#Gay #Grupal #Teen

Garoto Rural 4

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Sossegado

O primo do melhor amigo (MA) do garoto rural (GR) veio, e a festa foi boa!

Outubro de 2025 ainda continuava frio em Curitiba e região, mas já dava sinais que o tempo iria melhorar. O melhor amigo (MA) do garoto rural (GR) insistiu desde que nos conhecemos pessoalmente, para que o seu primo cabelereiro viesse do interior de São Paulo para fazermos
uma festinha à quatro. Ele não queria vir por conta de ter que ficar na casa do tio, de quem não gostava muito, pois achava que ele o julgava com o olhar, apesar de ninguém saber que ele era gay – da família só o primo que o comia – pois não dava pinta também, e que, de vez em quando, até aparecia com umas “minas” para o seu povo ver (conheço um monte assim, mas não julgo).
Ofereci minha casa para ele se hospedar, pois viria somente num final de semana. Ele topou. Ninguém da família saberia que ele estaria em Curitiba. Deixou o seu sócio no salão e viajou. Chegou na minha casa no sábado pela manhã. Me surpreendi com a beleza do rapaz. Ele tinha 25 anos e um porte bacana. A genética da família era absurdamente boa, eles não faziam esforços para serem gostosos. Realmente não dava pinta de nada e tinha uma voz bem
empostada e seu cabelo e pele eram extremamente bem cuidados. Deixei-o à vontade, se instalou no quarto que lhe preparei, tomou um banho e ficamos conversando enquanto
terminava de preparar o almoço. Os meninos só chegariam no final da tarde, pois o GR tinha que ajudar o pai num serviço e o MA estava participando de um pequeno torneio de futebol. Almoçamos e recomendei ao visitante que dormisse um pouco, pois viagem de ônibus é cansativa. Eu já estava com tudo preparado para a nossa noite de luxúria. O tempo deu uma leve esquentada e eu puxei a cortina de vidro da área externa e acendi a churrasqueira para
manter o ambiente mais quente. Perto das 18h00 chegaram os dois tarados safados. Parecia uma dupla sertaneja com suas roupas pretas. Como gostam de se vestir de preto e ficam bem gostosinhos assim. O MA deu um forte abraço no priminho e o levantou do chão, com as mãos ancoradas na sua bunda, dizendo: “Safado, que bom que você veio...”, e deu-lhe um chupão no pescoço. E o GR, brincalhão e indiscreto como sempre, já emendou: “Cara, ele está louco pra te comer de novo, faz tempo!”. Todos rimos e o primo perguntou graciosamente: “Só ele??”. Rimos de novo. Eu estava curtindo muito aquele clima, mas tinha que cuidar da carne no fogo
enquanto designei o GR que cuidasse das bebidas e não deixasse copo de ninguém esvaziar. Fiz uma seleção de músicas ótimas e a conversa estava animada. Teve uma hora que o MA se
afastou um pouco com o seu primo para falarem sobre coisas da família, ficando ao alcance da vista. Fiquei com o GR ao meu lado e ele passando a mão na minha bunda e dando cheiradas na minha nuca, arrepiando-me, enquanto eu cuidava para não deixar a carne passar do ponto. As minhas já estavam derretendo de vontade largar tudo e começar a festa.
Jantamos animadamente, bebendo sempre e ficando todos um pouco “altos”. Enquanto o meu o hóspede retirava as louças para deixá-las sobre a pia, o MA me confessou no pé do ouvido que o seu primo tinha me achado um gato e que ficou muito interessado em mim. Fiquei lisonjeado, pois gostei dele também. Demoramos no bate papo descontraído. Perguntei ao primo de como fazia para conhecer caras numa cidade pequena, sem se expor. Ele respondeu que era difícil. Às vezes ia para cidades vizinhas maiores. Apareciam também alguns novinhos que vinham fazer a barba e deixavam os cotovelos bem abertos e ele roçava o pau. Se não recolhecem, podia marcar pra passar depois e a coisa rolava. Durante a conversa, deitei de barriga para baixo no “surubão” e o fdp do GR já se alojou por cima, sem pedir licença encaixando a sua virilha na minha bunda, de roupas mesmo e eu sentia o seu volume inchar sobre mim. Começou a me provocar com a sua boca esfregando na minha nuca
