Dilema íntimo entre Irmãos Parte 3
A água quente batia nos nossos ombros, um ritmo constante e martelante que combinava com o pulso frenético ainda ecoando nas minhas veias. O vapor embaçava o espelho, enchendo o banheiro pequeno com um calor úmido e pesado. Lara estava debaixo do jato, de costas pra mim, a cabeça inclinada pra frente enquanto a água alisava o cabelo escuro dela num véu molhado descendo pela espinha. Eu via as gotas traçarem os nós delicados das vértebras dela, o inchaço da bunda, as costas das coxas ainda levemente marcadas da foda frenética da manhã.
A gente estava quieto desde que saiu do quarto. Um silêncio carregado, pesado. Do tipo cheio de palavras esperando pra serem ditas, de desejos nomeados e agora pairando entre nós, maduros e exigentes.
A voz dela cortou o chiado do chuveiro, suave mas clara. “Você tá pensando nisso.”
Eu não fingi não saber do que ela falava. Meu pau, já engrossando só pela visão do corpo nu e molhado dela, deu um pulso duro e afirmativo. “É.”
Ela se virou devagar debaixo da água, me encarando. Os olhos eram escuros, sérios. Água se acumulava nos cílios dela, nos picos apertados dos mamilos. A boceta dela, um tufo arrumado de cachos escuros, brilhava. Ela parecia… decidida. “Eu falei sério, Samy. Quero que você faça.”
“Lara…” eu comecei, a parte prática e protetora de mim lutando por um apoio. “É diferente. Não é como sua boceta. É mais apertado. Não fica molhado sozinho. Pode doer, muito, se a gente não for cuidadoso.”
Um sorriso lento e malicioso se espalhou pelo rosto dela. “Você já fez antes.”
Não era uma pergunta. Eu assenti. “Algumas vezes. Com a Sarah. Ela gostava… forte. Mas a gente usava muito lubrificante. Ia devagar.”
“A gente tem sabonete,” ela disse, a mão estendendo pro sabão na prateleira. Ela começou a ensaboar entre as palmas, a espuma branca se formando. “E tem o suco da minha boceta escorrendo pelas minhas pernas agora mesmo. Isso é escorregadio o suficiente.” O olhar dela desceu pro meu pau, que agora estava completamente duro, curvando pra cima na direção da minha barriga, a cabeça corada num roxo profundo. “E você já tá tão duro por isso. Dá pra ver. Você quer foder o cuzinho da sua irmãzinha, né? Quer ser o primeiro a abrir aquele buraco apertadinho.”
Porra. O papo sujo dela era uma arma, afiada e precisa. Tirava toda hesitação, deixando só uma fome crua e pulsante. “Quero,” eu admiti, a palavra um rosnado gutural. “Quero ver sua cara quando eu empurrar. Quero sentir aquele anel virgem de músculo me resistir e depois ceder. Quero ser dono de cada buraco do caralho que você tem, Lara.”
A respiração dela engasgou. Uma nova onda de tesão, um fio claro e escorregadio, se misturou com a água descendo pela coxa interna dela. “Então faz. Não me faz esperar. Me fode no chuveiro. Me dobra.”
O comando era tudo que eu precisava. Eu avancei, o jato quente batendo nas minhas costas. Peguei o sabonete das mãos dela e fiz uma espuma grossa e escorregadia nas minhas próprias. Meus olhos nunca saíram dos dela enquanto eu esticava entre as pernas dela, meus dedos deslizando pelas dobras molhadas primeiro, juntando a lubrificação natural ali. Ela ofegou, os quadris empurrando pra frente no meu toque.
“Isso é pra minha boceta,” ela ofegou. “Meu cu é aqui atrás.”
“Eu sei onde é,” eu murmurei, a voz baixa. Movi a mão pra trás, sobre a curva lisa e redonda da nádega dela. Meu polegar encontrou o pequeno vinco apertado aninhado entre elas. Ele se contraiu instintivamente no primeiro toque, um nózinho desafiador de músculo.
Eu circulei ele com meu polegar ensaboado, aplicando pressão gentil e persistente. Ela se tensionou, uma inspiração aguda assobiando entre os dentes. “Ah… é tão… pequeno.”
“Vai alongar,” eu prometi, continuando a massagem lenta e circular. O sabonete e a água faziam um filme escorregadio e liso. Apertei um pouco mais, sentindo o anel externo começar a relaxar, ceder só uma fração. Empurrei a pontinha do polegar pra dentro.
