Raízes Entrelaçadas - 10 - Despedida
No amanhecer de domingo, Lucas e Lara estão no tanque ao nascer do sol. O prazer lento dos gémeos hipnotiza o grupo antes da despedida sensual e quente.
O primeiro raio de sol deslizava pela janela entreaberta do quarto principal do monte, pintando de ouro os corpos entrelaçados na cama enorme. O ar estava pesado, saturado do cheiro forte de sexo da noite anterior: suor jovem misturado com humidade feminina, porra seca nos lençóis e o aroma terroso das figueiras que entrava da varanda. Inês dormia ainda aninhada contra o peito de João, uma perna por cima da coxa dele, a cona ainda ligeiramente inchada e brilhante do que tinham feito horas antes. Miguel abraçava Sofia por trás, o pau semiduro encostado à curva macia do rabo dela, a respiração quente no pescoço da irmã.
Pedro e Clara ocupavam a outra ponta, ele com o braço grosso sobre a cintura da mulher, ela com o rosto sereno encostado ao peito peludo do marido. Ana não estava ali — tinha ficado em Algés, a dona do monte que generosamente cedera a casa aos filhos e aos amigos para aquele fim-de-semana de liberdade total.
Lucas e Lara foram os primeiros a acordar, como sempre. Os gémeos ergueram-se em silêncio, os corpos dourados e idênticos brilhando à luz fraca. Não trocaram uma palavra. Apenas um olhar — aquele olhar que dizia tudo desde sempre. Lara pegou na mão do irmão e puxaram a porta com cuidado, descalços, nus, a pele arrepiada pelo ar fresco da madrugada alentejana.
O monte ainda dormia. Apenas o canto distante de um rouxinol e o murmúrio do vento nas oliveiras velhas.
Caminharam de mãos dadas até ao tanque de pedra, o mesmo onde se tinham perdido no dia anterior. A água estava gelada, um espelho escuro que refletia o céu que clareava devagar.
Lucas entrou primeiro, a água subindo-lhe pelos joelhos, depois pela cintura, o pau contraindo-se com o frio. Lara seguiu-o, o corpo esguio tremendo, os mamilos rosados endurecidos como pedrinhas. Quando a água lhe chegou aos seios pequenos e firmes, ela mergulhou de uma vez, o cabelo preto colando-se às costas. Emergiu colada ao irmão, os lábios encontrando-se num beijo lento, profundo, as línguas dançando como se tivessem todo o tempo do mundo. Bolhas subiam à superfície enquanto as mãos se exploravam por baixo de água: os dedos dele deslizando pela curva da cona depilada dela, já molhada apesar do frio, os dela envolvendo o pau que endurecia depressa, grosso e quente na palma fria.
Saíram e deitaram-se na borda larga de pedra que o sol já aquecia. A pedra guardava o calor do dia anterior, suave contra as costas de Lara. Ela montou-o devagar, as coxas abertas sobre as dele, o olhar castanho profundo fixo no dele. Nenhum movimento brusco. Apenas a ponta do pau dele roçando os lábios inchados da cona, separando-os, entrando milímetro a milímetro. Lara desceu até estarem completamente unidos, o corpo dela engolindo-o inteiro, a carne quente e molhada apertando-o como um punho de veludo. Ficaram assim, imóveis, respirando fundo, os narizes encostados, as testas coladas. — És eu — sussurrou Lara, a voz suave e calma, quase um suspiro. 48 — És parte de mim — respondeu Lucas, as mãos grandes segurando as ancas dela com reverência.
O sol subia, aquecendo-lhes a pele dourada. Movimentos mínimos, quase impercetíveis: um leve balanço das ancas dela, um pulsar interno da cona dele, o pau latejando dentro dela. O prazer construía-se devagar, profundo, como raízes que se entrelaçam na terra. O suor começou a brilhar nos pescoços, nos seios pequenos de Lara, na linha de pelos escuros que descia pelo abdómen marcado de Lucas. Os gemidos eram baixos, quase inaudíveis, apenas respirações fundas e entrecortadas. Quando o orgasmo veio, foi longo, silencioso, uma onda que os percorreu ao mesmo tempo. A porra dele jorrou quente e lenta lá dentro, misturando- se com a humidade abundante dela, escorrendo devagar pela base do pau e pingando na pedra quente. Ficaram unidos, pulsando, os corações batendo no mesmo ritmo.
O resto do dia desenrolou-se no pomar, sob as figueiras centenárias. Lençóis brancos foram estendidos sobre a terra seca, criando um altar improvisado. Lucas e Lara tornaram-se o centro, como sempre. Lara subiu sobre o irmão mais uma vez, o pau dele deslizando devagar entre os lábios molhados da cona, depois descendo até ficarem completamente unidos outra vez. Movimentos quase impercetíveis, respirações fundas, os sussurros eternos “és eu” e “és parte de mim” pairando no ar como uma oração. O grupo rodeava-os respeitosamente, em círculo, sem interromper a fusão sagrada.
