Afonso VI
No Paço, o rei D. Afonso VI, impotente ouvia o irmão D. Pedro foder a rainha: caralho grosso rasgando cona e cu molhados.
A rainha D. Maria Francisca de Saboia entrou no quarto nupcial do Paço da Ribeira, em Lisboa, com o coração a bater como um tambor de guerra. O ar estava pesado com o cheiro adocicado das velas de cera de abelha misturado ao perfume almiscarado de rosas esmagadas que cobriam os lençóis de linho fino. Tinha vinte e dois anos, corpo farto e desejoso, seios pesados que se erguiam contra o decote do camisão de seda, e uma cona já húmida de expectativa depois de meses de cartas ardentes trocadas com o Infante D. Pedro, o cunhado de olhar faminto.
D. Afonso VI, rei de Portugal aos vinte e três anos, esperava-a sentado na borda da cama enorme. O seu lado direito tremia ligeiramente, sequelas da febre maligna que quase o matara em criança. O rosto era bonito, mas os olhos tinham um brilho irascível, quase animal. Vestia apenas uma camisa aberta que deixava ver o peito magro e o ventre pálido. Quando se levantou para a receber, o pau pendia mole entre as pernas, flácido, pequeno, incapaz de se erguer apesar do desejo evidente no seu olhar desesperado.
Maria Francisca aproximou-se devagar, deixando cair o camisão aos pés. Os mamilos endureceram ao frio da noite lisboeta que entrava pela janela entreaberta. Cheirava a mulher excitada: um aroma quente, levemente ácido, que se misturava ao suor nervoso do rei.
- Meu senhor… - murmurou ela, ajoelhando-se diante dele com falsa humildade.
Pegou no pénis mole com os dedos delicados, sentindo a pele fina e quente, mas sem qualquer rigidez. Acariciou-o devagar, subindo e descendo, apertando levemente as bolas pesadas por baixo. O rei gemeu, um som rouco, quase um rosnado de frustração. Tentou concentrar-se, imaginando os seios da rainha, a curva das ancas, a cona rosada que tanto desejava foder, mas o caralho permanecia mole, inútil, como um pedaço de carne morta.
Ela baixou a boca e começou a dar-lhe um broche lento e molhado. A língua quente enrolava-se na glande flácida, sugando com força, fazendo ruídos obscenos de sucção. O rei agarrou-lhe os cabelos escuros com a mão esquerda, a única que obedecia plenamente, e empurrou-lhe a cabeça contra o seu colo. Sentia a humilhação a queimar-lhe as faces enquanto o pau continuava mole dentro da boca quente e experiente da rainha.
Maria Francisca chupava com mais força, desesperada por sentir qualquer endurecimento. O sabor salgado da pele dele enchia-lhe a boca, misturado à saliva abundante que escorria pelo queixo. Pensava no cunhado D. Pedro, no caralho grosso e sempre rijo que ele lhe descrevera nas cartas, e a sua própria cona latejava, vazando sumo quente pelas coxas. Mas o rei de Portugal não conseguia. Quanto mais ela mamava, mais ele se enfurecia, batendo com o punho fechado na cama.
- Maldita febre… - rosnou ele entre dentes, a voz quebrada pela raiva e pela vergonha.
Ela ergueu os olhos, a boca ainda cheia do pau mole, e sorriu por dentro. Aquela noite seria apenas o começo da sua vingança e do seu prazer proibido.
Meses depois, no Paço de Sintra, longe dos olhares da corte, Maria Francisca encontrou-se com o Infante D. Pedro numa alcova escondida atrás de um reposteiro de veludo vermelho. O ar estava carregado do cheiro a madeira antiga, a incenso queimado e ao almíscar intenso do desejo masculino. D. Pedro era alto, forte, com ombros largos de quem cavalgava dias inteiros nas planícies do Alentejo. O seu pau já estava duro como pedra quando ele a puxou contra si, esmagando os seios fartos contra o peito.
- Finalmente sozinhos, minha rainha… - sussurrou ele, a voz grave vibrando contra o pescoço dela.
Arrancou-lhe o vestido com impaciência, expondo a cona depilada e reluzente de humidade. Maria Francisca gemeu alto quando ele a atirou sobre a mesa de carvalho polido, abrindo-lhe as pernas com as mãos grandes. O cheiro da rata excitada encheu o quarto: quente, doce, levemente almiscarado, como mel selvagem misturado a suor feminino.
