Festa na piscina
Ao observar a piscina e o quintal, contei um total de 11 homens e 14 mulheres, todos nus e em diferentes estágios de sexo, seja transando.
Ergui as sobrancelhas e um sorriso surgiu no meu rosto ao ler o convite eletrônico para a festa na piscina semestral do meu amigo Ed. Então, meu pau começou a ficar duro ao pensar nos DVDs da última festa, que eu já tinha assistido um milhão de vezes.
Dois dos DVDs continham fotos dos vários convidados da festa, homens com idades entre 30 e 60 anos, todos nus e sempre envolvidos em algum tipo de ato sexual. Outros oito DVDs eram vídeos reais dos homens e das meninas praticando sexo oral e penetração.
Devo mencionar também que Ed trabalha com pornografia . Tudo sobre isso é um segredo bem guardado, e ele ignora qualquer pergunta sobre os detalhes, a distribuição dos DVDs, como encontra os homens e as meninas para os filmes, e qualquer menção a dinheiro envolvido. Enfim, nos últimos anos, Ed tem sido minha fonte para minha crescente coleção de material para masturbação.
A casa do Ed fica a poucos quilômetros de uma cidade pequena, mas está situada em um terreno isolado e arborizado de 25 acres, acessível por uma longa entrada de automóveis, com 100% de privacidade, perfeito para uma festa na piscina com sexo.
Ed atendeu a campainha, completamente nu, e nos convidou a entrar. "E aí, pessoal, que bom ver vocês! Essa é a pequena Sara? Eu mal a reconheceria, ela cresceu tanto." "É, difícil de acreditar que ela já tem essa idade", respondi. "Ei, todo mundo está lá fora. Se apresse e tire essas roupas. A festa já está rolando solta." "Certo, ótimo, já vamos." Peguei Sara pela mão e a levei escada acima até um dos quartos, onde nos despimos rapidamente.
Enquanto corríamos de volta pelo corredor, paramos abruptamente ao passar por outro quarto cuja porta estava aberta, revelando um homem filmando dois outros brincando com uma menina . Um dos homens estava de pé ao lado da cama, acariciando o pênis. O outro estava sentado na cama, com as costas apoiadas na cabeceira, segurando a menina à sua frente para que ela ficasse de frente para a câmera, e a movendo gradualmente para baixo até que a glande de seu pênis pressionasse o monte de Vênus bem lubrificado dela.
Ele a abraçou por trás e segurou o pênis firme enquanto ele penetrava cada vez mais fundo nela. Ela sorriu e deu risadinhas, enquanto ele a fazia quicar para cima e para baixo em seu membro rígido. "Stan, vamos te incluir nisso", disse o fotógrafo para o homem que estava ao lado da cama. Ele pediu a Stan que levantasse a garotinha do pênis do outro homem e a colocasse de joelhos perto da base da cama. "Isso mesmo; agora quero que você a incline para a frente para que ela chupe o pênis dele enquanto você a fode por trás." O fotógrafo alternava entre deitar no chão, no pé da cama, fotografando Stan penetrando a menina , e ajoelhar-se ao lado da cama, registrando suas habilidades em chupar pênis.
É claro que poderíamos ter ficado lá o dia todo, mas tínhamos que nos juntar ao resto do grupo, lá fora.
Como acontece com a maioria das garotas jovens, Sara se sentia tímida por ser vista sem roupa por tantos homens, mesmo tendo aparecido em vários filmes do Ed, chupando paus e sendo fodida por todos os tipos de homens. Além disso, eu a levei a praias de nudismo e resorts nudistas e sempre tentei ensiná-la a se sentir confortável com a nudez. Mesmo assim, ela mantinha uma grande toalha de praia bem enrolada em volta do corpo.
Enquanto caminhávamos em direção ao quintal, encontramos um homem vindo na nossa direção. "Oi! Meu nome é Al." "Oi", eu disse. "Esta é a Sara, e meu nome é Dan." "Bem, ela é uma gracinha. É melhor você ficar de olho nela", disse Al! "Só um minutinho", disse Al, enquanto corria para a cozinha. Quando voltou, colocou um tablet na minha mão.
