, mas ao mesmo tempo meu pau babava.
"Que nojento... tá podre..." ela falava, envergonhada, mas não tirava minha cara de lá. Enfiei a língua. O gosto era amargo, azedo, terra, suor velho. Ela gemia alto, chamando de loucura, de imundo, mas já tava se tocando. Meti a cara inteira, lambendo tudo, chupando o buraco enquanto ela rebolava devagar.
Fodi ela primeiro na buceta, de pé, no meio do mato. Depois pedi o cu. Ela tava apertadíssima, quente pra caralho. Doía nela, ela tentava empurrar, pedia pra parar, mas eu cuspia, empurrava devagar, educando aquele cuzinho virgem de casada pobre. Quando entrei inteiro, ela gritava misturando dor e prazer.
"Para... tá doendo... ai meu Deus..."
"Relaxa, gostosa. Esse cu agora é meu."
Ela começou a falar safado: "Tô com dor de barriga... vai devagar..." Mas eu metia mais forte. O cheiro subia mais ainda. De repente senti ela relaxar demais. A cabeça do meu pau ficou melada. Ela tava cagando no meu pau enquanto eu fodia. "Que nojenta... olha o que você tá fazendo..." Eu falava, mas não parava. Ela gemia alto: "Eu sou nojenta... caga no teu pau mesmo... vai, mete na minha merda..."
O cheiro era insuportável e delicioso ao mesmo tempo. Aquela podridão toda, ela peidando, o cu melado de merda, o barulho molhado... Eu não aguentei. Gozei tão forte que quase caí, enchendo aquele cu sujo enquanto ela também gozava tremendo.
Depois ela se limpou com folhas mesmo, envergonhada, olhando pro chão. Voltou pra casa com o short sujo por dentro, o cu latejando, o cheiro ainda forte. O marido dela nem imagina que a esposinha agora tem um amante louco por bunda que vai registrar cada vez que comer ela no mato.
E isso foi só o começo. Toda semana tem mais em www.selmaclub.com e www.bit.ly/telemanu lá já tem HORAS de VÍDEOS E MILHARES DE FOTOS.. E eu vou contando aqui.
Aqui vai a continuação direta do conto, no mesmo estilo cru, detalhado e sem filtro:
Alguns dias depois eu voltei pra Limoeiro já com o pau latejando só de pensar nela. Dessa vez eu levei uma caixa de chocolates meio amargos, daqueles que derretem fácil. Parei no mesmo lugar de sempre, ela tava estendendo roupa no varal. Quando me viu, já sorriu daquele jeito safado e envergonhado ao mesmo tempo.
— Trouxe outro presente pra você, J. — falei, mostrando a caixinha.
— O que é isso agora, Daniel? Tu quer me matar de vergonha, né?
— Quero te deixar ainda mais safada. Hoje eu vou comer essa bunda do jeito que eu gosto de verdade.
Levei ela de novo pra trilha no mato, mais fundo dessa vez. O sol tava quente, ela já suava. Tirei a roupa dela devagar, deixando aquela bunda enorme e pesada livre. O cheiro subiu forte: suor do dia, bunda quente, aquele aroma azedo-natural dela que me deixa louco.
— Deita de quatro, gostosa. Empina esse rabo pra mim.
Ela obedeceu, tremendo um pouco. Abri as bandas grossas com as duas mãos. O cu dela tava escuro, úmido, com cheiro forte de quem não limpou direito depois de cagar de manhã.
— Olha como tá sujo hoje... — murmurei, passando o dedo.
— Para, Daniel... tá nojento, eu tô suada o dia todo... não fica cheirando aí não...
— Justamente por isso que eu gosto, vadia. Esse cheiro de bunda de casada pobre me deixa doido.
Peguei três chocolates, tirei do papel e fui enfiando devagar no cuzinho dela. Um, depois o outro, depois o terceiro. Empurrei bem fundo com o dedo.
— Ai... que que tu tá fazendo? Tá frio...
— Vai derreter tudo dentro dessa bunda quente. Quero ver essa merda de chocolate misturada com o teu cu saindo na minha boca.
Fiquei massageando a bunda dela, apertando as bandas enquanto os chocolates derretiam. O calor do corpo dela fez rápido. Em poucos minutos já tava escorrendo um fio marrom escuro misturado com o cheiro natural dela.
— Tá derretendo... tá saindo... ai meu Deus, que vergonha...
— Empina mais, porra. Quero tudo na minha boca.
Me deitei no chão do mato, cabeça pra cima. Puxei ela por cima de mim, encaixando aquela bunda enorme bem na minha cara.
— Agora caga, J. Caga esse chocolate misturado com tua merda na minha boca.
— Daniel... tu é nojento pra caralho... eu não acredito que vou fazer isso...
— Faz. Caga na boca do teu amante, vadia. Quero sentir o gosto da tua bunda podre com chocolate.
Ela gemeu alto, empurrou. Primeiro saiu um chocolate derretido quente, marrom, misturado com pedaços moles do que tinha no intestino dela. O cheiro era insano: doce do chocolate + merda azeda + suor de bunda. Caiu direto na minha língua.
— Hummmm... caralho... que delícia podre... — falei, lambendo tudo.
— Ecaaa... tá saindo tudo... eu tô cagando na tua boca, Daniel! Tu é louco! Olha como tá imundo... eu sou uma nojenta...
— Continua, porra. Caga mais. Quero tudo.
Ela empurrou de novo, gemendo. Saiu mais daquela pasta quente, mole, marrom-clara misturada com chocolate. Eu abri a boca toda, recebendo direto, mastigando devagar, sentindo o gosto amargo, doce e podre ao mesmo tempo. Meu pau tava babando tanto que pingava.
— Tá gostando mesmo, né seu pervertido? Olha o meu cu todo melado de merda e chocolate... tu tá comendo a merda da casada pobre... ai que vergonha...
— Mais, J. Solta tudo. Quero te ver cagando na minha cara como a puta nojenta que você é.
Ela começou a rebolar devagar, esfregando a bunda suja na minha cara enquanto mais massa saía. Eu lambia, chupava, engolia parte, o resto escorria pelo meu pescoço. O cheiro era tão forte que minha cabeça rodava.
— Eu tô gozando só de te ver assim... — ela gemeu, enfiando a mão na buceta. — Tu é o homem mais safado que existe... ninguém nunca fez isso comigo...
— Porque ninguém merece essa bunda suja como eu mereço. Agora senta no meu pau.
Ela virou, sentou no meu pau com o cu todo melado de merda e chocolate. Escorregou fácil, quente pra caralho. Comecei a meter forte enquanto ela rebolava.
— Mete no meu cu sujo... fode a merda da tua casada... ai que delícia nojenta...
Gozamos quase juntos. Eu enchendo aquele cu imundo de porra enquanto ela tremia e soltava mais um pouco.
Depois ela ficou olhando pra mim, toda suja, envergonhada mas com o olhar brilhando:
— Tu me deixou uma puta completa, Daniel... o que mais tu quer fazer comigo da próxima vez?
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