O Curral do meio dia
O sol de março castigava o terreiro de terra batida. O jovem Caíque, 19 anos recém-completados, tinha vindo ajudar na lida só porque o pai insistiu. Magrelo, pele clara que já ardia vermelha, calça jeans larga demais e uma camisa xadrez que parecia emprestada do avô. Todo mundo na fazenda já tinha percebido: o menino não era feito pra isso.
Mas o que ninguém esperava era que o peão mais velho da propriedade, o Zé Grandão, resolvesse fazer daquilo um espetáculo particular.
Zé era daqueles homens que parecem ter nascido com 40 anos: barba cerrada, braço grosso de corda, voz que saía rouca de tanto gritar com boi e com peão. Tinha fama de não levar desaforo e de gostar de “colocar no lugar” quem precisasse. E naquele dia, depois de ver Caíque tropeçar na corda do laço pela terceira vez, ele decidiu que o garoto precisava de uma lição diferente.
— Vem cá, guri — chamou Zé, já com o sorriso torto de quem sabe o que vai fazer. — Tira essa calça aí pra ver se tu tem condição de montar alguma coisa nessa vida.
Os outros peões pararam o que estavam fazendo. Alguém deu uma risada baixa. Caíque ficou parado, rosto queimando mais que o sol.
— Vai, moleque. Ou tu quer que eu tire?
Com as mãos tremendo, Caíque desabotoou a calça. Quando a jeans caiu até os tornozelos, junto com a cueca boxer cinza, o silêncio caiu pesado. Depois veio a gargalhada coletiva, grossa, de homem de roça.
O pau de Caíque era pequeno mesmo. Muito pequeno. Uns 8 cm no máximo, meio retraído de vergonha, quase sumindo entre os pelos ralos. Mas o que chamou atenção de verdade foi o saco: pesado, pendurado, duas bolas grandes e cheias que pareciam não combinar com o resto do corpo franzino.
Zé deu dois passos lentos, botas rangendo na terra, e parou bem na frente do garoto. Olhou de cima, depois de baixo, como quem avalia um animal no leilão.
— Puta que pariu… — ele murmurou, quase com pena. — Parece pinto de criança com saco de touro. Que merda é essa, hein?
Os outros riram mais alto. Alguém gritou:
— Tá explicado por que ele não pega mulher!
Zé se agachou devagar, ficando cara a cara com o sexo exposto de Caíque. O garoto tentava cobrir com as mãos, mas Zé segurou seus pulsos com uma só pata e puxou pra cima, deixando tudo à mostra.
— Olha só isso… — ele falou alto o suficiente pra todo mundo ouvir. — Cabe na boca de uma égua de tão miúdo. Mas essas bola aí… essas sim são de macho. Cheias de leite que nunca vai sair direito com esse canivete.
Ele esticou a mão livre e segurou o saco pesado, apertando de leve, sentindo o peso, rolando as bolas entre os dedos grossos como se estivesse avaliando mercadoria.
— Sabe o que isso aqui me lembra, guri? — Zé continuou, voz baixa e cruel agora. — Lembra aqueles novilho bonito, forte, mas com pinto ruim. Sabe o que a gente faz com eles?
Caíque balançou a cabeça, olhos arregalados.
— Capa — Zé disse, quase carinhosamente. — Corta fora o que não presta e deixa só o que dá lucro. Essas bola grandona aqui iam render um saco bonito pendurado no cinto do peão. E esse teu cotoco… — ele deu um peteleco leve na glande rosada — … esse a gente nem precisa cortar. Já nasceu capado.
Ele se levantou, ainda segurando o saco de Caíque como se fosse uma coleira. Puxou de leve, obrigando o garoto a dar um passo pra frente.
— Olha pra mim, moleque.
Caíque ergueu os olhos, lágrima escorrendo.
— Tu serve é pra ser capado e virar novilho manso. Deixar outro macho de verdade usar esse corpinho magrelo enquanto tu fica aí balançando essas bola inútil. Entendeu?
Zé apertou mais forte o saco, só o suficiente pra Caíque gemer alto, um som meio dor, meio outra coisa que ele não queria admitir.
— Responde, porra.
— E-entendi… — a voz saiu fina, quebrada.
Zé soltou, deu um tapa leve no saco que fez as bolas balançarem como sino, e riu satisfeito.
— Bom menino. Agora veste essa calça antes que eu resolva te capar de verdade hoje mesmo.
Enquanto Caíque se atrapalhava pra subir a cueca, o rosto vermelho e o pau minúsculo ainda latejando de humilhação, Zé virou pros outros peões e falou alto:
— Esse aí, de hoje em diante, é o nosso novilho de estimação. Quem quiser brincar com as bola dele, é só pedir.
E todos riram de novo, enquanto o sol continuava castigando o terreiro — e o garoto que, pela primeira vez na vida, sentiu o que era ser avaliado, pesado e considerado… insuficiente.
O riso dos peões ainda ecoava no terreiro quando Zé Grandão deu um passo pra trás, avaliando o garoto como quem decide o destino de um animal. Caíque estava ali, calça nos tornozelos, mãos tentando cobrir o que já tinha sido exposto e ridicularizado. O pau pequeno latejava de vergonha, mas o saco pesado balançava livre, inchado de humilhação e de algo que ele não queria nomear.
