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Seduzi Fátima no quintal, dei cerveja e ganhei seu cu

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Eu me chamo Daniel e, caralho, nada me deixa mais duro do que seduzir uma mulher casada, comum, daquelas que acordam cedo, pegam ônibus lotado, criam filho e ainda aguentam um marido que mal olha pra elas. Fátima era exatamente isso. Trinta anos, moradora da comunidade da Imbiribeira, aqui em Recife, vida dura pra cacete. Mãe solo na prática, trabalhadora na loja de conveniência do posto de gasolina em Boa Viagem. Corpo de quem carrega peso o dia inteiro: peitos grandes e naturais que balançam quando ela anda, barriga macia de quem já pariu, bundona redonda e carnuda, pernas grossas. Cabelo preto longo, óculos de armação escura que dão aquele ar de “mulher séria mas que quer ser puta”, pele morena clara marcada pelo sol de Pernambuco.

Eu cheguei na casa dela no final da tarde de um sábado. O marido tinha viajado pra trabalhar no interior, ia ficar uns dias fora. Ela tava no quintal dos fundos, exatamente como na foto que eu guardei na memória pra sempre: vestida com aquela blusa velha, rasgada e suja de tinta e graxa do posto, shortinho curto que mal cobria a bunda, dentro de uma bacia de alumínio cheia de roupa molhada. O varal tava lotado de lençóis brancos, uma blusa azul de moletom pendurada com pregador, a cerca de madeira velha ao fundo, árvores e o barulho distante da rua. O sol ainda batia forte, suor escorrendo pelo pescoço dela, manchando a blusa já destruída.

— Fátima… — eu chamei baixinho, encostado no portão.

Ela virou o rosto, aqueles olhos castanhos por trás dos óculos me olharam com surpresa e um sorriso tímido.

— Daniel… você veio mesmo. Entra, o portão tá aberto.

Eu entrei. O quintal era simples, chão de terra batida, cheiro de sabão em pó misturado com suor e umidade. Ela tava curvada sobre a bacia, esfregando roupa, bundona empinada. Eu já sentia o pau latejar dentro da bermuda.

A gente conversou um pouco. Ela reclamando da vida: marido que mal transava com ela, “faz seis meses que ele não me toca direito, Daniel… eu me sinto tão mal amada, tão invisível”. Eu escutava, passava a mão no ombro dela, descia devagar pelas costas.

— Você merece ser comida como merece, Fátima. Merece ser tratada como a puta gostosa que é.

Ela corou, mas não se afastou. Eu ofereci:

— Deixa eu comprar umas cervejas geladas pra gente? Pra relaxar um pouco esse corpo cansado.

Ela aceitou na hora. Voltei com um pack de Brahma bem gelada. A gente sentou no quintal, ela ainda com aquela roupa suja, eu do lado. Tomamos a primeira, a segunda… o sol foi baixando, o calor subindo. Ela começou a rir mais solta, a blusa molhada de suor colada nos peitos, bicos duros marcando o tecido.

— Tá quente pra caralho — ela disse, e sem eu pedir nada, puxou a blusa por cima da cabeça e jogou no chão.

Ali estava ela, exatamente como na outra foto que eu tenho gravada: peitos enormes, pesados, mamilos escuros e duros, barriga macia caindo por cima da calcinha rosa pink que ela usava por baixo do short. Tirou o short também, ficando só de calcinha fio-dental rosa, corpo brilhando de suor, cabelo solto caindo nos ombros. Pegou a garrafa de cerveja, levou aos lábios e deu um gole longo, exatamente como na foto: cabeça inclinada, olhos semicerrados, peitos empinados enquanto bebia.

Eu me aproximei, segurei o rosto dela e dei o primeiro beijo. Língua quente, desesperada. Ela gemeu na minha boca.

— Daniel… eu sou casada… mas faz tanto tempo…

— Shhh. Hoje você é minha.

