Aventuras com Nessa: O Lugar Mais Feliz da Terra
"Senta, querida", ordena Teri, e Nessa dobra os joelhos até que sua vagina macia se acomode perfeitamente sobre minha boca.
Teri, a pequena Nessa e eu saímos do parque de diversões cedo, como planejado. A comida da Disneylândia é bem ruim, e queremos um jantar tranquilo e de qualidade antes de voltarmos para a casa de praia para relaxar. O restaurante que escolhemos fica num estacionamento perto da casa de férias e é cercado por uma praça com lojas de luxo mais novas. Entro sozinha pela porta da frente para ver a lista de espera. Uma hora. Nada mal para um fim de semana no Condado de Orange.
A garçonete, sobrecarregada de trabalho, sorri radiante e anota meu nome. Ela me entrega uma campainha quadrada de plástico que pisca em vermelho e serve para me avisar quando nossa mesa estiver pronta. Agradeço e rapidamente mando uma mensagem para Teri:
Uma hora de espera. Tudo bem? Eles me deram um pager.
Ela responde imediatamente:
Ótimo, mas eu e a Ness vimos uma loja do outro lado da rua. Podemos dar uma olhada?
Vai em frente, digito.
Aproveitando a espera, procuro um lugar vazio no bar e peço uma cerveja. Estou sentado, saboreando a cerveja gelada, quando meu celular acende de novo. É uma mensagem da Teri.
O que você acha?
Abaixo do texto, há uma imagem que me deixa sem fôlego. Teri está posando em frente ao espelho de um provador, segurando o celular para tirar uma foto de si mesma usando um espartilho de couro com argolas de metal costuradas estrategicamente.
Uau! Que tipo de loja você encontrou lá, gatinha???
Lingerie de grife, querida!
Com certeza! Eu gosto desses desenhos... me inspiram a criar meus próprios designs.
"Espero que sim", ela responde.
Nenhuma mensagem aparece por vários minutos, e me pego sonhando acordada com a minha tarde. O banheiro familiar. Família. Eu não tinha me dado conta de como eu quero fazer parte dessa palavra. Teri e Nessa, minhas duas filhas. O que poderia ser melhor?
O pensamento é interrompido por outro texto imagético:
O que você acha?????
A ortografia informal e os pontos de interrogação exagerados não combinam nada com a Teri. Pelo contrário, ela é uma purista da linguagem em suas próprias mensagens, embora nunca critique os outros por isso. Mas o texto, presumo, não é realmente da Teri. Um olhar para a foto confirma isso. Na imagem, Nessa posa, segurando o telefone à sua frente, exatamente como Teri havia feito. Ela está usando o mesmo espartilho que Teri fotografou anteriormente. Os laços estão mais apertados em seu torso e algumas fivelas estão, por necessidade, apertadas até o último laço. Em Nessa, o espartilho desce o suficiente para esconder sua calcinha, como se fosse uma espécie de minivestido; no entanto, a parte de cima desce alguns centímetros abaixo de seus mamilos pequenos e delicados. Ela está sorrindo timidamente para mim.
Encaro a foto atônito enquanto meu pau se contrai dolorosamente contra a calça. Volto a olhar para a mensagem: "O que você acha?????" Sei exatamente o que penso, mas devo responder? Penso nisso. Será que Teri tem ideia do que Nessa está fazendo no provador? Será que Teri algum dia verá essa imagem... ou minha resposta?
Não, definitivamente não. A Nessa é bem antenada em tecnologia para a idade dela, como muitos da geração dela. Lembro dela tocando musiquinhas engraçadas para mim no iPod dela durante a viagem de esqui e na volta, e isso me faz sorrir. Com certeza ela vai apagar essas mensagens tão rápido quanto as enviou.
Fica lindo em você, respondi digitando.
Agora me diga o que você realmente sente???
Você é um(a) gato(a)!!!
Você pode fazer melhor... Ela me provoca.
Quase gozei em cima do meu celular?
