Os Amigos Do Meu Irmão Mais Velho Acabaram Comigo
Moleque novinho cai nas mãos dos amigos de seu irmão mais velho e acaba sendo arrombado por eles, numa foda intensa e demorada.
Ler os contos anteriores te darão muito prazer e fará você entender melhor a história a seguir.
*****
Já falei aqui, anteriormente, sobre como meu irmão mais velho, um macho marrento, acabou me fodendo durante um banho e me disse que ia quebrar o meu cabaço para que eu ficasse preparado para os machos da rua.
Não sei se foi profecia, se foi praga, ou apenas visão de um macho experiente, mas eu realmente tomei gosto por dar meu cuzinho e acabei virando um putinho viciado em rolas de macho.
Vários machos me foderam e me deixaram satisfeito: alguns alunos do noturno, dentro do banheiro, o professor de educação física do colégio, um negão imenso e pauzudo, e o inspetor de alunos, outro macho que pirou na minha bunda.
Se tem uma coisa que enlouquece um macho fodedor, é um cuzinho novinho e apertado. Todos ficam loucos para estourarem as preguinhas de um gayzinho novinho.
O inspetor fodeu meu cuzinho juntamente com o segurança do colégio e acabou ficando viciado em me arrombar, me fodeu durante muito tempo, foram quase dois messes levando rola quase todos os dias.
Mas tudo que é novidade um dia vira rotina e acaba perdendo a graça e, aos poucos, ele foi me deixando de lado. Certo dia eu o vi com outro carinha novinho e percebi que ele estava provando um buraquinho diferente. Não fiquei com raiva nem triste. Eu estava descobrindo a vida e já tinha percebido que no meio gay tem dessas coisas. É tanto veadinho querendo dar o cu, que quem tem pauzão acaba trocando de putinho com certa frequência. Tem sempre outro rabo querendo servir de depósito. Eu também estava querendo rolas diferentes.
Fazia umas duas semanas que eu não levava rola e estava subindo pelas paredes de tanta vontade.
Era um sábado daqueles que meus pais sempre ficavam fora de casa e meu irmão tinha sumido, pois estava de namorada nova.
Tomei um banho, preparei meu cuzinho, fiz uma boa limpeza e resolvi dar uma volta pelo colégio. Sempre tinha uns caras que iam lá jogar bola e quem sabe eu conseguiria matar minha vontade de levar rola.
Chegando ao colégio eu percebi que tinha uma turminha jogando bola, mas não tinha muito movimento, só uma molecada sem graça. Resolvi dar uma olhada no banheiro e lá eu vi um carinha muito bonito que eu já observara antes.
Ele estava num reservado mijando com a porta aberta. O barulho de seu mijão caindo no vaso me deu uma excitação e eu senti o cuzinho piscar. Me aproximei do mictório como se estivesse mijando e abaixei a minha bermuda, deixando minha bundinha à mostra.
Eu ouvi quando ele parou de mijar e deu descarga no banheiro. Empinei mais a bundinha e continuei na mesma posição. Ficou um silêncio no recinto e eu resolvi olhar para trás. Ele estava em pé bem atrás de mim, olhando para minha bundinha exposta.
Ele me olhou nos olhos e eu dei um risinho dissimulado, mesmo estando com medo dele ter uma reação violenta.
Ele devia ter uns dezenove anos, corpo legal de moleque praticante de esportes. Ele olhou novamente para a minha bunda.
— E aí moleque, tudo bem contigo? Tá difícil de mijar aí? Tem um tempo que tu tá em pé com esse rabão exposto. – Ele falou com uma voz grave, voz de homem.
— Tem nada difícil não. Tá tudo bem sim. – Respondi e dei uma olhadinha na altura de sua cintura. Ele acompanhou meu olhar e se aproximou, apertando o pau por cima da calça de moletom. Sem falar nada, ele meteu a mão em minha bunda e apertou as polpas, sentindo a carne macia. Eu empinei mais um pouquinho e gemi manhoso.
— Tá procurando rola de macho, né veadinho? – Ele falou.
— É sempre bom uma boa brincadeira. – Eu falei tentando parecer natural. Ele deu uma alisada em minha bunda e pôs o pau pra fora. Era um pau bonito, não muito grande, mas estava bem duro.
— Eu sei! Tarde de sábado, final de semana, sempre é bom uma boa putaria. Estou com uns camaradas lá na quadra, não quero sujeira pro meu lado, não quero meter, mas se quiser dar uma mamada rápida eu deixo.
Ele disse isso e eu nem pensei duas vezes, me abaixei e abocanhei o pau dele. Ele ficou olhando para a porta de onde podia ver alguém se aproximando. Segurou minha nuca e empurrou o pau em minha boca.
