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Uma romana e um alentejano

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Lex75

Teodora depois de sofrer um desgosto amoroso, vem trabalhar para Portugal, com a sua amiga Maria, e conhece Jacinto...

Tudo começou em Roma, quando Maria foi viver na cidade eterna, durante cerca de 7 meses, num programa onde estudantes do ensino universitário, através de candidaturas têm uma hipótese de irem estudar num outro país, aprendendo e conhecendo outras realidades.
Maria quando conheceu Teodora estava em Roma estagiando, na Universidade de Roma La Sapienza é uma instituição de ensino superior italiana localizada em Roma. É uma das mais antigas e maiores universidades do mundo em número de estudantes, tendo cerca de 110 000 alunos. É também conhecida como Universidade de Roma I. Fica na Piazzale Aldo Moro, fundada em 1303.
Maria sempre foi uma jovem muito divertida e simpática, bonita, é a mulher latina por excelência, pele morena, estatura mediana, cabelos longos castanhos, olhos castanhos, mamas medianas, cintura fina, ancas largas, pernas esbeltas e femininas. Adora viajar, conviver, conhecer pessoas, foi para Roma estudar medicina.
Teodora Rizzo Silva, é outra beleza latina, mais alta que Maria, pele morena e sedosa, longos cabelos castanhos mas cor de amêndoa, tal como o seus olhos, nariz pequeno e altivo, lábios grossos, mamas são bem grandes, cintura fina, ancas largas, rabo grande, pernas longas, bem feitas, ela é Romana de nascença, filha de pai português e mãe italiana.
Maria e Teodora conheceram-se na enorme cantina da Universidade, quando Maria, andava um pouco perdida, pois era a primeira vez que tinha entrado naquela escola.
Ficaram logo amigas, pois embora Teodora tenha uma personalidade mais calma e pacata, também gosta de se divertir, e quem conhece a Maria nunca está sem diversão.
A maneira como Maria fala, parecendo cantar as palavras divertia a Teodora, Teo, e Maria explica a Teo, que nasceu numa região do Sul de Portugal, chamada Baixo Alentejo, e sempre morou numa enorme casa no campo, que é tradicionalmente chamada de monte, a vila mais próxima ficava a 14km, e a Espanha ficava a pouco mais de 40km em linha reta do lugar onde ela nasceu, e cresceu, e as pessoas falavam assim e ela apanhou aquele modo de falar, e já não o conseguia perder.
Os sete meses passaram-se, mas elas ficaram as melhores amigas, ao ponto, de quando a Teodora foi pedida em casamento pelo seu namorado, ter convidado maria para ser uma das madrinhas do casamento, isto já cerca de 2 anos após a amizade delas ter começado.
Porém o casamento nunca aconteceu, ela já vivia junto com o seu namorado, ela era já médica, e um dia troca o turno com um colega, chega a casa mais cedo para surpreender o namorado...e apanhou ele na cama com uma mulher...e o futuro casamento de Teodora acabou ali mesmo.
Ela lavada em lágrimas telefonou á sua amiga Maria, que nem hesitou, nesse mesmo dia apanha um voo para Roma, e vao consolar a amiga...Teodora não esperava a Maria em Roma, mas a palavra amizade para Maria significa isso mesmo...estar presente nos piores e melhores momentos das amigas, nem que tivesse de ir a Marte.
Passou 3 dias em Roma, e faz um convite e Teodora, para ela ir trabalhar uns tempos em Portugal, no hospital onde ela trabalha, no interior do país, onde tanta falta faz haver mais médicos, que trabalho nunca lhe faltaria, e assim saia de Roma, e desanuviava a cabeça.
Teodora ficou de pensar no convite...e passados 5 meses ela aceita o convite da amiga, de vir para Portugal durante uns tempos, e conhecer Portugal, que ela já queria conhecer melhor, não apenas durante as duas semanas que vem a Portugal passar uns tempos com a família do lado dos eu pai, que mora quase toda perto de Lisboa.
Aceitou o convite de Maria, para pelo menos durante uns tempos, ficar a viver com ela no tal monte Alentejano, no meio do campo, na herdade das Roseiras.
Assim, num dia de Maio, Maria foi a Lisboa buscar a Teo, que havia chegado 3 dias antes, e passara esses dias junto dos familiares.
A viajem para a vila alentejana de Reguengos de Monsaraz decorreu entre risadas e conversas das duas amigas, já com roupas de Verão vestidas, com vestidos feitos de tecidos de algodão, vestidos sem mangas, calçado leve.
Chegaram á herdade das Roseiras, já tarde, pois pararam para almoçar no caminho, e foram fazendo o caminho sem pressas, afinal segundo Maria, ali no Alentejo, as coisas são feitas com calma, o tempo tem tempo de ser tempo.
Foram recebidas pela mãe de Maria, Ana, uma senhora de 40 e muitos anos, quase 50, mas muitíssimo bela, cara com algumas rugas que ela não se esforça por esconder, os cabelos brancos já se vão misturando com os cabelos castanhos escuros, a pele é muito bronzeada, os lábios dela sempre sorrindo, ela é gordinha, baixa, Teodora ficou logo encantada com a mãe da sua amiga Maria.
Depois apareceu um homem de cabelos grisalhos, estatura mediana mas alta, também um pouco gordinho, com um enorme bigode, tinha vestido uma camisa aos quadrados, desabotoada exibindo um peito largo e forte cheio de pelos grisalhos, umas calças de ganga e umas botas que em Portugal chamam-se caneleiras, pois o cano chega quase ao joelho, e uma boina na cabeça.
Também ele recebeu muito bem a Teodora, elogiou bastante a beleza dela, e fala naquele tom de voz onde as palavras saem arrastadas, parecendo serem cantadas:

- OLHE TEODORA, SEJA MUITO BEM VINDA Á NOSSA CASA, ESPERO QUE A CONSIDERE COMO SUA CASA TAMBÉM, POIS SE É AMIGA NA MINHA MARIA, É DA FAMÍLIA. AH E AGRADEÇO TER VINDO TRABALHAR AQUI NO INTERIOR...TEMOS BASTANTE FALTA DE MÉDICOS.

A Maria pergunta:

- MÃE...E O MANO???
- ORA, SABES COMO ELE É...DEVE ESTAR PELA HERDADE TRABALHANDO NALGUMA COISA...AQUELE RAPAZ SÓ PENSA NO TRABALHO... EU BEM LHE DISSE QUE A TEODORA VINHA HOJE, MAS SABES COMO ELE É...
- LOL...SIM SEI...BEM ELE DEVE VIR JANTAR.
- AH ISSO VEM...MAS TEODORA, DEVE ESTAR CANSADA...VENHA COMER ALGUMA COISINHA E DEPOIS PODE DESCANSAR...
- NÃO SE INCOMODE, DONA ANA...fala Teo no seu português com sotaque italiano.
- AH MAS TEM DE COMER...O CORPO TEM QUE TER ALIMENTO...

Maria dia a rir para Teodora:

- EU BEM TE AVISEI...ESQUECE A DIETA, LOL.

Teodora chega ao enorme quarto que a dona Ana tinha reservado para ela, mesmo ao lado do quarto de Maria, até havia uma porta interior que comunicava para os dois quartos. A cama é de casal, enorme, decorada com flores pintadas, as cadeiras também elas pintadas com flores desenhadas, o roupeiro também, a mobília é a típica alentejana, não faltava o lavatório com o jarro de água ao lado, mais para decoração, pois cada quarto daquela casa tem WC privado.
Teodora vai á enorme janela do quarto...a paisagem é assombrosa, vê uma enorme vinha, olivais, pomares de laranjeiras e amendoeiras, uma horta semeada com legumes, via também azinheiras e sobreiros com porcos pretos pastando livremente nos montados, um rebanho de ovelhas e outro de cabras...
Ela vai vestir umas roupas mais confortáveis, uma shirt, uns calções de ganga, e umas sandálias.
Depois ela desce as escadas, e pelo som das vozes caminha até á cozinha, onde a dona Ana a esperava para o tal lanchinho...Teodora fica espantada, quando vê uma mesa enorme cheia de enchidos, queijos, pão, azeitonas, bolos, frutas, havia uma enorme cafeteira de café ainda fumegante no centro da enorme mesa,e diz:

- DONA ANA...É A ISTO QUE CHAMA UM LANCHINHO???
- É...AINDA ME PARECE POUCO, A MARIA DIZ PARA EU NÃO POR TANTA COMIDA, COMO COSTUMO FAZER...

Teodora teve de rir...se a mesa estava abarrotando de comida, imaginava ela como seria o normal, LOL.
Sentaram-se á mesa, a Teodora, a Maria e a dona Ana, conversando e comendo...o jantar já estava ao lume, como a dona Ana dizia.
Estavam acabando de comer, quando se ouve o relinchar de uma cavalo, e a dona Ana diz:

- OLHEM...JÁ CÁ ESTÁ O JACINTO...