LOL, OBRIGADO!!! 😉
Eu percebo o que ela está fazendo e me pergunto o quanto ela tem consciência do seu joguinho de poder. Essa mensagem me pegou pelas bolas, e tenho a sensação de que esse é exatamente o objetivo. Nessa gosta de flertar com o perigo tanto quanto comigo, reconheço com um arrepio. Isso não pode ser bom, nada bom mesmo.
Um minuto depois, chega outra foto. Nesta, Nessa afrouxou o espartilho. Ele pende sobre ela, ameaçando cair. Um braço está estendido em minha direção, presumivelmente segurando o telefone, mas o outro braço alcança entre as pernas. Nessa está sem calcinha, e dois dedos finos desaparecem naquela fenda mágica que explorei mais cedo no banheiro familiar da Disneylândia — e que ainda consigo sentir contra meus lábios e meu pau.
Desligo o celular e fecho os olhos por um minuto, tentando recuperar a compostura. Puta merda! O que estou fazendo? O fetiche por perigo da Nessa deve estar me contagiando, porque de repente sou dominada não pelo medo da foto inesperada e ilegal no meu celular, mas por uma onda de adrenalina: uma palpitação no peito e um sorriso incontrolável.
Meu telefone acende novamente.
OK. Tudo apagado. Mamãe já está saindo. Tchau!
Graças a Deus, penso, e estou quase pulando de alegria como a Nessa fez antes de sairmos do banheiro da Disneylândia. Ela me deixou eufórica de novo, e a sensação é tão forte que anula os efeitos da cerveja. Termino o último gole mesmo assim e me levanto. Dou uma gorjeta generosa demais para o barman e volto flutuando para a área de espera para aguardar a Teri e a Nessa. Minhas meninas.
*****
Depois de um jantar muito agradável, voltamos para a casa de praia em ótimo astral. O sol já se pôs há muito tempo, mas o Pacífico, visto pela janela dos fundos, continua iluminado pelo brilho constante da cidade. Juntos, olhamos pela porta de correr, através do deck, e sabemos exatamente o que queremos fazer em seguida.
"Vou me trocar primeiro!", grita Nessa, dando um pulo para longe de nós, rindo e indo em direção ao quarto. Ela fecha a porta, e Teri e eu ouvimos o zíper da mala dela sendo aberto.
"Parece que ela superou aquele mau humor, né?" diz Teri.
"Você tinha toda a razão", admito. "Férias perfeitas fazem isso pelas pessoas."
"Ainda não está perfeito", diz Teri, gesticulando com o dedo na minha direção.
"Realmente?"
"Claro que não," ela franze as sobrancelhas. "Ainda não usamos a banheira de hidromassagem!"
A porta do quarto se abre e Nessa sai saltitante, vestindo um biquíni de duas peças laranja e rosa com bolinhas coloridas. Sinto um frio na barriga e fico sem fôlego enquanto ela passa por mim, sua pele jovem e impecável brilhando sob as luzes. Com um sorriso de canto, ela sai pela porta dos fundos.
"Já vou", Teri grita para ela e me puxa também em direção ao quarto.
Fico pensando se Teri tem outros planos para o quarto, mas simplesmente trocamos de roupa, pegamos toalhas no armário do banheiro e nos juntamos a Nessa na banheira de hidromassagem. A água está perfeita. Quente ao primeiro toque, mas convidativa. Para escapar do ar fresco da noite, deslizo suavemente para dentro da água, deixando o calor me envolver. "Ahhh", suspiro. "Eu preciso tanto disso."
"Nem me fale", suspira Teri, sentando-se ao meu lado.
"Vocês são estranhos", diz Nessa, repreendendo-nos do outro lado da banheira. "Do que vocês precisam?"
"Você não vê", digo, apontando o dedo para Nessa, "que você nos esgota?"
Nessa franze as sobrancelhas. "Eu te canso, mãe?", pergunta ela.
"Às vezes você faz isso, meu bem, mas não hoje."
"Bem", digo, piscando levemente para Nessa, "você me deixou exausto hoje."
Nessa dá uma risadinha.
