Escravo Familiar: Capítulo 18 (A Loucura do Tio Dim - José João)
Depois de baixar minha bermuda com violência, meu tio arrancou minha camiseta pela minha cabeça, segurou no elástico da minha cueca e a rasgou com violência.
— Não, tio, eu não quero, me larga. Eu disse, já com lágrimas nos olhos.
— Cala a boca, viado. Viado comigo não tem que querer, só precisa liberar o cu para eu meter como eu bem quiser.
Ele me disse isso e foi retirando suas roupas. Quando terminou, pude ver seu pau grosso e duro; tinha por volta de 18 centímetros e uma grossura enorme que parecia de 19 cm.
A cabeça da pica dele tinha uma cor arroxeada, o corpo da pica tinha veias grossas e saltadas.
Ele então segurou na minha cintura, empinando meu rabo, se escorou em mim, quase caindo. Manipulou seu cacete duro se masturbando e apontou a cabeça na entrada do meu cu. Com a outra mão, ele afastou minhas nádegas, cuspiu nos dedos e depois enfiou no meu rabo, primeiro um, depois dois de uma vez, me tirando gemidos de dor.
— Aiiii!
Ele socava os dedos com movimentos rápidos de entra e sai, depois girou eles tocando toda a minha próstata.
Retirou os dedos com força, me causando dor e, em seguida, agachou-se e começou a chupar meu cu com bastante força.
— Huuuuuuuuum! Gemi baixinho, empinando bem o meu rabo para ele.
Ele chupava forte, lambia e tentava socar a língua o mais fundo possível, fazendo-me tremer de tanto prazer.
Logo depois de deixar meu cu bem babado e mais flexível, meu tio se ergueu, me virou de frente e, segurando no meu ombro, ele me empurrou para baixo, fazendo eu cair de joelhos aos seus pés.
Em seguida, ele segurou firme na minha cabeça e abriu com uma das mãos minha boca, cuspiu dentro e em seguida socou seu pau grosso até minha garganta.
— Huuuuuuuuuum! Que boquinha quente. Ele me disse e começou a socar forte.
PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC.
Um tempo depois, ele gozou, fazendo-me sufocar com seu pau e sua gala.
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Engoli o que deu, e uma boa parte vazou pelo canto da minha boca.
Ele me olhou nos olhos, ainda com a pica meia-bomba na minha boca, passou o dedo em volta da minha boca, onde seu sêmen escorria, e retirou seu pau dela; em seguida, empurrou o resto do sêmen com o dedo para dentro e me fez engolir.
— Engoli, putinha, meu farto leite irá te fazer bem. Ele disse.
Engoli sem pestanejar; o gosto era salgado e azedo, acredito que por conta da bebida alcoólica que ele havia tomado.
Em seguida, ele pegou-me pelo pescoço e ergueu-me, virou-me de costas para ele e prensou-me na parede do corredor, abriu minhas pernas com violência, chupou dois dedos e socou no meu cu.
— Aaaaaaah!
Ele os rodou e fez movimentos de entrar e sair com eles, retirou seus dedos grossos e calejados e os substituiu pelo seu delicioso pau grosso de 18 centímetros, cabeçudo e começou a forçar a entrada do meu cu.
— Aaaah! Berrei alto com a dor cortante.
Senti um filete de sangue escorrer pela minha perna e seu mastro grosso e cabeçudo me rasgar o cu esfolado.
Olhei para trás para ver seu rosto e ele estava de olhos cerrados e com a boca aberta em um formato de O. Seu rosto expressava total prazer de estar ali, me castigando no seu caralho grosso.
Quando ele finalmente terminou de se alojar dentro de mim, senti seus pelos pubianos e seu saco encostar na minha bunda. Ele rebolou e, dirigindo-se à minha orelha, disse:
— Agora você vai sentir o que é um macho alfa de verdade. Vou te transformar em um nada, para você entender o seu valor.
Ele parou de falar e começou a bombar violentamente no meu cu.
PLOC, PLOC, PLOC, PLOC...
Seu ritmo era lento, porém forte. Ele me segurava firme para que eu não fugisse da sua pica grossa morena e veiuda.
As estocadas dele me machucavam, parecia que estavam enfiando um tronco de árvore no meu cu.
— Rebola no meu pau, cadela, rebola no pau preto do seu titio. Ele me dizia enquanto desferia golpes no fundo do meu cu arregaçado.
PLOC, PLOC, PLOC, PLOC.
