Comi o cu do amiguinho de meu sobrinho
Depois da separação da minha ex-mulher, a casa grande no bairro Catolé, aqui em Campina Grande, Paraíba, ficou parecendo um túmulo silencioso e vazio. Eu, Zé Roberto, com meus 46 anos bem vividos, corpo de homem que trabalha duro a vida inteira — peito largo e peludo que desce até a barriga de cerveja gelada, braços grossos de quem carrega saco de cimento e tijolo o dia todo, pernas fortes e uma rola grossa, pesada, cheia de veias que sempre foi meu maior orgulho —, comecei a sentir um tesão doido correndo no sangue como nunca antes. As noites eram longas e vazias demais. Desde o divórcio, minha piroca acordava dura quase todo santo dia, latejando sem motivo aparente, como se o corpo estivesse cobrando os anos de fidelidade que eu mantive enquanto ela fazia o que queria pelas minhas costas. Eu nunca traí, mas o tesão acumulado explodiu de vez.
Tenho duas lojas de material de construção: uma bem no centro da cidade, sempre cheia de movimento com pedreiros, mestres de obra e clientes discutindo preço, e outra em Monteiro, pra onde viajo bastante pra resolver negócio, entregar mercadoria, cobrar contas atrasadas e supervisionar o estoque. Quando tô em casa, fico no escritório do fundo resolvendo notas, pedidos, planilhas, impostos e tudo mais que precisa ser feito pra manter o negócio rodando. Meu filho Rafael fica comigo um mês sim, outro não. E toda vez que ele aparece por aqui, o Gustavo — amigo dele desde criança, que mora duas ruas pra trás no mesmo bairro — praticamente acampa na minha sala. Os dois jogam videogame até tarde da noite, conversam besteiras sobre futebol e mulher, pedem pizza, tomam refrigerante e riem alto como se o mundo fosse só deles.
O Gustavo tem 22 anos, branquinho feito leite de coco fresco, corpo magrinho mas com uma bunda empinada, redonda e arrebitada que balança de um jeito que chama atenção mesmo sem querer. Rosto fino, olhos grandes e expressivos, boca carnuda que parece feita pra morder e chupar. Ele é gay assumido, mas bem discreto, não fica fazendo alarde nem desfilando por aí. Rafael sabe da orientação do amigo e respeita sem problema nenhum. Eu, no começo, nem ligava pra nada disso. Até que comecei a reparar no jeito que o Gustavo me olhava quando eu chegava suado da obra ou da academia, sem camisa, o peito peludo brilhando de suor e o short marcando o volume grosso entre as pernas.
Certo dia, o sol da Paraíba tava implacável, queimando tudo que via pela frente como se quisesse derreter o asfalto. Eu tava no quintal dos fundos, sem camisa, consertando uma mangueira velha que tinha furado, suor escorrendo pelo peito largo, pela barriga parruda e pela trilha de pelos que ia até o umbigo. Rafael tava dentro de casa, grudado no videogame, gritando com os amigos online como se estivesse no estádio lotado. Gustavo chegou de surpresa, parou na porta do quintal e ficou me encarando um tempo longo demais, sem dizer nada no começo, só observando cada detalhe do meu corpo suado e parrudo.
— Tio Zé… tá precisando de ajuda aí com isso? — perguntou ele finalmente, a voz um pouco rouca, quase tímida, mas com um brilho diferente no olhar que eu nunca tinha visto antes.
Eu me virei devagar, enxugando o suor do rosto com o antebraço forte. Notei o olhar dele descendo pelo meu peito peludo, passando pela barriga de cerveja, e parando sem disfarce nenhum no volume que o short velho fazia entre minhas pernas.
— Tá quase pronto, garoto. Mas se quiser chegar mais perto pra segurar a mangueira enquanto eu aperto, pode vir. Não vou recusar uma mãozinha de um rapaz forte como você.