"Podemos fazer algo a respeito. Pegue o pé dele", instrui Teri a Nessa. Teri atravessa a banheira, fica de frente para mim e segura meu pé esquerdo. Nessa obedece, estendendo a mão para o meu pé direito.
Eu me inclino para trás em um dos encostos de cabeça da banheira, e Teri e Nessa me fazem uma massagem relaxante nos pés. Meus pés estão bem doloridos de tanto andar, mas Nessa sabe que não é exatamente isso que eu quis dizer. Suas mãos acariciam meus pés com uma ternura erótica, e fico feliz que ela mantenha sua performance debaixo d'água borbulhante. As mãos de Teri são mais habilidosas e igualmente cheias de energia intensa. Cada toque na minha pele comunica desejo sensual. Fecho os olhos e suspiro alto para a diversão delas. Isso, penso, é o mais perto que chegarei da felicidade familiar. Minhas duas amantes incríveis lado a lado, dando prazer aos meus pés doloridos... o que poderia ser melhor?
"Isto é o paraíso", digo eu.
"Não", diz Teri. "Não é mesmo."
"Desculpe", digo. "Você pode parar agora. Não precisa continuar." Começo a puxar meus pés para trás, mas Teri se segura firme.
"Não, eu não quis dizer que fazer uma massagem nos seus pés seja ruim. Só quis dizer que isso não é tão celestial quanto poderia ser."
"Sério?!" digo, perplexo.
"Fique aqui e continue relaxando, querida", diz Teri, e então se vira para Nessa. "Você, venha comigo."
Sem mais explicações, as duas belas sereias emergem da água e saem da banheira. Enrolam-se em toalhas e voltam na ponta dos pés para dentro de casa, deixando-me a refletir sobre o meu dia quase perfeito. Mais uma vez, fecho os olhos e relaxo os músculos, permitindo que a água levante e mova meus braços e pernas. Enquanto estou meio sentada, meio flutuando, minha mente imagina tanto Teri quanto Nessa. Como é possível que eu me sinta tão atraída por ambas? Embora a ideia vá contra tudo o que me ensinaram sobre famílias e sociedade, minha experiência exige que eu leve os fatos em consideração. Em pouco tempo, estou desenvolvendo uma teoria confusa sobre genética e atração animal, convencendo-me de que deve ser natural eu me sentir atraída tanto por Teri quanto pela filha, com quem ela compartilha tantos atributos físicos. E se é natural, quem disse que tem que ser errado?
"Relaxada?", sussurra uma voz perto do meu ouvido, e duas mãos deslizam pelo meu peito. Olho para cima e vejo Teri sorrindo para mim. "Vamos. Se você ainda consegue andar, é hora de sair daí."
"Do que se trata tudo isso?", pergunto num tom deliberadamente curioso, entrando na brincadeira. Na verdade, estou extremamente curiosa, mas também estou tentando não ficar ansiosa. Estou relaxada e só quero "deixar rolar".
Teri não responde. Silenciosamente, ela me guia da banheira para dentro de casa. Na porta, ela me seca com a toalha devagar e carinhosamente. Ela veste meu short e eu deixo que ela o tire, deslizando-o até meus pés. Suas mãos carinhosas já me afetaram, então meu pau salta para fora e fica pendurado, apontando para frente, meio ereto.
Ainda em silêncio, Teri enxuga meu pau, meus testículos e cada perna com a toalha. Ela se ajoelha, terminando de enxugar cada pé com carinho, depois olha para cima, sorrindo. Meu pau roça seu nariz, e ela estende a mão e o segura, beijando-o levemente e depois lambendo lentamente a haste com a língua larga e lenta. Eu gemo de prazer e sinto minha ereção ficar ainda mais forte.
"Gostou?", ela pergunta, e eu gemo novamente. "Então me siga."
Nua, sigo Teri pela sala de estar até o quarto. A cada esquina, temo encontrar Nessa novamente, mas talvez fosse exatamente para isso que Teri precisava dela, para garantir que a garota estivesse devidamente acomodada e não nos interrompesse mais.
Ao entrar no quarto, vejo os acessórios favoritos de Teri na cama. É a corda de novo. Dou um sorriso. Estou começando a gostar mais dela por isso. "Você quer que eu cumpra meu desafio, é?", brinco.