Jacinto é o irmão gémeo de Maria.
Não nega as suas origens, quer da maneira como se veste, quer da maneira como fala...um alentejano de gema. Jacinto é um jovem de 23 anos, tal como Maria, alto, as gerações atuais são mais altas que as antigas, pele morena, quase negra, queimada pelo impiedoso sol alentejano, cabelos castanhos escuros sempre curtos, olhos castanhos escuros, barba relativamente grande, mas negra, é um jovem musculado por necessidade, nunca colocou os pés num ginásio, o seu ginásio é o trabalho duro do campo.
É peludo no peito, tem abdominais definidos, pernas musculadas, e um senhor...pau, que as calças de ganga meio coçadas que ele usa, por vezes não conseguem disfarçar o tesão que ele tem.
Usa sempre camisas desabotoadas quase até ao umbigo, botas de cano alto feitas de cabedal, tem um relógio de bolso, com uma corrente de ouro. Na cabeça usa uma boina castanha.
Ele anda sempre de cavalo, um cavalo lusitano, de cor negra, que só lhe falta falar. Gineto é o nome que o seu dono lhe deu. Um casal de rafeiros alentejanos também o acompanham, o Tejo e a Boleta.
Quando ele chega ao monte, a primeira coisa que ele vai fazer é tirar a sela de cima do Gineto, depois dá-lhe um banho, em seguida enxoga-o, e depois escova-o. Em seguida leva-o até ao enorme cercado onde de Verão o cavalo dorme, onde corre sempre um pequeno barranco de água fresca que mata a sede ao Gineto.
Só depois Jacinto se dirige a casa.
Ele entra, apenas retirando a boina e colocando ela no chapeleiro. Ouve vozes femininas vindas da cozinha, reconhece a voz da sua mãe, da Inácia a cozinheira, da sua irmã Maria, e uma voz que ele não conhece, deveria ser a tal Teodora de quem a sua irmã lhe falava tanto.
Ele avança para a cozinha, o som das suas botas batendo com as solas no soalho ecoa pela casa, ele quando chega á porta da cozinha vê a mesa abarrotando de comida, e sentadas em amena cavaqueira estão as mulheres, de costas para a porta estavam a sua irmã e a tal Teodora, e de frente estavam a Inácia e a sua mãe, Ana,
Ana quando vê o filho, diz:

- OLÁ JACINTO...QUERES COMER???

Ele diz:

- VOU DAR UM BANHO ANTES MÃE...ESTOU ENCHARCADO EM SUOR...

Quando ele e sua mãe estavam conversando, Teodora olha para trás, para ver quem era o dono daquela voz grossa e que parecia cantar as palavras. Jacinto olha para a cara dela...e aquele breve olhar entre ambos teve um efeito forte...pois se assim não fosse Teodora não teria ficado com as faces levemente avermelhadas, e o mesmo se passou com Jacinto.
Maria levanta-se da cadeira, e vai abraçar o irmão, e diz:

- PORRA MANO...TRESANDAS A SUOR...
- POIS EU DISSE, MARIA...
- SIM...OLHA QUERO-TE APRESENTAR A MINHA AMIGA TEODORA...

Teodora levanta-se da cadeira, e a Maria diz:

- MANO, É A MINHA AMIGA TEODORA...TEODORA É O MEU MANO JACINTO...

Os dois se olharam, e Jacinto toma a iniciativa de beijar a cara de Teodora, e ela retribui o beijo, e ele diz:

- SEJA BEM VINDA, TEODORA...DESCULPE O CHEIRO A SUOR...EU DEVERIA TER IDO DAR PRIMEIRO UM BANHO E SÓ DEPOIS TER VINDO AQUI...
- NÃO...NÃO FAZ MAL. VÁ LÁ DAR O SEU BANHO. PRAZER EM CONHECE-LO.

Jacinto faz uma coisa que muito raramente faz nos últimos tempos...sorrir.
E sai da cozinha, para o seu quarto, onde na cozinha pouco depois se ouve a água correndo no chuveiro.
As conversas continuam na cozinha, a mãe de maria, conversa pelos cotovelos, Teodora fica adorando a dona Ana, e a certa altura diz:

- DONA ANA QUERIA LHE PEDIR UM FAVOR.
- DIGA, TEODORA...
- SERÁ QUE PODERIA CHAMAR-ME SÓ TEO??? ESTOU MAIS HABITUADA...
- LOL...CONCERTEZA, MINHA FILHA...
- AGRADEÇO-LHE, DONA ANA.
- BOM...diz a Maria, AGORA QYUE ESTÁ MAIS FRESCO, QUERES IR PASSEAR UM POUCO PELA HERDADE??? ASSIM SEMPRE ABATEMOS UMAS CALORIAS E ARRANJAMOS ESPAÇO PARA O JANTAR...
- SIM VAMOS...JÁ VI QUE AQUI COMIDA NÃO FALTA...
- AH PODE CRER, TEO...diz a dona Ana... COMIDA E SAÚDE NUNCA PODEM FALTAR. O RESTO...BEM...EU FALO DE BARRIGA CHEIA, GRAÇAS A DEUS TENHO UMA BOA VIDA, MAS DO QUE MAIS PRECISAMOS É SAÚDE E COMIDA NO PRATO.

Maria e Teo saíram pouco depois, foram dar um passeio pelas redondezas do monte, e a certa altura a Maria pergunta a Teo:

- AMIGA...E COMO ESTÁS...AQUI? ela aponta para o coração.

Teodora inspira fundo, e responde:

- AINDA DOI, MARIA...FORAM MUITOS ANOS PASSADOS AO LADO DELE...MUITOS PLANOS FEITOS, EU AMAVA-O...MAS ENFIM...VOU AOS POUCOS ESQUECENDO E ME MENTALIZANDO QUE ACABOU.
- AQUELE BURRO...TROCAR-TE POR OUTRA...
- SABES QUE ELES TAMBÉM ACABARAM??
- ACABARAM???
- SIM...ELE ACABOU TRAINDO ELA...
- A SÉRIO, TEO??? PORRA COMO FOSTE GOSTAR DE UM HOMEM ASSIM...
- ORA... SEI LÁ...NÓS NÃO ESCOLHEMOS OS NOSSOS AMORES E PAIXÕES...ACONTECEM...
- PRECISAS É DE UM NOVO AMOR NA TUA VIDA, AMIGA...
- AH NÃO...POR ENQUANTO QUERO FICAR SOSSEGADA...
- BOLAS ÉS COMO O MEU IRMÃO JACINTO...
- SOU??? ENTÃO???
- TAMBÉM ELE SOFREU UM DESGOSTO AMOROSO, E DIZ QUE ARRANJAR NOVA NAMORADA, NÃO É TÃO DEPRESSA.
- LOL...COMPREENDO-O...DOI MUITO QUANDO ACABA UM AMOR.
- ELE ENTÃO...NAMOROU COM A NEUSA DESSDE SEI LÁ...ACHO QUE DESDE CRIANÇAS, FICARAM NOIVOS , MARCARAM A DATA DE CASAMENTO, MAS A NEUSA SEMPRE QUIS SAIR DAQUI, MORAR NA CIDADE, E O JACINTO...BEM O JACINTO PARA SER FELIZ TEM QUE ESTAR AQUI, SABES...ELE AMA O CAMPO. E UM DIA ELES FALARAM, E CHEGARAM Á CONCLUSÃO QUE QUERIAM SEGUIR CAMINHOS DIFERENTES E ACABARAM O NOIVADO. FOI UM DESGOSTO PARA TODOS, ELES GOSTAVAM UM DO OUTRO MAS PARA SE CASAREM E DEPOIS VIVEREM DISCUTINDO...FOI MELHOR ASSIM. MAS O JACINTO FICOU DESTROÇADO.
- BEM...SE CALHAR FOI MELHOR ASSIM...NÃO SEI, DIGO EU.
- SIM FOI. MAS É UMA PENA...O MEU IRMÃO É UM HOMEM DE PAIXÕES, NÃO PARECE COM AQUELE FEITIO DELE, ACANHADO, PARECE SER UM BRUTO, MAS NÃO É...SABDES GOSTAVA DE VER O MEU MANO FELIZ OUTRA VEZ.
- ADORAS MESMO ELE, MARIA.
- SIM...AMO-O MUITO, APESAR DE SERMOS DE GENEROS DIFERENTES, SOOS GÉMEOS, TEMOS UMA LIGAÇÃO BASTANTE FORTE. ADORO AQUELE TEIMOSO, ORGULHOSO...E LEAL ALENTEJANO, AHAHAH.
- LOL...
- A PROPOSITO TEODORA...REPAREI QUE FICASTE CORADA QUANDO TU E ELE SE BEIJARAM NA CARA...
- EU??? CORADA??? NÃO...
- AI FICASTE SIM...EU VI.
- ORA É DO CALOR...AQUI É MUITO SUFOCANTE...
- SIM...CONTA-ME HISTÓRIAS QUE EU ACREDITO...DONA TEODORA...ORA ADMITE, EU SOU MANA DELE, MAS TENHO OLHOS NA CARA, E O JACINTO É UM BELO HOMEM...FORTE, ALTO, BONITO...E TEM UM...AMIGUINHO BEM GRANDE...
- AMIGUINHO??? NÃO TE PERCEBO, MARIA...
- POIS ESQUEÇO-ME ÁS VEZS QUE HÁ CERTAS EXPRESSÕES QUE NÃO ENTENDES...NESTE CASO POR AMIGUINHO EU ME REFIRO AO PENIS DELE...