Ele se aproximou devagar, os olhos ainda presos no meu corpo. Ali mesmo o ar pareceu mudar, ficar mais pesado e carregado. A gente trocou um olhar que durou segundos eternos. Meu pau deu um pulo forte dentro do short, inchando visivelmente. Gustavo mordeu o canto do lábio inferior e deu um sorrisinho de canto de boca, daqueles safados que dizem mais do que qualquer palavra.
A partir daquele dia, o clima dentro de casa ficou carregado de tesão proibido. Eu começava a ficar duro só de ouvir a voz dele chegando ou de ver ele entrar de shortinho apertado depois de jogar bola. E ele percebia tudo, porque olhava direto pro meu volume e não desviava o olhar, como se estivesse me desafiando em silêncio.
Uma tarde bem quente, Rafael teve que ir até o centro da cidade resolver uns documentos no Detran e me deixou sozinho em casa o resto do dia. Eu tava no escritório, concentrado nas notas das lojas, quando a campainha tocou forte. Fui atender e dei de cara com o Gustavo, sozinho, vestindo uma regata justa que marcava o corpo magrinho e um shortinho de nylon bem colado que não deixava quase nada pra imaginação, marcando até a forma da bunda empinada.
— O Rafael não tá, Gustavo — avisei logo, encostando no batente da porta com os braços cruzados, fazendo o peito peludo saltar.
— Eu sei, tio Zé. Ele me mandou mensagem avisando que ia demorar bastante. Posso esperar aqui dentro? Tá um calor do caralho lá fora, parece que o sol vai derreter a gente vivo.
Dei passagem pra ele entrar. Quando passou por mim, roçou o braço de propósito no meu peito peludo, demorando um segundo a mais do que precisava. Senti o cheiro dele: sabonete misturado com aquele cheiro natural de jovem suado depois de andar na rua quente.
— Fica à vontade na sala. Vou terminar umas coisas no escritório e já desço pra te fazer companhia, senão vai ficar chato esperar sozinho como um cachorro abandonado.
Tomei um banho rápido, tentando esfriar a cabeça e o corpo quente, mas desci só de short de moletom cinza velho, sem cueca nenhuma por baixo. O saco pesado balançava a cada passo que eu dava, e o pau meio inchado marcava o tecido de forma bem visível. Gustavo tava sentado no sofá da sala, pernas abertas, mexendo no celular com cara de quem não tava nem aí, mas eu sabia que tava ligado em mim.
Sentei bem do lado dele, quase colando a coxa grossa na dele.
— Gustavo… tu tá me olhando de um jeito bem diferente faz um tempo, hein, moleque. Não adianta disfarçar mais. Eu vejo tudo.
Ele não enrolou nem um segundo. Virou o rosto pra mim, aqueles olhos grandes brilhando de tesão puro e sem vergonha.
— E o senhor também tá me olhando do mesmo jeito, tio Zé. Eu vejo sua rola engrossando e marcando toda vez que eu entro nessa casa. Desde aquele dia no quintal, quando o senhor tava sem camisa, suado, consertando as coisas. Eu vi o pau pulsar dentro do short como se quisesse sair e me comer.
Meu pau deu um salto forte dentro do moletom, quase saltando pra fora. Eu ri baixo, mas a voz saiu rouca e grave de desejo acumulado:
— Cuidado com o que tu tá desejando, garoto. Eu sou o pai do teu melhor amigo. Tenho idade pra ser teu pai, porra. Essa piroca aqui é grossa, pesada, cheia de veia e cabeça inchada… não é brinquedo pra menino da tua idade. Se a gente começar isso, vai ser bruto, vai doer pra caralho e não tem volta.
Gustavo chegou mais perto, colando o corpo magrinho no meu peito peludo. A mão dele desceu sem vergonha nenhuma e apertou meu pau por cima do tecido, sentindo o tamanho e o calor latejante.