"Sim, mas não esta noite", diz ela, interrompendo-me. "Esta noite é a sua vez."
"Mas..."
"Sem 'mas'. Vai ser incrível, eu juro."
"Não tenho medo..." digo, acreditando apenas em parte.
Sento-me na cama e Teri manobra ao meu redor, ajudando-me a encontrar a posição ideal. Finalmente, estou apoiada em almofadas no meio da cama, com os braços abertos, e Teri amarra cada uma das minhas mãos, com os braços e pernas abertos, aos imponentes postes de carvalho que formam a cabeceira.
"Tem certeza de que isso é realmente necessário?", pergunto, tentando parecer descontraída, mas me sentindo mais nervosa do que esperava.
"Se você quer a noite mais inesquecível da sua vida, então, sim, cale a boca e entregue-se a ela."
"Entendi", digo, sem precisar de mais incentivo. Suspiro, tentando afastar qualquer nervosismo e me agarrar ao relaxamento e ao dia perfeito que tive até agora.
"Agora isto", diz Teri, tirando uma máscara de couro para os olhos de trás das costas.
Minhas sobrancelhas se erguem, mas não me atrevo a protestar. Teri sorri para mim e então começa a colocar a máscara de dormir em volta da minha cabeça, apertando a fivela na parte de trás. A máscara é forrada de pele e confortável no meu rosto, mas cumpre bem sua função. O quarto está completamente escuro; não vejo nada.
Sinto as coxas macias de Teri deslizarem sobre as minhas. Ela está sentada em cima de mim, massageando meu peito nu. "Agora você é meu", diz ela, provocante. "Todo meu."
"Parece ótimo", digo, quebrando o silêncio.
"Gostou da ideia, é?", ela pergunta. "De ser toda minha?"
"Sim, eu aceito", respondo, e então, pensando no dia em que planejamos esta viagem, lembro-me da brincadeira de verdade ou desafio e das palavras dela para mim. "Me amarre e faça o que quiser comigo, Teri", digo, imitando-a e fazendo-a rir.
"Tem certeza?", ela pergunta.
Repito as palavras dela: "Confio em você, meu amor... em tudo."
"Ótimo", diz ela, tirando as mãos de mim. "Então espero que goste do meu jeito." Ela se levanta silenciosamente e eu a ouço sair do quarto.
*****
Alguns minutos depois, quando começo a me perguntar que tipo de desafio é esse, ouço Teri voltando. O pé da cama range quando ela se senta aos meus pés e começa a massageá-los novamente.
"Você já fez isso..."
"Shhh!" Teri me interrompe no meio da frase. "Não fale; apenas relaxe."
Ela está massageando meus dois pés de novo, igualzinho na banheira de hidromassagem, só que dessa vez eu estou nu e amarrado na cama, e na banheira de hidromassagem eram quatro mãos, não... espera!
Ainda não consigo ver nada além da escuridão total da máscara, mas solto um suspiro silencioso e me concentro no que... pensei ter sentido: pressão em ambos os pés. Uma... não, duas mãos no pé esquerdo, e outra mão em... não, não pode ser.
"O que está acontecendo..."
"SHHHH!" Teri repreende mais alto desta vez. "Sem falar; apenas sinta!"
Mas estou sentindo! Quanto mais sinto, mais o mundo parece se afastar de mim. As mãos experientes de Teri se movem do meu pé esquerdo para o meu tornozelo e panturrilha esquerdos, massageando-me com uma sensualidade confiante. Mas, inacreditavelmente, duas mãos também deslizam sobre o meu pé direito, os dedos abertos deslizando delicadamente pela parte superior do meu pé e para a minha canela direita, massageando leve, mas firmemente, a parte inferior da minha perna. São mãos macias, leves no toque, e...
Minha mente se recusa a aceitar, mas é inegável. São as mãos de Nessa! Elas me acariciam com a mesma intensidade elétrica de antes, debaixo d'água, mas agora... estou nua, amarrada à cama, e Teri está aqui, e...