D. Pedro ajoelhou-se e mergulhou a cara entre as coxas dela. A língua áspera lambeu a cona de baixo para cima, abrindo os lábios inchados, sugando o clitóris túrgido com força. Maria Francisca arqueou as costas, cravando as unhas nos ombros dele, soltando gemidos roucos que ecoavam nas paredes de pedra.
- Sim… mame a minha cona, Pedro… mais fundo… - suplicou ela, a voz entrecortada pelo prazer.
Ele enfiou dois dedos grossos na vagina apertada, curvando-os para esfregar o ponto sensível lá dentro enquanto a boca chupava o clitóris sem piedade. O som molhado do minete enchia o quarto: estalidos de saliva, gemidos abafados, o ranger da mesa. O sumo dela escorria pela barba do infante, pingando no chão de tijoleira.
Enquanto ele a devorava, Maria Francisca contava-lhe entre gemidos o fracasso de todas as noites com o rei: o pau sempre mole, a humilhação, a raiva de Afonso que o tornava cada vez mais irascível e perigoso.
- Ele não consegue foder-me… nunca conseguiu. O caralho dele fica mole como trapo molhado. Eu preciso de ti, Pedro… preciso de um homem de verdade dentro de mim.
D. Pedro levantou-se, o pau enorme latejando, a glande brilhante de pré-gozo. Segurou a rainha pelos cabelos e enfiou-lhe o bacamarte na boca até ao fundo. Maria Francisca engasgou-se, lágrimas de prazer escorrendo pelos cantos dos olhos, enquanto ele lhe fodia a garganta com estocadas profundas e ritmadas.
Depois virou-a de costas, abriu-lhe as nádegas e cuspiu no olho do cu. Empurrou a cabeça grossa do caralho contra o anel apertado, entrando devagar, centímetro a centímetro, sentindo o cu quente e virgem apertar-lhe a piça como um punho.
Maria Francisca gritou de dor e prazer misturados, as paredes do intestino contraindo-se em volta do pau grosso. Ele começou a comer-lhe o cu com força, as bolas batendo contra a cona encharcada, o som de pele contra pele ecoando.
- Vou tirar-te esse rei inútil… - rosnou ele, acelerando as investidas. - E depois vou foder-te todas as noites, até encheres essa cona e esse cu de porra real.
Ela gozou violentamente, o corpo inteiro a tremer, o cu contraindo-se em espasmos em volta do caralho dele, enquanto imaginava o marido deposto e humilhado.
O processo de anulação foi um circo humilhante no Paço de Lisboa. D. Afonso VI foi obrigado a assistir, pálido e trémulo, enquanto catorze mulheres da corte e criadas testemunhavam publicamente sobre a sua impotência. O ar do salão estava carregado de murmúrios, cheiro a suor nervoso e perfume caro.
Uma a uma, elas descreveram como o rei tentara, sem sucesso, consumar o casamento. Como o pau dele permanecia mole apesar de todos os esforços, como ele chorava de raiva depois, como batia com o punho nas paredes. Maria Francisca estava sentada ao lado de D. Pedro, as coxas apertadas uma contra a outra para conter a humidade que lhe escorria da cona só de recordar as noites em que o cunhado a fodia até ela perder os sentidos.
Afonso olhava para a esposa com ódio e desejo frustrado. O seu lado direito tremia mais do que nunca. No fundo da alma, sabia que ela o traía com o irmão. Imaginava-a de joelhos, mamando o caralho grosso de Pedro, engolindo-lhe a porra até à última gota, enquanto ele próprio era incapaz de endurecer.
Nessa mesma noite, depois da anulação papal ser anunciada, o golpe palaciano aconteceu. Soldados fiéis a D. Pedro invadiram os aposentos reais. Afonso foi arrastado, ainda em camisa de dormir, o pau mole balançando inutilmente entre as pernas enquanto gritava insultos e ameaças.
Maria Francisca esperava no quarto principal, nua sobre a cama, as pernas abertas, a cona inchada e brilhante. D. Pedro entrou, já nu, o pau erguido como uma lança. Sem dizer uma palavra, atirou-se sobre ela e enfiou o bacamarte até ao fundo da vagina quente e escorregadia.
