Eu, meu pai, meu avô e meus irmãos PARTE 3
CONTINUAÇÃO…
Chegamos em casa, meu pai estava um pouco preocupado com Vitor, afinal, até uma febre baixa pode indicar algo mais sério. Ele foi direto ao nosso quarto, mas Vitor não estava lá.
-Vitor, tá em casa filho? Chamou meu pai.
-Aqui no banheiro pai. Não foi Vitor quem respondeu, foi Gustavo, meu irmão mais velho.
Fomos até o banheiro, e chegando lá, Gustavo e Vitor estavam só de cueca no chuveiro.
-O que aconteceu? Perguntou meu pai.
-Vitor suou bastante por causa da febre e queria tomar banho. Fiquei com receio de deixar ele sozinho e vim acompanhar ele. Respondeu Gustavo.
-Tá bem filho? Perguntou meu pai para Vitor.
-To bem sim pai, minha febre já passou, o Gustavo que é exagerado e quis me acompanhar caso eu me sentisse mal, mas eu estou bem já.
-E por que vocês estão de cueca? Perguntei.
-O Vitor queria tomar banho, e eu não queria deixar ele sozinho, então entrei com ele no box, caso ele se sentisse mal, mas não queria ficar com a camiseta e a bermuda molhada, então fiquei de cueca. E o Vitor ficou também porque tem vergonha do piruzinho pequeno dele, né Vitor? Falou rindo meu irmão e passando a mão na cabeça do meu irmão mais novo.
-Meu pau não é pequeno seu trouxa, aposto que é maior que o seu. Falou Vitor ríspido.
-Ih maninho você tem muito anos pela frente pra me alcançar. Falou rindo novamente Gustavo.
-Deixa o guri Gustavo, dizem que os caras da nossa família são bem dotados sabia? Falou meu pai.
-Ah, achei que eu era o único dotado da família. Falou Gustavo rindo.
Gustavo era alto e magro, cabelos e olhos castanhos. Tanto Gustavo quanto Vitor, estavam de cueca branca, que por estar molhada, deixava o contorno do pau bem evidente.
-O Júlio já viu meu pau, ele pode dizer se é pequeno ou não. Falou Vitor.
-É quase do tamanho do meu! Falei.
-Então o seu pau que é pequeno! Falou rindo Gustavo.
-Não é não! Falei
-Mostra pra ele filho! Pra ele deixar de ser boca grande. Falou meu pai pra mim.
Abaixei a bermuda e a cueca e mostrei meu pau. Não estava duro, mas estava começando a ficar animado.
-Ah que isso, é pequeno perto do meu. Falou Gustavo.
-Mostra então duvido! Falei
Gustavo abaixou sua cueca, e de dentro dela seu pau pulou pra fora. Estava mole, mas deu pra ver que era grande. Era pentelhudo e tinha bolas grandes.
Meu pai sorriu olhando aquela disputa.
-Olha o tamanho do meu pau. É muito maior que o seu. Falou Gustavo.
-Claro né, você é mais velho que eu! Falei.
-Mostra o seu agora filho, pra eles verem que você não fica pra trás no tamanho.
Vitor também abaixou sua cueca até o joelho. Seu pau também era grande e também era pentelhudo, talvez até mais pentelhudo que eu e Gustavo.
-Caralho Vitor, Tu é pentelhudo hein moleque! Mas seu pau também não chega nem perto do meu. Falou Gustavo.
-Espera daqui um tempo, você vai ver como eu te alcanço, meu pau vai ficar maior que o seu.
-Bora pai, sua vez! Falou Gustavo pro meu pai.
-Ah outra hora, não quero humilhar vocês haha. Falou meu pai rindo.
-Eu acho que o pau do pai vai ganhar de todos nós! Falou Vitor.
-Eu tenho certeza. Falei.
-Só por que ele é mais velho não quer dizer que o pau dele é maior. Falou Gustavo
-Mostra pra eles pai. Falei
-Já que vocês insistem, então vou mostrar!
Meu pai abriu o cinto e abaixou o zíper da calça que usava, sua cueca estava inchada.
Aquela situação me deixava com muito tesão, já tinha chupado e levado a tora grande e grossa do meu pai à pouca horas atrás, mas já não conseguia esconder minha animação vendo os paus dos meus irmãos no nosso banheiro.
