#Grupal #Teen #Virgem

O Toque da Porta, II

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dinho_russo

A ruiva — que se apresentou como Lara — se ajoelhou devagar entre as pernas abertas de Matheus. Não havia pressa nos movimentos dela. Cada gesto parecia calculado para prolongar a tensão.

— Relaxa o máximo que conseguir — ela sussurrou, os olhos fixos nos dele. — Quanto mais tenso você ficar, mais demora pra sentir tudo direito.

Matheus assentiu, mas o corpo inteiro tremia. O pau dele apontava reto para cima, vermelho-escuro na cabeça, uma gota transparente já brilhando na fenda.

Lara segurou a base com os dedos leves, quase sem apertar. Só o suficiente para manter firme. Depois, com a outra mão, envolveu os testículos dele com a palma aberta, quente, e começou a massagear devagar, em círculos suaves, como se estivesse amaciando massa.

— Isso aqui… — ela murmurou — …é onde a maior parte da sensação começa. Muita gente esquece.

Matheus soltou um som que era meio gemido, meio suspiro entrecortado.

Do outro lado do sofá, a morena — que disse se chamar Sofia — estava sentada de lado, uma perna dobrada, a outra esticada tocando a coxa de Lucas. Ela segurava o pau dele com a mão direita, mas não masturbava. Ainda não. Estava apenas deslizando os dedos bem devagar, da base até a glande, depois voltando, como quem acaricia um animal arisco.

— Olha pra mim — ela pediu, voz baixa.

Quando Lucas abriu os olhos, encontrou os dela bem perto. Castanhos, quase pretos, brilhando com uma mistura de diversão e desejo cru.

— Você tá com medo de gozar rápido, né? — perguntou ela, sem julgamento.

Ele fez que sim com a cabeça, envergonhado.

— Tudo bem. A gente quer que você goze. Várias vezes, se der. Mas agora… — ela apertou de leve a base, fazendo o pau dele pulsar forte na mão dela — …a gente vai ensinar você a aguentar um pouco mais.

Sofia se inclinou e deixou uma gota lenta de saliva cair exatamente na cabeça. O líquido escorreu devagar pelos lados enquanto ela espalhava com o polegar, fazendo movimentos circulares minúsculos só na glande. Lucas arqueou as costas, as mãos agarrando o tecido do sofá com força.

Enquanto isso, Lara tara estava ajoelhada entre as pernas de Matheus, o coração batendo forte. Ela segurou a base com uma mão, sentindo o peso e o calor pulsar contra sua palma.
Antes mesmo de colocar na boca, ela pensou:
“Meu Deus… olha o tamanho disso. É bem maior do que eu imaginava. Grosso na base, cabeça bem larga… vai encher minha boca toda. A curvatura é perfeita, vai bater no fundo da garganta. Quero ver se consigo engolir tudo.”

Ela abriu os lábios e desceu devagar. A cabeça grossa entrou primeiro, esticando sua boca. Lara sentiu o gosto salgado e quente na língua.
“Caralho… é tão grosso… minha boca tá cheia. A pele é macia, mas por baixo tá duro pra caralho. Consigo sentir as veias pulsando na língua. Ele tá tremendo… gosta quando eu aperto a base. Vou descer mais… relaxar a garganta… quero ver até onde consigo ir.”

— Olha pro que eu tô fazendo — ela pediu entre lambidas. — Presta atenção na pressão. Na velocidade. É isso que faz diferença.

Matheus tentava olhar, mas os olhos dele embaçavam a cada passada da língua. Ele gemia baixo, quase choramingando.

Matheus soltou um “porra…” rouco, corpo inteiro se retesando.
“Caralho… a boca dela é apertada… quente… molhada… ela engoliu tudo. Meu pau inteiro sumiu na boca dela. A língua dela tá lambendo a parte de baixo… isso é loucura. Nunca imaginei que fosse tão bom. Ela tá olhando pra cima, olhos nos meus… ela quer me ver gozar. Tô sentindo a garganta dela apertar… parece que tá me ordenhando. Vou gozar forte… não consigo segurar… ela tá chupando mais rápido agora… porra, Lara… isso é melhor que qualquer coisa que eu já imaginei.”