Foderam como animais. O som molhado das estocadas enchia o quarto. Ele mordia-lhe os seios, chupava os mamilos com força, enquanto o caralho entrava e saía da cona com violência deliciosa. Maria Francisca cravava as unhas nas costas dele, gemendo alto:
- Mais forte… fode-me como o rei que ele nunca foi… enche-me toda!
O cheiro de sexo enchia o ar: suor, porra, sumo de cona. D. Pedro virou-a de quatro e voltou a comer-lhe o cu, agora já mais aberto e acostumado, enquanto dois dedos lhe fodiam a rata ao mesmo ritmo.
Afonso, preso numa sala adjacente, ouvia tudo. Cada gemido, cada estalido de carne, cada grito de prazer da mulher que fora sua. O pau dele tentava endurecer de raiva e excitação doentia, mas permanecia mole, pingando apenas uma gota inútil de pré-gozo. Lágrimas de ódio e desejo queimavam-lhe os olhos enquanto o irmão lhe roubava a coroa e a mulher.
Anos depois, no Palácio Nacional de Sintra, D. Afonso VI vivia confinado no pequeno quarto que hoje leva o seu nome. O chão de tijoleira estava gasto num trilho profundo, marcado pelos passos incessantes do rei deposto durante nove longos anos. O ar era frio e húmido, cheirando a pedra antiga, a mofo e ao suor amargo da solidão.
Ele andava de um lado para o outro, nu, o pau mole balançando entre as pernas magras. A mente febril recordava constantemente as noites em que ouvira Maria Francisca ser fodida pelo irmão: os gemidos, o som obsceno da carne a bater, o cheiro imaginado de porra e cona. Às vezes, conseguia semi-ereções dolorosas, mas nunca o suficiente para se masturbar como um homem normal.
Uma noite, uma jovem criada de vinte anos, chamada Inês, entrou para lhe levar a ceia. Era bonita, de cabelos escuros e corpo farto, seios pesados que se moviam sob o vestido simples. Afonso olhou para ela com fome animal. Pela primeira vez em anos, sentiu o caralho começar a inchar, ficando semiduro.
- Tira a roupa… - ordenou ele, a voz rouca.
Inês hesitou, mas o rei ainda impunha medo. Despiu-se devagar, revelando a cona rosada e peluda. Afonso puxou-a para si com a mão esquerda forte, obrigando-a a ajoelhar-se. Enfiou o pau semiduro na boca quente dela, fodendo-lhe a garganta com estocadas irregulares. O prazer era intenso, mas incompleto; o caralho endurecia um pouco mais e logo amolecia.
Inês chupava com vontade, sentindo pena e excitação ao mesmo tempo. O sabor salgado do rei enchia-lhe a boca. Ele deitou-a na cama estreita e tentou penetrar-lhe a cona, mas o pau amoleceu novamente dentro dela. Num acesso de raiva, virou-a de barriga para baixo e cuspiu no olho do cu.
Com esforço desesperado, conseguiu enfiar a glande no anel apertado. Começou a comer-lhe o cu devagar, gemendo de prazer e frustração. Inês gemia baixinho, sentindo o pau meio mole mover-se dentro do intestino. O rei acelerava, imaginando que era Maria Francisca, que era a coroa, que era a vingança.
Quando finalmente gozou, foi um orgasmo fraco, quase doloroso, libertando apenas uns jorros finos de porra quente no fundo do cu da criada. Caiu sobre ela, ofegante, o corpo tremendo.
- Diz à rainha… diz à minha puta de ex-mulher… que ainda penso nela todas as noites… - murmurou ele antes de adormecer.
Inês saiu em silêncio, com o cu a latejar e o sumo da própria excitação escorrendo pelas coxas. Lá fora, o vento de Sintra uivava entre as árvores, enquanto D. Afonso VI, o Rei Cativo, voltava a caminhar pelo quarto, desgastando ainda mais a tijoleira com os passos obsessivos do seu desejo insatisfeito.
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Comentários (1)
Tugolândia.: Isto é história de Portugal, o rei Afonso VI foi traído pela Rainha e por seu irmão, o casamento foi anulado por falta de consumação e viveu no degredo em Sintra até à sua morte.
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