#Estupro #Grupal #Sado #Teen

A nova realidade que mudou o mundo parte 101 - Vida de negra III

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AnãoJediManco

Eu acordei com o primeiro raio de sol que conseguiu entrar pelas frestas do telhado metálico, um fio de luz fraca e quente que cortava o ar pesado e fedorento do galpão. O segundo dia havia começado. Meu corpo inteiro doía, a buceta e o cu ainda latejavam dos abusos da noite anterior, a boca ainda com resquícios do gosto amargo de merda. Julie estava encolhida contra mim, o rostinho sujo, o cinto de castidade brilhando friamente entre as coxas finas. O silêncio mórbido da madrugada tinha dado lugar a um novo terror.
A porta pesada rangeu e vários homens entraram, eram peões fortes, suados, com sorrisos cruéis. Eles não perderam tempo, dois deles vieram direto pra Julie. Um segurou a cabeça dela com força enquanto o outro enfiava uma mordaça em forma de pênis na boca da minha filha. Não era um pau enorme, mas era grosso o suficiente para encher completamente a boquinha pequena dela. O silicone rígido pressionava a língua pra baixo, esticava os lábios e impedia qualquer palavra. Julie soltou um gemido abafado, os olhos arregalados de pavor, baba já começando a escorrer pelos cantos da boca. Ela tentou falar “mamãe”, mas só saiu um som gorgolejante, ridículo e impotente.
Eles a arrastaram até o poste central de metal no meio do galpão. Colocaram uma coleira grossa de couro em volta do pescoço dela e prenderam uma corrente curta e pesada. A corrente permitia que ela se sentasse ou ficasse de joelhos, mas não dava espaço para andar mais que um metro em qualquer direção. Julie ficou ali, de joelhos, pescoço preso, boca cheia com o pau de silicone, olhando para mim com lágrimas silenciosas. Depois, um dos homens pegou duas bolas de metal pesadas, luvas de ferro maciço que cobriam completamente as mãos dela. Enfiaram as mãozinhas delicadas lá dentro e trancaram com cadeados. Julie agora não conseguia fechar ou abrir os dedos, nem usar as mãos para nada. Só podia ficar ali, presa, muda, impotente, como um animalzinho exibido.
Eu assistia tudo de joelhos, lágrimas escorrendo pelo meu rosto sem parar. Meu peito doía tanto que parecia que ia se partir. Ver minha filha, minha menininha. reduzida àquilo… boca esticada por um pau falso, pescoço acorrentado, mãos inúteis dentro de bolas de ferro… era pior que qualquer coisa que tinham feito comigo. Eu chorei baixinho, soluçando, sem ousar me mexer.
Então eles trouxeram Yara, uma das indiazinhas que meu marido havia comprado. A coitadinha ainda tinha marcas recentes de chicote nas costas e nas coxas. Fizeram exatamente o mesmo com ela, mordaça em forma de pênis enfiada na boca pequena, coleira no pescoço presa ao poste ao lado de Julie, e luvas de metal nas mãos. As duas meninas ficaram ali, de joelhos, lado a lado, olhos cheios de terror, incapazes de falar, incapazes de se tocar, incapazes de fazer qualquer coisa além de esperar. Julie e Yara se olharam, duas crianças quebradas no mesmo poste.
Satisfeitos, os homens se viraram para nós, as negras e eu.
Eles nos tiraram do galpão nuas, sujas, ainda fedendo a porra, mijo e suor da noite anterior. Nos acorrentaram pelo pescoço numa longa corrente coletiva, como gado, e nos levaram para fora. O sol da manhã já queimava a pele. As negras eram destinadas aos trabalhos mais nojentos e humilhantes do hotel. Vi quando separaram algumas pra limpar as fossas sépticas atrás das suítes, mergulhando os braços até os ombros em merda líquida e fedorenta para desentupir canos. Outras foram mandadas para o matadouro improvisado do hotel, para esfolar carcaças de animais e depois limpar o sangue e as tripas do chão com a própria língua e mãos. Algumas foram enviadas para os banheiros dos funcionários, ajoelhadas, lambendo mijo do chão, chupando paus sujos de quem acabava de cagar, engolindo o que restava. Outras carregavam baldes pesados de gosma usada para alimentação das escravas brancas, era uma mistura de porra velha misturada com restos de comida, para servir de “refeição” para as escravas do celeiro. Eu, como ainda estava em “adaptação”, acompanhei as negras nos trabalhos mais pesados, mas ganhei um “tratamento especial” logo no começo da manhã.