Ele enfiou os dedos no cabelo dela, guiando de leve, quadris empurrando devagar, gemendo mais alto, perdido no prazer.
“Ele gemeu alto… adoro isso. Vou chupar mais forte agora. Subir e descer, apertar com os lábios. Quero sentir ele latejar na minha boca. A curvatura ajuda… bate certinho no céu da boca. Tô molhada só de chupar ele. Imagina quando ele meter isso em mim… vai esticar gostoso.
Ela acelerou o ritmo, sugando com mais força, língua pressionando a parte de baixo da glande a cada subida. A mão esquerda massageava os testículos pesados dele.
“Ele tá ficando mais duro… pulsando forte. Vai gozar logo. Quero sentir os jatos na garganta. Vou engolir tudo. Quero ver a cara dele quando gozar na minha boca… quero que ele se lembre disso pra sempre.”

Matheus gemeu mais alto, quadris se movendo involuntariamente. Lara segurou firme na base e chupou com intensidade, olhando para cima, olhos fixos nos dele.

Sofia percebeu o estado do amigo e sorriu.

— Acho que o seu amigo tá quase — disse ela para Lara enquanto segurava firma o pau de Lucas.

— Deixa ele ir — respondeu Lara, sem tirar a boca. — A primeira vez tem que sair rápido mesmo. Depois a gente trabalha a resistência.

Matheus agarrou o encosto do sofá, o corpo inteiro se retesando.

— La… eu… — tentou avisar, mas já era tarde.

Lara não recuou. Pelo contrário: acelerou só um pouco o ritmo, chupando com mais firmeza enquanto ele gozava. Ondas fortes, pulsando dentro da boca dela. Ela engoliu tudo, sem pressa, deixando ele terminar de tremer antes de soltar devagar, com um beijo leve na cabeça ainda sensível.

Pensamento final de Lara, ainda com o gosto dele na boca:
“Delicioso… grosso, quente, muito. Ele gozou bastante. Quero repetir isso várias vezes hoje. E depois… quero sentir esse pau me abrindo inteira.”
Ela sorriu para Matheus, lábios inchados e brilhantes, e sussurrou:
— Gostou da primeira vez?

Matheus, ainda ofegante, só conseguiu assentir, olhos vidrados de prazer.

Matheus desabou contra o encosto, ofegante, o peito subindo e descendo rápido.

Sofia riu baixinho.

— Viu? Rápido, mas lindo.

Ela voltou a atenção para Lucas, que assistia tudo com os olhos arregalados, o pau latejando na mão dela.

— Sua vez agora. Mas eu quero uma coisa diferente.

Ela se levantou, foi até o centro do tapete e se deitou de costas, abrindo as pernas devagar. A pele clara contrastava com o tapete caramelo. Entre as coxas, estava visivelmente molhada, os lábios inchados e brilhando.

— Vem cá — chamou. — De joelhos. Quero que você me prove primeiro. Com calma. Só a língua. Sem pressa.

Lucas olhou para Matheus, que ainda tentava recuperar o fôlego, mas fez um gesto com a cabeça como quem diz “vai”.

Ele se ajoelhou entre as pernas de Sofia. O cheiro dela era doce e quente, quase hipnótico. Quando encostou a língua pela primeira vez, ela gemeu baixo, incentivadora.

— Isso… bem devagar… em círculos pequenos… aí, exatamente aí…

Sophia pensou: “Ahh… finalmente. A língua dele é quente… molhada… tá tremendo um pouco, coitado. Ele tá nervoso, mas isso deixa tudo mais gostoso. Ele começou devagar… lambendo a parte de baixo… bom menino.”

Lucas: “Caralho… é isso aqui? Tão quente… tão molhada… o gosto é doce, um pouco salgado… diferente de tudo que eu imaginava. A pele é macia pra caralho, parece veludo quente. Olha como ela treme quando eu passo a língua… ela gostou.”

Ele lambeu mais devagar, subindo até o clitóris. Quando tocou o ponto inchado com a ponta da língua, Sofia soltou um gemido baixo e segurou o cabelo dele.

