A crise familiar foi resolvida com sexo
Eu olhava pela janela do apê e via um universo para ser descoberto. Levantei para tomar um ar após terminar a leitura do capítulo do livro. Na cozinha, minha tia falou se eu não queria beber alguma coisa e peguei uma água na geladeira. Minha cabeça estava em outro lugar pensando em tudo que havia ocorrido neste tempo.
Eu já morava com a minha tia há sete meses pois meus pais só faltavam se matar em casa. Nesta daí, se eu não tinha liberdade nenhuma eu passei a ter liberdade total morando com a minha tia.
Eu acabei fazendo amizade com gente do prédio rapidamente e o Gilmar, morador de outro apê no prédio da tia, foi o cara que levou ao conhecimento do sexo. Cara de quarenta e quatro anos, magro e um pouco alto, rosto redondo, divorciado e morando só, ele daria uma graninha caso eu topasse chupar a pica preta dele. Branco, estatura mediana mais para alta, olhos castanhos, cabelos pretos e dezesseis anos, aceitei e melhor: gostei da coisa! Ele foi incentivando isto com grana, eu peguei gosto e achei diferente, ganhei muita gozada na boca e bebi leitinho de pau preto! Ele conseguiu obter a minha confiança e passou a convencer para dar o meu rabinho. Nesta altura, eu queria saber como era e após uma boquete, resolvi dar e a sensação foi múltipla. Eu achei que não daria conta daquele pau grosso mediano e cabeçudo. Eu estava enganado e além de dar conta, senti prazer e tesão, uma tara que foi subindo fora do comum para receber um gostoso vai e vem! A gozada dentro do cu foi o ponto alto e quando tirou eu aprovei meu rabo melado, doendo e piscando para soltar um sorriso safado. Assim que melhorei, tive a segunda chance com sexo mais trabalhado e a cada nova foda, eu fui ampliando a experiência, gostando mais da coisa e também percebendo que aquilo fazia bem para mim.
Minha tia nunca ficou sabendo. Saindo bem cedo para trabalhar, eu ficava solto e foi assim que a coisa fluiu ao meu favor. Gilmar foi um cara que soube trabalhar tudo no momento certo e garantiu a formação do meu gosto por pica e eu estava consciente de tudo e gostando. Nesta altura, eu já pensava em sexo fora dali.
Vez ou outra eu ia matar saudades de gente que eu conhecia no bairro onde morei e desta forma eu encontrei o seu Ciro, um cara de cinquenta e dois anos, branco, alto e fez a minha cabeça para dar. Divorciado, ele teve a cara de pau de falar que a melhor coisa era foder novinho enquanto sentava cacete de forma forte no meu. O cara fodia com tanta vontade que senti até calafrios e meu pau babava de prazer! Eu chegava a gaguejar e ele não tinha limites. Gozou dentro do meu cu sendo a primeira vez que eu levava leitada de pau branco. Jogou cinquenta reais na mesa e mandou eu não falar nada. Dei muito para este coroa que fodia bem e sempre saía com uma notinha dali.
Gilmar e seu Ciro estavam resolvendo o problema do meu rabo que já não tinha mais controle. Eu já alimentava a ideia com dois ou até mais caras. No momento, tudo que havia ao meu favor eram picas que fodiam de forma solo e não estavam nem aí para idade ou se eu era jovem.
O importante era foder e realizar a minha tara que era alta por sinal. Novinho, eu gostei da coisa sendo até um alívio diante das tensões que eu vivi. Se eu tinha um trauma vindo da relação familiar, agora, eu aliviava tudo dando o cu, recebendo carinho e atenção, levando gozadas bem gostosas e descobri que o sexo era uma válvula de escape para a minha vida.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)