Antes de saímos do galpão, um dos peões me jogou de quatro. Trouxeram uma mangueira grossa e enfiaram o bico fundo no meu cu. “Enema de leite para novata”, anunciou ele rindo. Bombearam vários litros de leite morno e grosso direto dentro das minhas entranhas, pelo menos três ou quatro litros. Meu ventre inchou visivelmente, a barriga ficando dura e distendida como se eu estivesse grávida de meses. Depois enfiaram um plugue imenso de borracha preta, largo, com base larga e flange grossa, bem fundo, girando até travar. O plugue era tão grande que esticava meu ânus ao limite, selando tudo. O leite ficou preso lá dentro, pesado, quente, balançando a cada movimento. Durante todo o dia eu carreguei aquele tormento.
O peso dos quatro litros de leite morno dentro de mim era esmagador. Meu ventre estava inchado, tenso, latejando. Cada respiração fazia o líquido balançar devagar, criando ondas internas que me davam calafrios violentos subindo pela espinha. O leite, já começando a ficar mais quente com o calor do meu corpo, pressionava contra as paredes do intestino, causando cólicas cruéis e profundas que me faziam dobrar o corpo e gemer. Era uma sensação horrível de estar excessivamente cheia, como se eu fosse explodir a qualquer segundo. O plugue gigante mantinha tudo preso, mas também roçava e esticava meu cu o tempo todo, criando uma dor constante, latejante, que se misturava com a pressão interna.
Enquanto nos acorrentavam pelo pescoço e nos levavam para fora, cada passo era um sofrimento. O leite chacoalhava violentamente dentro de mim, batendo contra as paredes do intestino como uma maré pesada. Cólicas fortes vinham em ondas, fazendo meu abdômen se contrair involuntariamente. Eu sentia o líquido tentando descer, pressionando contra o plugue enorme, mas ele não cedia nem um milímetro. O ardor no meu ânus era constante, a borracha grossa esticava o anel muscular sem piedade, deixando a pele ao redor inchada e sensível.
Durante todo o dia de trabalho forçado, carregando baldes pesados de lixo orgânico, limpando sujeira nojenta ao lado das negras, o enema não me deu um segundo de trégua. O suor escorria pelo meu corpo nu, misturando com a terra. Cada vez que eu me abaixava ou me esforçava para levantar algo, o leite se movia com mais força, causando espasmos dolorosos que me faziam gemer alto. Meu ventre inchado balançava pesadamente a cada movimento, esticando a pele ao limite. Ondas de náusea subiam pela garganta. Às vezes o leite parecia azedar um pouco lá dentro, criando uma sensação viscosa, enjoativa e quente que me dava calafrios constantes e vontade de vomitar.
Eu andava de pernas mais abertas, o plugue enorme forçando meu cu a ficar entreaberto, o abdômen distendido e duro como pedra. As negras olhavam de lado, algumas com pena, outras com aquele riso resignado de quem já passou por coisa pior. O dia inteiro eu carreguei aquele fardo dentro de mim, quatro litros de leite morno e pesado, preso por um plugue sádico que não permitia nem uma gota escapar. A pressão nunca diminuía. As cólicas vinham em ondas cada vez mais fortes. O peso me fazia sentir inchada, lenta, humilhada. E o pior era saber que só iriam tirar o plugue no final do dia… se eu tivesse “comportamento bom”.
Enquanto trabalhava nua, acorrentada, suja de terra e gosma, lágrimas escorriam pelo meu rosto. Não só pela dor física, mas pela humilhação profunda de sentir meu próprio corpo transformado num saco inchado e dolorido, controlado por um pedaço de borracha enfiado no meu cu.
E o tempo todo, na minha cabeça, só via Julie e Yara presas no poste do galpão. Com as bocas cheias, mãos inúteis, olhos assustados, esperando sozinhas o dia inteiro.
