Nizam e seu cunhadinho Léo - FINAL
A festa tava rolando forte. Horas passando rápido: música alta, drinks doces, corpos colados dançando. Clara me arrastava pra rodopiar sem parar, lá pelas uma da manhã o som baixou um pouco. A galera começou a se espalhar pros cantos mais escuros ou ir embora.
Clara e Gabriel me chamaram pro after na república deles e eu disse que ia ficar mais um pouco.
“Vou pegar um ar fresco”, menti o coração já acelerado. Meu pauzinho já meio duro na cueca só de pensar no que ia rolar, eu sabia que ele ia aparecer.
Júnior veio devagar, tipo predador que sabe que a presa não foge. O pátio já tava quase vazio, música baixinha, luzes piscando fracas. Ele parou na minha frente, alto demais, bloqueando as luzinhas coloridas. Sorriu safado, olhos azuis claros grudados nos meus.
— E aí, anjinho? Festa tá acabando… vem comigo?
Voz grave, baixa, só pra mim ouvir. Cheia de promessa.
Baixei os olhos, mordi o lábio, fiz voz de tímido extremo, tremendo de propósito.
— Pra onde, Júnior? Eu… não sei se devo! Ainda tem gente aqui.
Ele riu baixinho. Esticou a mão grande, pegou a minha com carinho, polegar roçando a palma da minha mão me arrepiou inteiro.
— Pro meu quarto, é pertinho. Ninguém vai ver! Vem… eu cuido de você.
Hesitei só pra fazer cena, olhei pros lados como se tivesse medo de ser pego. Mas deixei ele me puxar, coração disparado de tesão e nervoso.
Andamos pelos corredores escuros do campus, de mãos dadas, silêncio da noite só quebrado pelos nossos passos e pela respiração dele acelerada. O prédio dos atletas era logo ali, porta lateral aberta pros bolsistas.
Ele subiu as escadas me puxando. Apertava minha mão como se eu pudesse fugir. Fechou a porta, trancou, o clique ecoou no quarto pequeno. Virou pra mim, corpo enorme ocupando tudo: alto, forte, loiro, olhos famintos.
— Você me deixou louco a noite inteira… dançando assim, rebolando, esse short marcando essa bundinha. Tô louco pra te comer — disse rouco, dando um passo pra frente.
Encostei na porta, olhos baixos, mãos atrás das costas. Voz baixinha e tremendo.
— Não fala assim… eu não sou assim. Não faço essas coisas! Vim só porque você pediu…
Ele chegou mais perto, mão no meu rosto, levantando meu queixo com jeitinho, mas firme.
— Tudo bem! Eu gosto dessa carinha de inocente. Me deixa ainda mais louco.
Me beijou devagar, lábios macios pressionando os meus. Língua entrando suave, provando, explorando.
Gemi baixinho, minhas mãos subiram hesitantes pro peito dele, sentindo os músculos duros por baixo da regata. Ele me puxou pela cintura, colou o corpo no meu. Senti o pau grosso dele duro contra minha barriga.
Fingi resistência no começo, corpo tenso mas logo me derreti. Língua dançando com a dele, gemidos escapando, mãos nas costas largas.
— Júnior, para… eu nunca… — murmurei entre beijos, voz falhando, mantendo o personagem.
Ele riu na minha boca, mão descendo pra apertar minha bunda por cima do short. Apertou forte.
— Nunca o quê? Nunca abriu as pernas pra um cara forte como eu? Nunca sentiu um pau grosso te abrindo todo? Mente mais, anjinho! Mente que não quer me sentir dentro.
O tesão venceu, empurrei ele pra trás até cair na cama. Subi no colo, pernas abertas dos lados da cintura dele, rebolando devagar contra o pau duro.
— Quero sim! Quero você me fodendo forte. Me abrindo com essa rola grossa. Me fazendo gemer como putinha, me enchendo até pingar! Fode meu cuzinho rosa Júnior.
Ele gemeu alto, olhos vidrados, mãos rasgando minha camiseta. Beijando meu peito todo, lambendo os mamilos rosados até eu arquear as costas gemendo, desceu as mãos, abriu meu short junto com a cueca.
Meu pauzinho pulou duro, babando.
Me virou de bruços, empinou minha bunda abriu as nádegas com as mãos grandes.