Meu pai abaixou sua cueca e dela pulou seu cacete. Estava meia bomba já. Garanto que estava com tesão também pela situação.
-Nossa pai, realmente o seu é o maior de todos. Falou Gustavo.
-E olha que ainda não está duro. Falei
-Tomara que o meu fique desse tamanho também. Falou Vitor.
-Vai ficar maior que o meu filho! Falou rindo meu pai.
-Duvido, nem eu tenho o pau tão grosso igual o seu pai. Falou Gustavo.
-Você ainda não viu ele duro mano. Falei
-Ué, e tu já viu muleque? Falou Gustavo pra mim.
Meu pai e eu nos olhamos e demos uma risada.
-Já vi sim, hoje lá na casa do vô.Falei.
-Sério? O que vocês aprontaram lá? Perguntou Gustavo.
-Ah nada demais filho, coisas que pais e filhos fazem. Falou meu pai.
-Por que não me chamaram pra ir junto? Falou Vitor.
-Tu tava com febre. Falei.
-Mas agora já passou, estou ótimo! Falou Vitor.
-Por que vocês dois não entram aqui no box e nós quatro tomamos esse banho juntos? Sugeriu Gustavo.
Notei que o pau de Gustavo já estava meia bomba e era tão grande quanto o do meu pai.
Vitor e eu também já estávamos duros. Meu pai deu de ombros, terminou de tirar sua roupa e entrou no box. Eu fiz o mesmo e entrei depois dele. O box do chuveiro do nosso banheiro era razoavelmente grande, cabiam os quatro, mas não com muita folga.
-Ainda bem que esse box é grande. Falou meu pai.
-Não é tão grande, estamos um pouquinho apertados. Mas assim está bom. Me passa o sabonete! Falou Gustavo.
Gustavo e eu estávamos um do lado do outro na parede do box, meu pai e Vitor estavam de costas para o vidro e de frente pra nós. O chuveiro estava ligado ainda e a água respingava em nossos corpos molhados. Passei o sabonete para Gustavo. Ele começou a passar o sabonete no corpo todo. Ficou cheio de espuma.
-Vê se esfrega bem esse sabonete aí. Falei brincando para Gustavo.
-Esfrega pra mim então!
Gustavo me entregou o sabonete. Meu pai e Vitor nos observavam, ambos de pau duro já.
Comecei a passar o sabonete no peito de Gustavo, ele pegou o shampoo que estava ali e começou a esfregar a cabeça, fechando os olhos.
-Vira de costas Gustavo, o Júlio vai lavar suas costas.
Gustavo então ficou de costas pra mim, lavei suas costas e fui descendo com o sabonete até chegar em suas bunda peluda.
-Agora lava bem o cu do seu irmão, falou meu pai.
Obedeci, passei sabonete nas mãos e comecei a esfregar no cu peludo de Gustavo, que empinou levemente sua bunda pra facilitar.
-Boa filho. Agora lava o pau do Gustavo também.
Gustavo virou de frente pra mim e pude ver que agora seu pau estava duro feito pedra. Agarrei ele com as duas mãos e comecei a lavar o enorme cacete do meu irmão mais velho.
-Isso Júlio, lava bem esse pauzão. Lava as bolas dele também. Falou meu pai.
Continuei. Lavei seus pentelhos, seu pau enorme e suas bolas pentelhudas.
-Agora é sua vez filho, falou meu pai para Vitor.
-O que eu faço pai? Perguntou Vitor.
-Só imitar o Júlio, tudo que ele e Gustavo fizerem você faz em mim também.
Gustavo agora foi pra baixo do chuveiro enxaguar o corpo. E eu olhava Vitor passando sabonete nas costas largas do meu pai.
-Vem aqui Júlio. Vem lavar meu pau também. Falou meu pai.
Peguei o sabonete com Vitor e comecei a esfregar o sabonete no pirocão grosso do meu pai, estava lavando a ferramenta que a poucas horas estava na minha boca e no meu cu.
Gustavo se abaixou e começou a passar o sabonete em Vitor. Lavou seu cacete peludo e seu cu, deixando seu corpo cheio de espuma.
Derrepente, alguém bate na porta de frente.
-Quem será essa hora? Falou Gustavo.
-Fiquem aqui e tranquem a porta, se for a sua mãe eu aviso.
