O Toque da Porta
Era uma tarde abafada de sábado em um bairro de classe média baixa, daqueles onde as casas ficam coladas umas nas outras e as cortinas quase nunca são abertas durante o dia. Lucas e Matheus, ambos com catorze anos recém-completados, caminhavam lado a lado com as Bíblias de capa dura debaixo do braço e as gravatas meio frouxas por causa do calor.
Já tinham batido em sete portas. Sete "não, obrigado", sete sorrisos educados que escondiam impaciência, sete portas fechadas com delicadeza cirúrgica.
A oitava casa era pintada de um amarelo desbotado. A campainha não funcionava, então bateram com os nós dos dedos. Esperaram. Nada.
Matheus já ia sugerir seguir em frente quando ouviram o trinco. A porta se abriu devagar.
Duas garotas da mesma idade deles — talvez um ano mais velhas, no máximo — estavam ali, em pé, completamente nuas.
Nenhuma das duas tentou se cobrir. Nenhuma das duas pareceu surpresa com a presença deles.
A mais alta, de cabelo castanho ondulado que chegava nos ombros, sorriu com um canto da boca. A outra, ruiva, sardenta, com os seios ainda quase inexistentes e o umbigo muito marcado, inclinou a cabeça como quem avalia um presente inesperado.
Lucas pensou: "Meu Deus… elas estão nuas de verdade. Sem roupa, sem nada. A ruiva… olha esses peitos… pequenos mas perfeitos. E entre as pernas dela… tem pelos ruivos, dá pra ver tudo. Tô duro só de olhar. Nunca vi uma menina assim de perto. Será que elas vão me deixar tocar? Eu nem sei o que fazer. Meu pau tá latejando dentro da cueca… vão perceber?”
Matheus nem piscava: "“Caralho… isso é real? Duas meninas peladas na nossa frente. A morena tem peitos maiores, olha como balançam quando ela respira. E a buceta dela… dá pra ver os lábios rosados. A ruiva é mais branquinha, parece que nunca pegou sol ali. Tô tão duro que dói. Elas estão sorrindo… elas querem isso. Quero meter na morena primeiro, sentir se é apertado mesmo como falam.”
— Testemunhas de Jeová, né? — perguntou a morena, voz baixa, quase rouca. — Já vi vocês passando na rua outras vezes.
Lucas sentiu o rosto queimando tanto que achou que ia desmaiar. Matheus, que normalmente era o mais falante dos dois, só conseguiu abrir e fechar a boca duas vezes sem emitir som.
— Entra — disse a ruiva, dando um passo para o lado. — A sala tá fresquinha. O ar-condicionado da minha mãe é o único que presta nessa rua inteira.
Eles entraram. Não porque quiseram. Entraram porque as pernas andaram sozinhas.
A sala era pequena, com sofá de tecido florido, uma mesinha de centro cheia de marcas de copo e um tapete felpudo cor de caramelo. O ar gelado bateu na pele suada deles como uma bofetada boa.
As meninas se sentaram no sofá, pernas abertas sem nenhum pudor. A morena cruzou os braços embaixo dos seios, levantando-os um pouco. A ruiva deixou as mãos caídas entre as coxas, dedos brincando distraidamente com os próprios pelos pubianos quase transparentes.
— Vocês vieram falar de paraíso, né? — perguntou a morena. — De um mundo onde ninguém vai ter vergonha do corpo. Onde as pessoas andam nuas sem problema. É mais ou menos isso?
Matheus engoliu em seco. Lucas apertava tanto a Bíblia contra o peito que as bordas da capa estavam marcando a pele por baixo da camisa social branca.
— É… mais ou menos — conseguiu dizer Lucas, voz tremendo.
A ruiva riu baixinho.
— Então a gente já tá vivendo no paraíso hoje. Vocês não acham?
Ela abriu mais as pernas. Não foi um movimento brusco. Foi lento, deliberado. O rosa claro entre as coxas apareceu como quem abre uma cortina.
Matheus sentiu o pau endurecer dentro da calça social barata em uma velocidade que o assustou. Lucas percebeu o volume na calça do amigo e, pior, percebeu que o próprio também estava duro, latejando contra o tecido.
— Vocês podem tirar a roupa também — disse a morena, como se estivesse oferecendo um copo d'água. — Ninguém vai ver. A rua tá vazia. Minha mãe só volta às sete.
Silêncio.
Um silêncio cheio de respiração pesada.
