Flagra voyeur na praia de Rio doce, de duas coroas casadas.
Eu sou Daniel, e todo domingo de manhã eu já acordo com o pau meio duro só de pensar no que vou fazer. Pego minha microcâmera escondida nos óculos escuros, coloco a bermuda larga pra disfarçar a ereção que inevitavelmente vem, e vou pra Rio Doce, em Olinda. A praia das coroas. O paraíso do voyeur.
Aquele domingo passado estava insuportável de quente. Meio-dia, sol a pino, calor de rachar o asfalto. Eu sentei num banquinho de plástico a uns três metros delas, fingindo olhar pro mar, mas na verdade filmando tudo em 4K. Duas coroas casadas, maduras, por volta dos 55-60 anos, sentadas lado a lado debaixo do guarda-sol verde.
A da esquerda era a que mais me deixou louco. Cabelo ruivo tingido, pele morena brilhando de suor e óleo. Usava um biquíni fio-dental preto com estampa vermelha de bandana. A calcinha estava completamente socada entre as bandas daquela bunda grande, redonda e pesada. O tecido mal cobria o buraco. Quase aparecendo o cu. Eu via o brilho do suor escorrendo devagar pela fenda, acumulando bem no fundo, onde a pele era mais escura e enrugadinha.
Caralho... pensei, enquanto a câmera gravava sem parar. Depois de quatro horas nesse sol quente, essa bunda deve tá pegando fogo. Suada pra porra. Cheiro forte de bunda madura, suor acumulado, mar, protetor solar barato e aquele aroma azedo-natural de cu que ficou o dia inteiro apertado. Aposto que se eu chegasse bem perto e enfiasse o nariz fundo, ia sentir primeiro o cheiro doce do óleo, depois aquele fedor gostoso, denso, de mulher casada suando há horas. Sabor? Salgado no começo, azedo no meio, e aquele amarguinho viciante no fundo que fica grudado na língua quando a gente lambe devagar, sentindo o cu piscar contra a boca.
Eu ajustava o ângulo da cabeça devagar, fingindo coçar o nariz, mas na verdade mirando a câmera bem no meio da fenda. A calcinha tinha subido tanto que dava pra ver a pele lisinha ao redor do anel. Um fio grosso de suor desceu exatamente pelo vinco e desapareceu lá dentro. Meu pau latejava tanto que eu tive que colocar a mão no bolso pra segurar.
Do lado dela, a outra coroa de maiô rosa shocking e chapéu de palha com oncinha também era um espetáculo. Mais gordinha, bunda mais pesada, cheia de marcas de elástico na pele. O maiô tinha subido nas laterais, deixando boa parte da parte de baixo das bandas à mostra. Quando ela se mexeu pra rir de algo que a amiga falou, a carne tremeu toda e o tecido entrou mais ainda.
Olha essa bundona casada... eu pensava, lambendo os lábios secos. Aliança no dedo brilhando, marido em casa, e aqui tá ela exibindo esse rabo suado pra qualquer tarado que souber apreciar. Imagina o cheiro dela... mais forte ainda. Horas sentada nessa cadeira quente de plástico, suor escorrendo pro vinco, misturado com um leve cheiro de xota úmida e cu quente. Eu queria abaixar o rosto ali, puxar o maiô pro lado com os dentes e enfiar a língua bem fundo. Primeiro lamber o suor salgado, depois chupar o buraco devagar, sentindo aquele gosto azedo-amargo delicioso de bunda que passou o dia inteiro no calor de Olinda.
A ruiva se ajeitou na cadeira, abriu um pouco as pernas e a calcinha socada deslizou mais ainda. Por um segundo, quase vi o cu inteiro. O anel enrugado apareceu por fração de segundo antes do tecido voltar. Meu coração quase parou. A câmera pegou tudo.
Porra, quase apareceu o cu inteiro... Eu estava quase gozando só de imaginar. Aquele buraco suado, quente, apertadinho depois de tanto tempo sentado. Cheiro forte de bunda madura, suor rançoso, gosto azedo na ponta da língua, amargo no fundo da garganta. Eu chuparia até ela gemer baixinho, segurando minha cabeça contra a bunda, me obrigando a comer mais fundo, lambendo cada gota de suor e cada pedacinho de pele enrugada.
Fiquei mais de quarenta minutos ali, gravando cada movimento. Cada vez que elas se mexiam, cada gota de suor que escorria, cada vez que a carne tremia. Eu imaginava os dois cuzinhos suados, quentes, com aquele cheiro característico de mulher madura que passou o dia inteiro na praia. Casadas. Proibidas. Perfeitas.
Quando fui embora, tinha quase uma hora de vídeo só daquela sessão. Voltei pra casa com o pau ainda duro e passei a tarde toda batendo punheta assistindo e revisando os closes, imaginando o cheiro e o sabor exato daquelas bundas suadas.
Se você também é tarado por coroas, por voyeurismo real, por bundas maduras suadas na praia, por closezinhos quase mostrando o cu... então você precisa ver o que eu tenho guardado desde 2008 até hoje. São milhares de fotos e centenas de horas de vídeos exclusivos, tudo gravado na real, sem fakes, só coroas brasileiras casadas, gordas, magras, branquinhas, morenas, todas com a bunda no sol, biquínis socados, suor escorrendo, quase aparecendo o cu.
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Comentários (2)
Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkQUE FLAGRA!!!: DEMAIS
Responder↴ • uid:1dai2scxib