Meu pai saiu do box cheio de espuma e de pau duro, enrolou a toalha e foi até a porta do banheiro.
-Quem é? Perguntou
-Sou eu filho. Você esqueceu sou telefone lá em casa e eu pensei que poderia precisar.
Era meu avô.
-Ah pai é você? Estamos tomando banho. Haha. Riu meu pai tirando a toalha da cintura.
Meu avô veio até a porta e olhou pra dentro.
-E esse banho tem espaço pra mais um? Perguntou ele.
-Claro pai entra no box com os meninos. Falou meu pai.
Meu avô tirou a roupa e ficou peladão, sua pica mesmo mole era grandona e pentelhuda, a cabeça do pau dele ficava toda pra fora da pele.
-Então vocês todos de pau duro tomando banho né? Falou meu avô.
-A gente tava dando banho um no outro vô. Falou Vitor.
-Delícia, quem vai me dar banho então?
-Eu vô. Falou Vitor
-Começa lavando o pau do vô então.
-To entrando. Falou meu pai entrando no box.
-Agora vai ficar mais apertado aqui, mas quanto mais melhor né? Riu Gustavo.
Vitor pegou o pau do meu avô e começou a passar sabonete, fazendo bastante espuma. Esfregou o resto do corpo peludo do meu avô também. Seu pau começou a ficar duro.
-Isso meu neto caçula, agora o vô vai entrar em baixo do chuveiro pra tirar essa espuma ok?
Depois que todos já tinham tomado banho, continuamos no box do banheiro, foi então que peguei no pau do meu pai e comecei a bater uma deliciosa punheta pra ele, depois meu pai pegou no pau do Vitor, Vitor no meu avô, meu avô em Gustavo e Gustavo no meu. Era uma deliciosa punheta coletiva.
-O que vocês acham da gente sair desse chuveiro e ir todos pra minha cama? Falou meu pai.
-Bora! Falou Gustavo.
Começamos a sair um depois do outro de dentro do box e fomos em direção ao quarto do meu pai, o tesão estava em níveis altíssimos, todos estavam de pau duraço.
Meu pai entrou primeiro e deitou na cama, Gustavo fez o mesmo e deitou ao lado dele. Todos estávamos meio molhados ainda.
Entrei atrás de Vitor e por último meu avô.
Vitor ficou de 4 na cama e foi logo abocanhando o pau do meu pai, ele parecia fazer um esforço enorme pra conseguir chupar aquele cacete imenso, meu pai fechou os olhos e começou a gemer baixo, parecia gostar do boquete que o filho mais novo fazia.
Eu também não perdi tempo: cai de boca no pauzão do Gustavo que parecia pulsar de tanto tesão. Senti o gosto de sua pica misturada com sabonete, também tentava colocar o máximo que conseguia dentro da boca mas era realmente uma tarefa difícil.
-Isso mano, chupa o pauzão do seu irmão, olha como ele pulsa dentro da sua boca! Falou Gustavo pra mim.
Chupei aquele pauzão com ainda mais vontade, Gustavo segurou em meus cabelos e forçou minha cabeça contra seu pau gigante. Meu avô começou a lamber o cuzinho de Vitor, que continuava seu boquete no pau do meu pai.
-Vamos trocar! Falou Gustavo pra mim.
Ele levantou da cama, ficando de 4 e eu deitei, pra que ele começasse a me pagar um delicioso boquete. Meu pai me olhou nesse momento e perguntou:
-Tá gostoso filho? Vem aqui dar um beijo no seu pai.
Beijei a boca quente do meu pai. Sua língua brincava dentro da minha boca enquanto meu irmão abocanhava seu pau gostoso.
Meu avô então se posicionou atrás de Gustavo e agora era ele que tinha o cu chupado pelo meu avô.
Meu pai e Vitor então também trocaram de posições e agora, meu pai de 4 na cama chupava o pau de Vitor, não aguentei ao ver meu coroa naquela posição e tive que ir atrás dele pra olhar seu cu peludo de macho. E que delícia era o cu do meu pai: sua bunda era peluda, assim como seu cu, que era rosa dentro.
Meu avô agora estava recebendo um belo boquete de Gustavo.
