Eu, meu pai, meu avô e meus irmãos PARTE 2
Meu pai surpreendeu eu e meu avô pelados… qual vai ser a reação dele?
CONTINUAÇÃO…
-Que porra tá acontecendo aqui? Falou meu pai, bravo, ao ver eu e meu avô pelados e de pau duro na sala.
-Nada filho! Falou meu avô, puxando as calças pra cima.
Tratei de puxar as minhas também.
-Como nada pai? Vocês estavam PELADOS e DE PAU DURO aqui no meio da sala, e esse filme pornô na tv?
-Calma filho, vou te explicar o que aconteceu: Sentamos eu e o Júlio pra ver televisão, contratei uma nova tv á cabo e o Júlio sem querer colocou nesse canal pornô, ele queria ver o filme e eu disse que ele era muito novo ainda pra ver esse tipo de coisa. Ele me perguntou sobre algumas coisas… estava curioso em relação ao tamanho do pinto dele. Você também passou por essa fase lembra? Perguntou meu avô.
-Lembro, mas o que isso tem a ver com vocês dois pelados aqui? Replicou meu pai
Eu estava sem reação, fiquei olhando os dois conversarem, meu pai parecia bravo e meu avô, nervoso, assim como eu estava. Por isso fiquei quieto e deixei meu avô explicar.
-O Júlio me falou que encontrou algumas revistas pornô suas. Ele só estava curioso por que achou que o pinto dele era pequeno demais. Ele viu os caras nas revistas e pensou que era impossível o dele ficar daquele tamanho -Continuou explicando meu avô- foi então que ele me pediu pra olhar o pau dele e dizer se era grande ou pequeno.
-Isso é verdade Júlio? Perguntou meu pai
-É sim pai. Respondi.
-E por que você não veio falar comigo filho?
-Sei lá pai, acho que fiquei com vergonha do senhor. E me senti mais à vontade aqui na casa do vô. Expliquei.
-Você não precisa ter vergonha do pai, filho. Nós homens temos que ter liberdade pra falar sobre essas coisas. E você cresceu tão rápido… deveria ter explicado algumas coisas sobre o seu corpo e as mudanças que acontecem na puberdade antes. Falou meu pai.
Notei que o semblante no rosto do meu pai se acalmou um pouco. Meu avô também parecia um pouco mais tranquilo.
-Está tudo bem filho. Falou meu avô.
-Vocês me deram um susto! Achei que estavam fazendo algo aqui na sala! Falou meu pai.
Meu avô e eu nos olhamos e ficamos calados.
Meu pai olhou ao redor, observou por uns instantes o filme pornô que passava na tv a cabo… no braço do sofá ele viu a fita métrica que tínhamos usado para medir nossos paus.
-Isso é uma fita métrica? Perguntou meu pai.
-Sim. Peguei a fita pro Júlio medir o tamanho do pau dele. Respondeu meu avô.
-Vocês estão loucos! Pra quê medir o pau?
-Ué pai, pra saber o tamanho certo! Meu vô disse que meu pau não é pequeno, que é grande pra minha idade e que eu puxei a ele.
-Ah é? E quanto foi? Perguntou meu pai
-17 por 12. Falei
Vi a cara de surpreso do meu pai.
-Mas o pau do vô é bem maior que o meu! Falei
-Ah então os dois mediram? Perguntou meu pai.
-Sim, nós dois, o Júlio ficou curioso pra saber quanto media o meu. Falou meu avô.
-E como vocês ficaram de pau duro pra medir? Perguntou meu pai.
-Vendo esse filme pornô aí, apontei a cabeça para a televisão.
-E quanto mediu o seu pau? Perguntou meu pai pro meu avô.
-Pergunta pro Júlio, foi ele quem mediu. Falou meu avô, quase esboçando um sorriso.
-Você pegou no pau do seu avô? Perguntou meu pai.
-Sim pai, foi ele que mediu o meu também! O dele mediu 21 por 16.
-Então ter pica grande é mesmo de família haha. Falou rindo meu pai.
Aquele clima de tensão tinha passado… agora pairava um clima de descontração, a gente já estava começando a relaxar e rir da situação.
-Por que você disse que é de família filho? Você é bem dotado também? Perguntou meu avô.
-Ele é vô, já vi no banho. Falei
-Fica manjando a minha rola no banho é seu sem vergonha! Falou meu pai pra mim.
-Ah pai, não tem como não ver né, é grandona. Quanto mede a sua pai?