Eu mamei gostoso. Engoli aquele pau sem muita dificuldade, já tinha engolido coisa bem maior. Ele gemeu alto, segurou em meu pescoço e fodeu minha boca. Parecia ter pressa. Socou o pau em minha garganta e em pouco tempo soltou um urro baixinho e eu senti seu leite invadindo minha garganta, em jatos fortes.
— Valeu, bezerrinho gostoso. Mandou bem na mamada. A gente se cruza por aí. – Ele disse, tirando o pau de minha boca e saindo do banheiro como se nada tivesse acontecido, me deixando com o cuzinho piscando de vontade de ser estourado.
Fiquei meio decepcionado com a rapidez com que o carinha gozou. Dei mais uma volta pelo colégio e vi que nada de especial iria acontecer naquele lugar. Resolvi ir em direção ao terminal de ônibus, na intenção de ir dar uma olhada no banheirão, onde eu tinha visto uma putaria há um tempo atrás.
Ao passar pela rua paralela com a minha, eu vi a casa do Thiago, amigo do meu irmão, e me lembrei do convite que ele tinha me feito para ir à sua casa, quando me fodeu juntamente com meu irmão. Meu cuzinho se animou e eu resolvi dar um pulo por lá. Não sabia o que encontraria, talvez os pais dele estivessem em casa, mas resolvi ir fazer uma visita como quem não quer nada.
Me aproximei do portão, não ouvi muito barulho, mas dava pra ouvir umas vozes conversando. Bati palmas, já que não tinha campainha, e ouvi uma voz grossa, a voz do Thiagão:
— Entra aí. O portão tá aberto. – Achei estranho alguém mandar uma pessoa entrar sem nem olhar quem era. Talvez ele estivesse esperando alguém chegar.
Eu entrei e fui seguindo pelo corredor, para entrar pela porta lateral. Ao me aproximar eu senti um cheiro de fumaça e identifiquei que era cheiro de maconha.
A porta estava aberta e eu fui entrando, já conhecia a casa. Já tinha ido lá algumas vezes com minha mãe, que era amiga da mãe dele.
— Dudu! Que surpresa boa te ver por aqui, moleque. Tá tudo bem contigo? Galera esse é o Dudu, irmãozinho do Pedrão. Aquele moleque legal que eu já falei pra vocês. – Ele disse, se levantando do sofá e me abraçando. Estava sem camisa, só com um calção velho e folgado. Também estava cheirando a maconha, assim como toda a sala. No sofá tinha uma turma de três caras, dois eu já tinha visto com meu irmão, um negro magro e um moreno parrudo. Um outro era o moleque que vendia maconha lá perto do colégio, e que morava na minha rua.
— Oi! Boa tarde! Não sabia que você estava com visitas. Seus pais não estão em casa? – Eu perguntei sem saber muito bem o que falar. Fui pego de surpresa, com aquele monte de malandros, todos juntos.
— Visitas nada, moleque. São os camaradas. Meus velhos viajaram para o interior, foram visitar meus avós. A casa é toda minha por uns dias. E o Pedrão, teu irmão, por onde anda? – Ele me perguntou dando um gole numa latinha de cerveja.
— O Pedro não para mais em casa. Nem sei onde ele anda. – Eu respondi.
— Pedrão tá de mulher nova. Abandonou os manos. Agora só quer saber de buceta. – Falou o Jorge, o negro magro, usando um boné. Ele falou isso, deu um trago no cigarrinho e passou para o parrudo ao lado. Aqueles caras eram praticamente da mesma faixa de idade do meu irmão, entre vinte e cinco e trinta anos. Menos o carinha que passava a maconha lá no colégio. Ele era mais novo. Devia ser um pouco mais velho que eu, no máximo dezoito anos. Eu dei uma risadinha sem graça e pensei em ir embora.
— Pois é; Pedrão esqueceu a gente mesmo. Mas eu entendo. Quem não quer um buraquinho para foder? Aqui mesmo tá todo mundo carente. Doidos pra esvaziarem os sacos. – O Thiago falou, dando uma risada que foi acompanhada por todos.
— Acho que vou embora. Só vim dar um oi. – Eu falei baixinho, olhando para o Thiago.
— Vai não, moleque. Já tá aqui, fica com a gente. Vem brincar aqui com os manos um pouquinho. – Eu olhei para ele com cara de surpresa, sem entender o que ele quis dizer com brincar com os manos. Logo o Jorge se levantou com uma latinha de cerveja na mão, se aproximou por trás de mim e colocou a mão em meus ombros, com uma intimidade que eu nunca dei. Eu fiquei entre os dois. Um na frente e outro atrás de mim.
