#Corno #Grupal #Lésbica #Virgem

O questionário da revista

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Alberto

Conheci minha esposa Sandra em um campeonato de surf, aquele baixinha de 1,60 m, bundinha arrebitada, peitinhos redondinhos, olhos verdes, cabelos castanhos claros, me conquistou com seu jeitinho acanhado. Um ano depois, estávamos casados e vivíamos uma vida muito legal, ela dando aulas pela manhã e trabalhando em seu escritório de advocacia no período da tarde, não tinha uma vida profissional muito diferente da minha, eu também dava aula pela manhã e duas noites por semana e trabalhava no escritório de engenharia em que era sócio de meu pai no período da tarde. Fazíamos sexo todas as noites e em quase todos os fins de semana passávamos surfando. Todos os anos, viajávamos para destinos variados, no meio do ano para lugares frios e no início do ano para lugares quentes. Em um domingo a tarde, Sandrinha apareceu com uma daquelas revistas femininas com um questionário sobre a vida do casal, algumas das perguntas e respostas acabaram gravadas em nossas mentes, tais quais: Do que você se arrepende: Sandra muito encabulada, mas sendo sincera "de não ter preservado minha virgindade até o casamento" e para minha surpresa "Não ter aceito as propostas de Lucy minha amiga lésbica da faculdade". Na pergunta qual o momento inesquecível do seu casamento, concordamos com a resposta: "Nossa primeira relação anal". O que pareceu naquele instante algo banal, teve reflexo em nossa quinta viagem de inverno , pois ao chegarmos a um hotel nas montanhas de Santa Catarina, minha esposa não conseguiu esconder o choque, lá estava dando entrada também sua amiga Lucy, quando fui apresentado e ouvi o nome, lembrei imediatamente daquela resposta dada a mais de dois anos. Lucy uma professora de educação física especializada em basquete é alta, corpo típico de jogadora de basquete, cabelos curtos e muito bonita de rosto, comeu minha mulher com os olhos, estranhamente, senti tesão ao vê-las trocarem beijinhos no rosto, para complicar, recebemos as chaves de chalés próximos e nos instalamos. Naquela mesma noite, ao lado da lareira fizemos um anal fantástico e pela manhã encontramos aquele mulherão no café da manhã e como ela estava sozinha, ocupamos a mesma mesa, a atração entre as duas era evidente. Eu já cheio de boas ideias na cabeça, propus fazermos uma trilha justos, uma caminhada por um terreno acidentado, Lucy topou na hora e quando levantou para pegar mais café, Sandra apreensiva olha dentro dos meus olhos e diz: "Você é louco?". Eu sem esconder minha excitação respondi: "Nunca é tarde. Não se negue nenhum prazer". Os olhos de minha esposa brilharam. Fomos ao chalé escovar os dentes e Sandra me pergunta: "Você tem certeza?". A tomei em meus braços e trocamos um beijo demorado e ao final falei: "Quero ser testemunha". Encontramos o guia e começamos a caminhada, em pouco tempo, as duas eram as últimas do grupo e as vi caminhando de mãos dadas. Em determinado trecho vi que as duas pararam e enquanto todos prestavam atenção no que o guia falava apontando algo no horizonte, menos eu e elas duas, as duas trocaram um excitante beijo. Logo depois Sandra me abraçou e pediu para eu comunicar ao guia que nós três íamos desistir da caminhada e começamos o caminho de volta, Lucy a cada beijo parecia que ia engolir minha esposa que estava em transe, quando abria os olhos, seu olhar parecia pedir socorro e o caminho de volta que poderia ser feito em dez minutos, levou mais de meia hora com as duas se esfregando e travando uma luta de língua. Chegamos a nosso chalé e as duas pararam ao lado da cama e passaram a se desnudar, até que totalmente nuas minha esposinha miudinha deixou uma das coxas