Teodora olha escandalizada para a amiga e diz:

- MARIA...ANDAS A VER O...O...PENIS DO TEU IRMÃO???
- ORA DESDE CRIANÇA QUE O VEJO...LOL...E ÁS VEZES VAMOS NADAR NUS AO RIO...E EU TRATON DE O ESPIAR, SEM ELE PERCEBER...
- MA...MARIA...LOL...TARADA...
- E QUANDO ELE NAMORAVA A NEUSA, ÁS VEZES VIA ELES NO BEM BOM...
- BEM BOM??? diz a Teodora, e depois olhando para a cara de marota de Maria, diz:
- AH QUERES DIZER QUE VISTE ELES...SABES...
- SIM VI...E OLHA QUE O AMIGUINHO DELE...É ENORME E GROSSO...A NEUSA BERRAVA DESESPERADA QUANDO ELE ENTRAVA DENTRO DELA.
- MARIA...ÉS TERRÍVEL...
- ORA SOMOS MULHERES...OS HOMENS FALAM DAS MESMAS COISAS QUANDO ESTÃO ENTRE ELES. LOL.
MAS VAMOS AMIGA...ESTÁ NA HORA DO JANTAR.
- OK, VAMOS... REALMENTE TU...
- APOSTO QUE HOJE VAIS SONHAR COM O JACINTO NU...E COM O AMIGUINHO DELE...
- ORA MARIA...VAI Á MERDA. LOL...

As duas continuaram a caminhar para o monte na galhofa, rindo e conversando.
Chegaram ao monte, foram lavar as caras suadas e as mãos, e depois ainda foram ajudar a mãe de Maria, a colocar os pratos na mesa, e ela diz:

- MARIA, PARA O JACINTO NÃO PONHAS PRATO, ELE NÃO JANTA COM A GENTE.
- ENTÃO, MÃE???
- ORA ELE FOI A UMA ASSOCIAÇÃO QUE AJUDA AS CRIANÇAS...FOI LÁ ATUAR.
- AH BOM...ESTÁ BEM.

A mãe de Maria as deixa sozinhas, vai até á cozinha, e a Teo pergunta á Maria:

- O TEU IRMÃO É ATOR...CANTOR...
- BEM...É UM POUCO DOS DOIS...E MAIS...ELE ATUA PARA CRIANÇAS, IDOSOS, EM ASSOCIAÇÕES, HOSPITAIS...COLETIVIDADES...
- OK...NUNCA ME DISSES-TE QUE ELE ERA ATOR.
- BEM...ELE NÃO É BEM ATOR...ELE É PALHAÇO.
- PALHAÇO???? COMO OS DO CIRCO???
- SIM...COMO OS DO CIRCO, LOL...
- O MEU JACINTO SEMPRE ADOROU CRIANÇAS, diz a dona Ana, regressada da cozinha, E QUANDO O CONVIDAM, ELE VEST-SE DE PALHAÇO E VAI ALEGRAR UM POUCO A CRIANÇAS E OS VELHOTES NOS LARES... ELE SEMPRE GOSTOU DOS PALHAÇOS, E ASSIM ELE SENTE-SE BEM...
- O MANO SEMPRE ADOROU AS CRIANÇAS... SENTE-SE BEM NO MEIO DELAS.

Começaram a jantar, depois do pai de Maria, Joaquim, ter chegado á sala de jantar, e começaram a comer e a conversar...claro que a Teodora foi bombardeada com perguntas pelo pai de Maria e pela mãe dela.
Depois a Maria diz:

- OLHEM...PORQUE NÃO VAMOS TODOS VER A ATUAÇÃO DO MANO???
- AH EU NÃO VOU...ESTOU CANSADO, diz o pai de Maria.
- EU TAMBÉM NÃO...VÃO AS DUAS... diz a dona Ana.
- MARIA...EU ESTOU CANSADA...AMANHÃ TEMOS DE ESTAR NO HOISPITAL BEM CEDO, diz Teo...

Porém quem conhece a Maria sabe que não, não é bem uma negativa...20 min depois as duas amigas, vão no carro de Maria, a noite é de calor, as janelas vão as 4 abertas, mas a brisa ainda é quente...

- EU NÃO ACREDITO QUE TE DEI OUVIDOS... diz a Teo a Maria.
- ORA... TU FALAS, E FALAS, MAS QUERES É DIVERSÃO... E SÓ VAMOS VER O JACINTO, E REGRESSAMOS LOGO. ALEM DISSO OS MEUS PAIS DEVEM ESTAR AGOAR EM PELOTA, A MINHA MÃE DEBAIXO DELE A LEVAR COM O PAUZÃO DO MEU PAI...
- MARIA...LOL...TARADONA...
- TEO...AQUELES DOIS PARECEM SER MUITO CERTINHOS...MAS QUANDO SE APANHAM SOZINHOS, ESTÃO SEMPRE NO BEM BOM... TÈM APETITE, AHAHAHAHAH.
- ÉS MALUCA...

No monte, ali mesmo em cima da mesa ainda cheia com pratos e talheres, Ana está nua, deitada de barriga na mesa, as mamonas dela espalmada no tampo da mesa, os cabelos agarrados pela mão forte e calejada do marido, as pernas penduradas para o chão, os pés apoiados apenas nos dedos, e o seu marido Joaquim, a meter freneticamente o seu grosso e longo pau todo atolado no cu dela, fazendo ondas na pele branca e macia, a buceta dela escorrendo fluidos pelas pernas abaixo, que fazem já uma pequena poça no chão...depois ele vira-a, deita-a de costas na mesa, e mete vara no cu dela á mesma, as mamas dela agora balançam livremente, ela sorri e pede por mais...ele tira do cu dela e mete na bucetona rapada e inchada dela, num ritmo alucinante, a ela treme e berra alto com os orgasmos seguidos que tem, as mamas batem violentamente uma na outra, a cor branca delas agora está vermelha, os bicos enormes, ele escorre suor pelos pelos do seu peito, abocanha uma das mamas dela, e chupa-a. antes de irromper num brutal orgasmo dentro da buceta da esposa, que o abraça com os braços e as pernas, até ele deitar a sua cabeça em cima das mamas dela. arfando, tomando ar...

- ANA... ÉS A MINHA LOUCURA...MINHA ALENTEJANA SAFADA...
- RECUPERA DEPRESSA...AINDA NÃO ESTOU SATISFEITA...QUERO MAIS...
- TARADA...MAS JÁ ESTOU PRONTO...
- EU SEI...EU SINTO ELE BEM DURINHO...ME FODA MEU GARANHÃO...TE AMO TANTO...

E regressaram ao bem bom, como a Maria diz...

Entretanto, na coletividade de uma aldeia próxima, um homem mascarado de palhaço, faz uma plateia cheia de famílias, rir até não poder mais...ele canta, faz magia...faz rir quem trabalha um dia inteiro ou uma vida inteira...mas uma pessoa ri, mas não só...ela admira aquele enorme palhaço de quase 2 metros de altura.
Quando o show acaba, Jacinto vai trocar de roupa, e batem na porta do improvisado camarim, ele manda entrar, era a sua mana e a Teodora.

- MANO...FOSTE MAGNIFICO...AS PESSOAS RIAM A BOM RIR...
- OBRIGADO, MANA...EU VI TU CHEGARES MAIS A TEODORA. E A TEODORA, GOSTOU?
- SIM, MUITO, FARTEI-ME DE RIR...OBRIGADO.
- OBRIGADO???PORQUÊ???

Teodora sorri e diz:

. FAZER OS OUTROS RIR, NÃO É FÁCIL...
- SIM...TEM RAZÃO.
- JACINTO, POSSO SÓ PEDIR UMA COISA???
- DIGA, TEODORA.
- TRATA-ME APENAS POR TEO...BASTA...PODE SER???
- COMBINADO, TEO... BEM, AGORA TENHO DE IR, AMANHÃ ANTES DO SOL NASCER TENHO DE IR TRATAR DE UMAS COISAS NA HERDADE...
- NÓS TAMBÉM VAMOS, MANO, AMANHÃ TEMOS PLANTÃOLOGO CEDO.
- OK...EU ENTÃO SIGO O VOSSO CARRO. MAS ANTES...PODEMOS IR BEBER UMA CERVEJINHA...UMA MINIZINHA...
- LOL...OK MANO.