Plip.
Um som suave e molhado. O corpo inteiro dela se sacudiu. “Caralho!”
“Respira pra fora,” eu instruí, meu próprio coração martelando nas costelas. Mantive o polegar ali, só dentro daquele calor incrível e apertado, deixando ela se acostumar com a intrusão. O cu dela pulsava ao redor do dedo, agarrando com uma força chocante. “Relaxa os músculos. Empurra pra fora um pouco, como se estivesse tentando cagar.”
Ela fez um som engasgado e rindo. “Isso é tão nojento do caralho.”
“Faz,” eu disse, minha voz sem espaço pra discussão.
Ela obedeceu, expirando forte, o corpo empurrando contra meu polegar. O anel de músculo abriu um pouco mais, me permitindo deslizar o polegar até a primeira junta. A sensação era inacreditável — apertado, quente, aveludado. Um gemido possessivo rasgou da minha garganta. “Porra, Lara. Seu cu é tão apertado do caralho. Você sente isso? Sente meu polegar no seu cu virgem?”
“S-sim,” ela gaguejou, as mãos se apoiando na parede de azulejo. “É… é cheio. Queima. Mas é bom. Faz mais.”
Eu trabalhei o polegar pra dentro e pra fora devagar, uma foda rasa e cuidadosa. Squelsh. Slip. O sabonete criava um deslize suave e fácil. Com a outra mão, ensaboei meu pau, cobrindo o eixo grosso e a cabeça inchada até brilhar, escorregadio e pronto. A expectativa era um fio vivo debaixo da minha pele.
“Tá bom,” eu disse, retirando o polegar. O cu dela ficou levemente aberto, um Ozinho escuro e molhado que piscava pra mim. “Vira. Se dobra. Segura na pia.”
Ela se moveu rápido, ansiosa, virando as costas pra mim e se inclinando pra frente, as mãos agarrando a porcelana fria da pia do banheiro. A posição arqueava as costas dela lindamente, apresentando a bunda alta e aberta. A água cascateava sobre os ombros dela, descendo a fenda da bunda, lavando um pouco do sabonete mas deixando um brilho escorregadio. Os lábios da boceta dela, inchados e escuros, eram visíveis por trás, brilhando. E acima deles, aquela estrela-do-mar rosa e apertada, já afrouxada pelo meu polegar, esperando.
Eu me posicionei atrás dela, meu pau cutucando contra as costas baixas dela. Estiquei com uma mão, me guiando, usando os dedos pra abrir as nádegas dela mais larga. A visão era obscenamente perfeita. Eu rocei a cabeça larga e escorregadia do meu pau contra o vinco dela, cobrindo com a espuma, aplicando pressão firme e insistente.
“Pronta?” eu perguntei, a voz forçada.
Ela assentiu, a testa descansando nos braços na pia. “Faz. Fode meu cu, Samy. Faz ele seu.”
Eu empurrei.
A resistência foi imediata, imensa. O corpo dela lutou contra a invasão, aquele anel apertado de músculo se fechando como um torno. Um grito agudo e dolorido rasgou da garganta dela, ecoando nos azulejos. “AH! PORRA! É GRANDE DEMAIS!”
“Respira, baby,” eu rangei, me segurando imóvel, o corpo inteiro tremendo com o esforço de não só empurrar pra frente. A pressão ao redor só da ponta era incrível, um aperto quente e estrangulador. “Empurra pra fora. Me deixa entrar.”
Ela soluçou, um som cru e desesperado, mas obedeceu. Eu senti o corpo dela se esforçar, os músculos na bunda e nas costas baixas se tensionando, depois aquele anel interno relutantemente, dolorosamente, começando a dilatar.
Eu empurrei de novo, um centímetro lento e implacável.
A queimação era intensa pra nós dois. Pra ela, um alongamento escaldante. Pra mim, uma compressão quase dolorosa e exquisita. A cabeça do meu pau passou pelo anel externo, afundando no canal apertado e apertador além.
GLRK.
Um som molhado e gutural de penetração. Ela gritou, um uivo longo e irregular que virou um fluxo de português engasgado. “Ai, meu Deus, tá rasgando, tá entrando, caralho, caralho, caralho…”
“Tô dentro,” eu ofeguei, suor se misturando com o jato do chuveiro na minha testa. “Só a cabeça. Porra, você é apertada. Seu cu tá comendo meu pau, Lara.” Fiquei ali, enterrado só na coroa, deixando ela se ajustar à plenitude impossível e queimante. As paredes internas dela piscavam em espasmos rápidos e chocados, uma massagem quente e ritmada na parte mais sensível do meu pau.