-Nunca medi, mas acho que passa dos 10 centímetros. Falou rindo meu pai.
-Quando vi aquela vez, você tinha a idade do Júlio, já era bem grande, deve ter crescido mais ainda! Falou meu avô.
Notei que o volume na calça do meu pai começou a crescer. Aquele papo estava deixando ele bem animado pelo que percebi, acho que meu avô também percebeu.
-Ah pai faz tanto tempo isso, naquele tempo eu nem tinha transado ainda. Falou meu pai.
-Eu também nunca fiz nada com meninas. Por enquanto só bato punheta mesmo, as vezes eu e o Vitor pegamos suas revistas e batemos punheta juntos haha. Falei rindo.
-Por isso as vezes minhas revistas estavam bagunçadas, vocês andaram mexendo. Achei que tinha sido a mãe de vocês na hora de limpar, vocês são dois punheteiros isso sim.
-E o pau do Vitor é quase do tamanho do meu sabia pai?
-Só falta medir então haha. Riu meu avô.
-Você tem que medir o seu pai. Falei.
-Ah o tamanho não importa filho, tem que saber usar! Respondeu meu pai.
-Mas é só por curiosidade mesmo pai, já que estamos aqui e o vô tem a fita métrica.
-Entra na brincadeira filho, aqui estamos só de palhaçada mesmo.
-Tá bom, tá bom, já que insistem eu vou medir, me dá aí a fita que eu vou medir.
-Ah não pai, deixa que eu meço. O vô me ensinou como faz. Falei
-Tem certeza filho? Perguntou meu pai.
-Claro pai, tira o pau pra fora aí.
Meu pai começou a tirar o cinto, depois desabotoou a calça e abriu o zíper. Me olhava com uma cara de safado, meu pau já estava duro, garanto que do meu avô também estava. Pude ver a silhueta marcada do pau do meu pai na cueca.
-Pode pegar filho, pode medir. Falou meu pai.
Não pensei duas vezes, abaixei suas calças até o joelho e depois sua cueca.
Assim como meu avô, meu pai era bem dotado mesmo. A primeira coisa que chamou atenção foi a cabeça de seu pau: era bem grande, estava dura e reluzia, suas veias eram saltadas e seus pentelhos eram bem pretos, compridos e grossos, era um pau pesado e grosso, suas bolas eram iguais as bolas do meu avô, grandes, cheias e pentelhudas, suas pernas eram bem grossas e peludas, assim como sua barriga.
Meu avô também parecia bem surpreso e pelo volume em sua calça, bem animado com o que estava vendo.
Coloquei a mão no pau do meu pai e senti ele pulsando, já estava duro feito rocha. Peguei a fita métrica e comecei a medir seu caralho.
Fiquei de joelhos na frente dele pra ter uma visão melhor e conseguir medir direito, meu pai me olhava com cara de safado, assim como meu avô. Coloquei a fita métrica entre suas bolas e o início do seu cacete e puxei ela até o furinho da cabeça do pau dele.
-20 centímetros. Falei
-É menor que o meu haha. Riu meu avô.
-1 centímetro não é nada pai. Quero ver se o seu funciona igual o meu haha. Replicou meu pai rindo também.
Segurei o pau do meu pai bem firme pra medir a grossura. A mão não fechava. Senti aquele pau enorme pulsar.
-16 de circunferência. Falei.
-Igual o meu, mesma grossura. Falou meu avô.
-Ah que mentira! Duvido! Falou meu pai
Meu avô parou do lado dele e abaixou sua calça e cueca, seu pau gigante pulou pra fora, já muito duro e babando.
-Caralho pai. Grandão igual o meu. Falou meu pai
-Te falei! Agora mede a grossura do meu pau de novo Júlio, pra provar pro seu pai. Falou meu avô.
Obedeci, novamente medi a grossura do pau do meu avô com a fita. 16 centímetros de circunferência.
Nunca pensei ver meu avô e meu pai peladões e de pau duro a poucos centímetros de mim, isso me deu um tesão como nunca tinha sentido antes. Os dois começaram a esfregar seus paus um no outro.
-Vem filho, mostra o seu e vem esfregar ele também. Falou meu pai.
Levantei e abaixei as calças na hora. Meu pau estava duro feito rocha.
Começamos uma brincadeira de esfrega-esfrega, um pau roçando no outro. O pau do meu avô e do meu pai já babavam bastante lubrificando aquela brincadeira gostosa. Foi então que comecei a punhetar os dois. Que delícia era ter dois paus enormes nas mãos.
