Minha esposa experimentando
Aos dezoito anos abracei a carreira de Investigador de Polícia e nela me realizei aposentando-me aos cinquenta e cinco anos para dedicar-me a minha esposa, na época com quarenta e três. Tendo trabalhado sempre em horários e locais incerto, como marido de mulher gotosíssima, sempre estive de olho e tinha quase convicção de que ela nunca me traiu, especialmente pela intensidade e frequência com que sempre gozou. Meus últimos anos de carreira foram no serviço de inteligência e no último dia de serviço levei para casa uma gama de equipamentos particulares que usava no trabalho sobre os quais nunca revelei os pormenores para Lydia, minha mulher, cuja melhor discrição é uma ruivinha de 1,60m, corpinho malhado, na maior parte do tempo com tom de bronze, olhos castanhos que traduz toda a sua vivacidade e muito sensual em seus gestos. Não consegui parar de todo minhas atividades, tirei a poeira de meus diplomas e passei a ocupar minhas manhãs com aulas de história e geografia. Já habituado com a rotina, fiquei curioso com o fato de que nas tardes das quintas feiras quando minha mulher saia da massagista, fazia questão de ir direto para casa e mais excitada que o normal, fazia questão de ser penetrada direto sem preliminares. Logo que percebi, me encantei com as verdadeiras convulsões de prazer que Lydia tinha especificamente naqueles dias. Usando tudo aprendi em termo de interrogatório, em uma tarde de sábado após um sexo anal maravilhoso levei a conversa até o ponto de inquiri-la quanto as massagens, ela muito encabulada, tentou contornar o assunto dizendo que nunca tinha tido uma experiência lésbica, mas Lucy sua massagista a excitava muito. Escondi meu euforismo e banquei o marido compreensivo e a convenci a contratar uma massagem a domicilio no sábado a tarde, ela relutou por algum tempo, mas ao final da conversa, seus olhinhos estavam brilhando como nunca e acertamos os detalhes, assim que Lucy chegasse, eu me trancaria do escritório com a desculpa que tinha um monte de provas para corrigir, Lydia só não contava que em instalasse parte do meu material de observação e escuta ambiental em nosso quarto. No sábado, como combinado, o interfone tocou e Lydia correu para abrir a porta com a ansiedade de uma adolescente, ao passarem na porta do escritório eu estava com várias provas empilhada sobre a mesa de trabalho. Conheci a tal Lucy, mulherão de cerca de 1,80 m , bunda grande, corpo de atleta, cara de macho e cabelos curtinhos. Assim que ouvi a porta da suíte bater, abri o notebook, bem a tempo de ver minha esposa deitar no recamei que temos no pé de nossa cama só de calcinha, Lucy tirou o coletinho esportivo e ficou com uma camiseta regatas e bermuda de Lycra e começou a fazer massagem no pé da minha amada e foi subindo, quando massageava as coxas, minha esposa segurou a mão da massagista dirigindo-a a sua buceta, Lucy que certamente já esperava por aquilo, apertou aquele montinho lindo com os quatro dedos e se debruçou sobre minha mulher beijando-lhe demoradamente a boca. Lydia levantou enquanto Lucy se livrava das roupas e aproveitou para desfazer-se de sua calcinha e ambas se abraçaram, a grandona com incrível habilidade, colocou suas coxas fortes no meio das pernas de Lydia que passou a esfregar a buceta naquelas coxas em um ritmo constante para baixo e para cima, enquanto a comedora devorava seu pescoço, o choramingo de Lydia quase me faz gozar, sua cara demonstrava toda sua satisfação naquela esfregação e o choramingo transformou no som que Lydia faz quando está gozando. Lucy esperou o corpo de Lydia parar com os tranquinhos que sempre faz ao final do gozo e a beijou. Minha esposinha estava completamente entregue aos prazeres lésbico e foi deitada pela grandona com a bunda na beira do colchão, fixando os calcanhares de Lydia bem no limite do colchão com os joelhos para cima, aquela bucetinha depiladinha ficou completamente exposta. Lucy ajoelhou e depois de dar uma bela olhada na racha que na câmera era decorada por um fio de beba, caiu de boca, minha esposa desesperada passou a bater os braços no colchão enquanto seu corpo se contorcia de um lado para o outro, enquanto gemia desesperadamente. Lucy não só chupava, como trabalhava com os dedos a própria buceta, entrando em gozo antes de minha mulher que não resistiu e a acompanhou, formando juntas uma verdadeira sinfonia do prazer. Após aquela relação oral magnifica, Lucy ficou de pé e fez minha mulher ajoelhar na cama forcando o corpinho de Lydia para a frente, além da bucetinha fornecer uma visão maravilhosa, o anel rosa de Lydia ficou bem para cima e em posição de ser penetrado e Lucy de pé, como um homem, esfregou seu grelo naquele olhinho cego, fazendo minha esposa literalmente chorar de tesão e a comedora inclinou o corpo passando a enfiar a língua no cuzinho que só eu tinha comido até então e com a lateral do dedo indicador passou a esfregar o grilinho da minha esposa, fazendo-a desabar na cama enquanto gozava. Antes de colocarem a roupa, ainda se alisaram e se beijaram. Depois que Lucy foi embora, perguntei a minha esposinha se tinha gostado, ela com aquela carinha de sacana me beijou e disse que eu era o melhor marido do mundo.
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Comentários (1)
Rodrigo: Minha esposa diz que adora cacetes, mas que também ama brincar com uma ppkinha.
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