— Isso mesmo maninho. Fica aqui com a gente numa boa. O irmãozinho do nosso amigo é sempre bem-vindo. – Ele disse isso, piscou o olho para o Thiago e colou em minhas costas. Nessa hora eu senti um volume dentro do calção que ele usava. Meu cuzinho carente piscou de tesão e, também, de medo.
— Isso mesmo Dudu. Fica com a gente um pouquinho. Vem aqui na cozinha que eu vou te dar uma coisa pra relaxar. – O Thiago falou isso e me puxou em direção à cozinha, o Jorge também foi junto com a gente. O Thiago abriu a geladeira, pegou uma latinha de cerveja e me entregou.
— Eu não tenho o costume de beber, Thiago. Nem sei beber, você sabe disso. – Eu falei, sem saber o que fazer.
— Bebe na moral, moleque. Você vai relaxar e ficar levinho. Fica tranquilo, a gente toma conta de você. – O Jorge falou isso bem perto do meu ouvido e deu uma risadinha para o Thiago. Dava pra ver que ele sabia de algo. Eu resolvi dar um gole grande na cerveja.
— Isso moleque! Bebe a cervejinha e relaxa. Os manos vão tomar conta de você, é só relaxar. – Thiago disse isso, passou a mão em minhas costas e foi descendo em direção à minha bunda. Eu resolvi seguir o conselho e virei o restante da latinha. Todo mundo sabe que, para quem não bebe, uma latinha já deixa meio leve. Eu coloquei a latinha vazia em cima da mesa e já senti a mão do Thiago entrando em minha bermuda, procurando o meu reguinho.
— Tem outra aqui pra você. – Disse o Jorge se aproximando de nós dois e colocando outra latinha aberta em cima da mesa. Em seguida ele olhou a mão do Thiago em minha bunda e começou a apertar meus peitinhos por cima da camiseta.
— O que vocês estão fazendo? Os caras estão lá na sala, podem ver. – Eu falei quase gemendo, já sentindo o dedo grosso do Thiago massageando minhas preguinhas.
— Relaxa moleque. Todo mundo irmão. Todo mundo gosta de uma boa putaria e a gente sabe que você também gosta. – Falou o Thiago.
Eu não sei com que rapidez aconteceu, mas em pouco tempo eu estava ajoelhado, mamando o pauzão do Jorge, um pauzão grande, não muito grosso e torto para o lado. O Thiago também estava com o calção lá embaixo e empurrava o pau em minha boca. Revezando com o amigo.
— Caralho, mano! Esse moleque caiu do céu. Era o que faltava para deixar nosso sabadão perfeito. Que boquinha de veludo. É um bezerrinho, como você falou. – Disse o Jorge, gemendo e fodendo minha boca como se fosse uma boceta.
— Mama moleque! Mama os machos. – O Thiago ordenou e eu obedeci. Sentindo meu corpo leve, depois de tomar a outra latinha de cerveja. Depois de mamar os dois por uns minutos ouvimos uma voz vindo da sala:
— Vocês morreram aí na cozinha? Traz mais cerveja que a gente tá com sede. – Era o moleque traficante chamando.
O Thiago pegou umas latinhas na geladeira e o Jorge me puxou pelo braço em direção à sala. Eu já estava sem bermuda, só com a camiseta regata que usava.
— Tem coisa melhor aqui para acompanhar a cerveja. Olha que delícia que veio animar a gente.
— Mano, que porra é essa? – Falou o moreno parrudo, pegando uma cerveja da mão do Thiago e virando na boca, enquanto olhava os amigos com os pauzões duros.
— Mama moleque! Mostra aí pros caras o que tu sabes fazer. – O Thiago ordenou novamente e eu me abaixei. Obediente comecei a mamar o cacetão dele e o do Jorge, logo uma rodinha se fez ao meu redor e eu me revezava em quatro rolas duras, de tamanhos variados. Os putos gemiam e empurravam as rolas em minha boca, me fazendo engasgar.
Eu estava muito excitado com aqueles caralhos em minha frente. Aquele cheiro de sexo e maconha tomava conta da sala e minha cabeça estava leve, efeito da cervejinha que tinha tomado e das que, de vez em quando, alguém derramava em minha boca.
— Põe ele de quatro no sofá. Eu quero meter num buraquinho apertado. – Disse o moleque traficante que, mesmo sendo quase da minha idade, tinha uma rola grande e grossa.
— Espera um pouquinho. Vou pegar um lençol, a gente não pode sujar o sofá da minha mãe. – Falou o Thiago, num momento de lucidez.
