#Gay #Teen

Gilson, o moleque insaciável

1.9k palavras | 1 | 3.75 | 👁️
Ramon

Sempre que aparece a chance, gosto de dar a bunda a novinhos. GILSON é um desses e daqueles insaciáveis

Vivo no armário. Para ser passivo, normalmente procuro trans do job e isso me satisfaz, mas sempre aparecem chances de outras brincadeiras. Fui trabalhar em uma cidade do interior por alguns dias e o cliente me perguntou se eu não me importaria ficar numa casa do dono da empresa, uma casa pequena e perto da sede da empresa (tanto que servia de depósito improvisado da empresa). Claro que concordei.

Quando cheguei, fiquei positivamente surpreendido, porque a casa era “um brinco”, pequena e o quarto que servia de depósito era atrás da casa, ou seja, não tinha contato com a casa. Um dos quartos era cheio de cadeiras e móveis, mas não atrapalhava a dinâmica de ficar lá. O legal é que no quintal tinha um chuveirão maravilhoso e uma churrasqueira pequena.

Eu ia passar apenas 4 dias, tive de que ficar duas semanas e isso foi minha sorte. À noite tinha um jogo de futebol numa rua ao lado, pelada de meninos mesmo, nada organizado. Eu virei espectador assíduo, pois era minha diversão após o jantar. No terceiro dia, um dos pirralhas me perguntou se eu não liberaria o chuveirão e foi aí que soube que a casa era usada pelos meninos após o jogo, não sempre, mas era costume. Eu só permiti quando consultei o pessoal da empresa. No sábado de manhã, saí para resolver algo rápido na empresa e voltei depois das 11h da manhã e tinham uns 6 meninos no chuveirão. Falei alguma coisa engraçada e fui colocar uma bermuda e ir um bar para tomar uma e almoçar. Demorei algum tempo e percebi que o chuveirão ainda estava ligado e imaginei que os meninos tinham o deixado aberto; chegando lá, tinha um só menino, tinha 15 anos, parecia mais novo. Ele estava absorto no chuveirão, com a mão dentro do calção e só me notou quando falei:

- Pensei que vocês tinham deixado o chuveiro aberto
- Não, moço, a gente sempre fecha, disse ele se assustando e puxando a mão de dentro do calção, mostrando que o pau estava duro e possivelmente ele estava se masturbando
- Tá certo, punheteiro, mas não suje nada aí, falei em tom de brincadeira

Ainda rindo, voltei para a casa para pegar minha carteira e verificar se tudo estava fechado. Dei uma mijada e quando abri a porta para sair, GILSON estava lá me esperando.

- Que foi, cara?, perguntei
- Posso falar com o senhor? É rápido. Meu nome é GILSON

Após uma conversa bem tosca, imaginei que ele iria me pedir dinheiro, ele me suplicou para que eu não falasse sobre o que ele estava fazendo.

- Estava batendo uma ali? Eu vi. Ninguém vê?
- Eu tava virado para a parede
- GILSON, vocês vêm para cá para fazer putaria ou tomar banho?, responda a verdade
- Não, só banho, eu é que às vezes fico um pouco mais e...

Eu deixei GILSON tranquilo, disse a ele que não fizesse isso enquanto eu estivesse lá, nem permitisse que os outros meninos fizessem isso ou qualquer greia. Eu estava achando graça, era um problema pequeno e cara de preocupação de GILSON me dava pena; ele já estava praticamente enxuto apesar do calção um pouco úmido. “Entra aí, vou pegar um pedaço de bolo, quer?”, perguntei. Ele se sentou numa cadeira de plástico na sala e agradeceu quando entreguei o bolo e fui buscar água.

- Não conte que eu lhe dei um pedaço de bolo, tá certo?, disse (para que outros meninos não viessem me pedir algo)
- Prometo
- Esse bolo é para você recuperar as energias da punheta
- Ah ah ah, mas nem gozei do susto, ele respondeu no ímpeto e se arrependeu na hora
- Vai ficar com os ovos doendo, vai gozar no banheiro (disse no sentido de ele ir acabar o serviço na casa dele)

Falei isso mas os olhos de GILSON brilharam, ele entendeu como se fosse no banheiro daquela casa. “Posso mesmo gozar aqui?”, ele perguntou com cara de safado. “Se não demorar e nem sujar o banheiro, pode”, decidi ver até onde se ia assim. “Ah, sozinho eu demoro”, completou GILSON. “Se alguém souber dessa nossa conversa, eu vou tomar minhas providências, ouviu?”, falei intimidando GILSON. “E vou ajudar você apenas”, completei. GILSON riu apertando o pau. Fomos para o banheiro, levantei a tampa da bacia sanitária e disse ele que tirasse o calção, o que GILSON fez de imediato, já mostrando o pau quase todo duro.

- Menino! Que rola é essa? É filho de um jumento?, mostrei surpresa com o tamanho da bilola dele, pois realmente era desproporcional para o corpo franzino. Ele começou a se masturbar e o riso era de total felicidade. “Deixa eu ajudar”, falei já pegando no cacete dele e batendo punheta. GILSON fazia chiados na boca e meu pau já estava duro por debaixo da roupa. “Aqui está ruim, tá quente, vem cá”, disse puxando ele para o quarto. Liguei o ar condicionado, eu me sentei na cama e comecei a fazer um boquete. GILSON “comia” minha boca e gozou rapidamente. Bebi tudo e fiz cara de riso, falando que ele tinha “gozado muito leitinho. Safado”. GILSON fez cara de macho e de alegria, nunca tinha visto ninguém beber a porra todinha e ainda fazer cara de satisfeito.