fazendo-me derramar um pouco a bebida no sofá. Estiquei a copo para que o hóspede me socorresse enquanto o moleque iniciava uns movimentos sensuais sobre a minha bunda. Era a senha para começarmos a festa! O MA e o primo estavam ao lado no sofá e começaram a se
beijar na boca. Consegui me virar de frente para o GR e ele sentou sobre a minha barriga, enquanto tirava a camisa mostrando o seu peitoral encantador. A minha cabeça ficou apoiada nas pernas do meu hóspede, que começou a passar a mão carinhosamente sobre os meus
cabelos, enquanto com a outra, mantinha escorando as costas do seu primo, beijando-o os lábios. Todos
nós nos despimos ali mesmo e chutamos nossas roupas para longe, divertidamente. Corpinho lindo do meu hóspede. Um pau modesto, embora grosso e bem empinado. Ele começou a chupar o pau do GR enquanto eu caía de boca no MA, para depois trocarmos todos de posição. Em dado momento os moleques direcionaram a boca do meu hóspede para o meu pau enquanto os dois se revezavam em me beijar e meter no meu cuzinho. O hóspede chupava divinamente bem.
Depois o GR deitou com o pau empinado para que eu o hóspede o mamasse e o MA pediu que eu colocasse meu pau na bunda do seu primo, tipo: “Vai!!!”. Eu fui e ele me recebeu bem. Meu pau, que não é muito grande, mas bem gostosinho, entrou gostoso e a sensação era boa. O hóspede dava umas piscadas na argola aumentando o prazer, enquanto o MA começou a me enrabar também. Era o trem da alegria! Depois os dois moleques saíram de cena, ficaram
sentados batendo punheta nas banquetas altas assistindo-me comer um primo. Ele pediu pra que o comesse de frango assado para ele gozar. Os dois vieram ajudar. O GR posicionou o seu pau e saco sobre a boca do hóspede enquanto eu levantava as costas dele para lhe colocar uma almofada por baixo e assim facilitar a minha penetração. O MA me beijava a boca e chupava a minha língua fortemente, pois estavam todos muito excitados. Depois ele foi fazer par com o amigo revezando os paus e sacos na boca do cabelereiro de bunda gostosa. E eu só no vai e vem curtindo tudo aquilo. Ele se masturbava ĥá um bom tempo até que gozou alto. O esguicho pegou um
pouco nos cabelos do GR e na hora que a argola dele começou a pulsar por conta do orgasmo, eu gozei dentro dele quase mordendo o pau do MA que tinha se posicionado ao meu lado
oferecendo-me a pica nervosa. Eu e o hóspede deitamos exaustos no sofá enquanto os dois moleques nos olhavam e diziam: ”Tudo bem, seus putos, vocês gozaram, mas nós não ainda!”. E eu: “Segura aí nego, deixa a gente ressuscitar primeiro”. Depois deixamos as nossas roupas jogadas no chão mesmo e fomos pelados para o chuveiro. Um dava banho no outro. Ríamos do cabelereiro sentado no vaso, expelindo a minha porra. Ele tentava segurar o barulho, mas não
dava e isso gerou risadas gostosas dos moleques, mas ninguém ficou constrangido. Fomos todos para a minha cama, que é king e cabiam todos nós. Ali começou tudo de novo. Eu e o MA ficamos assistindo o GR comer vagarosamente o rabo do cabelereiro. Eles ficaram entre nós e
passávamos as mãos sobre as costas e bunda, dando-lhes força carinhosamente, apoiando os
seus movimentos bem ritmados. Também acariciávamos o cabelereiro que delirava com aquele macho sobre as suas costas, os beijávamos e de repente veio o famoso urro. Eu e o MA
abraçamos os dois e o GR despejou o seu leitinho quente naquele toba e quase não parou mais. Os dois foram para o chuveiro e quando voltaram, o MA já estava fazendo o mesmo comigo. Aí foi a vez dos dois nos abraçarem quando o MA deu sinal que iria gozar. Isso se repetiu até pela manhã. Dormimos a manhã inteira de domingo e fomos almoçar já no meio da tarde. Tinha sido uma noite maravilhosa. Estávamos realizados e muito carinhosos uns com os
outros. Já era noite quando os dois moleques se despediram e em seguida fui levar o meu hóspede na rodoviária. Voltei pra casa feliz e relaxado, tomei restante do vinho e fiquei relembrando as cenas ardentes da noite anterior até o sono me vencer.

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