— Eu sei de tudo isso, paizão. E é exatamente por isso que eu quero tanto. Passei anos me tocando escondido pensando nesse peito todo peludo roçando em mim, nessa barriga de pai que parece confortável pra deitar e rebolar em cima, nesses braços fortes que parecem que vão me quebrar no meio… e principalmente nessa rola grossa e pesada que eu via marcando na cueca quando o senhor ficava relaxado em casa nos fins de semana. Quero sentir ela me abrindo inteiro, mesmo que doa pra caralho, mesmo que eu sinta dor de barriga forte e queime por dentro como fogo.
Eu rosnei baixo, segurando a nuca dele com uma mão grande e puxando ele mais perto.
— Se a gente começar, não tem volta não, moleque. Eu vou te foder até teu cu ficar ardendo, inchado e vermelho, até tu sentir dor de barriga de verdade, até tu peidar na minha rola toda vez que eu meter fundo e esticar esse cuzinho apertado ao limite.
— Então para de falar e me leva pro quarto agora mesmo — ele sussurrou safado, mordendo meu lábio inferior com força. — Quero essa piroca rasgando meu cuzinho apertado. Quero sentir cada centímetro entrando devagar e doendo pra caralho, quero peidar na sua pica enquanto o senhor força sem piedade, quero gemer de dor misturada com tesão até não aguentar mais e implorar pra continuar metendo.
Não esperei nem mais um segundo. Levantei ele do sofá com facilidade, segurei pela mão e arrastei pelo corredor até meu quarto. Fechei a porta com o pé batendo forte e tirei minha roupa rápido. Minha rola pulou pra fora, grossa, veiosa, cabeça inchada vermelha brilhando de tesão, bolas cheias e pesadas penduradas como dois ovos grandes.
Gustavo tirou a regata e o shortinho de uma vez, ficando completamente pelado na minha frente. Aquela bunda branquinha, empinada e redonda era uma tentação do caralho, perfeita pra agarrar e abrir.
Virei ele de bruços na cama grande, abri as bandas com minhas mãos grandes e cuspi direto no cuzinho rosado, franzidinho e absurdamente apertado.
— Porra… que cu apertadinho e virgem de rola grossa como a minha…
Enfiei dois dedos de uma vez, sem piedade nenhuma. Ele berrou alto, corpo inteiro tremendo:
— Aiii, caralho! Tá doendo já, paizão! Queima pra porra, tá esticando demais!
— Aguenta aí, putinho. A rola é bem mais grossa e vai doer muito mais ainda. Relaxa esse cu ou vai rasgar de verdade.
Coloquei a camisinha com pressa, lubrifiquei bastante e pressionei a cabeça grossa contra a entradinha. Forcei devagar no começo, mas firme e sem parar. O anelzinho resistiu pra caralho, apertando como se não quisesse deixar entrar de jeito nenhum.
— AHHHHHH! Tá rasgando meu cu, tio Zé! Ai, minha barriga… parece que tá inchando por dentro! Dor forte demais, parece que vou cagar!
Meti mais uns centímetros. Gustavo peidou fraco na rola, o cuzinho piscando desesperado em volta da minha piroca grossa.
— Ai que vergonha… eu peidei na sua pica grossa…
— Peida mais, vai. Isso ajuda esse cu safado a relaxar um pouco — rosnei, empurrando mais fundo sem dar tempo pra ele respirar.
Ele mordia o travesseiro com força, lágrimas escorrendo pelo rosto, corpo todo suado e tremendo, mas empinava a bunda pra trás pedindo mais entre gemidos:
— Tá doendo pra caralho… sinto a rola batendo lá no intestino… queima muito, parece fogo dentro da barriga… mas mete tudo, paizão! Não para, enfia até o talo e me arromba de vez!
Quando enfiei até o fundo, ele soltou um gemido longo, rouco e sofrido. Comecei a meter devagar, com estocadas longas e profundas. Cada vez que eu tirava um pouco e socava de volta com força, ele peidava mais alto, gemendo misturado dor intensa e prazer crescente.
— Ai… dor de barriga forte pra caralho… meu cu tá ardendo como se tivesse pegando fogo… mas que rola gostosa, porra! Mete mais fundo, paizão, não tenha pena de mim!