"O que é isso?", perguntei. "Cialis. Te deixa pronto para qualquer coisa", disse ele, rindo. "Eu cuido dos favores. Se precisar de mais alguma coisa, é só me avisar." "Obrigado, eu aviso", respondi. "Vá lá para fora. As coisas já estão ficando bem animadas. Vou trazer umas bebidas geladas." Era óbvio que Al já tinha tomado um Cialis, porque ele estava com uma ereção constante durante toda a nossa conversa.
Ao passarmos pelas portas de correr que davam para o deck, a primeira coisa que vimos foi uma menina de joelhos, chupando o pênis de um homem. Ele conversava casualmente com outro cara, enquanto ambos olhavam fixamente para a menina. Um terceiro homem filmava a cena das mãozinhas dela segurando o pênis do homem e deslizando o máximo que conseguia para dentro e para fora da boca.
De repente, o homem parou de falar no meio da frase. Seu corpo enrijeceu e depois se contraiu, enquanto ele ejaculava um jato quente de sêmen na boca da garota. Eu pude ver que ela era uma especialista, engolindo o mais rápido que podia, sem querer desperdiçar uma gota. Então, assim que o homem tirou o pênis da boca dela, o cara com quem ele estava conversando tomou seu lugar e enfiou o pênis na boca da garota, mas não antes que o fotógrafo a fizesse manter a boca aberta para que ele pudesse dar um zoom e tirar uma foto da língua dela coberta de sêmen branco e espesso.
"Acho que vamos nos divertir muito hoje", eu disse para Sara, que ainda estava agarrada a mim, não exatamente convencida. Então, notei Al fazendo sua ronda pelo quintal, parando em cada garota, onde acendia um cachimbo de vidro com a chama de um isqueiro e dava uma longa tragada em cada uma. Assim que cada garota soltava uma grande nuvem de fumaça branca, Al passava para a próxima.
"Aqui está, querida", disse Al, quando chegou perto de Sara. "Isso vai te transformar numa fera!" E Al riu. Sara tragou a fumaça, depois expirou lentamente. Quase imediatamente, ela me soltou, tirou a toalha de praia que estava segurando com tanta força e saiu pulando pelos degraus do deck e ao redor da piscina. Al riu de novo e disse: "Eu te disse!" Seu pênis, ainda duro, balançava enquanto ele se afastava. Coloquei o comprimido de Cialis na boca e tomei um gole da minha cerveja.
Ao observar a piscina e o quintal, contei um total de 11 homens e 14 mulheres, todos nus e em diferentes estágios de sexo, seja transando, fazendo sexo oral ou conversando com seus futuros parceiros sexuais. Além disso, havia câmeras demais para contar, tanto de vídeo quanto fotográficas.
Sara, de repente, parecia a própria simpatia, tagarelava animadamente com um homem recostado em uma chaise longue. "Você é uma moça bonita. Qual é o seu nome?", perguntou o homem. "Meu nome é Sara", respondeu ela, orgulhosa. "Que nome bonito. E eu sou Hal", disse ele. "Oi, Hal!" Um fotógrafo pareceu pressentir que algo estava prestes a acontecer, pois se aproximou, agachou-se e apontou sua lente para Sara e Hal.
"Ei, que tal subir aqui e sentar no meu colo?", perguntou Hal. "Não sei", Sara deu de ombros. "Ah, vamos lá", disse Hal. "Vai ser divertido, eu prometo!" Sara subiu, colocando um joelho de cada lado das pernas de Hal. "Isso mesmo. Agora, vou te mostrar um truque que vai ser divertido e você vai se sentir muito bem, tá bom?", disse Hal. "Hum, tá bom", disse Sara, dando de ombros novamente.
Hal pegou um frasco de lubrificante que estava no chão ao lado da cadeira e espirrou um pouco na cabeça do seu pênis. "Agora, seja uma boa menina e espalhe bem, tá bom? Isso é ótimo, perfeito." Seu pênis ficou duro instantaneamente assim que Sara o tocou. "E aqui está uma toalha para você limpar as mãos. Agora, vou pedir para você me abraçar pelo pescoço." Então, Hal a puxou para perto, de modo que ela ficasse deitada sobre ele, com a sua pequena vagina alinhada exatamente com a cabeça do seu pênis.