Foram ao bar da coletividade, e mesmo ao balcão beberam a cerveja gelada, e depois saíram, e foram até ao monte onde viviam.
Quando chegaram, a Maria diz:

- ESTÁ TANTO CALOR...VOU FICAR UM POUQUINHO AQUI NO ALPENDRE, APANHANDO O FRESQUINHO...
- EU TAMBÉM FICO, dia a Teo.
- SIM...ESTÁ A FICAR AGORA UM POUCO MAIS FRESCO...diz o Jacinto sentando-se num pequeno muro.

Ficaram em silêncio durante uns instantes...Jacinto aproveitou o silêncio, para observar melhor a Teodora...a cara linda dela, a pele sedosa, as mamas grandes, a cintura fina, as pernas lonas e bem femininas...

- AI ESTÁ TUDO CALADO...diz a Maria... e começaram a rir...Jacinto fica olhando o belo sorriso da Teodora, os dentes perfeitos de um imaculado branco.
- MANO... diz a Maria... E QUANDO VAIS ATUAR OUTRA VEZ?
- DAQUI A 3 DIAS, NO HOSPITAL ONDE TRABALHAS...QUER DIZER ONDE AS DUAS TRABALHAM.
- AI SIM?? NÃO SABIA...
- SÓ ME AVISARAM A CONFIRMAR HOJE DE TARDE...
- JACINTO...diz a Teo... PORQUE SER PALHAÇO???

Jacinto olha para ela, e diz:

- E PORQUE NÃO??? EU...BEM EU GOSTO MUITO DE DIVERTIR AS PESSOAS, ESPECIALMENTE AS CRIANÇAS. ESTÁ AQUI A MARIA, QUE NÃO ME VAI DEIXAR MENTIR, EU SOU DE FEITIO MUITO CALADO, FALO POUCO, GUARDO MUITO OS MEUS PROBLEMAS PARA MIM...DESABAFO MAIS COM A MINHA MANA. SER PALHAÇO...LIBERTA-ME, É COMO SE EU FOSSE OUTRA PESSOA.
- ENTENDO...
- ALEM DISSO, QUEM ESPERA VER UM AGRICULTOR, QUE É PALHAÇO AO MESMO TEMPO???
- EU NÃO ESPERAVA, diz a Teo sorrindo. E TENS MAIS ALGUM HOBBIE???
- BEM...diz a Maria, O MEU MANO TEM, ELE CANTA NO GRUPO CORAL AQUI DA VILA, E TAMBÉM É FORCADO.
- TANTAS ATIVIDADES...
- POIS E JÁ DEIXOU O FUTEBOL.
- GOSTO DE ME MANTER OCUPADO...SE FICO SEM FAZER NADA, DOU EM MALUCO, diz Jacinto sorrindo.
- ARRANJA UMA NAMORADA...LOL...ELA VAI-TE OCUPAR O TEMPO TODO, MANO, diz a Maria na brincadeira.
- POIS...POR TI ESTAVA JÁ CASADO E COM UM RANCHO DE FILHOS...MAS TU NÃO NAMORAS TAMBÉM...
- E QUEM VAI ME ATURAR??? OS HOMENS QUEREM LOGO MANDAR NAS MULHERES...E A MIM NEM O MEU QUERIDO PAI DIZ O QUE TENHO OU DEVO DE FAZER.
- BAH...ISSO É CONVERSA DE QUEM NÃO NAMORA... diz Jacinto rindo. E DESGRAÇADO DO RAPAZ QUE TU ESCOLHERES...ELE LEVA UMA BELA PRENDA...
- QUE GRACINHA...O MEU MENINO HOJE ESTÁ MUITO ENGRAÇADINHO...OLHA UMA BOA NAMORADA PARA TI ERA AQUI A TEO...

Quando a Maria acaba de falar, a Teo e o Jacinto olharam-se...3 segundos se tanto ficaram com os olhos fixos um no outro, mas o suficiente para a Teodora ficar com as faces bem ruborizadas...

- BEM...diz o Jacinto...AS DUAS SENHORAS SÃO UMA BOA COMPANHIA MAS AMANHÃ LOGO CEDO TENHO DE FAZER...BOA NOITE ÁS DUAS.

Jacinto ia-se embora, e a Maria diz:

- ENTÃO...ENTÃO...NÃO TE ESQUECES DE NADA??? E O MEU BEIJINHO DE BOA NOITE???
- PORRA, MARIA, ÁS VEZES ÉS CHATA... diz ela mas vai dar-lhe um beijo na cara de boa noite, e ela retribui. Quando ele ia embora, a Maria diz:
- QUE EU SAIBA ESTÃO AQUI DUAS MENINAS...A TEO NÃO TEM DIREITO A UM BEIJINHO DE BOA NOITE???

Teodora olha para a amiga, com um olhar fulminante, a Maria sorria, e o Jacinto diz:

- CHATA... e inclina-se para a Teo, que também se inclina e eles trocam um beijo na cara. trocaram mais um olhar e ele vai para o quarto dele.

Quando ficaram a sós, a Maria e a Teodora, a Maria diz:

- QUE BELO BEIJINHO DE BOA NOITE...
- MARIA... QUE ESTÁS TU A TRAMAR???
- EU???? NADA...ACHEI SÓ QUE QUERIAS TAMBÉM UM BEIJINHO DE BOAS NOITES...QUER DIZER, NA CARA NÃO ACREDITO, ACHO QUE QUERIAS ERA NA BOCA...MAS PARA JÁ É BOM ASSIM...
- QUE EU QUERIA...ESPERA LÁ...QUE EU QUERIA BEIJOS NA BOCA???
- SIM... DO JACINTO...EU BEM VEJO OS OLHARES...
- ESTÁS MALUCA...OLHA...VOU-ME DEITAR...ATÉ AMANHÃ.
- ESPERA...NÃO TENHO DIREITO A UM BEIJINHO DE BOAS NOITES???
- NÃO...ESTÁS A PORTAR-TE MAL... diz a Teodora meio a brincar, meio a sério.
- AH...SE FOSSE O JACINTO JÁ ME DAVAS UM BEIJINHO...

Teodora revira os olhos e vai para o quarto.
Teodora chega ao quarto, está ainda calor embora esteja mais fresco, despe as roupas, fica só em lingerie, vai retirar a pouca maquiagem, lava a cara e deita-se na cama olhando o teto...está calor, ela ainda não pode estar habituada ao calor seco, e resolve ficar nua.
Assim vencida pelo cansaço, adormece, esquecendo-se de colocar o despertador para despertar.
Acorda, sobressaltada, com a Maria batendo na porta do quarto:

- TTEEEEOOOO...TTTTTTEEEEEOOOOOOO...ACCORRDAAAA...ESTÁ NA HORAAA...

Teodora levanta a cabeça da almofada, olha em volta, e não reconhece imediatamente o quarto...as coisas pareciam-lhe estar todas fora do sítio...té que se lembra que está num quarto diferente...está na casa da Maria...e tem que ir trabalhar.
Olha as horas e levanta-se de repente. Porém ela não responde a Maria, que continua a bater na porta.
Teo estava levantar-se da cama, nua, quando a Maria abre a porta do quarto, acende a luz do teto apanhando a Teodora nua, a procura de lingerie nas gavetas da cômoda, mas não se lembrava qual era a gaveta...
Maria para quando vê a amiga nua.

- ESTÁS NUA...
- MARIA...SAI...SAI...

A porta do quarto não foi fechada...e parado no corredor está o Jacinto, olhando a Teodora nua...ele está parado, sem conseguir mexer os pés...ele apenas a observa estupefato com a beleza da Teodora sem roupas...a Teodora quando o vê, durante uns dois segundos fica parada, e depois dá um grito á Maria:

- FECHA A PORTA...MARRIIIAAAAA...

Maria olha para trás e vê o irmão, e corre para a porta e sai para o corredor e fecha a porta com um grande estrondo atrás dela.
Ela diz:

- JACINTO...QUE FAZES AQUI??? PENSEI QUE JÁ TINHAS SAÍDO...
- EU...EU...ESQUECI...BOINA...QUARTO...falava ele sem nexo.
- QUE DIZES???
- EU...HAMMM...ESQUECI-ME DA BOINA NO QUARTO...NÃO ESPERAVA VER A PORTA ABERTA...NÃO FIZ POR MAL...EU...
- SAI DAQUI...VAI EMBORA DEPOIS CONVERSAM OS DOIS...
- MAS EU...
- JACINTO...VAI...

