#Corno #Lésbica #Teen #Virgem

Minha sobrinha Berta

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Rose

A primeira mulher com quem deitei era casada, nossa vizinha e amiga da minha mãe, depois delas namorei várias outras, já na faculdade, morando em uma república de estudante, resolvi experimentar um homem, depois dele namorei mais dois, mas não conseguia resisti as camas de minhas amigas e por isso, adotei o sistema de ocasião, hora os machos, hora as fêmeas, até que com vinte e quatro anos, fui trabalhar em uma Cidade de Goiás, onde conheci o Claudio, um catarinense que parece um Rei Viking, louro, alto, forte, voz de trovão e em seis meses nos casamos. Obviamente ele nunca soube de minhas "amigas". Meu presente de lua de mel para ele foi minha virgindade anal. Tudo estava tranquilo, naquele lugar onde todos sabiam da vida, não arrisquei matar minhas saudades do toque feminino, apesar das tentações. Com um ano de casados, tiramos férias e fomos para Santa Catarina para eu conhecer sua numerosa família, a notícia de nossa visita se espalhou e os parentes dele do Paraná e Rio Grande do Sul também foram para lá. Na sexta feira que chegamos na colônia onde ele viveu até os dezesseis anos, já estava em polvorosa, em um julho particularmente frio, conheci várias sobrinhas lindas, particularmente a Berta, dezoito aninhos, dona de um corpo monumental que não se cansava de me olhar com feições super sensuais. Em uma rodinha de mulheres conversando próximo de um fogão a lenha, tomando vinho, meu corpo não parava de tremer, pois eu não estava acostumado com o clima e pedi licença para me recolher. Bertha se ofereceu para me acompanhar, mesmo porque estávamos hospedados na casa dela, percorremos o caminho abraçadinhas para combater meu frio, quando ela falou: "Você tem um cheiro tão gostoso". Não falei nada, mas o comentário já me deixou alerta. Do nada ela fala: "Você foi criada no Rio né? Eu queria morar em uma cidade onde as pessoas tem a mente mais aberta. Aqui é difícil". Assim que entramos vi que ela passou a chave na porta e me aproximei dela olhando dentro daqueles grandes olhos azuis e arrisquei um selinho, percebi a tensão da gostosa, mas aqueles lábios entre aberta e o olhar fixo nos meus lábios me encorajaram e eu a beijei lascivamente, ela correspondeu chupando minha língua. Enfiei minha mão dentro de sua calça acolchoada com elástico na cintura e alisei sua bunda ouvindo seus primeiros gemidos e puxei seu corpo contra o meu apertando seus seios contra o meu, ela levou a boca ao meu pescoço e disse com voz de foda: "Me ensina". Passando a língua em seu pescoço perguntei: "Você já esteve com alguém". Ela fez um som gutural indicando uma negativa. Voltei a perguntar. "Nem com homem". Ela meio envergonhada responde: "Com ninguém". Levantei suas blusas e mamei em um daqueles lindos seios, senti seu corpo se contorcer e deitamos no chão, esqueci do frio e tirei as três blusas e o sutiã que estava usando, ela como uma lobo abocanha meu seio esquerdo enchendo boca, deixou o musculo mamário sair de sua boca e como uma lésbica por instinto mordisca meu mamilo, puxei sua grossa calça acolchoada junto com a calcinha e abri seus grandes lábios e vi aquele grelo tipo botão bem rosinha e enfiei a cabeça entre suas pernas e passei a revessar entre chupar aquele grelo duro e enfiar a língua naquela racha deliciosa, fazendo minha bela sobrinha gozar pela primeira vez. Ela ainda com a respiração forçada diz: "Me ensina, quero te chupar". Tirei as duas calças de agasalho ficando nua, abri as pernas para ela, Berta realmente mesmo sem prática, usando só seus instintos me levou a borrifar sua cara com meu liquido vaginal em um gozo forte. Aproveitando nossa nudes, assim que acabei de gozar, entrelacei nossas pernas, encostei nossas bucetas e mostrei o movimento de tesourinha, a danada aprendeu rapidinho e demos sorte por ninguém estar perto da casa, pois gozamos juntas gemendo como duas cabritinhas. Corremos para o banheiro, tomamos um banho escaldante e ela improvisou uma cama no chão em frente a lareira, abriu a fechadura da porta e ficamos ali deitadas nos alisando, mas vestidas. A mãe dela chegou e foi direto para o quarto, logo depois chega o pai de Berta junto com meu marido, o coroa estava tão bêbado quanto meu marido, também foi para o quarto, batendo a porta atrás de si, minha amante tentou levantar, mas eu a segurei, conhecendo Claudio como conhecia, sabia que em cinco minutos ele estaria roncando, dito e feito, iluminadas só pela brasa da lareira, beijei a gostosa e abri a braguilha do meu marido, exibindo a minha amante aquele pinto mole e a fiz alisar a caceta e o saco, ela mesmo com medo ficou encantada e eu me curvei e passei a chupar a mangueira, aquele pau nunca negado fogo, mesmo com o Viking completamente bêbado. Berta pode ver o rola crescer e lhe ofereci , ela cochichou no meu ouvido: "E se ele acordar?". Já excitadíssima falei: "Não vai acontecer, se ele focar semiconsciente, eu entro na frente e ele não vai perceber nada". Nitidamente empolgada ela fez sua primeira chupeta, não resisti e enfiei minha mão dentro do pijama de flanela dela, sabendo que estávamos sem calcinha a masturbei enquanto ela se deliciava chupando a piroca de meu marido, a primeira que ela tinha visto de perto. Ela gozou controlando o gemido. Meu marido se mexeu e ela se escondeu atrás de mim. Nos beijamos e ela foi para o quarto dela.

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