Eu desci beijando o pescoço, chupei aqueles peitos grandes, mordi os bicos enquanto ela gemia baixinho. Coloquei ela sentada na borda da bacia de alumínio, abri as pernas dela e puxei a calcinha rosa pro lado. A buceta dela tava inchada, molhada, cheiro forte de mulher que trabalhou o dia todo. Eu enfiei a cara ali, lambi devagar, chupei o clitóris inchado, meti a língua dentro enquanto ela segurava minha cabeça e rebolava.

— Ai, caralho… ninguém me chupa assim…

Depois eu virei ela de quatro, bem ali no quintal, de frente pro varal. A bunda grande, suada, cheirando a suor do dia, a trabalho, a mulher real. Eu abri as bandas com as duas mãos.

— Quero cheirar e lamber essa bunda, Fátima.

Ela ficou envergonhada na hora, tentou fechar as pernas.

— Não, Daniel… eu tô suada o dia todo, trabalhei no posto, tá fedida… deixa eu tomar um banho primeiro.

Eu segurei firme, abri mais as bandas. O cuzinho dela era apertadinho, marrom-claro, brilhando de suor, com um cheiro forte, azedo, de mulher que não tomou banho ainda. Eu encostei o nariz e inspirei fundo.

— Tá perfeita assim… suada, fedida, real. Eu quero assim mesmo.

Ela gemeu de vergonha e tesão. Eu lambi devagar, circulei o cuzinho com a língua, enfiei a ponta dentro enquanto ela tremia. Depois voltei pra buceta, meti dois dedos, chupei tudo junto.

Levantei, tirei a bermuda. Pau duro, latejando. Meti na buceta dela ali mesmo, de quatro, segurando os cabelos longos como rédea. Estocadas fortes, pele batendo, peitos balançando, o varal chacoalhando. Ela gemia alto agora.

— Me fode… me fode gostoso…

Depois eu pedi o que eu mais queria. Cuspi no cuzinho dela, pressionei a cabeça do pau.

— Agora eu vou comer esse cu.

— Daniel… dói… é apertado…

Eu empurrei devagar. O cu dela era absurdamente apertado, quente pra caralho, parecia que ia quebrar meu pau. Ela gritou, mas empinou mais a bunda. Entrei até o meio, depois tudo. Comecei a meter devagar, depois mais forte. O cu dela apertava, pulsava, quente, molhado de suor e saliva. Ela gemia alto, misturando dor e prazer.

— Ai… tá doendo… mas continua… fode meu cu…

De repente ela parou de rebolar, voz rouca:

— Daniel… eu tô com dor de barriga… faz tempo que tô segurando… acaba logo, por favor…

Eu não parei. Meti mais fundo, mais rápido. Ela começou a gemer diferente, o corpo tremendo. De repente senti algo quente, mole, saindo do cuzinho dela enquanto eu tava enterrado até o talo. Ela estava cagando no meu pau. Um pouco de merda quente escorreu pelo meu pau, misturando com suor, enquanto eu metia mais forte ainda.

— Isso… caga no meu pau, sua putinha casada…

Ela gemeu de vergonha e prazer, o cu piscando, soltando mais. O cheiro subiu forte, sujo, real. Eu não aguentei. Gozei fundo dentro do cu dela, jatos grossos, enchendo enquanto ela ainda soltava no meu pau. Gozei tanto que escorreu junto com a merda dela, sujando as coxas dela e o chão de terra do quintal.

A gente ficou ali um tempo, ofegantes, suados, sujos. Ela virou o rosto, óculos embaçados, sorriso safado:

— Nunca ninguém me comeu assim… volta sempre, Daniel.

Eu sorri, puxei o pau devagar, olhando a bagunça que a gente fez. O varal ainda balançava, as roupas brancas testemunhando tudo. Fátima, a esposa comum da Imbiribeira, tinha acabado de virar minha puta particular no quintal dela.

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Comentários (1)

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  • Fátima é gostosa: muito deliciosa

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