Meu pai colocou o braço esquerdo por cima dos ombros do meu avô. Ele colocou sua mão direita na cintura do meu pai, e depois, meu pai colocou sua mão direita no meu ombro, me forçando pra baixo, queria que eu ajoelhasse.
Entendi o que ele queria, ajoelhei e comecei a passar a língua nos dois cacetes. Antes daquele dia, nunca tinha sequer encostado em outro pau além do meu e do meu irmão Vitor. A sensação era única, além do mais, eram os dois caras que eu mais respeitava e tinha admiração.
Não aguentei mais o tesão e abocanhei o pau do meu pai. Assim como o do meu avô, não entrava inteiro na boca, por mais que eu fizesse muito esforço e abrisse bem a boca. Senti o corpo do meu pai tremer quando a cabeça do pau dele encostou no fundo da minha garganta.
-Meu neto chupa bem né Alberto? Perguntou meu avô pro meu pai.
-Muito melhor que a mãe dele haha. Uma das melhores mamadas que já ganhei. Até parece que já fez antes! Riu meu pai
Enquanto estava chupando meu pai, meu avô batia com seu pau na minha cara.
-Acho que seu avô também quer uma chupada filho. Falou meu pai.
A cabeça do pau do meu avô estava molhada de baba. Teria que revezar os dois pra nenhum ficar muito tempo sem minha boca. Tratei de abocanhar o pau do meu avô. Segurei em suas bolas pentelhudas e coloquei o máximo que consegui na boca, mas meu avô queria mais, segurou minha cabeça e tentou empurrar ainda mais seu enorme pau na minha garganta, me fazendo engasgar, consegui engolir quase tudo.
-Viu como ele consegue colocar quase tudo na boca! É só questão de dar um empurrãozinho haha. Falou meu avô rindo
-Agora faz no meu filho! Mandou meu pai.
Ele fez o mesmo: segurou minha cabeça e empurrou o máximo que conseguiu. A esse ponto as lágrimas escorriam pelo meu rosto. Que delícia era ter a boca totalmente preenchida por dois caralhos tão grandes. Me masturbava freneticamente.
Dei um trato também nas bolas deles. Eram dois pares de bolas grandes e pentelhudas. Chupei as quatro bolas como se estivesse chupando laranjas. Minha boca já estava novamente cheia de pentelhos.
-Pai, senta ali no sofá agora. Júlio, fica de quatro e continua chupando o seu avô.
Fizemos o que meu pai falou. Meu avô sentou na ponta do sofá, de pernas abertas, de modo que elas ficaram dos meus dois lados, fiquei de quatro como meu pai pediu e continuei mamando meu avô. Meu pai ficou de joelhos atrás de mim, alisou bem minha bunda branca com suas mãos grandes e seus dedos grossos. Afastava minhas nádegas por vezes, pra olhar meu cu.
-Que cuzinho pequeno você tem filho, vou cair de boca nele.
Senti a língua molhada do meu pai invadir meu cuzinho virgem. Ele lambia como se fosse um sorvete. Abria minha bunda pra sua língua alcançar o máximo que conseguia, comeu meu cuzinho com sua língua dura. Sentia sua barba roçando nele e na minha bunda… Que sensação gostosa. Meu pau parecia explodir de tanto tesão.
-Que delícia esse cu filho. Foi o cu mais gostoso que já chupei na vida. Falou meu pai.
-Vamos trocar de lugar Alberto. Quero provar também o cu do meu neto. Falou meu avô.
Os dois inverteram as posições, agora, eu chupava o pau do meu pai, que parecia ainda mais duro do que antes, e meu avô linguava meu cu. Sua língua era macia e rápida, se estivesse batendo punheta, gozaria com ele me linguando o rabo.
-Alberto, vou ter que meter no cu dele. Não aguento mais o tesão. Falou meu avô pro meu pai.
-Espera, Eu que vou comer o cu dele primeiro, afinal, eu sou o pai e tenho que ser o primeiro a tirar o cabaço dele.
-Tudo bem, eu aceito. Eu tenho vaselina no quarto, vou pegar. Falou meu avô
-Pai, to com medo que vai doer muito. Falei apreensivo.
-Não se preocupa filho, eu vou bem devagar, até você acostumar ok? Você vai ver como não vai doer, confia no pai.