Foi Matheus quem cedeu primeiro. Talvez porque ele sempre foi o mais impulsivo. Talvez porque o pau dele doía de tanto estar apertado. Ele largou a Bíblia na mesinha, abriu o nó da gravata com dedos atrapalhados, desabotoou a camisa. Quando chegou na cueca boxer cinza, hesitou.
A ruiva se levantou, caminhou até ele. Parou a centímetros. O cheiro dela era sabonete de bebê misturado com algo quente e úmido.
Ela não tocou nele. Só ficou olhando, bem de perto, enquanto ele tirava a cueca. Quando o pau dele de 17 cm saltou livre, vermelho e pulsando, ela deu um sorrisinho satisfeito.
Lara pensou: "Meu Deus… esse vai doer gostoso no começo. Grosso, longo, curvado pra cima… vai bater no ponto certo. Quero sentar em cima dele e ir descendo aos poucos, sentindo ele me abrir toda. Depois vou cavalgar forte, ver se ele aguenta me fazer gozar primeiro.”
— Gostei — murmurou.
Sofia pensou: “Caralho… esse sim é grande. Grosso na base, cabeça larga… vai esticar bem. Aposto que ele não sabe usar direito ainda. Vou ensinar ele a meter devagar no começo, depois fundo. Quero ver se ele aguenta quando eu apertar por dentro.”
Lucas, vendo o amigo já nu, sentiu uma mistura de pânico e excitação tão forte que achou que ia vomitar e gozar ao mesmo tempo.
"Puta merda… o dele é bem maior que o meu. Mais grosso também. Curvado pra cima… parece que vai bater em algum lugar que eu nunca alcancei. Ele tá duro igual ao meu, pulsando. Será que ele tá com vergonha de eu ver? Eu tô olhando demais… mas é impossível não olhar. Meu Deus, tô com ciúme e tesão ao mesmo tempo. Será que as meninas vão preferir o dele?”
Mesmo assim tirou tudo. Camisa, calça, meia, cueca. Ficou lá, de pé, tentando esconder o seu pau de 13cm com as mãos até perceber que era inútil.
“Que gracinha"… pensou Sofia. "Compacto, mas duro como pedra. A cabeça é tão lisinha, rosada… dá vontade de chupar só a pontinha primeiro, brincar com a língua até ele implorar. Aposto que ele goza rápido na primeira vez. Vou deixar ele entrar em mim devagar, pra sentir cada centímetro.”
Lara pensou: "Hmm… bonitinho. Não é o maior que já vi, mas tem um formato perfeito. Cabe direitinho na boca, dá pra brincar bastante sem cansar. E olha como ele tá pulsando… coitado, deve estar morrendo de vergonha e tesão ao mesmo tempo. Quero sentir ele bem devagar primeiro, pra ver como ele reage.”
Matheus tmabém não consegiu evitar a curiosidade de ver o pau do amigo: "O dele é menor, mas bem bonito. Reto, cabeça lisinha… dá pra ver que ele tá nervoso, tá tremendo um pouco. Não é feio, é… delicado. Aposto que as meninas vão gostar de chupar ele primeiro, porque cabe fácil na boca. O meu é maior… elas vão sentir diferença quando eu entrar. Mas… ver ele duro assim do meu lado me deixa mais excitado. Nunca pensei que ia achar isso excitante.”
As meninas se entreolharam. Riram juntas, um riso curto e cúmplice.
— Sentem aí — disse a morena, batendo no sofá ao lado delas.
Eles sentaram. Os quatro. Nús. Joelhos se tocando. Pele quente contra pele fria do ar-condicionado.
A ruiva esticou a mão devagar e encostou só a ponta do dedo indicador na glande de Matheus. Só encostou. Não apertou. Não segurou. Só encostou.
Ele gemeu alto, como se tivesse levado um choque.
A morena fez o mesmo com Lucas. Um toque leve, quase casual. Ele fechou os olhos com força.
— Vocês já… tocaram alguém? — perguntou a ruiva, voz doce.
— Não — responderam os dois ao mesmo tempo, quase gritando.
Ela sorriu.
— Então a gente pode ensinar.
E ensinou.
Lento.
Muito lento.
Sem pressa.
Porque, naquele sábado à tarde, dentro daquela sala de paredes amarelas desbotadas, o paraíso que eles pregavam porta a porta estava acontecendo exatamente ali — quente, suado, úmido e proibido.
E nenhum dos quatro achou que Jeová estivesse olhando.
Continua...
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