Não aguentei nem mais um segundo e caí de boca no cu do meu pai. Seu cheiro misturado com sabonete fez meu pau babar. Dei um belo trato nele, passando a mão em sua bunda e sentindo aquele gosto delicioso, minha língua molhada desbravou seu cuzinho que parecia abrir cada vez mais pra que ela entrasse. Também lambi suas bolas grandes, que estavam penduradas por ele estar de 4, e enquanto chupava, agarrei em seu pau enorme que babava muito na minha mão.
Foi então que decidi que eu comeria aquele cu. Deixei o cu do meu pai molhado de saliva, cuspi no meu pau e comecei a esfrega-lo naquele cu de macho safado.
-Quer meter no cu do seu pai Júlio? Perguntou meu pai, tirando o pau do Vitor de sua boca.
-Quero pai, você deixa? Perguntei
-Claro filho. Mas vai com calma.
-Tá bom pai, vou sim.
Comecei a colocar a cabeça do meu pau no cuzinho dele, assim como ele fez comigo antes, na casa do meu avô. Ele era extremamente apertado, provavelmente nunca tinha dado antes. Devagarinho, fui forçando aos poucos a entrada do meu pau naquele cuzinho e meu pai gemia de tesão. Fechei os olhos e aproveitei aquele momento, estava dentro do cu do meu pai e senti meu pau inteiro dentro dele. Comecei um delicioso movimento de vai e vem, fudendo seu cu peludo. Os pentelhos do seu cuzinho enrolavam no meu pau quando ele saía de dentro.
Agora os três brincavam juntos: meu irmão mais novo, o mais velho e meu avô.
Agora, de 4 Vitor chupava o pau de Gustavo e meu avô lambia o cu de Vitor.
Segurei na cintura de meu pai e comecei a comer ele mais forte, que pelos gemidos intensos, parecia estar adorando.
-Isso meu filho, fode o cu do seu pai, pode atolar seu pau inteiro nele! Falava meu pai enquanto eu socava no cu dele.
Isso me deu muito tesão, obedeci meu pai e comecei a socar sem pena. Mas senti que se não parasse, iria gozar, e não queria gozar ainda. Queria desfrutar ainda mais. Tirei o pau do cu do meu pai que deitou na cama, de frente pra mim, deixando seu pau enorme à mostra. Seu pau estava todo babado, e decidi abocanhar ele.
-Vô, pega um lubrificante que tenho na minha gaveta no quarto. Falou Gustavo.
Meu avô então saiu e retornou minutos depois com o lubrificante do meu irmão.
-Quero ver você comer o Vitor! Falou Gustavo para meu avô.
Vitor estava de 4 chupando o cacete de Gustavo.
-Você deixa Vitor? Perguntou meu avô.
-Deixo vô, mas vai devagarinho.
Meu avô abriu o lubrificante e esfregou no cuzinho de Vitor, metendo um dedo dentro dele, depois entrou o segundo. E Vitor parecia gostar, continuava mamando Gustavo. Meu avô então ficou de joelhos na cama, passou lubrificante em seu cacete e segurou a cintura de Vitor, brincou com seu cacete na portinha do cu do meu irmãozinho e começou a enfiar a cabeça de seu pau no cuzinho dele, que provavelmente era virgem até então.
-Ai vô tá doendo! Falou Vitor com receio.
-Calma, o vô vai deixar parado até você acostumar ok?
-Faz ele sentar vô, é melhor pra ele. Falou Gustavo.
Foi então que trocaram de posições, meu avô deitou na cama, Vitor ficou de cócoras e encaixou seu cuzinho no pau dele, assim poderia controlar a entrada do pau do meu avô em seu cu.
Gustavo então se juntou a meu pai e eu, recebi a língua de Gustavo em meu cu e continuei o delicioso boquete que fazia no pau do meu pai.
Meu cu agora piscava na língua de Gustavo que lambia e chupava ele intensamente, deixando ele bem molhado de saliva.
-Mete nele Gu. Falou meu pai.
Gustavo então pegou o lubrificante, passou em meu cuzinho e lambuzou seu cacete enorme com ele. Ele começou a brincar com seu pau na portinha do meu cu, pincelava e dava leves metidas, parecia fazer meu cu acostumar com seu tamanho. Isso foi fazendo meu cu relaxar.
Foi então que ele segurou em minha cintura e começou a meter seu pau em mim.