Ele voltou com um lençol grande, jogou em cima do sofá, eu fiquei de quatro e senti uma coisa escorrendo pelo meu cuzinho. Gemi gostoso e percebi que ele tinha trazido um óleo de massagem para lubrificar bem o meu cuzinho.
— Ah caralho! Meu cuzinho! Vai devagar, cara! Deixa eu me acostumar. – Eu gemi, sentindo o pau do moleque, entrando. O meu cu se abriu e logo ele estava todo dentro, me alargando.
— Isso moleque. Geme gostoso. Nós vamos arrombar o teu cuzinho. – O novinho falou e começou a bombar. Ele metia com força. Aquele vigor próprio da juventude.
— Passa a vez, parceiro! Quero sentir esse buraco engolindo meu pauzão. – O Jorge puxou ele e meteu o pau, longo e mais fino, no meu cuzinho. Eu senti aquele pau torto entrando, me incomodando um pouco, batendo lá no fundo.
A partir daquele momento, comecei a ser arregaçado pelos caras. Saía um e entrava outro. Depois de meteram muito em meu cuzinho, de quatro, eles me puseram de frango assado e me socaram a rola, olhando para minha cara de dor e também de muito prazer.
— Caralho! Malucos, esse cu é muito macio. Eu não estou aguentando segurar não. Vou gozar. – Disse o novinho.
— Goza porra! Leita o cuzinho dele. – Falou o Thiago. O moleque deu um tranco em meu cu e soltou muito leite lá dentro.
— Tô gozando porra! Leitei o cuzinho do puto. – Ele urrou e arrancou o pau de dentro de mim. Eu me senti encharcado e logo fui tirado do sofá e colocado em pé, encostado na parede, com a bunda bem empinada. Os três fizeram fila e foram metendo.
— Vê lá quem é, parceiro. Qualquer coisa dispensa. – Eu ouvi o Thiago falando com o novinho para ver quem estava no portão. Ele continuou metendo. Dava pra sentir sua respiração mais forte.
O Jorge parecia que não gozaria nunca, metia cada vez mais forte. O Pauzão do parrudo ainda entrava me rasgando, era muito grosso, embora eu já sentisse meu cuzinho bem alargado.
— Olha aí quem chegou, mano! Nossos parceirinhos. – O novinho falou e eu olhei para trás, enquanto era estocado.
Vi dois caras ao lado dele, e reconheci um deles. Era o cara que tinha me fodido no banheiro do colégio. O Claudio, o morenão que era vizinho do Yuri.
— Caralho, manos! Vocês estão torando esse putinho. Eu já comi o cuzinho dele lá no colégio, junto com uns amigos. Esse veadinho é louco por rola. Gostosinho pra caralho!
Mesmo com o cu ardendo, todo arregaçado, eu senti orgulho em ser elogiado por aquele putão. Qual gay não gosta de receber um elogio de um macho fodedor?
Eu virei para a parede, empinei o rabo e deixei os machos meterem. O novinho já estava recuperado e voltou a meter. Eu nem mais sabia quem estava entrando e quem estava saindo. Só recebia as estocadas, gemia e me abria mais.
Aqueles caras me foderam muito, gozaram mais de uma vez e todos ficaram satisfeitos com aquela tarde de sábado, regada a sexo, álcool e drogas.
Eu voltei para casa no início da noite. Cansado, dolorido, aberto, mas feliz. Foi a maior aventura sexual de minha jovem vida, mas eu me lembro até hoje.
O Thiago me tratava com muito carinho e virou uma foda fixa. Sempre aparecia lá em casa quando eu estava sozinho e me fodia gostoso. Me beijava, era quase um namoro. Mas um dia ele engravidou uma menina do bairro, casou, mudou-se. A vida seguiu seu curso normal.
Eu cresci, me formei, saí da casa dos meus pais, mudei de bairro, tive muitos romances e muita aventura.
Meu irmão tinha razão, quando estourou meu cabaço e disse que eu estaria pronto para os machos da rua.
Com o tempo eu aprendi a ser mais seletivo, a valorizar um sexo mais intenso, mais comprometido e carinhoso, mas, ainda hoje, aos quase quarenta anos, eu sinto muita saudade daquelas aventuras, do início de minha vida sexual de forma tão intensa.
Continuo solteiro e, de vez em quando, ainda vou a algum clube ou festa de sexo e gosto de ser fodido ferozmente.
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É isso galera! Chegou ao fim a jornada sexual e as descobertas juvenis do Dudu.
Espero que tenham gostado!
Abraços a todos que leram e comentaram. Espero continuar contando com o apoio de vocês.
Bom Final de Semana!!!
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