O bom do Jacinto lá se vai embora, e a Maria torna a entrar no quarto de Teodora, esta já estava acabando de abotoar a s calças, e diz:

- PORQUE ABRIS-TE A PORTA, MARIA??? EU IA JÁ...
- NÃO ME RESPONDIAS PENSAVA QUE ESTAVAS DORMINDO...
- COM OS TEUS GRITOS E MURROS NA PORTA???
- EU SEI...DESCULPA, MAS JÁ ESTAMOS ATRASADAS...EU TAMBÉM ME DEIXEI FICAR NA CAMA TEMPO DEMAIS...
- AI MEU DEUS...CHEGAR ATRASADA LOGO NO PRIMEIRO DIA...QUE IRÃO PENSAR DE MIM...E TEU IRMÃO VIU-ME NUA...
- SIM VIU...MAS NÃO PENSES NISSO AGORA...VÁ VAMOS.

Pouco depois o carro de Maria voava pela estrada fora, chegaram ao hospital mesmo a tempo de começarem a trabalhar. Antes Teodora foi recebida pelo diretor do hospital, tiveram uma reunião onde falaram sobre o trabalho, novamente, pois já tinham tido conversas sobre isso.
Depois foi o apresentar dela aos colegas, e começar a trabalhar, pois embora seja um hospital de província, o trabalho nunca falta.
Passam alguns dias, e a Teodora, começa a ganhar a simpatia dos colegas, e dos pacientes. Sempre atenta, estudiosa, simpática, empática e ser bastante bonita também ajuda um pouquinho, além do sotaque italiano cada vez mais casado com o sotaque alentejano.
Quanto ao Jacinto...praticamente só se encontram durante algumas refeições, o trabalho no hospital é muito e cansativo, mas cada vez mais se vão relacionando melhor, e sempre que é possível lá é dado o beijo na cara de boas noites.
Porém, ao fim de umas semanas, há um fim de semana que tanto Maria, como Teodora ficam livres, e estavam as duas á noite, já frescas de final de Outubro, a fazerem planos para esse fim de semana, quando o Jacinto chega ao alpendre, e diz:

- BOA NOITE, MENINAS...
- OLÁ MANO...ESTÁS BEM???
- ESTOU...APENAS CANSADO, SÓ ISSO.
- TENS DE PARAR UM POUCO E DESCANSAR...
- NÃO ESTOU DOENTE NEM MORTO...
- MAS TEM QUE DESCANSAR, JACINTO...diz a Teo, A VIDA NÃO PODE SER SÓ TRABALHO.
- OLHA QUEM FALA. diz Jacinto sorrindo... MAL VEJO AS DUAS, SEMPRE ENFIADAS A TRABALHAR NO HOSPITAL...
- LOL...TEM RAZÃO, MAS POR EXEMPLO, NESTE FIM DE SEMANA TEMOS ELE LIVRE...
- MUITO BEM...
- E ESTÁVAMOS AQUI A FAZER PLANOS, PARA SAIRMOS NESTES DOIS DIAS, diz a Maria. SE TU ARRANJA-SES TEMPO, SAIAMOS OS TRÊS...HÁ TANTO TEMPO QUE NÃO PASSO UM FIM DE SEMANA CONTIGO, MANO.
- POIS MAS EU TENHO TRABALHO, NA NOITE DE SÁBADO, E NO DOMINGO VOU PEGAR A SANTARÉM...
- POIS ESTÁS SEMPRE OCUPADO...

Jacinto encolhe os ombros, e de repente tem uma ideia:

- AS DUAS JÁ TÊM PLANOS, PARA O FIM DE SEMANA?
- BEM...AINDA NÃO...
- ENTÃO POSSO SUGERIR UMA COISA PARA FAZER-MOS OS TRÊS NO SÁBADO?
- DIZ MANO...
- BEM...PODIAMOS IR ALMOÇAR FORA, DEPOIS IAMOS PASSEAR UM POUCO, A TEODORA CONHECIA UM POUCO MAIS AQUI DA REGIÃO, E Á NOITE...AJUDAVAM-ME.
- E PRECISASMDE AJUDA, ONDE, MANO???
- NO MEU NÚMERO...PODIAM VESTIR-SE DE PALHAÇO E AJUDAR-ME...
- EU??? VESTIDA DE PALHAÇO??? diz a Teodora.
- SIM... diz a Maria sorrindo...PORQUE NÃO? EU JÁ HÁ UNS TEMPOS QUE NÃO ATUO CONTIGO MANO...
- AH MAS EU NUNCA ATUEI...NÃO SOU CAPAZ...diz a Teodora peremptoriamente.
- ÉS SIM, TEO...ISTO NÃO É NENHUM BICHO DE SETE CABEÇAS...BASTAVA USARES UM FATO DE PALHAÇO, E NEM FALAR PRECISAS...BASTA AJUDARES-ME, DANDO-ME ALGUNS ADEREÇOS...
- NÃO...EU NÃO TENHO JEITO...IA CORRER TUDO MAL...
- E DEPOIS? SE AS CRIANÇAS RIREM...É UM ESPETACULO PARA CRIANÇAS DOENTES...PENSA NAS CRIANCINHAS...
- ISSO É CHANTAGEM, JACINTO... diz a Teo. A Maria sorria...ela sabia que a amiga ia aceitar...
- SIM É...PENSA NOS ROSTINHOS DELAS DOENTINHAS...E DEPOIS SORRINDO...
- ÉS TERRÍVEL...PRONTO EU ACEITO...
- OBRIGADO...diz o Jacinto, e abraça a Teodora e a Maria, sem elas esperarem.

Passados uns dias, chegara a hora do espetáculo, e a Teodora ria alto vendo-se vestida de palhaço, uns sapatos enormes, cara toda pintada, uma cabeleira, ela tira uma foto para depois enviar ela aos pais.
O espetáculo decorre muito bem, aos poucos os nervos de Teo foram passando, em especial quando o Jacinto lhe oferece um ramo de flores, durante a atuação e quando ela o agarra, e leva as flores á cara, sai um enorme jorro de água que molha a cara dela toda...as crianças riem a bom rir, o Jacinto temia a reação de Teodora, ele não avisara ela que o ramo era armadilhado, mas ela desata a rir bem alto, pouco se importou com a água, mas se vingou, havia uma tarte que foi parar bem na cara de Jacinto, que também se ria.
As crianças adoraram o show, não queriam que eles acabassem.
Já nos improvisados bastidores, e já vestidos com roupas normais, eles conversavam sobre as reações das crianças, e Jacinto diz ás duas:

- MENINAS...NEM SEI COMO AGARDECER ÁS DUAS...MANA FOI TÃO BOM VOLTAR A FAZER RIR AS CRIANÇAS CONTIGO AO MEU LADO...E TEO...BEM...EU TIVE MEDO QUANDO LEVASTE COM AQUELA ÁGUA TODA NA CARA, MAS TU REAGIS-TE MUITO BEM...SABES EU ADORARIA VOLTAR A REPETIR O SHOW CONTIGO TAMBÉM...ÉS UMA PALHAÇA, LOL...OBRIGADO PELO TEU ESFORÇO E CORAGEM.
- ORA ...EU ESTAVA CAGADA COM MEDO, MAS DIVERTI-ME BASTANTE...SEMPRE QUE PUDER, EU GOSTARIA DE PARTICIPAR.
- COMBINADO...PALHAÇA.
- COMBINADO...PALHAÇO.
- ATÉ PARECE QUE EU NÃO FIZ NADA...diz a Maria fazendo beicinho. ESTOU COM CÍUMES...

O irmão abraça ela, e diz:

- ÉS UMA GRANDE PALHAÇA, MANINHA...
- AH BOM...PENSAVA QUE SÓ A TEO É QUE TINHA ATUADO CONTIGO...diz ela sorrindo.
- ORA...NÃO SEJAS PARVA... diz a Teo.
- MAS OLHEM...LÁ QUE VOCES DOIS FAZEM UM CASAL MUITO BONITO, FAZEM... diz a Maria com malícia na voz.

Nesse instante o Jacinto e a Teodora se olharam nos olhos, 2 breves segundos, e sorriram um para o outro, sem pensarem...e Jacinto diz, mudando de assunto:

- BEM...AS DUAS AINDA SE CALHAR SE QUEREM DIVERTIR, EU VOU PARA O MONTE, AMANHÃ VIAJO CEDO PARA SANTARÉM.
- SIM AINDA VAMOS SAIR UM POUCO, MANO...É RARO TERMOS UMA NOITE DE SÁBADO PARA SAIR...
- CLARO, FAZEM BEM.

