Loiragostosa em Tambaba, com marido desconfiado.
Eu sou o Daniel, e desde 2008 eu vivo pra isso: praias do Nordeste, dias de semana, quando o sol queima de verdade e as mulheres comuns, aquelas do nosso dia a dia, baixam a guarda e deixam a pele respirar. Eu trabalho só uma vez por semana, o resto é meu. Chego em Tambaba sempre cedo, estaciono longe, coloco a mochila no ombro e entro no esquema que já virou rotina: vejo alguém saindo da casa vizinha à barraca de praia, espero dois minutos e entro quietinho com a microcâmera no bolso da bermuda. Ninguém percebe. A câmera é pequena pra caralho, filma em 4K, zoom ótico de 30x, e eu gravo tudo sem ninguém sonhar que o Brasil inteiro vai ver aquelas bundas suadas no site da Selma e no meu Telegram VIP exclusivo.
Hoje foi especial pra caralho. O calor estava insuportável, 38 graus às 10h da manhã, areia queimando o pé. Eu já estava posicionado quando ela chegou com o marido. Loira, cabelo longo ondulado caindo nas costas, pele dourada de quem toma sol o ano inteiro, corpo de academia mas ainda com aquela carne macia que a gente ama. E a bunda… porra, a bunda dela era obra de arte. Redonda, empinada, aquelas bandas grossas que balançam de leve quando ela anda, o biquíni fio-dental preto sumindo no rego, mal cobrindo o que precisava ser coberto. Ela deitou de barriga pra baixo na canga, abriu as pernas um pouquinho e ficou ali, oferecida pro sol. O marido sentou do lado, de óculos escuros, olhando pro mar. Eu fingi que estava tirando foto da paisagem e passei perto. Ele olhou desconfiado pra mim, aquele olhar de quem sente que tem algo errado. Eu sorri inocente, mas por dentro eu já tava filmando tudo com a microcâmera escondida na mão. Ele ia ver tudo. Ele ia ver tudo e nem saber.
Enquanto eu gravava cada detalhe — o suor escorrendo devagar pela curva da bunda, o brilho oleoso do protetor solar misturado com o sal do mar, o jeito que a carne tremia quando ela ajustava a posição — eu entrei no meu devaneio. Meu pau já tava duro dentro da bermuda só de imaginar.
Eu me via chegando por trás dela, quietinho, enquanto o marido olhava pro outro lado. Afastava o fio-dental com dois dedos e enterrava o nariz bem no meio daquele cu quente, suado, depois de quatro horas de sol forte. O cheiro era forte pra caralho, exatamente como eu gosto: um aroma almiscarado, pesado, doce-amargo de mulher real que passou o dia suando. Nada de perfume, só suor puro, sal do corpo, calor da pele bronzeada e aquele leve azedinho que fica quando a bunda fica apertada no biquíni o dia inteiro. Eu inspirava fundo, quase sufocando de prazer, sentindo o cheiro invadir meus pulmões. “Porra, que cheiro gostoso de puta suada”, eu pensava, e lambia devagar, passando a língua larga desde o começo do rego até o buraco do cu, sentindo o gosto salgado, forte, quase amargo no começo, depois ficando mais doce conforme eu chupava.
Ela gemia baixinho no meu devaneio, empinando a bunda pra mim sem o marido perceber. Eu abria as bandas com as duas mãos, via o cuzinho piscando, rosado, brilhando de suor, e enfiava a língua lá dentro, fundo, girando, chupando como se fosse a coisa mais deliciosa do mundo. O marido olhava pra gente de vez em quando, desconfiado, mas eu não parava. Ele ia ver tudo depois, nos vídeos que eu posto só no site da Selma e no Telegram VIP. Ele ia assistir a mulher dele sendo devorada na minha fantasia e não ia poder fazer nada.
Aí eu pegava o pacotinho de salgadinho que eu sempre carrego — daqueles torcida sabor churrasco, crocante, super salgado — esmagava na mão e espalhava os farelos todinhos por cima das duas bandas daquela bunda suada. O suor fazia os pedacinhos grudarem, criando uma crosta deliciosa. Eu mordia devagar, comendo o salgadinho misturado com o gosto forte dela, o sal do salgadinho realçando o sal do suor, o crocante contrastando com a maciez quente da carne. Lambia tudo, passava a língua entre as bandas, chupava os farelos que caíam no cu, e o sabor ficava insano: forte, salgado, com aquele toque amargo do suor acumulado no rego. Ela tremia, empinava mais, e eu abria uma cervejinha gelada — Skol bem gelada, direto da caixa térmica da praia — dava um gole longo e depois derramava o resto bem devagar no meio da bunda. A espuma escorria pelo cu, misturando com o suor e os restinhos de salgadinho. Eu lambia tudo, o amargo da cerveja cortando o gosto forte dela, criando uma mistura perfeita de praia, sexo e fetiche.
Não parava por aí. Eu pegava um limãozinho que vendem na barraca, cortava ao meio e espremia o suco azedinho direto no cu dela. O azedo fazia a pele contrair, o cuzinho piscar, e o gosto ficava ainda mais viciante: azedo, salgado, amargo, quente. Eu chupava como um louco, enfiando a língua fundo, sentindo o limão misturado com o sabor natural dela. Depois vinha o amendoim torrado com casca, daqueles que vendem quentinho na praia — eu esmagava e enfiava os pedacinhos dentro do rego, pressionando com o dedo, e comia tudo, mordendo a bunda, chupando os grãos salgados que saíam molhados de suor e limão.
No meu devaneio eu comia aquela bunda por horas. O marido continuava ali, olhando desconfiado, mas eu filmava tudo com a microcâmera: os closes do cu brilhando, o suor escorrendo, os farelos de salgadinho grudados na pele, a cerveja escorrendo, minha língua entrando e saindo. Eu imaginava ele assistindo depois, no celular, sem acreditar que era a mulher dele sendo usada daquele jeito no meu devaneio. Mas ele ia ver tudo. Todo mundo ia ver tudo.
Quando eu saí do transe, ela ainda estava lá, deitada, bunda empinada pro sol, o marido do lado. Eu já tinha mais de 40 minutos de vídeo exclusivo: closes da bunda suada, zoom no rego, o jeito que o biquíni entrava na carne. Tudo isso vai pro site da Selma hoje à noite e pro Telegram VIP das minhas amigas. Materiais de 2008 até hoje, só lá. Nada no X, nada no Pornhub, nada gratuito. Quem quiser ver essa loira gostosa, essa bunda linda sendo filmada sem ela saber, quem quiser ver os vídeos onde eu imagino exatamente isso — cheirando, lambendo, comendo salgadinho, cerveja e limão naquela bunda suada e quente — tem que entrar no site da Selma www.selmaclub.com ou no Telegram VIP. www.bit.ly/telemanu
É isso aí. Eu continuo aqui, filmando, imaginando. E o marido ainda me olhando desconfiado. Ele não sabe… mas vai ver tudo.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

Comentários (0)