- Isso morre aqui, ouviu, seu GILSON?”
- Ouvi, ouvi
- Quem come calado come mais de uma vez, é como dizem
- Eu sei, entendi. Quando vai ser de novo?
- Se você aguentasse, hoje ainda
- Já já fica duro de novo, tô na seca
- Já comeu alguém? Diga
- Só os coleguinhas
- Troca-troca, não é? Ah ah ah

GILSON não respondeu (reconheceu) e já começou a se masturbar de novo sem muita demora. “Deita aí, tarado”, mandei. Caí de boca e dei um boquete molhado, lambendo os ovos dele e quando vi que o cacete estava duro mesmo, fui tirando minha bermuda (eu já estava sem camisa), fiquei de quatro, já estava com o inseparável gel, untei o cu e disse “vem, roludo”.

Ele assustou-se com meu pau e comentou isso. “Nem se preocupe, taradinho. Não vou comer você, você é que vai me penetrar gostoso”. Eu na posição esperando rola e GILSON vem por trás, pega no meu pau, como se querendo sentir a rola bem maior e mais grossa do que a dele (ainda bem), e começa a me penetrar. “Devagar, roludo”, falei. Entrou gostoso e ele começou a me comer. A pica dele era uma delícia, grande para o corpo, mas de pequena a média; ele errava no ritmo, saiu algumas vezes, mas o pau dele me dava muito prazer. “Vai, meu machinho da rolona, come esse cuzinho”, falava. Ele gozou depois um bom tempo me comendo, com pouca porra, mas uma trepada deliciosa. Gozou e tirou o pau do meu buraco; eu me virei e bati uma punheta gozando litros de porra, o que espantou GILSON. Disse a ele que fosse embora, que se molhasse no chuveirão novamente e que depois a gente combinava outra trepada. Peguei um dinheiro, dei a ele e disse que ele fosse tomar um refrigerante. GILSON foi embora, limpei as coisas e fui para o bar.

Eram umas 19h e cheguei em casa. Tinha uma festa de forró num clube da cidade mais tarde, voltei para tirar um cochilo e decidir se iria ou não para a festa. Tinha acabado de tomar um banho quando ouço alguém bater na porta (a porta da entrada não dava para a frente da casa, era pelo lado). GILSON. Eu me assustei.

- O que foi, GILSON?
- Eu vi você passar do bar e resolvi perguntar se não queria de novo agora
- Não é tarde para você?
- Não, ainda mais que dia de sábado a minha turma sempre faz algo que termina a gente chegando tarde
- Entra e vai tomar um banho

Abri um refrigerante com bolo para ele e logo em seguida a gente estava nu na cama. Botei GILSON de costas na cama e fui chupar o pau dele bem mocinha, balançando o rabo. As cervejas que eu tinha bebido aumentaram o meu tesão. Gel de novo e montei no cacete dele. Não ficou tão gostoso, curti mais pela cara de safado dele. Fiquei de quatro de novo e ele ficou me comendo. Ele gozou e resolvi não gozar logo. Sabia que ele ia me comer de novo. Ficamos conversando, fomos para o banheiro, lavei a rola dele e em pouco ele já queria me comer de novo. “Tarado, vai deixar meu cu todo assado”, falei. Dessa vez, fiquei de frango assado e ele adorou tanto enfiar em mim assim quando ficar tocando na minha rola. Ele metia com cara de prazer e dominância. Pedi que ele avisasse quando fosse gozar e assim foi ele gozando e eu gozando na minha barriga. GILSON pegou um pouco da minha porra e lambeu. Fiquei rindo e nada falei.

Ele foi embora porque eu mandei e me disse que vinha de manhã cedo, pois ia com a família para um sítio, numa festa. E às sete da manhã ele me acordou e já dominou a cena, me comendo de bruços e se olhando no espelho do guarda-roupas. Queria me comer de novo mas achei melhor ele ir embora. Acreditem, de noite ele veio de bicicleta e me comeu de novo. Gozou e me mandou lavar o pau dele. E assim foi todas outras três noites. Quando eu disse que iria embora na quinta-feira, ele me comeu três vezes na quarta-feira.

GILSON parecia um noivo em lua de mel, meu cu ficou realmente ardido de tanta rolada que levei. Ele entrava na casa rapidamente, ficava um pouco assustado porque não queria ser visto (e nem eu queria), já ia para o banheiro tomar um banho e já saía nu para a cama. Ele adorava após a primeira gozada, quando tinha mais leitinho, ver meu cu peidar a porra dele para fora, ele se sentia realizado, um macho pleno. Na quarta-feira, a última gozada dele e ele me pediu para me masturbar, o que deixei.

Dei a ele uma boa gorjeta pelo seu comportamento e fui embora até com saudades do meu novinho noivinho tarado, a minha lua de mel anal tinha sido maravilhosa.

❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️
👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

🤩 Avalie esse conto 🥺
12345
(3.75 de 4 votos)

Ramon #Gay #Teen

Comentários (1)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Patinho quer Espiga: Que tesão cara.

    Responder↴ • uid:1se6zw43