As duas foram a um bar, ele foi para casa. Lá no bar, duas jovens bonitas e descomprometidas, claro que chamavam a atenção dos jovens, que iam metendo conversa ora com uma, ora com outra, até que teodora diz a Maria:

- MARIA...ESTOU JÁ UM BOCADINHO ALEGRE DEMAIS...JÁ BEBI DEMAIS...PODEMOS IR PARA CASA?
- AH TEO...SÓ MAIS UM POUQUINHO...
- MARIA...POR FAVOR...TAMBÉM JÁ ESTOU FARTA DE TANTA CANTADA...
- LOL...SE FOSSE O JACINTO GOSTAVAS...
- MARIA...DAQUI A POUCO ME CHATEIO CONTIGO...ATÉ PARECE QUE EU E O TEU IRMÃO...
- TEO...DESCULPA A SINCERIDADE, MAS QUALQUER PESSOA VÊ QUE TU E ELE...EXISTE AI ALGUMA COISA.
- ESTÁS PARVA...NÃO TEM NADA....
- TEODORA ISABELLA...OLHA NA MINHA CARA E DIZ QUE O JACINTO TE É INDEFERENTE, E EU TE CHAMO MENTIROSA.
- MARIA QUANDO COMEÇAS COM ESSAS CONVERSAS...IRRITAS-ME.
-DIZ NA MINHA CARA.
- O QUÊ???
- QUE O MEU MANO TE É INDIFERENTE, QUE NÃO FICAS CORADA QUANDO SEUS OLHARES SE CRUZAM...QUE ELE NÃO TE DÁ TESÃO...DIZ...
- BEM...SE TU NÃO VENS PRA O MONTE, EU VOU SOZINHA... diz a Teodora já aborrecida.

Maria inspira fundo e diz:

- OK...DESCULPA...EU ABUSEI...FICA SÓ MAIS UM POUCO.
- OK...TAMBÉM NÃO CONSIGO FICAR CHATEADA CONTIGO SUA CHATA...
- EU SEI... SOU...IRRESISTÍVEL.
- PARVA...diz a Teodora já rindo.

O problema é que acabaram bebendo amis do que a conta... e a Maria não estava em condições de conduzir, tiveram de alugar um táxi para irem para o monte, e quando chegaram, foram para os quartos descansar.
Teodora despe-se toda e cai nua na cama, roncando alto...
De manhã, é que foi pior...a ressaca... dor de cabeça, tudo parecendo girar...ela vai ao WC vomitar, o seu estômago estava revoltado...ela dá um duche gelado e volta a deitar-se, e acorda só quase na hora do almoço.
Ela e a Maria passaram o Domingo ressacadas, porém quase ao entardecer, a mãe de Maria, dona Ana recebe um telefonema, era um dos forcados do grupo de Jacinto, avisando que ele fora colhido com certa gravidade e partira a t´bia e o perónio da perna direita, estava no hospital em Santarém e ficava lá pelo menos 3 dias.
Dona Ana chorando alto vai avisar o marido, que vai imediatamente buscar o carro e depois de avisar a Maria e a Teodora sobre que se passava, foi mais a esposa até Santarém, ao hospital.
A Maria e a Teodora ficaram bastante preocupadas, pois sendo médicas elas sabem dos riscos que ocorrem quando se tem fraturas expostas dos ossos das pernas.
Quinta- feira quando transferiram o Jacinto de Santarém para o hospital onde elas trabalham, Maria e Teodora esperaram a chegada da ambulância, tinha havido complicações, tiveram de operar novamente a perna do Jacinto.
Já no hospital, dona Ana não largava a cama do filho, quando podia lá estar, e quando ela não estava, Maria ou Teodora estavam quase sempre junto do Jacinto, assim o trabalho o permitisse.
Teodora e Jacinto foram conversando mais um com o outro, mesmo sem darem conta foram se dando a conhecer, e numa madrugada que Teodora trabalhava, quando ela foi ao quarto onde Jacinto estava, ele a recebeu com um enorme sorriso, e tinha uma rosa vermelha na mãos.

- QUE ROSA TÃO BONITA, JACINTO, diz a Teodora.
- TOMA...É PARA TI, diz Jacinto esticando o braço na direção de Teodora.
- PA...PARA MIM???
- SIM...A MARIA DISSE-ME QUE AS TUAS FLORES FAVORITAS SÃO AS ROSAS...E EU PEDI A ELA QUE ME ARRANJA-SE UMA PARA EU TE OFERECER.
- A MIM??'PORQUÊ???
- PORQUE... GOSTO DE TI, TEODORA...
- GO...GOSTAS???
- SIM, GOSTO. E...BEM...NÃO DÁ MAIS PARA EU ESCONDER QUE EU...TENHO SENTIMENTOS POR TI, TEODORA. E NÃO QUERO SER APENAS TEU AMIGO...DESEJO MAIS DO QUE ISSO SÓ...QUERO MAIS QUE ISSO SÓ...EU GOSTAVA DE...NAMORAR CONTIGO. POR FAVOR...PODES DAR-ME A MÃO?

Teodora estende a mão, trémula e o Jacinto envolve a mão dela com a sua mão grande, calejada pelo trabalho no campo, mas que segurava a mão dela com tanta delicadeza, e diz:

- EU SEI QUE ESTOU SENDO TALVEZ...PRECEPITADO...MAS EU...BEM...EU SOU UM HOMEM RUDE, TEODORA...EU...NÃO SOU MUITO SOCIÁVEL, TENHO DIFICULDADES EM EXPRESSAR MEUS SENTIMENTOS...POR TER MEDO DE ME EXPOR.
TEODORA VOCE VEM DE UM MUNDO DIFERENTE DO MEU...DA CIDADE, DE UM OUTRO PAÍS...OUTRA CULTURA, MAS QUANDO EU OLHO PARA VOCÊ EU VEJO UMA MULHER SIMPLES, BONITA, ALEGRE, TRABALHADORA...TODAS AS PESSOAS TE ADORAM, ENTÃO AQUI NO HOSPITAL.. E EU AOS POUCOS CONVIVENDO CONTIGO, FUI-ME APERCEBENDO COMO DEVERIA SER BOM ESTAR CONTIGO, RIR CONTIGO, FALAR CONTIGO...ESTAR PERTO DESSE TEU SORRISO, ME PERDER NOS TEUS OLHOS...TOCANDO NA TUA PELE. EU TE DESEJO, COMO MULHER. SEI QUE SOMOS BASTANTE DIFERENTES, MAS EU...
- TU???
- EU...GOSTAVA DE SER TEU NAMORADO, TEO... NÃO SEI QUE SENTIMENTOS TU TENS SOBRE MIM, MAS EU GOSTAVA TANTO QUE ACEITASSES SER MINHA NAMORADA...
- EU...GOSTO DE VOCÊ JACINTO...NÃO ESPERAVA ESTA DECLARAÇÃO AGORA, CONFESSO...MAS DESEJAVA QUE TU A DISSE-SES UM DIA...MAS DESCULPA, TU NÃO ÉS UM HOMEM RUDE...PELO CONTRÁRIO...EU TE ACHO UM QUERIDO...SENSÍVEL...QUE TEM ESSE AR DE DURÃO MAS QUE NÃO É...UM HOMEM RUDE NÃO FAZ AS CRIANÇAS RIREM...UM HOMEM RUDE NÃO FAZ UMA MÉDICA SER PALHAÇA, LOL...E UM HOME RUDE NÃO FARIA ESSA PALHAÇA GOSTAR DELE...E EU GOSTO. E SIM EU ACEITO NAMORAR CONTIGO.
-AC...ACEITAS???
- SIM...
- ENTÃO...PODES APROXIMAR ESSES TEUS LÁBIOS DA MINHA BOCA E ME BEIJARES??? É QUE EU...NÃO POSSO EU...

Ela se abaixa um pouco e ele segura ela docemente na cara dela e se beijam na boca...
O beijo é longo, dado com uma paixão cada vez maior, e quando estavam já ambos quase sem ar, pararam o beijo e com as testas coladas uma na outra sorriem, e Teodora diz:

- MAS OLHA...TEMOS QUE MANTER SEGREDO...POR UNS TEMPOS...
- SIM...MAS DUVIDO MUITO QUE A MINHA MANA NÃO DESCUBRA...
- LOL...SIM ELA É DANADA, LOL...MAS EU ADORO-A.
- É VERDADE...É DESMIOLADA, MAS NÃO É MÁ RAPARIGA...MAS AGORA EU QUERIA MAIS UM BEIJINHO...DE BOAS NOITES...
- ÉS ASSIM TÃO PEDINCHÃO???
- NÃO...QUE IDEIA...TEUS OLHOS É QUE ESTÃO PEDINDO UM BEIJO NOS TEUS LÁBIOS...
- XXXIIII...QUE LAMECHAS...

E eles se beijaram na boca, depois a doutora Teodora foi verificar como estavam os outros pacientes.
Jacinto esteve mais 3 dias no hospital, depois foi para o monte, mas de muletas...e teimoso e orgulhoso como é, queria ir trabalhar, quase que o têm de amarrar na cama para ele sossegar.
Ele estava já havia uma semana no monte, quando a Maria, espreitando pela porta, viu a Teodora andando de pés descalços, e vestida apenas com o pijama, olhando para a frente e para trás, andando pelas sombras do corredor, entrava depois no quarto de Jacinto...Maria sorri e diz:

- ATÉ QUE ENFIM ESSES DOIS SE ENTENDERAM...