Eu estava no pátio aberto do hotel, acorrentada junto com as outras escravas negras, o sol da tarde queimando minha pele nua e suja. Meu ventre ainda estava inchado e dolorido por causa dos quatro litros de leite presos dentro de mim pelo plugue imenso de borracha que me esticava o cu sem piedade. Cada movimento causava cólicas fortes, o líquido pesado chacoalhando lá dentro, fazendo meu abdômen latejar e minha barriga balançar de forma humilhante. Eu mal conseguia ficar de pé direito.
Foi quando dois hóspedes brancos, homens ricos, de uns cinquenta anos, barrigudos, com roupas caras e sorrisos nojentos, apareceram no pátio. Eles estavam bebendo uísque e rindo alto. Ao verem o grupo de escravas nuas acorrentadas, os olhos deles brilharam de excitação cruel. “Olha só essas pretas sujas… vamos dar um show pra todo mundo”, disse um deles, apontando para duas negras mais novas que estavam perto de mim. Eles escolheram Aisha e Keisha.
Aisha era a de corpo forte, bundas grandes e peitos pesados cheios de cicatrizes de cigarro. Keisha era mais magra, com a cicatriz feia onde antes tinha o clitóris. Os dois hóspedes não pediram permissão. Simplesmente puxaram as duas pelo cabelo e as jogaram no chão de terra do pátio, bem no centro, onde todos podiam ver, peões, outras escravas, funcionários do hotel. Todos pararam o que estavam fazendo para assistir.
O estupro começou com brutalidade animal.
O primeiro hóspede, o mais gordo, agarrou Aisha pelos quadris e enfiou o pau grosso e seco direto no cu dela com um único golpe forte. Aisha gritou alto, o corpo se arqueando de dor. Ele não deu tempo de nada, começou a meter com fúria, batendo os quadris contra a bunda dela com força, as bolas estalando contra a buceta melada. Ao mesmo tempo, o outro hóspede segurou Keisha de quatro e enfiou o pau na buceta dela, depois puxou e enfiou no cu, alternando os buracos com violência. Os dois homens grunhiam como animais, suados, rostos vermelhos de prazer sádico.
Eles não estavam sozinhos por muito tempo. Logo os dois hóspedes decidiram fazer dupla penetração nas duas ao mesmo tempo.
Aisha foi virada de costas no chão sujo. Um hóspede enfiou o pau na buceta dela enquanto o outro forçava o dele no cu ao mesmo tempo. Os dois paus entravam e saíam em ritmo brutal, esticando os dois buracos dela até o limite. Aisha gritava, lágrimas escorrendo, o corpo negro sacudindo violentamente com cada estocada dupla. Eles batiam nela sem parar, tapas fortes nos peitos pesados, fazendo-os balançar e ficarem vermelhos, socos na barriga e nas coxas, deixando marcas roxas instantâneas. Um deles enfiou a mão inteira na buceta dela enquanto o outro continuava metendo no cu. A mão dele entrou fundo, girando, abrindo a carne por dentro, enquanto Aisha se contorcia e soluçava.
Com Keisha foi ainda pior. Eles a colocaram de joelhos entre os dois. Um enfiou o pau na boca dela, fodendo a garganta até ela se engasgar e vomitar baba. O outro enfiou dois dedos, depois três, depois a mão inteira no cu dela, forçando até o pulso desaparecer lá dentro. Keisha chorava alto, o corpo tremendo, enquanto a mão do homem abria e fechava dentro do seu intestino. Depois eles trocaram, um fodeu o cu dela com o pau enquanto o outro enfiava a mão na buceta, esticando os dois buracos ao mesmo tempo. Os tapas e socos não paravam, tapas no rosto, socos nos seios pequenos, tapas fortes na cara até o nariz dela sangrar.
O clímax foi nojento e humilhante.
Os dois hóspedes tiraram os paus e as mãos de dentro delas e mandaram as duas ficarem de joelhos, rostos virados para cima, bocas abertas. Eles gozaram forte, jatos grossos e brancos de porra espirrando na cara das negras, nos olhos, na boca, no nariz, escorrendo pelos peitos marcados. Aisha e Keisha ficaram ali, cobertas de porra, chorando, corpos tremendo de dor e humilhação, enquanto os hóspedes riam e limpavam os paus sujos nos cabelos delas.
