#Teen #Virgem

Como ofereci meu cabaço ao Sr. Vieira

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Andréia

Como decidi entregar o meu cabaço aos 14 anos, ao porteiro do meu prédio

Aos 14 anos para meu desespero está ainda intacta, virgem, e me começava a enrolar nos lençóis e a meter a almofada entre as pernas e a esfregar. Já me tinha vindo o período e na xaninha surgiam os primeiros pintelhos. Eu estava desejosa de um homem me pegar e tirar o cabacinho. O sortudo foi seu Vieira, o porteiro do meu condomínio. O Sr. Vieira era um baiano de 45 anos, alto, bem moreno, magro, gostoso, boca grande e lábios grossos, cara magra raspada e ar de malandro. Me falava sempre que saía e entrava, “Vai com jeito menina, não se meta em confusão”, dizia, outras vezes “Já veio, se divertiu, os meninos devem ficar louquinhos com você”, e num desses dias que ele disse isso eu respondi: “Como assim? Eu ainda sou cabacinho”.
- “Não pode ser, tão linda e gostosa, onde andam os homens macho desta cidade, lá na Bahia já tinha tombado”.
Eu era branquinha, magra, mas com curvas, Meus cabelos são castanho claro, na altura usava-os compridos, um pouco abaixo dos ombros, ele me disse que eu era “um tesãozinho”.
Nesse dia subi, não disse mais nada mas fiquei a pensar e bati uma sirica bem gostosa, que quase esfolava o cabacinho, eu estava mesmo me sentindo cada vez mais ansiosa. A vontade de me esfregar num homem, afastava-me da piscina do condomínio com receio de me lançar num macho em calção de banho. Até com papai eu já imaginava cenas. Nunca me ocorreu pensar nada com mulher, bem sei, hoje, que muitas meninas, se libertavam assim, eu só transei com uma mulher mais tarde, também levada pelo Vieira, que foi meu iniciador, sem papai e mamãe saberem.
Comecei a andar desatenta, e um dia torci uma mão na ginástica por isso mesmo, decidi então pôr fim ao meu estado virginal e me dar a um homem, escolhi o Vieira, que tinha mesmo ar de homem experiente, era bonito, com olhos grandes e lábios grossos.
Uns dias depois, aproveitei que meus pais foram numa festa e vinham tarde, eu fiz um lanchinho e fui oferecer ao Sr. Vieira, e sai, passado uma hora, vesti outro vestido, um direito de alças, cor verde, de paninho, solto e coloquei umas sandálias de saltinho, que já usava. Desci e perguntei se ele não tomava café. Eu sabia que ele tinha um quartinho nas traseiras onde tinha as suas coisas e até um sofá para cochilar.
Sr. Vieira me perguntou: “Tu não sabe fazer café, quer que lhe faça um?”, eu respondi, “por favor, deve ser bem mais gostoso”.
Ele se dirigiu ao quartinho e eu segui-o, quando chegámos lá, eu tirei meu vestido rapidinho, era só baixar as alças e ele caía, e fiquei nuazinha em pelo, ma cara, virada para o Sr. Vieira, eu nem vesti calcinha, e disse: “Me tire o cabaço, eu o escolhi”.
O Sr. Vieira ficou pasmado, e atarantado, mas veio em minha direção me deu um selinho e disse: “Se tu quer minha flor, eu te faço mulher hoje mesmo, mas não se vai queixar ou arranjar encrenca, foi cê que pediu, e eu sou homem, tenho de honrar minha condição, mas vamos com calma”.
“Vou-lhe mostrar o meu instrumento”, e desapertou a braguilha fazendo saltar um pauzão meio mole, bem escuro, e com uma cabeçorra, fiquei assustada e fascinada. Era grande, maior que os peruzinhos que chupara dos meus coleguinhas. Tive logo vontade de o chupar e me baixei para o fazer. “Que vontade menina, está esfomeada, quer caralho?”, disse Vieira, e eu fiz sinal que sim. “Vieira me fode, me tira logo este cabaço e me torna mulher”, implorei.
Ele ainda admirado com a minha maneira, me disse, “Vai com calma, menina, tu sabe das coisas?”.
E eu disse logo tudo, estava mesmo desesperada, todas as minhas amigas já fodiam e eu estava intacta, eu era bonitinha, bem feitinha, rabinho saliente, as maminhas não eram o que são hoje, mas espetavam e eram durinhas. Eu ficava só no boquete que fazia a alguns coleguinhas, que se vinham como queriam, muitas vezes na minha garganta e eu aprendi a gostar.
Assim, quando ele me perguntou se sabia das coisas disse logo: “Sei pois, vai sangrar, mas é normal, eu já menstruo, e tudo que racha dói, mas tira logo este cabaço, me mete a pica, estou com necessidade”.
“Calma aí patricinha, eu vou fazer com muito gosto e honra, mas quero deixar boa recordação, quer ver você curti aqui o cacete bem gostoso”, e começou a massejar o pau que era de facto grande e grosso, muito mais que os meus coleguinhas, e nele notava-se logo a pintelheira, os meninos tinham quase sempre uns pelinhos ralos que mal preenchiam a parte acima do pau.
O pau do Sr. Vieira era um pauzão, grosso, bem moreno, ainda meio mole a via-se a cabeçorra saindo, bem rosada, bonita de bbar eu só queria ajorlhar e chupar nela.

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