Mas a Maria não é apenas curiosa...é uma voyeur, embora se lhe fossem perguntar ela o negaria até á morte. Deixou passar uns minutos, e devagar foi até ao quarto do irmão, por sorte a chave não estava na fechadura, havia uma luz fraca no quarto...Teodora estava nua, de costas para a porta, encaixada na vara grande e grossa de Jacinto que a segurava na cintura, ele estava sentado na cama, beijando a Teo na boca, ou mamando nas mamas enormes dela, chupando os bicos das mamas dela, enquanto ela cavalga o pau dele, segurando-se na cabeceira de ferro da cama dele...ela gemia baixinho, suspirava... ouvia-se o chuaaaccc dos beijos dele nas mamas dela, o chupar dos bicos...agora ele deita-se na cama, ela cavalgando-o na mesma, ele ordenhando as mamas dela...
Teodora move apenas as ancas, o pau dele atolado dentro dela, estão de mãos dadas, ela olha-o nos olhos, os longos cabelos dela pendem para a frente, escondendo-lhe a cara, mas a Maria ouvia risinhos...
Maria sente a sua buceta ficar húmida, os bicos das mamas duros...ela dá uma última espreitadela, Teodora está debruçada para cima do Jacinto, beijam-se na boca enquanto ele move as ancas fodendo a buceta de Teodora de baixo para cima...
A Maria vai para o quarto, e despe-se...deita-se na cama, está muito calor, ela esfregando a sua buceta peluda com bastante força, se torcendo que nem uma enguia na cama, gemendo por vezes alto, sem conseguir-se controlar, até que explode num orgasmo brutal, sei gozo sai de esguicho da buceta dela, ela tem pequenas convulsões, sorrindo de prazer...e depois adormece.
Entretanto no quarto de Jacinto, a Teodora dorme nua ao lado do namorado, que não dorme, admirando-a a dormir tão descansada...ele sorri mexendo devagar nos longos cabelos dela.
No dia seguinte, a Teodora e a Maria estão sentadas na esplanada do café do hospital, almoçando, e a Maria, começa a falar:

- TEODORA...HOJE DORMISTE BEM???

Teodora fica surpreendida com a pergunta da amiga, mas disfarça e diz:

- SIM...DORMI....TU NÃO DORMISTE BEM???
- ATÉ CERTA ALTURA SIM, MAS DEPOIS ACORDEI..ESTAVA MUITO CALOR, FUI BEBER ÁGUA FRESCA Á COZINHA...E QUANDO PASSEI PELO QUARTO DO JACINTO, PELA PORTA VI A LUZ DO CANDEEIRO DA MESA DE CABECEIRA ACESA, PENSO QUE DEVERIA SER, ERA FRACA PARA SER DO TETO, O JACINTO SE CALHAR TAMBÉM NÃO DORMIU BEM...
- AH...SIM...QUER DIZER...NÃO SEI...COMO PODERIA SABER NÃO É??? EU ESTAVA NO MEU QUARTO... diz a Teodora cada vez mais atrapalhada...ela não sabe mentir.
- SIM CLARO...MAS SABES, É QUE VINHAM UM RUIDOS, ASSIM MUITO BAIXINHO, DO QUARTO DELE...PARECIAM GEMIDOS...SUSPIROS...ACHAS QUE ELE ESTAVA....TU SABES...A MASTURBAR-SE???
- ORA MARIA, FRANCAMENTE...SEI LÁ EU...MAS ELE É HOMEM...SE CALHAR...
- SIM...ELE TEM UM PAU ENORME E GROSSO CO MO JÁ TE DISSE... DEVE PRECISAR DE ALIVIO...SEM NAMORADA...ALIVIA-SE SOZINHO...
- E QUE TENHO QUE VER COM ISSO??? A Teodora estava cada vez mais corada...
- NADA...DESCULPA, TEODORA...É QUE A MANHÃ D HOJE FOI ABORRECIDA, E SEM DORMIR NADA DE NOITE, SÓ PENSO EM ASNEIRAS...JÁ SABES COMO EU SOU, LOL.
- SE SEI...ÉS LOUCA, diz a Teodora mais sossegada.
- MAS SABES EU TAMBÉM TE CONHEÇO, TEODORA...E ÉS TÃO BOA PESSOA QUE NÃO SABES MENTIR...É FÁCIL SABER QUANDO MENTES, OU FICAS ATRAPALHADA QUANDO QUERES MANTER UM SEGREDO...FICAS COM A CARA BEM CORADA, O TEU SORRISO É FORÇADO...TUAS MÃOS NÃO PARAM QUIETAS...E A ESTA ALTURA JÁ SABES QUE EU SEI QUE ONTEM ESTIVESTE NO QUARTO DO JACINTO...A DIVERTIR-TE...NUA...

Teodora está com a cara mais vermelha que um tomate...nem olhar para a Maria ela consegue, e diz:

- PRONTO...EU JÁ SABIA QUE NÃO DEMORAVAS A DESCOBRIR QUE EU E O JACINTO SOMOS NAMORADOS... É VERDADE.
- EU SABIA, EU BEM QUE DESCONFIAVA...
- POIS MAS VAIS TER DE MANTER SEGREDO... PROMETES?
- SIM...MAS OLHA, FICO MUITO FELIZ MESMO PELOS DOIS...TIRANDO OS MEUS PAIS, VOCES DOIS SÃO AS PESSOAS QUE EU MAIS AMO NO MUNDO, E QUERO QUE SEJAM MUITO FELIZES...CUNHADINHA...
- EH...CALMA...AINDA SÓ NAMORAMOS...
- E PASSAM NOITES NO BEM BOM...AHAHAH.
- SIM...É VERDADE, diz a Teodora sorrindo.

Durante dois meses Jacinto andou de muletas, e o namoro dele com a Teodora mantido em segredo, até que durante um jantar, o Jacinto, que estava sentado ao lado de Teodora, diz:

- MÃE, PAI, MANA...EU QUERIA DIZER UMA COISA A VOCÊS.

Teodora sabia que era, pois eles tinham combinado contar tudo, estavam fartos de encontros ás escondidas, e o seu amor cada vez era maior e mais consolidado, cada vez eles se conheciam melhor e mais gostavam de se estar conhecendo. Não fazia sentido esconderem mais os sentimentos deles.

- DIZ, FILHO, falou o pai de Jacinto. QUE SE PASSA?

Jacinto olha para a Teodora, ela está corada, mas ele estende a sua mão para ela, e ela estende a mão dela e coloca-a em cima da enorme mão dele, e ele suavemente fecha a mão e diz:

- EU E A TEODORA NAMORAMOS...EU GOSTO DELA E ELA DE MIM...

Joaquim, o pai de Jacinto, diz despreocupadamente:

- FICO FELIZ PELOS DOIS...MAS ISSO QUER DIZER QUE JÁ NÃO VOU VER A TEODORA, DE MADRUGADA, IR DE MANSINHO TER AO TEU QUARTO, MEU FILHO???

Teodora ficou vermelha que nem um tomate...cabeça baixa...e o Joaquim irrompe numa sonora gargalhada:

- AHAHAHAH... TEODORA, ESCUSA DE FICAR ASSIM TÃO ENVERGONHADA...
- EU...EU... balbucia ela baixinho, e o seu agora namorado, Jacinto, vai em socorro dela:
- PAI...ÉS SEMPRE A MESMA COISA...TENS DE ENVERGONHAR A TEODORA...
- FILHO...EU NÃO DISSE NADA DE DEMAIS...SÓ DISSE QUE ELA NÃO PRECISA MAIS DE ANDAR DESCALÇA...O CHÃO ESTÁ FRIO, PODE-SE CONSTIPAR...
- CALA-TE HOMEM... diz a dona Ana, e remata.. DEIXA A TEODORA EM PAZ...QUE COISA...

Maria ria alto, ela sempre gostou do humor sarcástico do pai. Mas também defende a amiga:

- PAI...POR FAVOR... NÃO ENVERGONHE A TEODORA...COITADA, ELA PARECE A CAMISOLA DO BENFICA, AHAHAHAHAH.
- JÁ CHEGA, diz a dona Ana com voz firme, tentando impor algum respeito, mas ela também sorria.