-Tá bom pai, se você diz, eu acredito.
Meu avô entregou a vaselina pro meu pai e voltamos às posições que estávamos, meu avô no sofá e eu de quatro pro meu pai.
-Continua chupando seu avô filho, você vai sentir só um desconforto rápido, mas já vai passar.
Meu pai lubrificou bem seu cacete com a vaselina e também lubrificou meu cuzinho. Bem lentamente, começou a introduzir seu dedo no meu cu já bastante lubrificado. Senti um leve desconforto. Ele já colocava um dedo inteiro, e iniciou a colocar um segundo dedo. Tirava e colocava, várias vezes, bem devagar. Também esfrega seu pau duro na portinha do meu cu, conseguia sentir um pouco da cabeça nele. Meu pai então me segurou com uma mão na cintura, a outra abrindo uma nádega minha e começou a meter bem devagar seu enorme pau no meu cuzinho virgem.
Aos poucos, sentia cada vez entrar um pouco mais do cabeção do pau do meu pai. Ele tirava e colocava cada vez um pouco mais e eu já sentia um desconforto bem grande. Já não conseguia me concentrar no boquete que fazia pro meu avô. Parei por um momento pra tentar me concentrar e aguentar a jeba grande do meu pai no rabo. Era algo que eu queria fazer, queria dar prazer pro meu pai.
Derrepente senti uma dor terrível, e pedi pra ele parar. Foi quando meu pai falou:
-O pior já passou meu filho, a cabeça do meu pau entrou toda no seu cu, agora relaxa e espera um pouco que a dor vai passar, eu prometo.
Era uma dor enorme, estava vendo estrelas, mas confiei no meu pai e aguentei. Depois de uns 2 minutos, finalmente a dor parecia amenizar.
-A dor já passou um pouco? Perguntou meu pai.
-Um pouco sim pai. Respondi.
-Ótimo, agora relaxa e deixa que o pai vai meter bem devagar.
Meu avô ofereceu seu pau novamente pra mim, queria que eu continuasse chupando, e assim o fiz. Agora estava com o pau do meu avô na boca e o pau do meu pai no cu. Não podia me masturbar, caso contrário, gozaria rápido demais.
Meu pai continuou metendo, cada vez um pouco mais.
-Que cu delicioso meu filho, que delícia ser o primeiro a foder ele. Eu sou seu pai, é natural que eu seja o primeiro a te comer. Já entrou metade do meu pau no seu cu sabia? Nem sua mãe aguenta tanto. Falou meu pai
Meu cu estava totalmente aberto, mas eu estava orgulhoso por conseguir dar tamanho prazer pro meu pai. Ele apertava, abria e alisava minha bunda como se admirasse a cena de seu pau enorme ter entrado no cu do seu filho.
Meu avô levantou do sofá e ficou do lado do meu pai. De joelhos no chão, admirando a cena.
-Caralho Alberto, como você conseguiu meter num cu tão pequeno? Indagou meu avô.
-Haha, eu to acostumado a comer cuzinho, já tenho o jeitinho de meter. Riu meu pai.
Sentia o pauzão do meu pai abrindo caminho. Ele pulsava dentro do meu cu. Meu pai já metia um pouco mais rápido, ouvia ele gemer grosso metendo em mim.
-Isso meu filho, aguenta o cacete do pai no seu cu. Foi ele que te deu a vida. Falou meu pai gemendo.
-Que pau gostoso pai, quero ele atolado em mim. Falei
-O pai vai atolar ele todo em você então!
Senti meu cu encher ainda mais, meu pai terminou de colocar o seu enorme cacete no meu cu, que era viagem há poucos minutos, ele tirou meu cabaço. Senti seus pentelhos compridos e grossos roçarem na minha bunda, e dor, mas nada tão insuportável a ponto de eu querer parar. Suas bolas pentelhudas encostaram nas minhas.
Meu pai soltou um gemido alto. Ele metia num ritmo constante, nem rápido, nem devagar demais.
Meu avô novamente queria ser chupado ficou de joelho no chão em minha frente e eu abocanhei seu pau, estava mais babado que nunca. Ele segurou minha cabeça e começou a foder minha boca.
Meu cu fazia um esforço enorme pra aguentar o tamanho do pau do meu pai. Ele sabia disso, as vezes ele parava uns instantes e alisava meu corpo, deixando meu cu descansar.