Inês inclinou-se e beijou o pescoço de Lara com ternura, os lábios carnudos roçando a pele dourada, sentindo o pulsar da veia. Sofia segurava a mão da gémea, os dedos entrelaçados, os olhos castanhos cheios de admiração e desejo. Clara, de joelhos ao lado, tocava suavemente o ombro de Lucas, a mão maternal deslizando pela pele quente, os seios pesados balançando devagar enquanto observava, a cona já molhada só de ver. Pedro e Miguel estavam um pouco mais afastados, sentados numa raiz grossa, bebendo vinho tinto fresco de um jarro de barro. Os olhos deles não largavam o casal, o respeito misturado com excitação pura.
O orgasmo dos gémeos foi longo, silencioso, quase místico. A porra de Lucas encheu Lara devagar, escorrendo pela cona apertada e pingando na terra seca, misturando-se com a humidade dela. O cheiro intensificou-se: terra quente, figo esmagado sob os lençóis, suor jovem, humidade feminina doce e porra salgada. O ar vibrava.
Depois, Inês deitou-se com Clara sob a sombra densa de uma figueira maior. As duas mulheres entrelaçaram-se devagar. A língua de Inês percorreu os seios pesados de Clara, sugando os mamilos grandes e escuros que inchavam imediatamente, arrancando gemidos longos e baixos da mulher mais velha. Os dedos de Clara entraram na cona depilada de Inês, curvando- se no ponto G, enquanto a língua de Inês descia pela barriga suave até encontrar o triângulo castanho-escuro de pelos púbicos. Lambeu devagar, saboreando o gosto doce e almiscarado, os gemidos de Clara ecoando suaves entre as folhas. 49
Sofia e Miguel juntaram-se a Lucas e Lara, criando uma teia lenta de corpos. Miguel penetrou
Sofia por trás com suavidade, o pau grosso deslizando na cona apertada da irmã enquanto ela se inclinava para beijar Lara nos lábios. Lucas continuava dentro da gémea, os movimentos sincronizados, lentos, quase meditação. João participava pontualmente, ajoelhando-se para chupar os mamilos de Sofia ou beijar o pescoço de Inês quando ela se aproximava. Toques, lambidas, penetrações suaves. O calor subia. O suor escorria pelas costas, pelas ancas largas de Clara, pelo abdómen marcado de Miguel. Os cheiros tornaram-se intensos: terra remexida, figo maduro esmagado, suor masculino jovem, humidade feminina doce e porra fresca.
O almoço foi nu na varanda sombreada. Pratos de queijos, pão alentejano, azeitonas e vinho.
Toques discretos por baixo da mesa: a mão de Miguel na coxa de Sofia, os dedos de Inês roçando o pau semiduro de João, Clara acariciando o joelho de Pedro com o pé descalço. Risos baixos, olhares carregados.
A tarde regressou ao tanque e ao pomar. Mais fusão lenta dos gémeos, os corpos brilhando de suor e água. Mais exploração entre Inês e Sofia com os rapazes: Inês de quatro, Miguel fodendo-a devagar enquanto Sofia lhe chupava os mamilos rosados; João penetrando Sofia por trás enquanto ela lambia a cona de Clara. Tudo lento, sensorial, sem pressa. O sol baixava, pintando o monte de tons quentes de laranja e ouro.
Quando chegou a hora de partir, Clara aproximou-se de Miguel e Sofia com um sorriso maternal e carinhoso. — Digam à vossa mãe que mandamos um beijo grande. Este monte é dela, mas o coração dele fica mais quente quando vocês cá vêm.
Pedro confirmou com um aceno lento, a voz grave e pausada: — Diz-lhe que a porta está sempre aberta para ela também.
Os abraços foram longos, pele contra pele suada, corpos ainda vibrando. Promessas murmuradas ao ouvido: “Voltamos em breve”, “Não demorem”, “O monte é vosso também”.
Mãos deslizando pelas curvas, beijos profundos, cheiros guardados na memória.
No SUV a caminho de Algés, mãos entrelaçadas sobre os bancos, corpos ainda pulsando com o ritmo lento do monte. O vento entrava pelas janelas abertas, trazendo o último cheiro de terra e figo. O monte ficou para trás, em silêncio, mas o calor e o desejo permaneciam nos corpos, latejando como uma promessa viva.
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A novela "Raízes Entrelaçadas" é escrita em Português de Portugal, passa-se em Portugal com personagens Portuguesas e de outras nacionalidades, é uma obra de ficção, inspirada em acontecimentos reais, publicada em primeira mão nestes site (ContosEroticosCNN), qualquer semelhança com situações e pessoas reais é mera coincidência.
Todas as imagens são criadas com recurso a ferramentas de inteligência artificial, não correspondem a pessoas reais e têm como único propósito dar rosto e corpo às personagens.
Agradecemos a todos a classificação atribuída e os comentários, mesmo os menos positivos.
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Comentários (2)
Mommy: Muito bom, parabéns T. Fan_taassy
Responder↴ • uid:1evzw64p27ldTugolândia: Obrigado
• uid:1ed2x18v6p21