-Vai com calma mano, seu pau é grande demais. Falei
-Você só vai sentir prazer no cu Júlio, vou bem devagar até você acostumar. Falou Gustavo.
Relaxei ainda mais. Senti a cabeça enorme do pau do meu irmão mais velho invadir meu cuzinho, que sensação deliciosa. Ele metia bem devagar fazendo meu cu acostumar a cada centímetro que entrava dentro dele. Meu irmão sabia meter muito bem, começou num vai e vem delicioso, como ele disse, eu só sentia prazer.
Meu avô agora metia de lado em Vitor, num ritmo compassado, e Vitor parecia fazer um certo esforço para aguentar a jeba dele. Suas bolas batiam nas de Vitor, a cena parecia até filme pornô. Que família de tarados eu tinha.
Gustavo gemia alto metendo em mim, seu pau agora já entrava praticamente todo em meu cu, confesso que também fazia esforço pra aguentar tamanho pirocão.
Foi então que meu pai sugeriu:
-Que tal se a gente fizer um trenzinho?
-Como assim trenzinho? Perguntou Vitor
-Um come o cu do outro. Falou Gustavo
-Eu topo. Concordou meu avô.
-Eu também. Falei.
-Pai, você continua metendo no Vitor. Júlio você vai meter no seu avô. Gustavo, você vai continuar metendo no Júlio e eu vou comer o rabo do Gustavo. Falou meu pai.
Primeiro dei uma boa chupada no cu pentelhudo do meu avô pra deixar ele bem molhado. Depois fiquei de lado e comecei a brincar com meu pau nele.
-Pode socar sem dó no meu cu Júlio. Quero sentir você arrombar ele.
Fiz o que meu avô mandou: soquei o pau inteiro todo de uma vez no cu dele. Meu avô deu um grito de dor misturado com prazer. Senti meu caralho abrir o cu do meu avô à força. Seu cu não mostrou resistência em ser violado.
-Aaah seu filho da puta! Arromba o cu do seu vô! Gritou gemendo meu avô.
-Isso pai, aguenta o picão do seu neto atolado no seu cu seu safado! Falou meu pai.
O cu do meu avô era delicioso, era macio e quente, e apertou meu pau dentro dele. Parecia já ter levado pau antes.
Gustavo então melecou novamente seu pauzão de lubrificante, ergueu minha perna direita e novamente começou a meter em meu cu que já parecia mais acostumado a levar pica grande.
Meu pai então começou a chupar o rabo de Gustavo, que gemia metendo no meu cu. Ele colocou seu pau inteiro dentro de mim, me fazendo ver estrelas e ficou parado uns minutos para que meu pai conseguisse socar no cu dele também.
Meu pai passou lubrificante em sua jeba grossa e começou a brincar na portinha do cu de Gustavo.
-Nossa pai, seu pau não vai entrar no meu cu. Falou Gustavo.
-Vai sim, vou passar mais lubrificante. Falou meu pai enchendo seu pau com lubrificante.
Gustavo estremeceu quando a cabeça do pauzão do meu pai entrou no cu dele. Também senti a mesma dor que ele. O pau do nosso pai era extremamente grosso.
-Já coloquei inteiro no seu rabo filho. Falou meu pai para Gustavo.
-Sim pai, to sentindo ele me arrombar! Respondeu Gustavo.
Finalmente o trenzinho estava completo, todos os homens da nossa família foram enrabados. O cheiro de pau e sexo que estava no ar era delicioso. O som das estocadas e o pessoal gemendo também. A cama ficou pequena pra todos, ainda bem que a cama do meu pai era bem grande.
Meu pai socava bem forte no cu do Gustavo que gemia alto e também socava em mim, sentia meu cu molhado de lubrificante, era uma suruba entre família. Vô, pai e filhos. Muita putaria.
Depois de um tempo, avisei:
-Não vou segurar por muito mais tempo, estou quase gozando já! Falei.
-Eu também tô. Falou Vitor.
Nessa hora, meu pai tirou seu cacete do cu de Gustavo e foi mamar o Vitor.