-Que filho gostoso eu tenho, se soubesse que era gostoso assim, já teria metido em você antes! Mas agora que eu sei que você gosta, vamos brincar sempre! Falou meu pai.
-Trás ele aqui pra casa e brincamos nos três! Falou meu avô.
-Claro pai, nada melhor que uma putaria a três. Falou meu pai.
Meu pai intensificou as socadas no meu cu.
-Acho que não vou aguentar mais! To quase gozando e não vou segurar! Falou meu pai.
-Eu também filho, vou acabar gozando na boca do Júlio! Falou meu avô.
Meu pai começou a gemer mais alto e começou a socar mais forte. Meu cu não aguentaria muito tempo naquele ritmo.
-Aaah filho, que cu delicioso, não aguento mais segurar… vou encher ele de leite! Falou meu pai.
-Isso Alberto, goza no cu do teu filho! Eu vou encher a boca dele de porra. Falou meu avô.
Eu gemia com o pau do meu avô na boca e o pau do meu pai no cu. Comecei a me masturbar, o tesão já tinha ultrapassado todos os limites. Meu pai avisou:
-Vou gozar! Aaaaaaah
Meu pai urrou e então atolou seu pau inteiro no meu cu, me fazendo ver estrelas, tanto de dor, quanto de prazer. Seu grito de prazer fez eco na sala. Senti minhas pernas bambas, seu pauzão estava totalmente atolado em mim, pulsando e expulsando todo o leite que estava em suas bolas grandes e peludas. Meu cu foi inundado pelo mesmo líquido precioso que me gerou.
-Também vou gozar! Anunciou meu avô.
Meu avô também gritou de prazer, atolou seu cacetão o máximo que conseguiu na minha garganta. Senti seu pau pulsar e vários jatos do seu leite invadiram minha boca, enchendo ela. Que leite gostoso ele tinha. Gozamos juntos, eu gozei no chão da sala. Fiquei saboreando a porra dele na boca.
-Caralho, nunca gozei tanto! Falou meu pai retirando seu pau já meia bomba do meu cu arregaçado, seu leite agora vazava do meu cu.
-Nem eu! Falou meu avô.
Minhas pernas tremiam. Quase não conseguia ficar em pé. Meu pai me ajudou a levantar e então me abraçou. Senti seu corpo másculo e peludo contra o meu.
-Te amo filho. Falou meu pai
E então me lascou um beijo de língua, dividindo o leite do meu avô que estava em minha boca ainda. Meu avô se juntou a nós. Nós três dávamos um delicioso beijo triplo com sabor de leite de pica grande.
-Amo vocês dois, falou novamente meu pai
-Amo vocês também! Falamos eu e meu avô.
-Pai, eu ficaria mais, mas to preocupado com Vitor, vamos ter que ir embora filho. Mas essa semana voltamos. Falou meu pai.
-Ok filho, me liga depois pra dizer como está o Vitor. Vou aguardar ansioso a volta de vocês! Hehe. Falou meu avô maliciosamente.
Fomos no banheiro mijar, meu pai lavou seu pau na pia do banheiro, provavelmente eu o sujei um pouco na hora da penetração, afinal, aquela tinha sido minha primeira vez. Nos vestimos, e saímos.
Meu avô ficou na porta acenando, o volume do se pau ainda marcava na calça.
Já dentro do carro, eu e meu pai começamos a conversar.
-Filho, não vai contar pra ninguém sobre hoje né?
-Não pai, não vou falar nada pra ninguém. Talvez conte pro Vitor. A gente tá sempre batendo punheta junto. Até já pegamos um no pau do outro uma vez.
-Ah é? Que safados! Vou ficar de pau duro de novo desse jeito… Mas se você tem certeza que ele não vai contar pra ninguém, pode falar pra ele.
-Tá bom pai.
-Uma vez achei uma revista de homens pelados nas coisas do Gustavo. Falou meu pai.
Gustavo era meu irmão mais velho, era 2 anos e meio mais velho que eu.
-Sério pai? Falei
-Sim, acho que ele curte uma safadeza também. Talvez a gente descubra um dia…
-É, talvez… Falei.
CONTINUA…
Meu tele é o mesmo nick daqui, se quiserem deixar opiniões sobre o conto, podem chamar!
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (1)
Luiz: Excelente seu conto, nota 10 vamos continuar agora tem que iniciar os utros filhos da proxima o moleque deve da para o avop enquanto o pai inauguro outro filho
Responder↴ • uid:3v6otnnr6ic