#Corno #Travesti/Trans #Voyeur

Minha esposa devorou o travesti

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Alberto

Na época dos fatos eu contava com quarenta e dois anos e minha esposa Sandra com vinte e oito, já tínhamos mais de cinco anos de casados e sempre falávamos em levar mais uma pessoa para nossa cama, mas Sandra, que eu sabia não ter tido relações sexuais com mais ninguém, sempre que estávamos perto de uma aventura, saía fora.
Meu robe é colecionar automóveis antigos, em uma sexta feira, embarquei dois de meus carros na cegonha contratada pelo nosso clube de placas pretas e decidi ir para o local do encontro dirigindo o meu xodó, um SP-2 amarelo ano 1972.
Com minha esposa no banco do passageiro, ainda no perímetro urbano de São Paulo, parei para tentar entender o que estava acontecendo logo a frente, várias pessoas brigando e um monte de carro de polícia, quando uma travesti tipo mignon, grandes seios siliconados bate no vidro do carro em desespero pedindo para entrar para evitar ser levadas pelos policiais. Sandra compadecida com a situação, pede para eu ajudar a travesti, sem muita disposição falei que só se ela deixasse a "moça" sentar no colo dela, já que o SP-2 só tem dois lugares. Sandra mais do que depressa abre a porta e a "menina" senta no colo da minha esposa. Tratei de nos afastar do local rodando três ou quatro quilômetros e encostei no meio fio, quando vejo Sandra com os olhos fixos naqueles peitões. A expressão de admiração de minha esposa não passou despercebida ao traveco que perguntou se Sandra queria ver seus seios, minha mulher olha para mim com aquela carinha de criança pedindo doces e eu fiz sinal afirmativo com a cabeça que foi repetido por ela e a travesti abaixa a parte de cima de seu vestido tomara que caia e exibi aquele belo par de tetas, a expressão de Sandra deixou claro sua excitação com aqueles dois seios pertinho de sua cara e o travesti malandro, encosta um dos mamilos na boca de Sandra que olha para mim como se pedisse permissão, novamente assenti com a cabeça. Sandra não perdeu tempo, abocanhou um dos seios e passou a alisar o outros com uma das mãos. Para minha admiração e deleite, minha mulher devorou aqueles seios siliconados como uma faminta. Nossa traveca levou a boca ao pescoço de Sandra e ambas evoluíram para um excitante amasso. Meu pau estava com ereção máxima e eu encantado com o comportamento de minha esposa. Vendo a chance de uma aventura diferente, perguntei se elas queriam ir a um motel, minha amada me dá um daqueles seus sorrisos sacana e perguntei onde ficava o mais próximo e Suzi, a travesti fez sinal com a mão para eu entrar a direita, verei e rodei duas quadras e as duas já estavam se beijando e eu quase gozando quando Suzi mandou eu entrar novamente a direita e vi no meio da quadra o letreiro do motel e entrei. Ao estacionar na garagem da suíte, as duas desceram do carro com os peitos para fora e já subiram as escadas. Na suíte, as duas ficaram nuazinhas e via a tromba da Suzi já na mão de Sandra. Tirei minha roupa e liguei o celular para gravar as incríveis imagens de minha esposinha chupando outra rola com dimensões semelhantes a minha fazendo Suzi contorcer a cabeça de um lado para o outro. Eu sabia o que Suzi estava sentindo, minha mulher sempre chupava forte e sua habilidade de dedilhar os ovos é incomparável. Em dado momento, a travesti coloca minha esposa deitada na cama com a bunda para cima e invade aquele cuzinho que só eu tinha comido com sua língua. Sandra em completo desespero leva as mãos aos meios da perna e se entrega a uma verdadeira convulsão de prazer transmitindo no som que produzia a intensidade do quanto estava gozando e eu gozei junto em minha punheta louca. Sem dar trégua, Suzi puxa minha amada fêmea para a beira da cama , rasga com os dentes o envelope da camisinha, encapa o pau e ao invés de penetrar a bucetona de Sandra, passa a bater com o roliço no sentindo longitudinal da racha com sua pica produzindo o som aguado do liquido que vertia da buceta de Sandra que se debatia como uma puta. Os dois tinham esquecido que eu estava ali, mas eu não me ofendi com isso, continuei me masturbando com a direita e segurando o celular com a esquerda e Suzi sem cerimônia preencheu o canal vaginal de Sandra e com movimentos vigorosos, as duas gozaram juntas e eu também, sozinho. Ficaram algum tempo abraçadinhas, até que Suzi levantou e foi para o banheiro, tomou banho e logo depois foi minha vez junto com Sandra. Nos beijamos ardentemente embaixo da ducha e nos vestimos ainda dentro do banheiro. Ao sairmos, Suzi nos aguardava só de calcinha com nítida disposição de continuar, mas aleguei que tínhamos compromisso e ela se vestiu. Voltamos ao ponto onde conhecemos a Suzi e na hora dos honorários, ela se negou a receber dizendo que o que tivemos, foi só a amostra grátis de que poderia ser uma noite inteira na companhia dela.

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Comentários (1)

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  • Corno capixaba: O prazer não tem fronteiras o bloqueio é o tabu preconceito e mede de não ser realizado,todos nois temos tesão fantasia e fetiche e muitos de nós temos medo de embarcar neste caminho sem volta sorte de quem o destino embarca sem bilhete.

    Responder↴ • uid:lws144