-Pode gozar na boca do pai. Falou meu pai
Vitor gemeu e seu pau começou a leitar a cara do meu pai, que rapidamente colocou a boca no pau dele pra não desperdiçar o leite que jorrava da pica grande do meu irmão mais novo. Meu pai então levantou da cama, ficou em pé ao lado dela e começou a bater uma deliciosa punheta. Nessa hora, Gustavo que socava em meu rabo também tirou seu pau dele e se juntou ao meu pai, lhe dando um beijo na boca.
-Tá com gosto de porra na boca pai. Riu Gustavo
Na sequência, eu e meu avô nos juntamos a eles, Vitor também.
Fiquei agachado mamando a pica do Gustavo e Vitor mamando meu pai e meu avô.
-Desse jeito vou gozar na sua boca Júlio! Falou Gustavo pra mim.
-Então leita a boca do seu irmão filho! Falou meu pai.
Gustavo segurou minha cabeça e começou a puxar ela contra seu pau, aguentei seu pau invadir minha garganta pois senti que ele já estava quase gozando, seu cacete pulsava e eu sentia até as veias com a língua.
-Vou gozar caralho, chupa tudo Júlio!
O leite do meu irmão mais velho encheu minha boca, fazendo escorrer o leite dele pelos cantos, a cada pulsar do seu caralho, sentia os jatos de porra quente enchendo mais e mais minha boca. Tomei o máximo que consegui.
Meu avô foi o próximo a gozar.
-Quem vai tomar minha porra? Perguntou meu avô.
Vitor se prontificou. Meu avô começou a gemer bem alto, quase urrando de tesão, sua pica explodiu na cara de Vitor, que abriu bem a boca pra coletar todo o leite que jorrava do cacete do meu avô. Ele abocanhou a pica do meu avô pra extrair o resto de leite que tinha sobrado no seu caralho. Vendo aquela cena, não consegui mais segurar e anunciei que era minha vez. Meu avô ficou de joelhos na minha frente.
-Deixa o vô tomar seu leite, agora é sua vez de dar leite. Falou meu vô me olhando nos olhos.
Ele começou a mamar minha pica com vontade, sentia sua garganta com a cabeça do meu pau. Não aguentei mais. Meu avô sugou meu pau até que ele parou de soltar leite. Minha pernas tremiam. Nunca tinha gozado daquele jeito.
Ele então se levantou e com a boca cheia de leite, beijou meu pai que anunciou que seria o próximo a gozar.
-Sua vez Vitor! Falei pro meu irmão.
Vitor então ficou agachado na frente do meu pai, e começou a mamar aquele cacete enorme o máximo que conseguia.
-Chupa o cabeção do pai filho, o pai vai gozar!
Meu pai urrou e puxou a cabeça de Vitor contra seu pauzão fazendo o muleque engasgar. Seu leite encheu a boca do meu irmão e vi que ele não conseguia tomar tudo. Fui ajudar meu mano e nos beijamos, dividindo o leite do nosso pai.
Nos levantamos e nos beijamos todos. Um beijo grupal com os caras da família.
-Agora que todo mundo já gozou, que tal tomarmos mais um banho juntos? Perguntou meu pai.
-Bora! Respondeu Gustavo
Fomos todos pro banheiro novamente, tirar o suor e o cheiro de sexo do corpo.
Meu pai abriu o chuveiro. Instantaneamente ele começou a mijar ali no box mesmo.
-Estava louco pra dar uma mijada. Falou meu pai
-Eu também tô falou Gustavo.
Derrepente todos estávamos mijando juntos ali no box. Era coisa de homem.
Brincando, um mijou no pé do outro. Rimos bastante.
Nos despedimos do meu avô, que foi embora, mas que prometeu voltar no dia seguinte.
Fomos todos pra sala olhar televisão e beber refrigerante.
Aquele dia tinha sido um dia bom, e tinha certeza de que iria se repetir muitas e muitas vezes.
Meu tele é o mesmo nick daqui, se quiserem deixar opiniões sobre o conto, podem chamar!
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Comentários (4)
Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkGazonni: continuaaaaa e por favor continua a Meu pai bêbado eu preciso de no minimo 3 - 5 partes que nem esse pela amor de deus
Responder↴ • uid:funszdmm3Paipaicelt: Gozei muito lendo esse conto parabéns!
Responder↴ • uid:19iu4hxmccesTaradaodot: Caralho putaria em família é muito bom, delícia de conto
Responder↴ • uid:1cs0dwbalcxe