"Pronto, não é uma sensação boa?", disse Hal, entusiasmado. Sara apenas assentiu com a cabeça e começou a mover os quadris para cima e para baixo, hipnotizada pelas sensações de formigamento em seu pequeno clitóris. Depois de um minuto, Hal disse: "Você é uma mocinha. Aposto que gostaria de dar uma voltinha!" Sara sorriu e deu de ombros. "Vamos tentar", disse Hal.
Hal colocou a mão espalmada sob seu pênis pulsante, erguendo-o o suficiente para que Sara pudesse montá-lo. Ele pareceu completamente surpreso quando Sara se encaixou na glande e começou a cavalgar.
O fotógrafo mudou de posição quando outro homem se aproximou e ficou de pé, com as pernas abertas, na chaise longue, puxando o pênis e observando Hal e Sara em plena ação. Hal tinha uma expressão de êxtase no rosto enquanto Sara movia os quadris para cima e para baixo em seu pênis, até que Hal agarrou os quadris de Sara, seu corpo inteiro tremendo, enquanto ele ejaculava dentro dela.
Enquanto Sara se levantava lentamente, o pênis de Hal saiu de sua vagina, deixando um buraco enorme. O homem, sentado a cavalo na chaise longue, deu alguns passos à frente, empurrou os ombros de Sara para baixo com uma das mãos e enfiou seu pênis rígido em sua vagina inchada. A princípio, ela se assustou, mas instintivamente empinou a bunda para encontrar as estocadas dele. Hal a segurou e acariciou seus cabelos, falando baixinho com ela, enquanto continuava a penetrá-la. Então, tão repentinamente quanto havia enfiado o pênis nela, ele o retirou e se afastou, procurando sua próxima conquista.
Eu estava na parte rasa da piscina, perto dos degraus, observando outro homem, também de pé na piscina, com a cabeça entre as pernas de uma garota sentada em uma toalha na borda da piscina, apoiada nas mãos, com as pernas bem abertas. Quanto mais ele a penetrava com a língua e mordiscava seu clitóris, mais alto ela gemia. Meu Cialis definitivamente tinha feito efeito.
Outra menininha adorável estava parada, hesitante, nos degraus da piscina. "Entre. É muito agradável", eu disse. "Estou com um pouco de medo da água funda", ela respondeu. "Ah, então deixe-me carregá-la", eu disse. Com um braço em volta do seu bumbumzinho, peguei-a no colo e a girei sobre a água, depois caminhei lentamente um pouco mais para dentro da piscina.
"Pronto. Como está?", perguntei. "Bem", ela respondeu, embora mantivesse as mãos em volta da minha nuca. Enquanto a carregava na água, tomando cuidado para não ir muito fundo na piscina, eu sentia meu pênis roçando em sua fenda anal, ficando cada vez mais duro a cada passo. Notei outro fotógrafo sentado na borda da piscina, com um sorriso no rosto e a lente da câmera apontada diretamente para nós.
Quando finalmente consegui que ela relaxasse um pouco, pressionei a cabeça do meu pênis contra seu monte de Vênus inchado e sem pelos, movendo-o para cima e para baixo até que a glande entrasse. Ela soltou um gritinho e depois deu uma risadinha. "Tudo bem, querida?", perguntei. Ela apenas assentiu com a cabeça. "Como está se sentindo, bom?", perguntei. "Sim, está bom", disse ela, se encaixando ainda mais no meu pênis grosso!
Continuei caminhando lentamente ao redor da parte rasa da piscina, deixando todos os homens terem uma boa visão dela quicando no meu pau. Eu queria que todos vissem meu pau grosso abrindo sua bucetinha apertada, e depois a vissem estremecer enquanto ela se empurrava avidamente de volta para cima dele, mantendo um ritmo constante.
O fotógrafo se juntou a nós na piscina, registrando cada movimento nosso. Quando eu estava pronto para gozar, me inclinei para trás na borda da piscina e segurei seus quadris com as mãos, levantando-a e abaixando-a lentamente no meu pau. "Oh! Oh!", eu gemia repetidamente, enquanto ejaculava jato após jato de esperma quente bem fundo em sua barriguinha. O fotógrafo estava posicionado bem na nossa frente, capturando cada segundo dessa pequena puta .