"Ai meu Deus!" Eu deixei escapar, sem conseguir me conter. "Ai meu Deus... Ai, droga! Teri!"
"Shhhhhhhhhh!"
Dessa vez, o sussurro de Teri é mais suave. Lento e firme. Confortante. Enquanto cerro os dentes e fecho os olhos com força, mesmo por trás da máscara, mantenho o controle e paro de falar. Minha respiração fica repentinamente curta e irregular. Sinto o calor subir pela minha pele, me envolvendo em uma onda de aconchego... e mãos passando pelos meus joelhos, sem se demorarem, mas descendo para as minhas coxas, massageando cada músculo até que ele relaxe e se entregue à massagem.
Minha mente gira com as implicações de Nessa e Teri acariciando meu corpo nu. Mal consigo pensar direito. As mãos delicadas de Nessa se aproximaram a centímetros do meu pênis, e as de Teri também. Como se entendessem exatamente o que estou pensando, duas mãos deslizam para a frente, uma da esquerda, a outra da direita, e envolvem meu pênis, que está meio flácido pela ansiedade, meio duro pela constatação — ainda meio consciente — do que está acontecendo.
"Ohhhh," gemo profundamente, entregando-me à sensação requintada, e Teri não me manda calar a boca por isso. Assim que expiro em outro gemido baixo de prazer, uma umidade quente roça suavemente meu pau, primeiro de um lado, depois do outro. Depois dos dois lados. "Ohhh, porra!" gemo novamente.
Cegado pela máscara de couro, continuo sem ver nada, mas meus ouvidos estão em alerta máximo. Ouço uma risadinha abafada. Nessa. Depois outra risada, mais rouca. Teri. Então a sensação quente retorna e agora consigo imaginar a cena: Teri e Nessa deitadas ao meu lado na cama, cada uma lambendo meu pau de forma brincalhona como se fosse um picolé... e rindo juntas.
Como se soubessem que eu havia decifrado o jogo delas, sinto-as se sentarem e se aproximarem de mim. A expectativa percorre minha pele, arrepiando meus pelos. Estou completamente despreparada para o ataque à minha boca. Sem aviso, duas línguas macias e exploradoras separam meus lábios e se unem às minhas, respirando baforadas suaves e doces que aquecem meus lábios e me fazem girar novamente. Junto-me a elas, acariciando cada língua com a minha, tremendo com o maravilhoso abandono de quem quebra tabus enquanto sinto Teri e Nessa se inclinarem sobre mim e se beijarem profundamente, com suspiros lentos e apaixonados de prazer.
"Eu te amo, mamãe", sussurra Nessa enquanto se separam. Ao ouvir sua voz melodiosa, estremeço, percebendo só agora que ainda duvidava que fosse realmente ela, mas não mais. A voz de Nessa, e seu corpo pressionado contra minha pele nua, são provas inegáveis.
"Você está bem agora, querida?", pergunta a voz de Teri. Abro a boca para responder, mas percebo que ela não está falando comigo. Minha voz falha antes que eu consiga emitir um som, e eu escuto.
"Eu sou... perfeita, mas..." A voz de Nessa se perde no ar.
"Sim, querida? O que foi?"
"Mas eu quero que ele me veja... que nos veja ."
Teri acaricia meu peito enquanto responde: "Mas será que ele consegue lidar com isso, querida? Talvez a gente tenha assustado ele... como aconteceu com os outros."
"Mas ele não pode!" Nessa protesta, com a voz num tom suplicante. "Ele não é como eles. Ele é... Eu nunca quero que ele vá embora, mamãe!"
É estranho, elas falam de mim como se eu não estivesse bem ao lado delas, mas minha voz ainda não voltou. Meu sorriso, sim. Ao ouvir as palavras carinhosas de Nessa, meus lábios se abrem em um sorriso largo e satisfeito, e percebo o quanto estou feliz por Nessa se sentir assim e por estar compartilhando isso com Teri tão abertamente.