Depois de um momento, a respiração dela se estabilizou de soluços pânicos pra inspirações profundas e trêmulas. “M-mexe,” ela implorou, a voz grossa com lágrimas e tesão. “Só… mexe um pouco.”
Eu puxei pra trás, só um centímetro. A sucção era insana. Slorp. Depois empurrei pra frente de novo, reconquistando aquele centímetro e ganhando outro. Uma penetração lenta e moedora. Cada fração parecia uma vitória, uma conquista. O cu dela cedia pra mim, alongando, queimando, aceitando.
Schlick. Schlock.
Os sons molhados e grudentos de sexo anal enchiam o chuveiro, mais altos que a água caindo. Eu via agora — meu pau grosso e ensaboado desaparecendo no botãozinho dela. O cu dela estava esticado tenso ao redor da base, um anel vermelho e esticado de carne. O contraste era sujo, lindo.
Eu estabeleci um ritmo, estocadas curtas e profundas no começo, sem puxar pra fora demais. A sensação era diferente de qualquer outra coisa. Mais apertado que a boceta dela, mais quente, com um aperto muscular que ameaçava me espremer seco instantaneamente. A falta de lubrificação natural era substituída pelo deslize artificial do sabonete, criando um deslize suave, quase esguichante. Squish. Slap.
“Oh meu Deus… oh meu Deus do caralho…” ela gemia, a dor na voz agora misturada com prazer inconfundível. “É tão… fundo. Posso sentir você nas minhas entranhas, Samy. Posso sentir seu pau cutucando minhas vísceras.”
“Isso é meu pau no seu cu, baby,” eu grunhi, minhas mãos agarrando os quadris dela forte, meus polegares cravando na carne macia das nádegas dela, abrindo ela mais larga pras minhas estocadas. “O pau do seu irmãozão tá fodendo seu buraco de merda. Você gosta disso? Gosta de ter o cu alongado e usado?”
“Sim!” ela gritou, empurrando os quadris pra trás contra mim, encontrando minhas estocadas. “Eu amo! Dói tão bem do caralho! Queima e eu amo! Me fode mais forte! Usa meu cu!”
As palavras dela, a rendição total, estilhaçaram meu controle. Eu puxei quase todo pra fora, vendo o cu dela se agarrar na ponta por um segundo desesperado antes de eu bater de volta pra dentro, uma estocada completa, profunda e punitiva.
SPLAT!
O impacto foi molhado, carnudo. Ela guinchou, o corpo se curvando, mas aguentou, o cu dela engolindo meu comprimento com fome. Eu estabeleci um ritmo mais duro e rápido agora, fodendo o cu dela com estocadas profundas e impulsionadoras. O banheiro ecoava com os sons da nossa foda: o tapa-tapa-tapa dos meus quadris contra a bunda dela, o squelsh-squelch molhado do meu pau pistando pra dentro e pra fora do buraco apertado dela, os gritos irregulares dela e meus próprios grunhidos guturais.
SMACK! SQUELCH! GLURK!
Eu estiquei ao redor do quadril dela, meus dedos encontrando o clitóris. Era um botãozinho duro e pulsante debaixo do meu toque. Ela estava encharcada, a boceta pingando sucos que se misturavam com a água ensaboada descendo pelas coxas dela. Eu esfreguei o clitóris em círculos apertados e rápidos, combinando com o ritmo da foda no cu.
“Vai gozar?” eu rosnei no ouvido dela. “Vai melar sua boceta enquanto eu fodo seu cu? Sua irmãzinha suja do caralho. Você ama ter o cuzinho destruído, né?”
“Eu amo! Eu amo!” ela balbuciou, as palavras se dissolvendo em gemidos incoerentes. Os músculos do cu dela se contraíram ao redor do meu pau numa série de espasmos violentos. “Vou gozar! Vou gozar pelo cu! Samy, porra, goza comigo!”
O orgasmo dela a atingiu, um tipo diferente de convulsão dos orgasmos da boceta. Era uma crise de corpo inteiro, o cu dela se fechando no meu pau como um torno, as costas arqueando, um grito cru e contínuo rasgando dos pulmões. A boceta dela jorrou, um fluxo quente de fluido espirrando contra minha mão e os azulejos do chuveiro com um som como sploosh-splurt.