Lucas: “Isso… aqui é o clitóris. Ela gemeu mais alto quando eu toquei aqui. Vou rodar a língua devagar… assim… porra, ela tá ficando mais molhada. O gosto tá ficando mais forte, mais doce. Quero enfiar a língua mais fundo… quero sentir ela por dentro.”

Sophia: “Ali… isso! Ele encontrou. Ai, que delícia… a língua dele é macia, mas firme. Ele tá lambendo em círculos… não tá ruim pra primeira vez. Na verdade, tá bom pra caralho. Ele tá aprendendo rápido.”

Lucas enfiou a língua dentro dela, movendo-a para dentro e para fora, imitando o que achava que seria uma penetração. Sofia arqueou as costas e gemeu mais alto.

“Meu Deus… ela tá apertando minha língua. É quente, molhado, macio… parece que tá pulsando. Ela tá gostando… olha como ela segura meu cabelo. Vou voltar pro clitóris agora, lamber mais rápido… quero ver ela gozar na minha boca. Quero sentir ela tremendo por minha causa.”

Sophia: “Porra… ele enfiou a língua dentro. Tá me fodendo com a língua… quente, molhada, entrando e saindo. Sinto ele explorando… ele tá curioso, querendo provar tudo. Isso me deixa louca. Tô ficando mais molhada… ele deve estar sentindo o gosto.”

“Ela tá quase… consigo sentir. As coxas dela estão tremendo. Vou continuar assim… não vou parar. Quero que ela goze forte. Quero sentir o gosto dela quando gozar. Porra… tô duro pra caralho só de chupar ela. Nunca imaginei que ia gostar tanto disso.”

Lara se aproximou por trás de Lucas, os seios encostando nas costas dele enquanto sussurrava no ouvido:

— Enquanto você cuida dela, eu cuido de você.

Ela passou os braços por baixo dos braços dele, uma mão voltando a acariciar o pau dele devagar, a outra descendo para massagear os testículos com a mesma delicadeza de antes. Ritmo lento, quase torturante.

Lucas gemia contra a buceta de Sofia, a língua trabalhando mais confiante a cada segundo. Sofia segurou a nuca dele com as duas mãos, guiando sem forçar, os quadris se movendo em ondas suaves contra o rosto dele.

— Isso… assim… não para…

Matheus, já recuperando um pouco, se aproximou e começou a beijar o pescoço de Lara por trás, as mãos subindo para os seios dela, apertando de leve os mamilos entre os dedos.

A sala se encheu de sons: respirações pesadas, gemidos abafados, o barulho molhado da língua de Lucas, os pequenos estalos da mão de Lara no pau dele.

“Ele tá se dedicando… olhando pra cima de vez em quando pra ver minha reação. Isso me excita ainda mais. Tô quase gozando… não vou conseguir segurar. Quero gozar na boca dele… quero que ele sinta meu gosto quando eu gozar.”
O orgasmo veio forte. Sofia apertou as coxas em volta da cabeça de Lucas, corpo inteiro convulsionando, um gemido longo e rouco escapando da garganta enquanto ondas de prazer a atravessavam.
“Tô gozando… forte… ele não parou… continua lambendo… que delícia. Ele tá bebendo tudo… que menino bom. Nunca imaginei que a primeira vez dele fosse tão gostosa.”

— Agora você — ela sussurrou contra os lábios dele. — Pode gozar onde quiser.

Lara acelerou a mão. Só um pouco. O suficiente.

Lucas não aguentou mais. Gozou forte, jatos quentes caindo no ventre e nos seios de Sofia, que sorria satisfeita enquanto recebia tudo.

Depois do pico, eles ficaram ali alguns minutos, ofegantes, suados, colados uns nos outros.

Nenhum deles falou sobre pecado, sobre pregação, sobre Jeová.

Naquele momento, dentro daquela sala de paredes amarelas desbotadas, só existia pele, calor, respiração e a certeza silenciosa de que aquilo era, sim, uma espécie de paraíso.

Eles ainda tinham a tarde inteira pela frente.

Continua...

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