Durante todo o tempo, todas nós assistíamos. As outras escravas negras olhavam em silêncio, rostos baixos, sabendo que poderia ser qualquer uma delas no dia seguinte. Eu assistia também, lágrimas escorrendo pelo meu rosto, o ventre inchado do enema latejando de cólicas enquanto via aquelas duas mulheres serem destruídas em pleno pátio, como animais, sem nenhum respeito, sem nenhuma piedade.
Os hóspedes finalmente se afastaram, ainda rindo, deixando Aisha e Keisha caídas na terra, porra escorrendo dos rostos e dos buracos abertos, corpos cheios de marcas vermelhas e roxas. Eu só conseguia pensar que, mais cedo ou mais tarde, isso também aconteceria comigo. E que Julie, presa no poste do galpão, ainda teria que ver coisas muito piores.
O pátio voltou ao trabalho como se nada tivesse acontecido. Mas o cheiro de porra, suor e sangue ficou no ar por muito tempo. E eu continuei carregando meu próprio tormento dentro de mim, o leite pesado chacoalhando, o plugue enorme me rasgando por dentro, enquanto as lágrimas não paravam de cair.
Eu continuei arrastando os pés pelo pátio, acorrentada junto com as outras negras, o corpo nu coberto de terra, suor e gosma. Meu ventre estava tão inchado que parecia prestes a rasgar a pele, os quatro litros de leite morno chacoalhando lá dentro como um mar pesado e quente, causando cólicas que subiam em ondas violentas até meu peito. O plugue gigante de borracha me mantinha aberta, esticando meu cu sem piedade, e a cada passo o líquido se mexia, pressionando contra as paredes do intestino, me fazendo sentir que ia explodir por dentro. Mas nada disso se comparava ao que estava acontecendo na minha cabeça. Eu estava quebrando.
Eu só conseguia pensar em Julie, ela estava presa naquele poste imundo do galpão, de joelhos, boca esticada por aquele pau de silicone que enchia tudo, baba escorrendo pelo queixo, mãos inúteis dentro das bolas de metal, pescoço acorrentado como um cachorro. Ela não podia chamar por mim. Não podia chorar alto. Não podia se mexer. E eu, a mãe dela, a pessoa que prometeu proteger ela para sempre, tinha deixado isso acontecer. Eu tinha casado com aquele monstro. Tinha trazido ela para esse inferno. Tinha falhado de todas as formas possíveis. O trauma me acertava como socos que ninguém via.
Eu me sentia suja por dentro. Não só pela porra, pelo leite preso, pela humilhação. Suja da alma. Como se tivessem arrancado a Caroline que eu era, a mãe, a esposa, a mulher livre que acordava de manhã e escolhia o que vestir, que ria, que sonhava com um futuro para a filha. Agora eu era só carne. Um buraco que carregava dor, que assistia outras mulheres serem rasgadas e sabia que ele ia acontecer com a gente. O pior era o vazio. Um vazio frio, pesado, que crescia no peito toda vez que eu imaginava Julie sozinha naquele poste, olhando para o nada, sentindo o silicone pressionar a língua, as bolas de ferro puxando seus bracinhos pra baixo, sem entender por que a mãe dela não vinha salvá-la.
O ódio pelo meu marido vinha em ondas. Ele tinha feito isso. Ele tinha nos trazido para esse mundo onde mulheres não eram gente. Ele tinha colocado aquele cinto cruel na bucetinha da própria filha e dito que ia comer ela quando quisesse. E eu tinha sido cega. Tinha vivido anos ao lado dele sem ver o monstro que ele era. Agora eu pagava. E Julie pagava mais caro ainda.
O desespero era o que mais me destruía. Eu queria morrer. Queria que meu coração parasse ali mesmo, no meio do pátio, para não ter que ver o que ainda viria. O leilão. O dia em que me venderiam como uma vaca, nua no palco, enquanto Julie assistia. O dia em que talvez tirassem aquele cinto dela e ele mesmo a fodesse na frente de todo mundo. O dia em que talvez arrancassem o clitóris dela, queimassem os peitinhos dela, transformassem ela numa das negras que eu via sendo destruídas. Mas eu não podia morrer. Porque se eu morresse, Julie ficaria sozinha. Completamente sozinha nesse inferno.
