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Mais um cu virgem de casada sertaneja

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Bom dia meus amigos espero que estejam gostando de todas essas casadas comuns que estou seduzindo em nosso sertão pernambucano e mostrando para vocês em fotos e vídeos coisa que faço desde 2008 até hoje e posto tudo para vocês no site de Selma Recife e no FANVUE dela. Essa abaixo é Simone que mora em Cabrobó interior de Pernambuco uma casa muito pobre no meio da seca uma casa distante de tudo de qualquer povoado ou comércio Ela é bem jovem casada com um agricultor Rural que passa o dia numa roça muito pobre que não dá quase porra nenhuma a casa não tem nada um nível de consumo deles é baixíssimo e mal tem água para beber e isso me deixou louco quem conhece meus contatos fotos e vídeos sabe que adoro mulheres simples assim seu cheiro fortes. nem sempre dá certo minhas seduções mas quando dá eu publico para vocês pois já deu até um broncas pesadas que eu tive de sair correndo de algumas cidades do interior mas com essa safada foi diferente.

Eu chego de moto no meio da tarde quente pra caralho, o sol queimando o chão rachado de Cabrobó, e lá está ela, a Simone, agachada no quintal de terra batida com aquela bacia velha cheia de milho amarelo, sorrindo com aqueles óculos tortos e o cabelo preto grudado na testa suada. As galinhas e os patos cacarejam em volta dela, bicando os grãos que caem, e eu já sinto o cheiro forte dela misturado com poeira e suor antigo — aquele cheiro de mulher que não toma banho direito há dias, exatamente o que me deixa o pau latejando na calça. “Bom dia, linda”, eu digo, estendendo o presentinho colorido com laço vermelho brilhante. Ela arregala os olhos, limpa as mãos na saia rasgada e pega a caixa. “Pra mim? Mas… meu marido nunca me deu nada assim”, ela responde baixinho, corando, mas já abrindo o sorriso largo que mostra os dentes brancos contrastando com a pele morena suada.

Eu puxo papo ali mesmo, enquanto ela abre o presente e vê um perfume barato e umas calcinhas rendadas que eu trouxe de Recife. “Tu merece coisa boa, Simone… teu marido só te fode rapidinho e vai pra roça, né? Eu sei como é vida de casada pobre aqui no sertão.” Ela ri nervosa, mas não nega. “Ele é bom… mas só faz o básico, sabe? Eu fico sonhando com mais… com alguém que me pegue de verdade.” Aos poucos o papo vai ficando quente. Eu mostro o celular, abro o site de Selma Recife e o FANVUE dela, rolo as fotos e vídeos de outras casadas que eu comi — bucetas molhadas, cus abertos, gemidos gravados. Ela não sabe ler direito, então eu explico devagar: “Olha aqui, gostosa… eu como essas mulheres, posto tudo pra galera ver, e elas viram minhas amantes. Tu quer ser a próxima? Eu venho sempre na cidade, a gente se encontra escondido, teu marido nem sonha.” Os olhos dela brilham, a respiração acelera, eu vejo o bico dos peitos marcando o tecido fino da blusa. “Meu Deus… eu tenho medo, mas… tô molhada só de imaginar”, ela confessa baixinho, mordendo o lábio.

A gente começa ali no quintal. Eu peço pra tirar foto dela agachada dando milho pras galinhas e pros patos, o sol batendo nas coxas grossas, e ela posa sorrindo safada. Depois eu mando ela tirar a roupa devagar perto da bacia de lavar roupa cheia d’água suja com panos brancos e azuis boiando. “Tira tudo, Simone… quero te ver pelada pra caralho.” Ela fica vermelha, mas obedece, o corpo brilhando de suor, peitos grandes balançando, a buceta com pelinhos pretos já molhada. Eu me aproximo, cheiro primeiro as axilas dela — aquele fedor forte, azedo, de mulher que não tem água pra tomar banho direito. “Que delícia esse cheiro, porra… tu tá fedendo gostoso.” Ela tenta se afastar envergonhada: “Para, Daniel… eu tô suja, não tem água nem pra beber direito!” Mas eu seguro os braços dela pra cima e enfio o nariz fundo, lambendo o suor salgado enquanto meu pau já tá duro pra estourar.

Então eu viro ela de costas, abro aquela bunda grande e morena. O cheiro sobe forte — bunda podre, suada, com resto de cocô seco porque o banho foi só um pingo d’água. “Não, Daniel, minha bunda tá fedendo pra caralho… eu não me limpei direito!” ela grita, mas eu já tô de joelhos, abrindo as bandas e metendo a língua bem no meio do cu. O gosto é amargo, azedo, podre de verdade, quase me faz vomitar, mas isso me deixa louco de tesão. “Porra, quanto mais suja e casada tu tá, mais eu quero te comer”, eu rosno, lambendo tudo enquanto ela geme “Tu é nojento… louco do caralho… mas não para!” Eu como a buceta dela ali mesmo no chão de terra, de quatro, os patos andando em volta bicando os milhos caídos, meu pau entrando fundo naquela buceta quente e molhada que aperta como se nunca tivesse sido comida direito. Ploc-ploc-ploc, o som molhado ecoa, ela grita “Ai, que gostoso… mete mais forte, Daniel, me fode como meu marido nunca fodeu!”

Depois eu peço o cu. “Nunca dei o cu, mas uma amiga contou que dói pra caralho mas depois vira vício”, ela diz ofegante. Eu pego manteiga que trouxe no presentinho, passo no meu pau e no cuzinho apertado dela. Entro devagar, centímetro por centímetro. Ela chora, grita “Ai que dor, porra! Para, tá rasgando!”, lágrimas escorrendo, mas eu paro, espero ela acostumar, depois empurro mais. O cu dela é tão apertado que parece que vai quebrar meu pau, mas quando entra todo eu começo a tirar e botar devagar. Em três minutos ela tá se peidando alto — prrrt! prrrt! — vermelha de vergonha: “Desculpa, Daniel… eu tô com vontade de cagar!” Eu rio: “É assim que eu gosto, safada… peida no meu pau enquanto eu te como.” Ela começa a se tocar na buceta, goza gritando, o corpo tremendo.

Mas aí ela diz que tá com vontade de cagar de verdade. Eu não deixo ela ir longe. “Vai no mato ali, rapidinho.” Ela corre pro meio da caatinga de jurema, agacha, ouço o barulho molhado da merda caindo na terra seca. Volta com a bunda ainda mais suja, folhas velhas grudadas, o cheiro de merda fresca subindo forte misturado com o ar quente do sertão. “Agora sim, porra”, eu digo, e meto de novo no cu dela, agora mais forte, segurando os quadris enquanto ela grita e se peida de novo. O cheiro de bunda suja, merda e vegetação me deixa insano. Eu seguro ela quando tenta sair, empurro mais fundo, sinto o cu dela apertando e soltando enquanto ela goza se tocando de novo. “Puta que pariu, comer cu de sertaneja suja é o melhor do mundo!” Eu gozo dentro dela, jorro quente enchendo aquele cu podre, e ela goza junto, gritando meu nome.

Pra achar mais aventuras minhas e ver tudo que posto, é só entrar no site de Selma Recife e no FANVUE dela — lá tem fotos e vídeos novos toda semana. E você aí, o que faria se encontrasse uma casada assim no meio do sertão? Comenta embaixo se quer ver mais detalhes ou se já tá de pau duro lendo isso. Tem mais aventuras em breve, com novas postagens diárias, porque eu não paro de seduzir essas safadas. Um grande abraço de Daniel.

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