Teodora acabou por se rir também.
A partir daquela noite, passou a dormir sempre no quarto de Jacinto, faz amor com ele todas as noites, quando não está no trabalho, conversam depois pela madrugada dentro, fazendo planos para o seu futuro, e numa dessas conversas, Jacinto faz-lhe uma pergunta, de que tinha medo da resposta:

- TEODORA...TENCIONAS REGRESSAR A ITÁLIA, PARA TRABALHAR...
- PORQUE PERGUNTAS ISSO, JACINTO, responde Teodora que estava nua, enroscada Jacinto, debaixo dos cobertores, pois estava uma noite fria de Dezembro.
- PORQUE...CONHEÇO-TE...E SEI QUE ÉS AMBICIOSA...
- SIM SOU... E SE EU QUISER IR PARA ITÁLIA OU OUTRO QUALQUER SITIO TRABALHAR..QUE PENSAS TU DISSO?
- EU...EU... CLARO QUE TE APOIO...
- EU SEI, MEU AMOR...MAS AGORA EU PERGUNTO...IAS COMIGO?
- BEM...EU...Teodora sentia as mãos de Jacinto que a abraçava, começarem a tremer...EU...COMO SABES JÁ FIQUEI AQUI E PERDI UMA PESSOA QUE EU AMAVA...
- SIM A NEUSA.
- SIM... MAS EU NÃO TE VOU PERDER A TI...SE TU FORES EU VOU JUNTO...SABES QUE EU AMO ESTA HERDADE, FAÇO PARTE DELA, ELA FAZ PARTE DA MINHA ALMA, DO MEU SER...MAS TU ÉS MAIS DO QUE ISSO...ÉS TUDO, TEODORA.

Teodora sorri, o Jacinto quando quer é bastante romântico e ela diz:

- SABES QUE EU TE AMO, SEU ALENTEJANO CASMURRO...ACHAS QUE EU TE CONHECENDO, E SABENDO DO TEU AMOR POR ESTA HERDADE, ALGUMA VEZ EU TE PEDIRIA PARA A DEIXARES?
- EU...QUER DIZER...SE FOR PRECISO DEIXO-A...
- POIS E PASSARES OS DIAS AMUADO, ASSIM COM ESTA CARA...

Teodora ergue os braços, fica com a cara a escassos centímetros da cara de Jacinto, as mamas dela enormes tocam com os bicos no peito peludo dele, e ela faz uma cara feia de alguém amuado, e Jacinto tem que rir com a cara que ela faz, e diz:

- PARA COM ESSA CARA, TEODORA...MESMO ASSIM ESTÁS BONITA...COM ESSA CARA HORRÍVEL, AHAHAH.

Ela também ri, mas diz:

- SABES QUE DE VEZ EM QUANDO TEMOS DE IR A ROMA, VER OS MEUS PAIS, E A MINHA FAMÍLIA...
- EU SEI...E CLARO QUE EU VOU GOSTAR DE IR...MAS REGRESSAMOS...
- SIM...REGRESSAMOS, FICA DESCANSADO...

Jacinto olha-a nos olhos e diz:

- SABES QUE ÉS A NAMORADA MAIS FANTÁSTICA DO MUNDO???
- AI SOU...E COMO SABES...NAMORASTE AS OUTRAS MULHERES TODAS???
- ALGUMAS...
- AI SIM??? E DIZES-ME ISSO ASSIM, NA MINHA CARA...SEU SACANA...
- DIGO...
- SAFADO...JACINTO...PARA...PARA...ESTÁS A FAZER-ME CÓCEGAS NOS PÉS...PARA...SABES QUE EU...

Jacinto cala-a com um longo beijo na boca, e depois abraça-a, bem apertadinha nos braços musculados dele, e diz:

- EU AGRADEÇO A DEUS TODOS OS DIAS CADA MOMENTO QUE PASSO CONTIGO, TEO... E AMALDIÇOU-O CADA SEGUNDO QUE NÃO ESTÁS NOS MEUS BRAÇOS...SENTINDO O TEU CHEIRO, A TUA PELE DE SEDA JUNTO DA MINHA...OUVIR A TUA VOZ...BEIJAR TUA BOCA...O TEU CORPO INTEIRO...FAZER AMOR CONTIGO E DEPOIS PASSAR HORAS CONVERSANDO, PLANEANDO O AMANHÃ...
- QUERO PASSAR OS MEUS DIAS AO TEU LADO, MEU ALENTEJANO...QUERES CASAR COMIGO???

Jacinto, para de acariciar os longos cabelos dela, e diz:

- TEO...QUE DISSES-TE???
- SE QUERES CASAR COMIGO...SIM OU NÃO? diz ela olhando-o no olhos.
- DEVERIA SER EU A FAZER ESSA PERGUNTA...
- POIS MAS FUI EU QUEM A FEZ...NÃO VEJO O AMANHÃ SEM ESTAR ASSIM, CONTIGO...E QUERO-ME CASAR CONTIGO... E TU AINDA NÃO ME RESPON....

Ele agarra ela, e dá um beijo na boca dela, daqueles que tiram todo o ar dos pulmões, e diz:

- SIM, QUERO-ME CASAR CONTIGO.

Teodora sorri e, abraça o Jacinto.
No Verão do ano seguinte, numa igreja em Roma, Teodora e Jacinto estavam se casando, e a Maria conhece aquele que é o seu atual namorado, Giuanlucca, um primo de Teodora, um promissor chefe de cozinha, que também acaba por se mudar para Portugal.
Em Setembro são as festas da vila perto do monte onde moram Jacinto e Teodora, e durante as festas, Teodora que estava dançando num baile com o Jacinto, que nessa tarde se despediu das arenas, deixou de pegar touros, brindando a última pega, que foi monumental, histórica, á sua mãe, á sua irmã e á sua esposa Teodora.
Teodora tem uma novidade para Jacinto, e estavam dançando bem juntos uma música calma, e Jacinto diz:

- TEO...DEPOIS VAMOS BEBER UMA CERVEJINHA FRESCA???
- PARA MIM SÓ ÁGUA, JACINTO.
- SÓ ÁGUA??? NÃO TE APETECE UMA CERVEJA?
- SIM, APETECE...MAS NÃO POSSO BEBER.
- TEO...EU NOTEI QUE DESDE SEXTA FEIRA QUE TU NÃO BEBES NADA SEM SER ÁGUA...PASSA-SE ALGUMA COISA???
- BEM...RESPONDE-ME...COM QUANTAS PESSOAS ESTÁS A DANÇAR?
- TEO...SÓ CONTIGO CLARO...ASSIM EU PERCEBO PORQUE NÃO QUERES BEBER A CERVEJA...TU ESTÁS BEM???
- OTIMA...NUNCA ESTIVE MELHOR ATÉ HOJE...MAS DIGO-TE QUE NÃO ESTÁS A DANÇAR SÓ COMIGO...

Jacinto agora olhava para ela, coo se ela estivesse louca e diz:

- ENTÃO ESTOU A DANÇAR COM MAIS QUEM???ALÉM DE TI...
- COM O NOSSO FILHO OU FILHA...ESTOU GRÁVIDA.

Jacinto para de dançar...olha para Teodora que sorri, e diz:

- QUE...QUERES DIZER QUE...
- SIM...VAIS SER PAI...

Jacinto agarra a Teodora pela cintura e rodopia com ela sem ela tocar os pés no chão, e dizia:

- PAI...VOU SER PAI...

Claro que o baile a partir dali eram só felicitações a Jacinto e a Teodora, a mãe de Jacinto chorando, o pai dele também emocionado.
No dia seguinte Teodora falou com os pais e disse estar grávida, e eles também fizeram uma festa, e em Março do ano seguinte, pois a Teodora teve uma menina ao fim de só 7 meses, pois a pequena Rosa teve pressa em conhecer o mundo.
No quarto de Teodora e Jacinto agora havia um berço, que ele mesmo fez. A pequena Rosa apesar de ter nascido prematura é um bebé bastante saudável, e durante a noite não deixa ninguém dormir, pois faz sempre uma birra...Jacinto e Teodora já andam com os sonos trocados, LOL e um dia Jacinto lembra-se de cantar para a filha, enquanto a embala nos braços, numa dessas birrinhas noturnas e ele começa a cantar baixinho:

NO SILÊNCIO DO LUAR
SOPRA O VENTO DEVAGAR
TRÁS O CHEIRO DAS ROSEIRAS
E O TEU NOME A SUSSURAR...

E a pequenina Rosa acalma-se á medida que o pai a embala nos braços dele...a Teodora estava vendo tudo, calada, ouvindo o Jacinto cantando baixinho para a filha:

ÉS A ROSA MAIS BONITA
QUE BROTOU NO SUL DO TEJO

ÉS A ROSA MAIS BONITA
QUE BROTOU NO ALENTEJO...

E a pequena Rosa está dormindo nos braços do pai...a sua mãe está com a cabeça apoiada no ombro de Jacinto, abraçando-o pela cintura, e diz:

- AGORA SEMPRE QUE A ROSA CHORAR...VENS CANTAR PARA ELA...E SE EU NÃO TIVER SONO, TAMBÉM CANTAS PARA MIM???
- NÃO...SE TU NÃO TIVERS SONO...PONHO-TE NUA E CANSO-TE FAZENDO SEXO DO BOM PELA NOITE DENTRO...
- TARADO...
- POR TI...

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