Zé lambeu os lábios secos, o olhar descendo devagar até a bunda magra do menino. Apertada, branca, sem marca de sol. Parecia intocada. Isso fez o peão sorrir de um jeito diferente — mais faminto.
— Vira de costas, novilho.
Caíque hesitou. Zé não repetiu. Apenas esticou a mão enorme e agarrou o ombro do garoto, girando-o com facilidade. Depois empurrou a nuca dele pra baixo, obrigando-o a se curvar sobre um monte de feno velho encostado na cerca.
— Mão na tábua. Abre essas perna.
Os outros peões formaram um semicírculo frouxo, alguns já com a mão na braguilha, outros só assistindo, comentando baixo.
— Olha o cuzinho dele… rosadinho, fechadinho… nunca levou vara, aposto.
Zé cuspiu na palma da mão, esfregou devagar no pau grosso que já saltava da calça aberta. Era pesado, veias saltadas, cabeça larga e escura. Bem maior que o cotoco ridículo do garoto. Ele deu um tapa forte na nádega esquerda de Caíque, deixando a marca vermelha na pele clara.
— Relaxa esse rabo, moleque. Se apertar vai doer mais.
Caíque tremia inteiro. Sentiu o dedo grosso de Zé roçar a entrada, pressionando sem dó. Cuspiu de novo, agora direto no buraco, e enfiou o dedo médio até a segunda junta de uma vez. O garoto soltou um grito abafado, corpo se curvando mais.
— Caralho… tá apertado mesmo. — Zé riu rouco. — Mas vai abrir. Tudo abre quando quer.
Ele girou o dedo, abriu caminho, depois acrescentou o indicador. Dois dedos grossos forçando, esticando a carne virgem. Caíque gemia alto agora, mistura de dor e de um prazer sujo que subia pela espinha. O saco dele balançava pra frente e pra trás a cada estocada dos dedos, as bolas batendo na coxa.
Zé tirou os dedos de repente. Posicionou a cabeça do pau na entrada úmida e vermelha. Segurou os quadris magros do garoto com as duas mãos, como se estivesse montando um potro arisco.
— Respira fundo, novilho. Porque agora tu vira égua de verdade.
Empurrou devagar no começo. A cabeça larga forçando, abrindo o anel apertado. Caíque gritou, unhas cravando na madeira da cerca. Zé não parou. Continuou entrando, centímetro por centímetro, até metade do pau estar dentro. O garoto soluçava, pernas tremendo.
— Porra… que cu gostoso… — Zé grunhiu, voz grave. — Tá engolindo direitinho. Olha só como ele abre pra macho de verdade.
Deu um tranco forte e meteu até o talo. As bolas pesadas de Zé bateram contra o saco grande e pendurado de Caíque. O impacto fez as duas peles se chocarem com um som molhado. O garoto gemeu alto, quase um berro, corpo se arqueando.
Zé começou a bombar. Ritmo firme, fundo, sem piedade. Cada estocada fazia o saco do garoto balançar loucamente pra frente e pra trás, batendo no próprio pau minúsculo que pingava pré-gozo no chão de terra. Os peões comentavam:
— Tá vendo? O cotoco dele tá babando enquanto leva rola no cu.
— Esse saco grandão balançando parece sino de igreja.
Zé agarrou o cabelo do garoto, puxou a cabeça pra trás.
— Fala, novilho. Fala que tu gosta de ser comido por macho.
Caíque chorava, mas a voz saiu rouca, quebrada:
— Eu… eu gosto… de ser comido…
— Mais alto, porra!
— EU GOSTO DE SER COMIDO PELO SEU PAU! — gritou, voz falhando no final.
Zé acelerou. O som de carne contra carne ecoava no curral. O cu de Caíque já estava vermelho, inchado, escorrendo saliva e pré-gozo do peão. Zé metia até o fundo, as bolas batendo forte, e então segurou o saco pesado do garoto com uma mão, apertando, puxando pra baixo como se quisesse arrancar.
— Essas bola aí são minhas agora. Quando eu quiser, eu venho pegar. Entendeu?
— S-sim… senhor…
Zé deu mais umas dez estocadas brutas, grunhindo alto. Então enterrou tudo e ficou parado, pau pulsando dentro do garoto. Gozou forte, enchendo o cu apertado com jatos quentes e grossos. Caíque sentiu o calor se espalhando, o pau minúsculo dele tremendo e esguichando um jato fraco e ralo no chão, sem nem precisar de toque.
Zé saiu devagar, o pau ainda duro pingando esperma misturado com o cuzinho aberto do garoto. Deu um tapa final na bunda vermelha.
— Tá marcado, novilho. Esse cu agora tem dono.
Virou pro resto dos peões, limpando o pau na calça do garoto antes de fechar a braguilha.
— Quem quiser a vez, é só falar. Ele aguenta fila.
Caíque ficou ali, curvado, cu escorrendo por dentro da coxa, saco pesado pingando suor e vergonha, enquanto o sol continuava castigando — e os peões começavam a decidir quem ia em seguida.
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Comentários (2)
Marys: Nossa esse conto foi perfeito, amo conversar sobre coisas pesadas assim T Mariersk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkMarinho: Lendo esse conto lembro a minha primeira vez, o que ele sentiu eu senti também . Um homem gigante me rasgou de todos os tipos,hoje sinto tezao mais na época senti terror.
Responder↴ • uid:1dai099k0i