Teri! Uma constatação que vinha batendo à porta da minha consciência nos últimos minutos finalmente penetra meu crânio denso e me deixa sem fôlego. Ela sabe. Ela sabia. Ela deve ter sabido de... tudo! Essa dupla diabólica me manipulou como um...
"Podemos tirar a venda dos olhos dele?", pergunta Nessa.
Sem dizer mais nada, mãos deslizam pelos meus cabelos e puxam a fivela atrás da minha cabeça. A máscara escorrega e eu aperto os olhos contra a claridade. O rosto de Nessa está perto do meu. Ela me encara como se procurasse uma mensagem secreta dentro do meu crânio, e eu pressinto que é exatamente isso que ela está tentando fazer. Levanto os olhos para Teri, que sorri para mim com um olhar complexo e misterioso — um toque de sensualidade e maternidade, de leoa orgulhosa e raposa sexy.
"Vocês dois..." minha voz rouca. Minha garganta está seca, mas não tenho mais medo. A palpitação no meu peito é de pura excitação, talvez até de admiração.
"Sim", foi tudo o que Teri disse, acenando com a cabeça.
"A viagem de esqui?", pergunto.
"Sim", diz Nessa, com um sorriso enorme que faz o nariz enrugar.
Inclino a cabeça para trás e rio, expelindo toda a ansiedade reprimida que carregava. Sinto meu pau inchar de desejo novamente, não mais contido por preocupações e medos. Teri ainda me encara de cima, sorrindo. Percebo que ela e Nessa estão usando os mesmos espartilhos de couro com que tiraram fotos há apenas uma hora... uma eternidade atrás.
"Eu te amo pra caralho", digo, olhando de Teri para Nessa, de Nessa para Teri.
"Mas isso não é justo", exclama Nessa, com as mãos na cintura em fingida desaprovação.
"O que?"
"Como eu disse, eu gosto muito mais de ser amarrado do que você!"
"É verdade", Teri ri, balançando a cabeça. "Ela faz mesmo."
"Aprendi com a melhor." Nessa pisca para a mãe, e elas começam a puxar os nós que prendem minhas mãos à cabeceira da cama.
Assim que esses dois anjos me libertam, uma onda de adrenalina me invade. Eu as atiro na cama, uma em cada braço, aconchegando meu rosto em suas cabeças e as beijando. "Suas vadias malvadas!" Eu rio, e elas não conseguem parar de rir também, e então, sem dizer uma palavra, estamos nos beijando a três novamente.
Nessa entrega um pedaço de corda para Teri e se vira para mim. Todos nos ajoelhamos na enorme cama king size. Enquanto Teri puxa os braços finos de Nessa para trás, ela se inclina para a frente e estica o pescoço, aproximando o rosto do meu pau. Levanto os quadris e ela abre bem a boca. Teri termina de dar um nó na corda em volta dos pulsos de Nessa e solta as mãos da filha, deixando-a se inclinar mais para a frente, em direção ao meu pau. Nessa fecha os lábios em volta de mim e sinto a pulsação do meu pau batendo contra a parte interna de suas bochechas.
Teri se inclina sobre as costas de Nessa e me beija enquanto a garota acaricia meu pênis e suga vigorosamente a ponta, enviando arrepios da cintura aos pés. Puxo o rosto de Teri com força contra o meu, pressionando seus lábios contra os meus, enfiando minha língua em sua garganta, buscando fechar completamente o espaço entre nós. Teri corresponde à minha ferocidade fazendo o mesmo, nossas línguas lutando por posição enquanto Nessa me pressiona com mais entusiasmo contra o fundo de sua garganta, exibindo-se. Mesmo sem ver, estou impressionado! Meus testículos se contraem quando ela respira neles, gemendo contra as amarras que Teri ainda segura, ajudando Nessa a manter o equilíbrio. Eu estremeço, gemo alto, e então Teri puxa a garota para longe de mim e a endireita, colocando-a sentada na cama.
"Mais corda, por favor", diz Nessa, fazendo beicinho. Um fio fino de saliva umedece seu rosto, do canto da boca até o queixo.
"Como desejar", digo. Inclino-me e beijo a saliva em seu queixo, segurando o segundo pedaço de corda. Não é longo, mas o corpo franzino de Nessa o acomoda bem.