Botei ele de quatro na cama, segurei a cintura fina com força e acelerei o ritmo. Dei tapas fortes e sonoros na bunda branquinha, deixando as marcas vermelhas na pele clara. A carne batia contra minha barriga peluda com barulho molhado e obsceno que enchia o quarto inteiro.
— Toma rola grossa no cu, seu novinho safado! Aguenta o pau do paizão esticando teu rabinho apertado até o limite!
Depois mandei ele sentar no meu colo. Ele encaixou devagar, o rosto todo contorcido de dor e tesão, suor escorrendo pela testa.
— Awwwmm… tá me abrindo inteiro… sinto cada veia pulsando lá dentro… ai que dor na barriga, parece que vai furar meu intestino!
Quando sentou até o fundo, peidou alto na rola, apertando forte em volta dela como se quisesse expulsar e sugar ao mesmo tempo.
— Caralho… que cuzinho guloso e apertado pra porra. Rebola pra mim, garoto. Mostra pro paizão como tu aguenta essa rola toda dentro de ti.
Gustavo começou a cavalgar, subindo e descendo devagar no começo, depois mais rápido, rebolando em círculos safados. Gemia alto toda vez que batia no fundo, a bunda batendo nas minhas bolas pesadas com tapas molhados.
— Tá me furando a barriga… mas eu adoro… soca mais forte, paizão! Arromba esse cu que só sonhava com você há anos! Mete sem parar, me usa!
Eu segurava a bunda dele com as duas mãos, dava tapas sonoros e socava pra cima com força bruta. O quarto enchia de gemidos altos, tapas estalando e barulhos molhados de pele contra pele.
No meio da foda mais intensa, Rafael chegou em casa de surpresa mais cedo do que o esperado. Eu tava com o Gustavo encostado contra a pia do banheiro, rola enterrada até o saco, metendo devagar pra não fazer barulho. Cobri a boca dele com minha mão grande enquanto respondia pro meu filho do outro lado da porta trancada, a voz rouca de tesão contido.
Gustavo revirava os olhos de prazer e dor, mordendo minha mão com força, o cu piscando e apertando minha piroca como louco enquanto eu dava estocadas curtas e fundas, quase gozando ali mesmo de tão apertado.
Depois que Rafael saiu de novo pra comprar refrigerante e cerveja, eu voltei a meter com tudo, sem dó nem piedade. Gozei dentro da camisinha bem fundo, depois tirei e continuei no quarto por mais duas rodadas longas e brutais, trocando de posição várias vezes, dando tapas na bunda, puxando o cabelo, fazendo ele gemer alto e peidar na rola várias vezes seguidas.
No final, Gustavo tava completamente destruído: cu vermelho, inchado, ardendo, pernas tremendo sem parar, andando todo aberto e manhoso pelo quarto como se tivesse levado uma surra de rola. Ele me olhou ainda ofegante, suor escorrendo pelo corpo branquinho, com um sorrisinho safado e satisfeito no rosto:
— Porra, paizão… você me arrombou de verdade hoje. Meu cu tá pegando fogo, doendo pra caralho, com dor de barriga forte que não passa… mas da próxima vez eu quero sem camisinha nenhuma. Quero sentir o senhor gozando quente direto dentro do meu rabinho, enchendo tudo até vazar e escorrer pela perna toda.
Eu apertei a bunda marcada de tapas com força e respondi rouco, ainda excitado e com a rola meio dura:
— Pode deixar, moleque. Quando o Rafael for passar uns dias na casa da mãe dele, essa bunda vira minha propriedade particular. Vou te foder até tu peidar na minha rola toda vez que eu meter fundo, até tu não conseguir sentar direito por dois dias seguidos.
Gustavo riu baixinho, já se vestindo devagar e com dificuldade pra não levantar suspeita quando meu filho voltasse.
— Sou teu segredinho safado agora, tio Zé. E aguento o tanto que o senhor quiser meter… quantas vezes quiser, do jeito que quiser.
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