Então eu aguentava. Carregava o leite pesado dentro de mim, aguentava as cólicas que me dobravam, aguentava o plugue rasgando meu cu, aguentava ver outras mulheres sendo estupradas como animais. E por dentro eu sangrava. A Caroline de antes estava morrendo devagar. A mãe que ainda lutava para proteger a filha estava se transformando em algo vazio, quebrado, que só sabia sentir culpa, pavor e uma dor tão profunda que não tinha nome.
Eu olhei para o galpão ao longe, sabendo que Julie estava lá, presa, sozinha, com aquele pau na boca e as mãos inúteis. E sussurrei para mim mesma, entre lágrimas: “Perdão, minha filha… mamãe não conseguiu te salvar.”
Ao chegar ao final do dia, eu arrastei meus pés pelo corredor escuro que levava de volta ao galpão, o corpo inteiro destruído. O sol já tinha se posto, mas o calor ainda não tinha diminuído. Meu ventre continuava inchado e duro como pedra, os quatro litros de leite morno presos lá dentro pelo plugue gigante de borracha que me rasgava o cu sem parar. Cada passo causava uma cólica nova, o líquido pesado chacoalhando, pressionando contra as paredes do intestino, me dando calafrios e náuseas que eu mal conseguia segurar. As negras ao meu lado caminhavam em silêncio, corpos suados, marcados, exaustos. Ninguém falava. Só o barulho das correntes e da nossa respiração pesada.

Quando a porta do galpão se abriu, o cheiro me acertou como um soco, quente, úmido, podre. O ar estava denso, carregado de suor azedo, bucetas meladas, mijo velho e agora também o cheiro forte de porra fresca misturada com o fedor de corpos que passaram o dia inteiro trabalhando na sujeira. O calor preso pelas telhas metálicas transformava o lugar num forno abafado e úmido, como se estivéssemos dentro de uma boca suja.
Eu procurei Julie imediatamente. Ela e Yara estavam ali, ainda presas ao poste central. As duas meninas tinham desabado de cansaço e calor. Estavam sentadas no chão imundo e úmido, uma poça de mijo, porra seca e gosma que se acumulava ali o dia inteiro. Julie estava escorada em Yara, e Yara escorada nela, os corpinhos magros colados um no outro, cabeças caídas, olhos fechados no sono pesado de quem não aguenta mais. As pernas delas estavam abertas por causa do cinto de castidade de Julie e da exaustão de Yara. As mãozinhas continuavam presas dentro das bolas de metal, inúteis, puxando os bracinhos para baixo. O que me quebrou de verdade foi o cabelo delas.
O cabelo loiro claro de Julie e o preto liso de Yara estavam completamente cobertos de porra. Grossas camadas brancas, viscosas, escorrendo pelos fios, grudadas nas mechas, formando crostas secas em alguns lugares e ainda molhadas e brilhantes em outros. Porra velha, seca, craquelada, misturada com porra mais nova, leitosa, que ainda escorria devagar pelo rosto delas, pelo queixo, pingando nos peitinhos nus. A mordaça em forma de pênis continuava enfiada na boca de Julie, os lábios esticados, baba misturada com porra escorrendo pelos cantos. O mesmo acontecia com Yara. O cabelo delas parecia uma massa grudenta e nojenta, fios colados uns aos outros, crostas brancas endurecidas na raiz, gotas frescas ainda brilhando na ponta das mechas.
Eu parei, o coração apertando tanto que doía fisicamente. Não sabia exatamente o que tinha acontecido ali durante o dia inteiro. Mas pela quantidade absurda de porra. nos cabelos, no rosto, no peito, escorrendo até a barriga, tinha sido vários homens. Muitos. Provavelmente peões, funcionários, hóspedes que entraram no galpão só para usar as duas meninas presas como alvos fáceis. Gozaram nelas a manhã toda, depois no meio da tarde, depois no fim do dia. Porra seca de horas atrás, porra mais recente que ainda não tinha secado completamente. Camadas e camadas. Eles deviam ter se revezado, rindo, batendo punheta em cima das cabeças delas, gozando direto no cabelo loiro e no preto, usando as duas como latrinas vivas enquanto elas não podiam nem gritar, nem se mexer, nem proteger o rosto.