Enrolo a corda duas vezes em volta dos braços e do peito dela e ainda sobra comprimento suficiente para dar um nó bem firme entre os cotovelos. Assim que a corda está bem apertada, Nessa fecha os olhos e ronrona baixinho: "Mmmm, obrigada!"
Dou de ombros para Teri, e ela ri e retribui o gesto. Então, com um movimento rápido do braço, ela me empurra para trás, levanta Nessa no ar e a coloca sobre mim, com as pernas de cada lado do meu rosto. "Senta, querida", ordena Teri, e Nessa dobra os joelhos até que sua vagina macia se acomode perfeitamente sobre minha boca.
"Ohhh," Nessa geme enquanto pressiono meus lábios quentes contra os dela. Abro os meus e então uso minha língua para explorar entre os dela, os delicados lábios se separando para me acolher novamente. É ainda melhor do que a mesa do banheiro. Mergulho nela, esquecendo tudo até sentir o paraíso quente deslizar sobre meu pau. Enquanto Teri pressiona sua boca contra a minha, pressiono minha língua na fenda doce de Nessa, acompanhando o ritmo dela. Nós três estamos grunhindo e sibilando em sincronia. Nessa, amarrada e transportada, de olhos fechados, cavalga minha boca como uma pequena e adorável vaqueira. Suas estocadas pélvicas me pressionam e roçam sua fenda em mim, me banhando - queixo ao nariz - em sua umidade.
Teri agarra meus testículos e beija meu pênis com voracidade algumas vezes, depois levanta o corpo e me monta, mergulhando sobre mim sem aviso. O calor da vagina úmida de Teri ao meu redor me faz arfar de surpresa maravilhosa e me leva rapidamente ao clímax!
Muito cedo! Estendo a mão e tiro o doce buquê de Nessa do meu nariz. Viro-a de costas, segurando seu pescoço. Enquanto inclino sua cabeça para o lado, puxando-a para mim, Teri alcança por baixo dos quadris finos de Nessa e puxa a vagina, agora corada e brilhantemente úmida, em sua direção. Os joelhos de Nessa se dobram sobre os ombros de Teri enquanto esta pressiona para saborear a vagina bem usada da filha. Meus dedos permanecem em volta do pescoço de Nessa, mantendo sua cabeça inclinada para o lado para encontrar a minha. Passo minha língua levemente entre seus lábios, incentivando-a a sentir o próprio gosto na minha língua. A doce Nessa me surpreende inclinando-se mais e, com um ronronar suave, fecha os lábios sobre minha língua e a suga. "Mais apertado", ela sussurra entre respirações. Olho para as cordas, mas elas me parecem bem apertadas; a pele pálida de Nessa se projeta acima e abaixo do cordão que aperta seus braços. Ela abre os olhos, vendo para onde estou olhando, e balança a cabeça. "Me abrace mais forte", ela sussurra.
Eu testo o que ela quer dizer ajustando minha mão em volta de sua garganta delicada e apertando suavemente. "Ohhh, meu Deus!" ela sussurra, e eu não sei se é por causa do meu aperto em seu pescoço ou da vigorosa mamada de Teri por cima. Suponho que seja a combinação. Juntas, estamos fazendo Nessa tremer visivelmente de prazer. Arrepios aparecem e desaparecem em seus braços. Suas bochechas ficam vermelhas, depois vermelho-arroxeadas, e percebo que estou apertando sua garganta cada vez mais enquanto ela se contorce e luta contra a língua de Teri. Afrouxo meus dedos, mas Nessa rosna "Mais forte!" até que eu firme meu aperto novamente, transformando sua respiração rápida em suspiros ofegantes, intercalados com meus gemidos mais impacientes.