"Nossa, você é uma gatinha muito gostosa", exclamei para ela, enquanto subia os degraus da piscina, com a buceta dela ainda empalada no meu pau pulsante. Por acaso, vi um colchão inflável com um lençol por cima, do outro lado do quintal. Levei-a até lá e a deitei com cuidado, ainda com meu pau dentro dela, enquanto o fotógrafo nos seguia. Então, empurrei as pernas dela para cima, ao lado da cabeça, e continuei a transá-la, sorrindo ao ver o quanto ela estava gostando, balançando a cabeça para frente e para trás e, de vez em quando, batendo as mãos no colchão inflável.
Vários homens se aglomeraram ao redor dela, câmeras em mãos, atraídos por seus gemidos altos, acariciando seus pênis e tirando fotos enquanto me observavam esticar sua vagina e levá-la à loucura. Mas meu pau estava temporariamente sem fôlego. Então, fiz um sinal para outro cara com um pau grande tomar meu lugar.
Eu me afastei dela, e o outro cara se posicionou tão rápido que a garota mal percebeu que tínhamos trocado de lugar. O pau dele era quase de tamanho médio, mas super grosso. E era muito excitante vê-lo alternando entre penetrar e tirar o pau dela lentamente, e depois enfiar com força até o fundo, com as coxas dele batendo nas nádegas dela e o saco escrotal batendo na lombar dela.
Ela gemia quase continuamente enquanto 5 caras, ao todo, se revezavam penetrando-a e enchendo sua pequena vagina de esperma.
A essa altura, acho que Al percebeu que a festa estava começando a perder o fôlego, então fez mais uma rodada, oferecendo um pequeno espelho e canudos curtos para os homens e dando mais uma tragada no cachimbo de vidro para cada uma das mulheres. Sem surpresa, foi como um choque elétrico, reanimando todo mundo.
A menina , ainda de joelhos no convés, não se mexia do lugar, preferindo que uma sucessão interminável de homens viesse até ela e contribuísse para seu apetite voraz por pênis e esperma, enquanto outros a incentivavam e esperavam sua vez. Isso facilitava o trabalho dos fotógrafos, que se revezavam filmando-a engolindo uma ejaculação após a outra, enchendo seu estômago.
Tudo que é bom acaba. E, numa das minhas idas e vindas pela casa, para ir ao banheiro, me surpreendi ao olhar para o relógio da cozinha e ver que já eram quase 20h.
Embora muitos dos rapazes e das raparigas ainda estivessem a dar tudo, decidi que era altura de irmos para casa. Então, peguei na Sara e levei-a para o andar de cima, onde tomámos um duche rápido antes de nos vestirmos e sairmos. A Sara andava um pouco desajeitada, com as pernas arqueadas, em volta do seu monte de Vênus bastante inchado. Mesmo assim, a Sara estava a provocar-me o pénis, puxando-o e chupando-o. "Espere só até eu te levar para casa", disse eu, fingindo repreendê-la, enquanto ela ria, com um ar de quem sabia de tudo!
Paramos à porta do quarto onde a menina estava de volta à ativa (ou ainda estava?), deitada de costas, de um lado da cama, enquanto um grupo de 5 homens se revezava enfiando seus pênis duros em sua vagina bem treinada, fodendo-a lentamente e tentando adiar a ejaculação o máximo possível. Um fotógrafo estava na porta, filmando, enquanto um segundo estava no chão, registrando o momento.
Enquanto Sara puxava meu braço, eu repetia: "Só um minuto, só um minuto". Eu precisava ver pelo menos um daqueles caras gozar dentro daquela vadiazinha . Mas, por sorte, conseguimos dois pelo preço de um. Assim que o corpo de um deles começou a se contrair e a encher a buceta dela de esperma quente, o segundo, que estava ajoelhado na cama, enfiou o pau ainda mais fundo na boca dela e despejou jato após jato de esperma na garganta dela, fazendo meu pau ficar duro como pedra de novo.
Algumas semanas depois, passei na casa do Ed para pegar minha cópia dos DVDs da festa na piscina, e ele me repreendeu por não ter trazido a Sara comigo. "Na verdade, estou indo buscá-la na escola agora mesmo. Mas queria pegar esses DVDs primeiro. Afinal, é sexta à noite, e eu e a Sara temos um feriado prolongado pela frente." Nós dois rimos. "Tenho certeza que sim", exclamou Ed! "Valeu, cara. Sei que esses DVDs serão ótimos", eu disse! "Não", respondeu Ed, "você que me agradece!"
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