Minha irmã apanhou de chinelo - segunda parte
Como narrei anteriormente, minha mãe cuidava da virgindade de minha irmã como uma leoa cuida da cria, mas naquela manhã que eu tentava estudar para uma prova do dia seguinte, além de fazer minha irmã gozar, tinha conseguida dela uma belíssima chupeta e ainda a promessa do cuzinho. Voltei a estudar, minutos depois, minha irmã bate na porta do quarto, abri e ela pediu que eu intercedesse junto mãe que desde que meu pai tinha nos deixado a oito meses não atendia aos pedido de Suzi, forçando a ser o homem da casa com apenas vinte anos. Fui a cozinha e "comuniquei" minha mãe que Suzi, minha irmãzinha de dezenove ia almoçar na casa de uma amiga, ela que estava de frente para pia, vira-se com sua habitual expressão de raiva quando o assunto era Suzi e vi sua expressão mudar e seus olhos grudarem na minha surrada calça de pijama, dei as costas e acompanhei minha irmã até a porta de saída e trocamos aquele sorrisinho sacana. Voltei para meu quarto e mal tinha sentado e dado uma cheirada na calcinha de biquini que minha irmã tinha deixado no meu quarto, minha mãe entra no quarto parecendo que estava andando nas nuvens e para na porta, vendo que ela estava em conflito levantei e a abracei ela parecendo não estar ali, dá uma discreta reboladinha fazendo-me perceber que ela estava se esfregando na minha pica, seu corpo estava tremendo e lembrei que minha mãe não levava rola no mínimo a oito meses e ela segurou meu pau e com voz de sofrimento balbucia: "É herança". Entendi que ela estava se referindo a meu dote privilegiado e senti-me na obrigação de substituir meu pai integralmente, virei aquele corpinho de falsa magra de quarenta e cinco anos, agarrando sua cintura por trás, a dobrei sobre minha mesinha de estudos, levantei seu vestido, coloquei sua calcinha de lado e ela tenta reagir dizendo: "Não, isso é pecado, você é meu filho". Aquelas palavras saíram com tanta dificuldade e o tom de tesuda não deixava dúvida, ela precisava de pica, mas não queria admitir e passei a empurrar o pau tentando acertar o canal vaginal, mais ela não permitia. Segurando seus dois braços com um dos meus bem mais fortes que os dela, mantive-a dobrada sobre os livros que estavam sobre a mesinha passei a lhe dar uma surra de piroca, segurando o pau com a outra mão, esfreguei a cabeçorra em seu grelo que é diferente do grelo de minha irmã, que era tipo botãozinho e o da minha mãe parece um pintinho que se abria quando eu forçava meu cacete contra ele. A buceta da minha mãe passou a se comportar como um chafariz e ela teve uma verdadeira convulsão orgástica repetindo com aquela voz de gozo que me levou a gozar em cima de sua racha: "Isso é estupro, não é minha culpa, é estupro". Depois de sentir que os "soquinhos" do corpo de minha mãe tinham parado, eu a soltei e ela saiu do quarto. Entre arrependido e satisfeito por estar chovendo na minha horta, por ter "comido" no mesmo dia duas mulheres que eu jamais comeria normalmente, fiquei apavorado quando vi que o livro que a Lucy, uma sapatão quarentona que trabalha na biblioteca tinha me emprestado meu enrustido, porque era um livro que não circulava, estava enxercado com o liquido vaginal da minha mãe, passei a folear o livro na frente do ventilador para seca-lo, enquanto tentava me concentrar na matéria. Naquele dia nem percebi que não tinha almoçado, no fim da tarde minha irmã me chamou para jantarmos, quando perguntei por minha mãe, ela falou que mamãe estava trancada na suíte com enxaqueca. Estudei até tarde. Logo que cheguei ao Campus, corri na biblioteca e entreguei o livro na mão de Lucy e fui fazer a prova, apesar dos acontecimentos do dia anterior, até que me saí bem. Após a prova, fui a biblioteca para "conseguir" pelo menos um livro da matéria do dia seguinte, Lucy um mulherão de 1,80m, quadril largo, sempre vestindo aqueles camisões de sapata, cabelos curtinhos e expressão de macho faz sinal para mim e eu entrei na área que só os funcionários podiam acessar e ela mantendo o livro que eu tinha devolvido próximo ao nariz, saca do bolso de trás da calça jeans o cartão da biblioteca da minha irmã e diz: "Eu não me engano com esse aroma, é de buceta, você está comendo a sua irmã, também quero..."
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