— Olha esse cuzinho rosa piscando pra mim… apertadinho. Eu imaginava todo dia! Vou te foder devagar no começo, anjinho… te abrir inteiro.
Cuspiu direto no cuzinho, lambeu devagar. Língua rodando na entrada, entrando e saindo até eu gemer alto, empurrando pra trás pedindo mais.
— Júnior, me fode…
Ele riu, subiu, posicionou a cabeça grossa na entrada. Entrou devagar, centímetro por centímetro.
— Caralho, tão apertado… tão quente.
Gemi alto, empurrando pra trás. Rebolando contra ele sentindo ele me abrir todo.
— Isso, me fode… me fode forte.
Ele acelerou, batendo forte agora, virilha colando na minha bunda com estalos altos. Mão na minha nuca me segurando no colchão. A outra masturbando meu pauzinho rápido.
— Porra, Léo… você é safado pra caralho. Finge inocente, mas fala essas putarias.
Gozei tremendo inteiro, gozo jorrando na mão dele. Cuzinho apertando forte em volta do pau dele, gemendo o nome dele alto. Corpo tremendo.
— Júnior, me marca…
Ele meteu mais fundo, gozou forte dentro de mim. Enchendo até transbordar, gemeu rouco no meu ouvido. Corpo tremendo contra o meu, mãos apertando minha cintura.
Ficamos ali ofegantes, ele ainda dentro de mim. Me abraçando por trás, beijando minha nuca devagar.
— Você me matou Léo… — sussurrou, voz emocionada. — Foi melhor que eu imaginava.
Sorri contra o travesseiro. Sentindo ele pulsar ainda dentro.
— Foi incrível! Mas agora eu sei… você é perigoso.
Ele riu baixo, tirou devagar me virou de frente. Beijou minha boca devagar.
— E você é perfeito! Meu anjo safado.
Acordei devagar, corpo pesado e quente. Ainda sentindo o eco da noite, luz da manhã entrando fina pelas cortinas entreabertas. Iluminando o lençol cinza embolado nos nossos pés e o peito largo dele subindo e descendo devagar ao meu lado. Ele dormia de lado, braço esticado por cima de mim, mão aberta na minha barriga, como se quisesse me proteger mesmo dormindo.
Meu pauzinho já meio duro só de acordar colado nele. Sentindo o pau grosso dele descansando contra minha coxa, ainda mole mas quente e pesado. Virei devagar, de frente pra ele, beijei o peito dele devagarinho. Júnior gemeu baixo acordando aos poucos, mão apertando minha cintura.
— Bom dia, anjinho… — voz rouca de sono. Subi pra beijar a boca dele devagar, desci beijando pescoço, peito, barriga definida. Parei na virilha o pau dele já endurecendo,
segurei com as duas mãos. Sentindo o peso, o calor, o pulsar.
— Quero te chupar… — sussurrei, voz baixa e tímida, mantendo um restinho do personagem inocente.
Júnior gemeu, mão na minha nuca, mas sem forçar.
— Então chupa, meu anjo… me faz acordar direito.
Abri a boca devagar, lambi a cabeça primeiro, língua rodando na glande provando o gosto salgado. Ele pulsou na minha língua endurecendo mais. Engoli a cabeça, sentindo ela encher minha boca inteira, grossa demais pra caber fácil.
Chupei devagar masturbando a base que não cabia mas ele era grande demais. Quando tentei descer mais, a cabeça bateu no fundo da garganta, engasguei, olhos lacrimejando. Saliva escorrendo pelos cantos da boca, tentei de novo.
Respirei fundo pelo nariz, relaxei a garganta desci mais. Sentindo o pau me invadir fundo, bloqueando o ar.
Afoguei no pau dele, garganta apertando em volta, lágrimas escorrendo, nariz encostando nos pelos loiros da virilha.
Júnior gemeu alto, mão na minha nuca apertando de leve, quadris empurrando devagar fodendo minha boca.
— Porra Léo… olha como você engole. Engasga no meu pau, tá lindo assim…
Gemia em volta dele, vibração fazendo ele pulsar mais forte na minha garganta.
Saliva escorrendo livre, pingando no lençol, no meu queixo. Tentei respirar pelo nariz mas era difícil, o pau era grosso demais.
Afoguei de novo, garganta apertando. Olhos vermelhos, lágrimas caindo mas não parei. Chupei mais fundo, engolindo até a cabeça bater no fundo de novo. Engasgando alto e o corpo tremendo.