Eu comecei a rebolar. Por mais que eu não quisesse estar ali, não poderia negar que gostava de estar sentindo seu grosso e gostoso pau duro no meu cu destroçado.
— huuuuuuuuuum! Ããããh! Passei a gemer alto, ainda chorando a sua pica.
Titio parou de meter por alguns minutos e, sem retirar o pau de dentro de mim, retirou a sua calça que estava amontoada nos seus tornozelos.
Eu olhei para o lado direito do corredor e vi que tinha uma garrafa de vidro de whisky no chão, a 19 centímetros de nós.
Depois que meu tio estava todo pelado, ele voltou a bombar no meu cu, PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC. Eu olhava fixamente para a garrafa no chão, gemendo, e pensava em um jeito de alcançá-la para poder usar como arma para sair daquela situação em que eu me encontrava.
Titio aumentou o ritmo das estocadas, tirando-me gemidos mais altos e gememos juntos de prazer.
— HUUUUUUUUUUM!
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
Alguns minutos depois, ele goza dentro de mim, socando seu caralho até as bolas no meu cu.
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
— Aaaaaaaaaaaah!
Logo depois, ele sai de dentro. Olhando fixo para a garrafa, eu corro para ela e a pego do chão. Meu tio olha para minha cara e pergunta:
— Você queria beber também?
— Não, seu idiota. O que eu quero é outra coisa. Meu tio estava na frente da passagem bêbado; ele, por mais alcoolizado que estivesse, era bem mais forte do que eu. Seus músculos eram bem definidos pelo trabalho bruto, então não seria nada fácil passar por ele sem ter um puta corpo a corpo.
— Tio, me deixe passar e ir embora. Falei, apontando a garrafa para me proteger.
— O sobrinho, eu estava apenas começando a brincadeira, não vai embora agora, não.
— SAIA DA MINHA FRENTE, PORRA! Eu gritei, tentando empurrá-lo.
Meu tio pegou no meu braço e tomou a garrafa da minha mão, e começamos uma luta corpo a corpo.
Eu o empurrava, tentando sair de suas mãos, mas ele tinha muito mais força do que eu. Como estava dando muito trabalho, meu tio, com a garrafa, começou a bater com ela em mim, me cortando com o vidro.
Em seguida, fui arremessado no chão de bruços e ele avançou sobre mim.
Ele pegou-me pela cintura e colocou-me de quatro enquanto eu tentava sair de seu alcance.
— Vem cá, paixão, eu não terminei com você ainda.
Eu me joguei no chão e ele aproveitou, subiu em cima de mim, apontou seu pinto duro na entrada do meu cu e me penetrou de uma vez.
— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah!
Berrei alto.
Sem ao menos respirar, ele começou a bombar forte, cavalgando em mim como se eu fosse uma égua.
PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC...
Eu chorava, implorando para que ele acabasse logo, para eu poder ir embora.
Suas investidas no meu rabo eram incansáveis; eu sentia o pau grosso deslizar dentro de mim como faca me cortando. Ele gemia louco, me fodendo e me apertando em seu corpo ali no chão, até que, por um milagre, papai veio correndo em nossa direção.
— Sai de cima do meu filho, seu filho da puta!
Papai arrancou-o de cima de mim, fazendo com que o pau do meu tio Dim saísse com violência de dentro de mim.
— Filho da puta, eu vou te matar, seu desgraçado!
Meu pai dizia, socando a cara dele.
Outros parentes vieram correndo. Mamãe me ajudou a me vestir e a sair dali. A confusão que se formou no quintal foi imensa; meu pai foi segurado pelo meu tio Írio, enquanto outros membros da família tentavam apartar a briga.
Minha mãe me levou para o chuveiro chorando, me ajudou a me lavar e foi atrás de uma roupa limpa para mim.
Tomei um banho rápido, tirando o sangue, a bebida e o sêmen do meu tio do meu corpo. Fiquei de cócoras e, com a mangueira do chuveirinho, fiz uma chuca rápida para que eliminasse tudo o que tinha dentro. Mamãe veio com a toalha e roupas limpas, desliguei o chuveiro e me sequei, me trocando logo em seguida.
Quando saímos para nos prepararmos para ir embora, a confusão ainda estava acontecendo. Meus tios tentavam colocar meu pai e meu tio Dim separados, mas foi aí que eu escutei meu pai gritar.
— EU VOU TE CASTIGAR, SEU CANALHA DOS INFERNOS, EU VOU TE DAR O TROCO!
CONTINUA...
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