Fodi minhas irmãs... Mais nova e a mais velha
Olá, tenho 23 anos e vou contar uma aventura real que rolou comigo esses dias e que ainda me deixa louco só de lembrar…
Resumo rápido pra vocês sentirem o clima: eu moro numa casa cheia de mulher gostosa em Boa Viagem, Recife, e depois de anos me virando sozinho no quarto trancado, acabei caindo numa situação que começou com uma amiga da faculdade, virou flagra da minha irmã mais velha e terminou com ela me entregando o cu e a buceta na mesma noite, gemendo baixinho pra ninguém acordar. E o melhor: ela prometeu que isso é só o começo das nossas aventuras. Se você curte detalhes sujos, cheiros, sons, dorzinha gostosa no cu e gozada farta, fica até o final que tem tudo isso e mais um pouquinho de provocação pra você querer acompanhar o que vem depois.
Eu moro com minha mãe, dona Valéria, 44 anos, corpo ainda firme, peitos pesados que balançam quando ela anda de roupão de manhã, bunda redonda que preenche qualquer calça jeans. Minhas irmãs são um perigo à parte: a mais velha, Larissa, 26 anos, corpo de academia, peito durinho tamanho perfeito, bunda empinada que parece desenhada, a mais safada de todas. Depois vem a Natália, 23 anos, peitos enormes que quase rasgam as blusas, bunda média mas bem torneada, sempre rebolando sem querer (ou querendo). E a caçula, Alice, 19 anos, corpo delicado, peitos médios empinadinhos e uma bundinha redonda que mexe quando ela anda de shortinho em casa.
Como sempre tive elas por perto, nunca trazia ninguém pra casa. Era punheta todo dia, porta trancada, fone no ouvido, assistindo mulher se chupando, se comendo com strap, se lambuzando. Meu tesão sempre foi ver duas minas se pegando, e imaginava mil vezes minhas irmãs fazendo isso entre elas.
Naquela tarde eu cheguei da UFPE com a Letícia, uma morena clara de 22 anos, cabelo cacheado, corpo malhado de crossfit, coxas grossas e um olhar que já prometia coisa. A gente ia fazer um trabalho em grupo, mas em menos de uma hora o papo virou putaria. Ela jogou direto:
— Tu transa comigo hoje ou vai ficar só na vontade?
Eu gelei dois segundos, mas respondi com o pau já meia-bomba:
— Claro, gata.
Ela me puxou pela nuca e meteu a língua na minha boca ali mesmo na sala. Subimos pro meu quarto correndo. Mal sentei na cama, ela já sentou no meu colo, rebolando devagar enquanto me beijava. Senti o calor da bucetinha dela através da legging fina. Tirei a blusa dela rápido e aqueles peitos apareceram, bicos rosados durinhos. Mamei com vontade, mordendo de leve, chupando forte enquanto ela gemia baixinho no meu ouvido:
— Chupa mais, vai… isso, assim…
Ela desceu, abriu minha bermuda e começou a punhetar devagar, olhando nos meus olhos. Depois engoliu meu pau inteiro, babando, fazendo barulho molhado, língua rodando na cabeça. Eu quase gozei ali mesmo, mas segurei. Quando avisei que tava vindo, ela apertou os lábios e engoliu tudinho, lambendo depois como se fosse sobremesa.
Coloquei ela de quatro na cama, levantei a saia jeans curta, puxei a calcinha pro lado e meti a cara na buceta dela. Tava melada, cheiro forte de tesão. Chupei o grelo, enfiei língua no buraco, depois subi pro cuzinho apertadinho e lambi em círculos. Ela empinava mais, empurrando contra minha boca, gemendo:
— Isso… lambe meu cu, vai… mete a língua fundo…
Quando levantei pra meter o pau no cu dela, vi a porta entreaberta. Uma sombra sumiu rápido e ouvi passos descendo a escada correndo. Letícia também viu, ficou vermelha, se vestiu num segundo e disse:
— Desculpa, mas eu vou embora agora.
E saiu. Fiquei ali de pau duro, frustrado pra caralho.
