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Capítulo 3: A Submissão Inevitável – O Ciclo do Desejo e da Humilhação

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AnonymousJContos

L trai J com T. Ele descobre, fica humilhado mas excitado, torna-se submisso ao casal. L se arrepende, mas o tesão vence.

Depois daquela tarde fatídica, o segredo não durou muito. Eu cheguei em casa ainda com o corpo latejando, o sêmen de Tonilson escorrendo pelas minhas coxas, e lá estava você, João, na sala, com um olhar que misturava choque e fúria.

Você tinha voltado mais cedo do trabalho e ouvido tudo – os gemidos, as batidas na cama, os sussurros sujos. "Luana... o que você fez?", você disse, a voz tremendo, mas com uma imposição que tentava mascarar a humilhação profunda nos seus olhos. Eu congelei, o arrependimento me sufocando como uma onda gelada. "João, me perdoa... eu não sei o que me deu. Foi o desejo, ele me consumiu de novo." Mas em vez de explodir, você se aproximou, os punhos cerrados, o rosto vermelho de raiva e... algo mais. Uma excitação reprimida que eu via nos seus olhos.

Tonilson ainda estava lá, no quarto, se vestindo com um sorriso arrogante no rosto. Você invadiu o quarto, imponente como um marido traído, gritando: "Sai da minha casa, seu filho da puta!" Mas Tonilson riu, olhando para mim com cumplicidade. "Ela me chamou, cara. E pelo jeito, ela quer mais." Você tentou empurrá-lo, mas eu me meti no meio, meu corpo ainda nu sob o robe solto, e algo mudou. O desejo que eu reprimia há tanto tempo – o tesão por ser desejada, por dominar – falou mais alto. Eu segurei seu braço, João, e sussurrei: "Não briga... deixa eu te mostrar." Você hesitou, humilhado, os olhos baixos vendo as marcas que Tonilson deixou na minha pele. E nisso, você cedeu. Tornou-se submisso ao prazer que eu e Tonilson estávamos sentindo, um prazer que você agora tinha que engolir.

Eu puxei você para a cama, e Tonilson ficou, rindo da sua fraqueza. "Olha só, o corno mansinho", ele provocou, e você corou, mas não resistiu quando eu desabotoei sua calça. Meu Deus, João, você já estava duro – a humilhação te excitava tanto quanto me excitava ver você assim. Eu montei em você primeiro, cavalgando devagar, gemendo alto enquanto Tonilson assistia, masturbando-se. "Vê como ela é vadia, João? Ela goza no meu pau melhor que no seu." Você gemeu de dor e prazer, suas mãos nos meus quadris, mas eu parei no meio e chamei Tonilson. Ele me penetrou por trás enquanto eu beijava você, o pau dele me fodendo forte, os sons molhados ecoando no quarto. Você sentia cada estocada através de mim, humilhado, traído na sua própria cama. "Diz que gosta, corno", Tonilson mandou, e você, submisso, murmurou: "Eu... eu gosto." Eu gozei gritando, o corpo tremendo entre vocês dois, e Tonilson gozou dentro de mim de novo, o sêmen misturando-se ao anterior.

Aquilo se repetiu inúmeras vezes nos dias seguintes. Toda vez que Tonilson aparecia, você tentava resistir, mas acabava assistindo, tocando-se enquanto ele me fodia na sala, na cozinha, no banheiro. Eu te humilhava com palavras sujas: "Olha como ele é maior, João. Você nunca me faz gozar assim." E você, apesar da tristeza nos olhos, se submetia, lambendo o sêmen dele da minha buceta depois, como um bom corno. O desejo nos consumia – o meu por ser uma vadia sem limites, o dele por dominar, e o seu por essa humilhação que te deixava animado de um jeito doentio.

Finalmente, uma noite, depois que Tonilson foi embora, deixando-me exausta e marcada, nós nos sentamos na cama. Você estava chorando, João, a cabeça baixa. "Por quê, Luana? Eu te amo tanto... isso me dói." Eu abracei você, lágrimas nos meus olhos também, completamente aberta como sempre fomos um com o outro. "Eu sei, amor. Eu me arrependo tanto... foi o tesão, ele me cegou. Eu não quero machucar você." Você confessou, voz rouca: "Eu tô triste, humilhado... mas, Deus, isso me deixou animado. Ver você assim, tão livre... eu gostei. Mas não quero que aconteça de novo. Por favor." Eu prometi, beijando você com carinho, sentindo o gosto salgado das lágrimas. "Não vai, João. Eu te amo mais que tudo." Nós nos abrimos completamente – você falou da excitação misturada à dor, eu do arrependimento que queimava no peito. Fizemos amor devagar naquela noite, reconectando-nos, como se aquilo pudesse apagar tudo.

Mas era tarde. O desejo voltou como um vício. Dias depois, o tesão me consumiu de novo – eu via Tonilson na rua e meu corpo traía minha mente. "Só mais uma vez", pensei, mas sabia que era mentira. Eu o chamei para casa de novo, e tudo se repetiu: os beijos famintos, o pau dele na minha boca, gozando fundo enquanto eu engolia tudo. Você chegou no meio, e dessa vez, em vez de resistir, você se ajoelhou submisso. "Fode ela na minha frente", você murmurou, animado pela humilhação. Tonilson riu e me penetrou forte, enquanto eu te beijava, passando o gosto dele para você. Mas o ciclo virou: eu peguei o strap-on que comprei em segredo, lubrifiquei e te fodi por trás enquanto Tonilson me comia. "Agora você é a vadiazinha, João", eu gemi, empurrando fundo no seu cu, sentindo você tremer de prazer e dor. Tonilson gozou em mim, e eu te forcei a lamber tudo, humilhando você completamente. Você gozou sem se tocar, chorando de êxtase e tristeza.

No final, deitada ao seu lado, o arrependimento veio mais forte que nunca. "Meu Deus, João... eu te transformei nisso. Eu sou uma monstra. Eu me odeio por repetir isso, por deixar o tesão vencer. Eu te amo, mas não consigo parar." Você me abraçou, ainda submisso: "Eu sei... e eu gosto, mesmo que doa." O ciclo continuava, o desejo nos prendendo em uma teia de traição e humilhação infinita.

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