da atleta completamente molhada com seu mel e Lucy fez Sandra deitar com a bunda na ponta da cama abriu as pernas de minha amada que produzia todo tipo de sons tesudos, ajoelhou entre as pernas de Sandra e abocanhou aquela bucetinha carente. Sandra gruiu e bateu o braço na cama em desespero, levou a mão à boca e mordeu a falange do dedo indicador e produziu o inconfundível som que estava gozando na boca da grandona, gozei junto na mais louca punheta da minha vida, lançando esperma no chão a mais de um metro de onde estava. Lucy completamente dominada por seu instinto predador, sob na cama, coloca minha esposa de quatro, ache suas nádegas de Sandra e esfrega seu grelo duro no cuzinho de minha mulher que esfregava como uma louca seu próprio grelo com o dedo médio, não só a bela cena mas o som molhado produzido pelas bucetas e os gemidos produzido pelas duas, me fizeram gozar novamente, mas naquele momento junto com elas. As duas se jogaram na cama e casaram a se alisar, todo melado entrei no banheiro ainda de pau duro e quando estava saindo as duas ocuparam a ducha juntas. Lucy foi para o chalé dela e eu abracei minha esposa já vestidos e ela emocionada fala no meu ouvido: "Obrigado. Realizei minha mais intima fantasia". Eu sentindo a sinceridade daquelas palavras, respondi: "Adorei vê-la gozando, complete seu sonho ...". Nos beijamos ardentemente. Almoçamos os três juntos, os que nos viam, certamente não imaginavam a sensualidade que nos envolvia e passamos a tarde em um City tour, onde compramos vários tipos de vinho e frios. Assim que retornamos ao hotel, acendi a lareira do chalé preparei uma tábua com os frios e coloquei três garrafas de vinho para esfriar, assim que Lucy chegou abri uma das garrafas e nos deitamos com os pé voltados para a lareira com minha esposa no meio. A atmosfera estava muito sensual com um cobertor grande cobrindo nossos corpos, a todo instante minhas mãos ao acariciar o corpo de minha esposa, encontrava as mãos de Lucy que fazia o mesmo, em determinado instante, Sandra não conseguia mais falar, só gemia e contorcia o corpo, hora eu estava chupando sua língua e acariciando seus seios, hora troca de lugar com Lucy acariciando aquele grelinho durinho, os três já completamente nus em desespero para gozar. Repentinamente Sandra se coloca de quadro, joga o cobertor de lado, abre as pernas de Lucy e pela primeira vez chupa uma buceta de forma faminta, com o rabo virado para mim, não perdoei enfie meu cacete naquele cuzinho apertado vendo Lucy segurar a cabeça da chupadora que se deliciava chupando o grelão e piscando o cuzinho em volta do meu cacete. Foi outra gozada grupal, inundamos o ambiente com uma sinfonia de sons eróticos. Voltamos a nos cobrir e naquela troca de carinhos acabei pincelando o rego da lésbica com a cabeça do meu pau e ela arrebitou a bundinha, parti para uma ação arriscada, aproveitando que Lucy estava de ladinho abraçando e beijando minha mulher, dei uma cutucada e ela facilitou a entrada mantive a pressão enquanto as duas abraçadas revessando as mamadas bolinando a buceta uma da outra fiz aquele cu lésbico engolir todo meu cacete apesar dos eventuais "Ai" de Lucy característico de quem está tomando no cu. Quando minha mulher anunciou que estava gozando, inundei o cuzinho de Lucy com jatos de esperma que ao sentir o leite em suas entranhas, gozou no dedo de minha mulher. Depois da monumental gozada, Lucy nos revela que a mais de quinze anos nenhum homem a tinha comia. Pela manhã, ainda tive o privilégio de ver as duas esfregarem a buceta e gozarem novamente. No caminho de volta, minha esposa fez o comentário mais estranho em todo nosso casamento: "Ainda te devo um cabacinho".

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