À noite todo mundo em casa. Assistindo filme na sala, percebi que Larissa tava estranha, me evitando o olhar. Depois que Valéria, Natália e Alice foram dormir, Larissa foi pro banheiro. Voltou de roupão curto, deitou de bruços no colchão que fica no chão em frente ao sofá. Eu no sofá, ela bem na minha frente.
De repente ela abriu as pernas devagar. Sem calcinha. A bucetinha lisinha, rosada, brilhando de umidade. Ela começou a rebolar de leve, esfregando o clitóris no tecido do colchão, soltando suspiros baixinhos. Meu pau ficou duro na hora, marcando na bermuda. Ela olhou pra trás, viu o volume, deu um sorrisinho safado e perguntou:
— Tá assim por quê, maninho?
Levantei sem falar nada, fui pro banheiro lavar o rosto. Quando voltei pro quarto, ela já tava lá, deitada de bruços na minha cama, pernas abertas, só de sutiã. Olhou pra mim e falou baixo:
— Eu vi você chupando aquela vadia hoje. Não queria atrapalhar… mas fiquei com ciúme. Muito ciúme.
Ela se levantou de joelhos na cama, me abraçou forte, colou o corpo quente no meu e sussurrou no meu ouvido:
— Quer terminar o que começou mais cedo? Mas agora comigo…
Me beijou com vontade, língua dançando na minha. Tirei a roupa dela devagar, beijando cada pedaço de pele. Ela desceu e chupou meu pau exatamente como tinha visto a Letícia fazer: devagar, babando, olhando pra cima. Depois deitou de costas, abriu as pernas e pediu:
— Chupa minha buceta, por favor… quero sentir tua boca inteira.
Meti a cara ali. Buceta quente, molhada, gosto doce e salgadinho. Chupei o grelo, enfiei dois dedos, depois lambi o cuzinho dela. Ela gemia abafado no travesseiro:
— Ai… isso… lambe meu cu… enfia a língua…
Gozei na boca dela de novo enquanto chupava. Depois ela gozou duas vezes na minha língua, tremendo toda, apertando minhas orelhas com as coxas.
— Agora me fode… — ela pediu.
Ficou de quatro, empinou a bunda linda. Meti na buceta primeiro, devagar, sentindo ela quentinha e apertada. Depois ela mesma pegou meu pau, guiou pro cuzinho e falou:
— Vai devagar no começo… dói um pouco mas eu quero.
Entrei aos poucos. Ela gemeu alto de dor misturada com prazer, mordeu o travesseiro. Fui aumentando o ritmo, ela rebolando pra trás, pedindo mais forte. Depois ela subiu em mim, sentou de frente, colocou o pau no cu dela e desceu devagar. Subia e descia, esfregando a buceta com a mão, gemendo no meu ouvido:
— Tá gostoso? Meu cu tá te apertando todo… goza dentro, enche minha bunda…
Gozei forte, enchendo o cuzinho dela de porra quente. Ela gozou mais duas vezes em cima de mim, escorrendo toda melada.
Depois limpamos, ela sentou no meu colo, meteu minha mão na buceta dela e fomos trocando carícias. Antes de voltar pro quarto dela, pegou o celular, abriu as pernas na minha frente, arreganhou a bucetinha ainda vermelha e inchada e tirou uma foto. Mandou pra mim com a legenda:
“Em breve tem mais… muito mais. Prepara esse pau que eu quero tudo de novo.”
E saiu sorrateira.
Se você chegou até aqui babando, imaginando os cheiros, os gemidos abafados, a dorzinha gostosa virando prazer, então já sabe que isso não para por aqui. Tem mais aventuras vindo, e eu vou contando tudinho.
Pra achar mais das minhas histórias quentes e ver as aventuras completas (fotos e vídeos que não dá pra colocar aqui), é só procurar na internet por:
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Comenta aqui embaixo o que você achou dessa primeira vez com a Larissa… quero saber qual parte te deixou mais louco. Quem sabe na próxima eu conto qual das outras duas entrou na brincadeira… 😈
Fica ligado.
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