À medida que a respiração de Nessa se torna superficial e rápida, seu corpo esguio se contraindo rigidamente, Teri se impulsiona com mais intensidade sobre meu pau até que ela esteja nos fazendo quicar para cima e para baixo como uma domadora de cavalos selvagens, como uma mãe e uma filha, eu acho. Sinto meus testículos prestes a explodir e me pressiono para cima para acompanhar o ritmo de Teri, penetrando-a profundamente a cada movimento. Puxo a boca de Nessa para a minha, minha mão ainda apertando sua garganta, pressionando seus lábios contra os meus. Ela solta um gemido abafado de prazer na minha boca e desliza sua língua lenta e sensualmente sobre a minha, circulando meus lábios, umedecendo-os.
Envolvo o torso de Nessa, firmemente amarrado, com a mão livre e a deslizo por seu peito liso, ainda em desenvolvimento, mas já com dois mamilos rígidos. Provoco um, depois o outro, e ela arfa. Ela se sente tão incrível enquanto luta para suportar a língua implacável de Teri em sua vagina, provocando seu pequeno clitóris, meus dedos puxando suavemente seus mamilos e minha outra mão envolvendo quase toda a sua fina nuca, mantendo sua boca junto à minha.
Teri me olha por cima da barriga lisa de Nessa. Uma paixão inebriante a invade e se reflete em seus olhos intensos, semicerrados, mas repletos do negro vítreo de suas pupilas dilatadas. O fervor faminto estampado em seu rosto reflete exatamente o que estou sentindo, e com a percepção dessa comunhão completa entre nós, minha cabeça gira com uma luxúria avassaladora por ela, por ela E por Nessa — e por toda essa experiência incrivelmente surreal! Com um grunhido, enfio minha língua com força na boca de Nessa e ejaculo uma forte e pulsante quantidade de sêmen na vagina pulsante de Teri.
Teri geme enquanto meu sêmen escaldante a preenche. Ela mergulha vorazmente em Nessa, envolvendo os lábios em torno do monte de Vênus dela, sugando com força enquanto sua língua explora profundamente a vagina da filha. Nessa grita em resposta, mas seu grito é abafado tanto pela minha língua preenchendo sua pequena boca quanto pela minha palma pressionando firmemente suas cordas vocais.
Nessa ofega e fecha os olhos com força, franzindo seu narizinho delicado e fofo enquanto se junta a nós em um orgasmo a três profundo e intenso. Posicionadas como estamos, com Teri sentada sobre meu pênis pulsante, as pernas de Nessa agora esticadas, apoiadas nos ombros de Teri, e sua cabeça perto da minha, formamos um circuito triangular de prazer mútuo e pleno — dando e recebendo igualmente — um ciclo infinito de êxtase e adoração.
Uma eternidade depois, com a energia esgotada, o triângulo se desfaz. Teri se deixa cair, deslizando para longe dos meus quadris em direção à cama, deixando as pernas de Nessa deslizarem para junto das minhas. Solto minha mão dolorida da garganta de Nessa; ela suspira profundamente e, sem dizer uma palavra, aconchega o rosto nos travesseiros. Teri estende a mão enquanto eu a envolvo, e juntas desamarramos os braços e pulsos da menina. Ela joga um dos braços soltos sobre meu peito e se aconchega ao meu lado. Sua outra mão encontra a de Teri e a segura, apertando-a naquele silêncio especial que mães e filhas apreciam. Teri ergue a cabeça até os travesseiros, aconchegando-se à filha, encaixando o corpo delicado da menina entre nós. Ela olha por cima do ombro de Nessa, encontrando meu olhar. A fome ardente que ali existia antes se dissipou, mas apenas porque uma nova emoção, vítrea e quente, a substituiu. Mantemos o olhar uma da outra enquanto seguramos Nessa entre nós, massageando as marcas vermelhas e recentes da corda em seu corpo. Não falamos; apenas trocamos sorrisos. Teri puxa o cobertor sobre nós duas, e fechamos os olhos, nos abraçando e deixando a consciência se esvair.
Minha mente vagueia por toda a tensão, segredos e emoções das últimas semanas — aliás, das últimas horas — e essas coisas agora não têm poder, não representam ameaça alguma. Estou em paz com meus desejos e com aqueles que desejo. Sinto-me como uma só, abraçada às minhas meninas... à minha família. Este é o lugar mais feliz da Terra.
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