Julie respirava devagar pelo nariz, o sono pesado de exaustão e calor, mas o rostinho dela estava sujo de porra seca nos cílios, nas bochechas, na testa. Uma gota fresca ainda escorria lentamente da raiz do cabelo até a orelha. Yara estava igual, o cabelo preto brilhando de sêmen, crostas brancas endurecidas nas têmporas.
Eu caí de joelhos ali mesmo, a poucos metros delas. As lágrimas vieram quentes e silenciosas. O trauma me acertou como uma onda. Minha filha… minha menininha doce… reduzida a isso. Presa o dia inteiro, boca cheia de pau falso, mãos inúteis, pescoço acorrentado, enquanto homens desconhecidos gozavam repetidamente na cabeça dela, usando seu cabelo como toalha, rindo enquanto a porra escorria pelo rostinho inocente. E ela não podia fazer nada. Nem chorar alto. Nem chamar pela mãe.
Eu não sabia se eles tinham tocado em outros lugares. Não sabia se tinham tirado a mordaça para foder a boca delas. Não sabia se tinham mijado também. Mas a quantidade de porra no cabelo… era prova suficiente de que tinha sido um dia longo e cruel de humilhação constante.
As negras entraram atrás de mim e nem olharam duas vezes. Estavam acostumadas. Eu, não. Eu sentia o peito se rasgando por dentro. A culpa me sufocava. Eu tinha falhado com ela. Tinha deixado ela ali, sozinha, enquanto eu carregava leite no cu e limpava merda alheia. E agora ela dormia exausta, coberta de porra de estranhos, o cabelo destruído, o corpo pequeno escorado na outra menina que também tinha sido usada como objeto o dia inteiro.
Eu me arrastei um pouco mais perto, ainda de joelhos, e fiquei olhando para ela. Não podia tocar. Não podia limpar. Só podia chorar em silêncio, sentindo o leite pesado balançar dentro de mim e as cólicas me dobrarem de dor. O galpão continuava quente, úmido, fedido. E eu soube, naquele momento, que o trauma não era só físico. Era ver minha filha ser lentamente transformada em algo que eu nunca mais conseguiria apagar da memória, uma jovem coberta de porra, dormindo de cansaço no chão imundo, enquanto a mãe assistia sem poder fazer nada.
E ainda resta mais um dia desse inferno. Eu fechei os olhos e deixei as lágrimas caírem, sabendo que, por dentro, a Caroline que ainda tentava ser mãe estava morrendo um pouco mais.
Meu corpo todo tremia de exaustão, suor, dor e humilhação. Meu ventre estava tão inchado que parecia uma bola dura e latejante sob a pele esticada, quatro litros de leite morno que tinham passado o dia inteiro fermentando dentro de mim, misturados com o calor do meu intestino, com o suor e com o que restava da minha própria sujeira. O plugue gigante de borracha me mantinha selada como uma rolha cruel, esticando meu ânus ao limite, roçando e queimando a cada respiração.
Os peões nos empurraram para dentro e um deles apontou para mim com um sorriso nojento. “Hora de tirar o leite da novata. As meninas estão com fome.”
Eles me jogaram de quatro no centro do galpão, bem na frente do poste onde Julie e Yara ainda dormiam escoradas uma na outra, cabelo coberto de porra seca e fresca. Maya, a outra indiazinha, foi trazida logo depois e colocada ao lado delas. As três meninas acordaram devagar, olhos pesados de cansaço e terror, ainda com as mordaças de pênis na boca, as mãos inúteis dentro das bolas de metal.
Eu senti o homem se agachar atrás de mim. Seus dedos grossos agarraram a base do plugue e puxaram devagar, girando. A dor foi imediata e lancinante, o anel do meu cu, já rasgado e inchado, se abriu ainda mais enquanto a borracha grossa saía centímetro por centímetro. Meu corpo inteiro se contraiu. O leite, agora quente, azedo e espesso como coalhada estragada, começou a pressionar contra a saída. Quando o plugue finalmente saiu com um som molhado e obsceno, o jorro veio violento. Foi horrível.
