Minha sobrinha corretora de imóveis
Após separar-me, tendo que pagar pensão de vinte por cento para minha ex por cinco anos, deixei de dar aulas a noite e passei a lecionar apenas pela manhã e trabalhar em meu escritório no período da tarde. Moro em uma cidade de Porte médio no Litoral, onde o preço dos imóveis é bem fora da casinha, depois de passar três meses morando em uma pensão, minha sobrinha Suzi que trabalha em uma imobiliária, descobriu um edifício de cinco andares que estava vendendo as acomodações destinadas ao zelador, que na verdade era um pequeno quitinete, diante do preço de ocasião, comprei. Fiquei super satisfeito, a maioria dos vinte e cinco apartamentos eram de gente que morava na Capital e só usavam as unidades aos fins de semana. Nossa Cidade apesar de muito bem estrutura, sofre de um mal característico do Litoral, quando as chuvas são muito intensas, as ruas enchem e a Cidade fica intransitável. Em um fim da tarde, caiu aquele temporal, muitos trovões, relâmpagos, a temperatura despencando, passei a preparar uma sopa, quando meu celular tocou. Era minha irmã noticiando que minha sobrinha tinha sido pega pela chuva quando ia da imobiliária que trabalhava para a escola e perguntando se Suzi poderia dormir em casa. Concordei de imediato, quando então ela falou que a filha já estava na porta do prédio, desci rapidamente e vi aquela jovem de dezenove anos, com corpinho de quinze e jeitinho super meigo, molhada da cabeça aos pés, tremendo de frio. Subimos e enquanto ela tomava um banho quente, separei uma camiseta e uma cueca daquelas que o tecido é tipo tecido de meia e dependurei na maçaneta da porta, ao ver sua mãozinha pegar a roupa, meu pau já reagiu, a menina era muito sensual e pior, eu já não comia ninguém a mais de seis meses. Ela saiu do banheiro com aquela camiseta apertada, pois era tamanho P e os seios dela exigiam pelo menos um tamanho G, a cueca também P naquele tecido fininho que gruda na pele também destacavam toda a beleza daquela bundinha e bucetinha. Uso cabelos curtos, por isso, não tenho secador de cabelos em casa, pequei uma toalha de rosto e ajudei Suzi a secar os cabelos, sentindo aquele cheiro delicioso, não querendo dar mancada e deixar minha sobrinha ver meu pau duro na minha calça de pijama, pedi para ela nos servir a sopa. Suzi com quem eu nunca tinha ficado a sós, provavelmente para esconder o nervosismo não parava de falar, o movimento de sua língua entre aqueles dentes branquinhos estava me deixando louco. Estávamos terminando a sopa quando acabou a energia elétrica e não nos restou outra opção senão dentarmos na única cama da casa, um tipo de cama chamada "cama de viúva" que é um pouco mais larga que a cama de solteiro, mas mais estreita que uma cama de casal. Deitamos com nossas barrigas para cima, mas o destino falou mais alto, depois de um relâmpago que iluminou todo a ambiente, seguiu-se um trovão forte que fez o prédio tremer, minha sobrinha apavorada vira e me agarrou com o corpo tremulo. Ao virar para protege-la, meu cacete cutucou seu ventre e mesmo na penumbra, vi que os lábios da danada estava esperando por um beijo, e eu atendi, enfiei minha língua naquela boquinha gostosa e ela chupou com sofreguidão, já louco para meter naquele corpinho gostoso, passamos a chupar nossos pescoços daí a nos livrarmos daquela camisetinha que estava amassando aquele par de tetas foi consequência. Eu estava me deliciando mamando aqueles peitinhos cheinhos e durinhos quando a energia voltou e pude ver toda a beleza daqueles seios ouvindo os gemidos de tesão daquela mulher que tinha idade para ser minha filha, tirei a calça do pijama e exibi minha tora, a menina não escondeu sua admiração e segurou a jeba com força já com a mão tremula, mas não de frio e sim de tesão e dobrou o corpo levando a boca em direção a meu pau, puxei e tirei a cueca que lhe havia emprestado. Suzi parou de chupar minha caceta que já estava para dar leitinho para choramingar quando passei minha língua naquela rachinha molhada e eu não querendo faze-la sofrer enfiei minha língua entre aqueles grandes lábios, imediatamente seu corpo passou a apresentar solavancos indicando que estava gozando, não deu para segurar, enchi sua boquinha com meu leite. Com a mesma empolgação de antes daquela gozada forte, nos viramos e deitei sobre ela quando Suzi fala do meu ouvido: "Vai titio, me fura, eu estou pronta para virar mulher". Aquelas palavras espontâneas foi um verdadeiro soco na minha cara, minha sobrinha era cabaço, parei na hora. Ela percebeu minha hesitação e se controlou. Nos abraçamos com minha vara entre suas coxas e nos beijamos demoradamente, apesar do impacto psicológico, nossos corpos exigiam gozar e sem dizer uma palavra, a virei de costas, levantei seus cabelos e passei a chupar sua nuca, aquele corpinho jovem passou a se contorcer, meu cacete duro se encaixou direitinho no reguinho profundo fazendo-o sentir o calor das duas nádegas que o abrigavam, minha sobrinha levou a mão à virilha e levantou um pouquinho uma das pernas e passou a massagear o grelo, foi o suficiente para eu perder a cabeça novamente, dirigindo minha rola com uma das mãos, esfreguei a cabeça no cuzinho virgem, a menina arrebitou e sem tirar a mão da buceta, deitou com a barriga para baixo e com a mão livre abriu suas lindas nádegas, empurrei e acertei a argola na primeira tentativa, Suzi deu um gritinho que me deixou ainda mais louco percebi que a gostosa aumentou o ritmo de sua siririca e dei mais uma empurradinha, Suzi entrou em êxtase goz forte, assim que percebi que ela tirou a mão da buceta, puxei seu corpo contra o meu vendo eu punho cerrar ouvi: "Vai tio quero todo esse pinto gostoso dentro de mim". Empurrei forte, com novo gritinho e a gostosa esticou o corpo e seu cuzinho esmagou a parte da minha pica que já tinha entrado e eu dei a ele o leitinho que Suzi merecia. Tomamos banho juntos nos amassando embaixo do chuveiro. Voltamos nus Suzi parecia querer mais, mas quando tentei comer aquele cuzinho apertadinho, ela não aguentou, estava ainda com dor e a argola estava muito ardida , para não decepciona-la, mandei ela ficar de quatro e passei a comer aquele cuzinho maravilhoso com a língua enquanto friccionava seu grelinho com meus dedos. Ela rebolando ritmicamente em minha língua e no meu dedo, gozou novamente fazendo-me ouvir aquele som que só as gostosas sabem produzir. Adormecemos e fomos acordados pelo celular, era minha irmã informando que ia tentar levar roupas secas para Suzi assim que as aguas baixassem, antes de levantarmos aquela sapequinha dizendo que sua mãe não podia ver minha ereção, engoliu minha pica com a boca e me levou a uma extraordinária gozada matinal.
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