A sensação do cu dela me ordenhando, combinada com a visão dela se desfazendo, era demais. Meu próprio clímax explodiu, uma explosão profunda e rolando que começou nas minhas bolas e subiu pela espinha.
“TOMA! TOMA MEU GOZO NO SEU CU!” eu rugi, batendo nela uma última vez brutal e me segurando lá, enterrado até o talo.
SPLURT. SPLURT. GUSH.
Jatos quentes e grossos do meu gozo bombearam fundo nas entranhas dela, enchendo aquele canal apertado e apertador. Eu sentia cada pulso viajar o comprimento do meu pau, uma inundação quente e reivindicadora. Eu estava marcando ela do jeito mais íntimo e proibido possível. Pump. Pump. Splotch. Um pouco do meu gozo, misturado com sabonete, vazou ao redor da borda esticada do cu dela, formando trilhas brancas e cremosas descendo pelo períneo e coxas internas dela.
A gente ficou travado assim por um longo momento, nós dois tremendo, ofegando, a água lavando sobre nós. Devagar, com cuidado, eu puxei pra fora.
SLORRRP.
Um som longo, molhado e sugador. O cu dela ficou escancarado, vermelho e usado, um filete lento do meu gozo branco vazando imediatamente. A visão era uma das coisas mais depravadas e lindas que eu já vi. Ela desabou pra frente sobre a pia, completamente exausta, o corpo tremendo com os tremores posteriores.
Eu virei ela com cuidado. O rosto dela estava pálido, marcado por lágrimas, mas os olhos tinham um brilho atordoado e saciado. Ela parecia completamente fodida, completamente reivindicada.
“Tá bem?” eu perguntei, a voz rouca.
Ela assentiu devagar, fazendo careta ao mudar o peso. “Parece… estranho. Cheio. Quente. E queima como o inferno. Mas… caralho, Samy. Isso foi… nunca me senti tão possuída na vida.” Um sorriso fraco e triunfante tocou os lábios dela. “Você realmente fodeu meu cu.”
“Realmente,” eu disse, puxando ela debaixo da água comigo, lavando o sabonete e o suor e o sexo dos nossos corpos. Eu era carinhoso agora, a fera saciada, minhas mãos gentis enquanto alisavam a pele dela. Ela se encostou em mim, a cabeça no meu peito.
A gente terminou de lavar em silêncio. Quando saímos, o banheiro era uma sauna. Eu enrolei uma toalha nela, depois uma em mim mesmo. Ela se moveu rígida, com cuidado, uma nova dor profunda no andar dela.
Ela me pegou olhando e sorriu maliciosa. “Te disse que queria ficar dolorida.”
Eu só balancei a cabeça, uma onda de algo — afeto, obsessão, loucura — me invadindo. Eu guiei ela pro quarto dela. Não nos demos ao trabalho de vestir roupas. Só caímos na cama dela, em cima das cobertas amassadas. Ela deitou de lado, me encarando, os olhos pesados.
“Samy?” ela sussurrou.
“É, mana?”
“O que a gente tá fazendo… é errado, né?”
Eu tracei a linha do maxilar dela. “Por toda regra, toda lei, todo código moral já escrito? É. É a coisa mais errada que duas pessoas podem fazer.”
Ela vasculhou meu rosto. “E você não liga?”
Eu pensei. Pensei nos nossos pais mortos, na infância solitária, no laço que tinha sido nossa única âncora. Pensei no gosto da boceta dela, na sensação do cu dela agarrando meu pau, no som dos gritos dela misturando prazer e dor.
“Eu ligo,” eu disse finalmente. “Ligo que parece mais certo que qualquer outra coisa já foi. Ligo que eu tenho você. O resto… o resto é só barulho.”
Ela sorriu, um sorriso real e quente que chegava aos olhos. Ela pegou no sono quase instantaneamente, a respiração aprofundando. Eu fiquei olhando pra ela por um bom tempo, a subida e descida do peito dela, a expressão pacífica no rosto. A garota que confiava em mim com tudo. A mulher que levava meu pau em cada buraco.
Meu próprio corpo estava exausto, mas minha mente corria. A porta pro resto do mundo ainda estava lá. A gente ia ter que abrir eventualmente. Mas por enquanto…
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