O leite explodiu do meu cu em uma golfada quente, grossa, misturada com pedaços de fezes moles e muco. O cheiro era insuportável, azedo, podre, como leite deixado no sol por dias misturado com merda fresca e suor. Ele jorrou forte, espirrando em um balde imundo do galpão. Meu intestino se contraiu em espasmos violentos, expulsando o resto em jatos menores, cada um acompanhado de cólicas tão fortes que me faziam gemer alto e curvar o corpo. Eu sentia o líquido escorrendo pelas minhas coxas, quente, viscoso, grudando na pele. Meu cu ardia como se estivesse em chamas, o anel muscular piscando, aberto, dolorido, incapaz de fechar direito depois de passar o dia inteiro esticado por aquele monstro de borracha. Eu chorei de vergonha e dor, o rosto colado no concreto sujo, enquanto o último resto de leite saía em golfadas fracas e ruidosas.
E então veio o pior. Os peões riram e apontaram para o balde nojento cheio dessa coalhada maldita. “Esse é o jantar delas hoje. E o café da manhã de amanhã. Só isso. Sem gosma, sem resto de comida. Só o leite que a mãe branca guardou para elas o dia inteiro.”
Eu levantei a cabeça, lágrimas escorrendo, e olhei para Julie, Yara e Maya.
Elas estavam de joelhos agora, ainda presas pela corrente curta no pescoço, bocas esticadas pelas mordaças, mãos inúteis dentro das bolas de metal. Os olhos delas, os olhos da minha filha, os olhos das duas meninas que meu marido comprou como se fossem cachorros, estavam fixos no balde repugnante de leite azedo, merda e muco que tinha saído de dentro de mim. Elas sabiam. Sabiam que era a única coisa que teriam para comer. Os peões tiraram as mordaças delas por um momento. Julie tossiu, baba e porra seca escorrendo do queixo. Yara e Maya respiravam com dificuldade, lábios inchados. Então os homens empurraram as três cabeças para baixo, bem perto do balde. E em seguida jogaram em uma bacia. E disseram: “Lambe. Bebe tudo. Com a língua. Como cadelas.”
Julie olhou para mim uma única vez, um olhar de puro horror, de nojo, de desespero infantil, antes de baixar o rosto. A primeira lambida foi hesitante, a linguinha rosa tocando o líquido morno e fedido. O gosto devia ser horrível, azedo, salgado, com o amargo da minha própria sujeira. Ela se engasgou, mas um tapa na nuca a fez continuar. Yara e Maya fizeram o mesmo, as três meninas lambendo a bacia imunda, sugando o leite estragado misturado com fezes, engolindo devagar, lágrimas escorrendo enquanto o líquido escorria pelos queixos e pingava de volta na bacia.
Eu assistia tudo de quatro, o cu ainda piscando e doendo, o cheiro do meu próprio corpo saindo de dentro de mim agora sendo devorado pelas três meninas. Meu estômago se revirava de culpa e nojo. Aquele leite que tinha passado o dia inteiro me torturando, me enchendo de cólicas, me transformando num saco vivo de dor era agora o único alimento delas. Minha filha, a menina que eu carreguei no ventre, estava lambendo o que saiu do meu cu como se fosse sopa. Yara e Maya, as indiazinhas que meu marido comprou, engoliam a mesma coisa, os rostinhos sujos de porra do dia inteiro agora também sujos do meu leite estragado.
Eu me senti a pior mãe do mundo. A pior pessoa. O trauma me sufocava. Ver Julie engolir aquilo, tossir, continuar lambendo porque sabia que não tinha escolha… era como se alguém estivesse arrancando o que restava da minha alma. Eu sabia que elas passariam a noite e o dia seguinte com aquele gosto na boca, com o estômago cheio da minha humilhação. E eu não podia fazer nada. Só ficar ali, de quatro, cu aberto e dolorido, assistindo minha filha e as duas meninas consumirem o que tinha saído de mim como se fosse o jantar mais normal do mundo.
Quando a bacia finalmente acabou, as três meninas tinham o rosto brilhando de leite azedo e sujeira. Os peões colocaram as mordaças de volta e as deixaram escoradas uma na outra novamente. Eu me deitei no chão, o corpo tremendo, e chorei em silêncio, porque eu tinha acabado de alimentar minha própria filha com o conteúdo do meu cu. E ela tinha engolido. Porque não tinha escolha. E isso, mais que qualquer tapa, mais que qualquer pau, mais que qualquer enema, era o que estava me matando por dentro.

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