— Isso, engasga mais… engole tudo… mostra como você é putinha mesmo — ele gemia.
Quadris empurrando mais forte agora, fodendo minha boca ritmado.
Gemi em volta dele, mão apertando as coxas grossas dele, lágrimas escorrendo livre.
Só chupei, engasgando, afogando no pau dele. Júnior gemeu rouco, mão na minha nuca apertando mais.
— Tô gozando… porra… toma… toma meu leitinho, anjinho…
Gozou forte, jatos grossos enchendo minha boca e garganta. Engasguei de novo, tossi e engoli o que consegui.
O resto escorrendo pelo queixo,
pingando na camiseta e ele tremia inteiro. Gemendo meu nome, pau pulsando na minha boca até a última gota.
Olhei pra cima, voz rouca e baixa.
— Gostou?
Júnior ofegante, riu baixo. Mão acariciando meu rosto molhado.
— Você me matou Léo… engoliu tudo, chorando no meu pau.
Sorri tímido, limpei o queixo com a manga da camiseta. Deitei do lado dele,
cabeça no peito dele.
— Foi bom… muito bom.
Ele me abraçou forte e beijou minha testa.
— Meu quarto é seu.
Quatro dias depois, eu deitado de bruços. Ainda pelado depois da transa da manhã. Corpo suado e relaxado, sentindo a porra dele escorrendo devagar pela coxa interna. Júnior ao meu lado, de lado com o braço apoiado na cabeça. Olhando pra mim com aqueles olhos azuis que pareciam me devorar inteiro.
Ele esticou a mão grande acariciou minha bunda devagar. Polegar traçando a curva da nádega, depois descendo pro cuzinho ainda sensível e inchado.
— Caralho, Léo… — murmurou rouco e baixo, cheio de tesão que parecia não acabar nunca. — Tô amando transar com você todo dia. Acordar com você aqui, te foder devagar de manhã, te encher de leitinho antes da aula… te pegar de tarde quando você chega suado da faculdade, sentar no pau e rebolar até gozar gritando meu nome… e à noite te comer forte, te fazer chorar de prazer até implorar pra eu não parar.
Gemi baixinho só de ouvir, cuzinho piscando de leve. Sentindo o pau dele endurecer de novo contra minha coxa.
— Você gosta mesmo? — perguntei, voz tímida, mas com sorriso safado escondido.
Júnior riu baixo, virou meu corpo de lado. Deitou atrás de mim, pau grosso já roçando na entrada.
— Gosto pra caralho. Gosto de te ver chegando aqui com carinha de menino bom, fingindo que veio só estudar… e no final do dia você tá de quatro, bunda empinada, pedindo rola. Gosto de te sentir apertar em volta do meu pau, de te ouvir gemer meu nome, de te ver gozar tremendo sem nem encostar no pauzinho.
Gosto de te encher todo dia, de te deixar pingando meu leitinho até a próxima vez.
Cuspiu na mão, lubrificou o pau e é ntrou devagar, centímetro por centímetro. Gemendo rouco no meu ouvido.
— Olha como você abre pra mim… todo dia mais fácil… todo dia mais safado… meu anjinho virou minha putinha particular. E eu amo isso, amo te foder todo dia, amo te ver gozando no meu pau. Amo te abraçar depois, sentir você dormindo no meu peito com meu leitinho escorrendo de você.
Gemi alto empurrando pra trás, rebolando devagar contra ele.
Saí do banheiro ainda pingando água, o vapor quente grudava na pele e no espelho embaçado. Júnior tinha me chamado pra tomar banho junto: “Vem, anjinho, vamos economizar água” eu fui, claro.
A gente se ensaboou devagar, mãos escorregando no corpo um do outro, rindo baixinho quando a espuma escorria. Beijando debaixo da água quente até o box encher de vapor, ele lavou minhas costas com carinho, dedos massageando a nuca.
Depois desceu pra bunda, apertando de leve, sussurrou que eu era “perfeito demais pra ser real” e eu ri.
Encostei a cabeça no peito dele, sentindo o pau grosso roçando na minha coxa mas sem pressa, só carinho. Agora estávamos de volta no quarto, eu enrolado numa toalha branca que mal cobria as coxas e ele só de cueca boxer cinza.
Corpo molhado brilhando sob a luz fraca do abajur, ele sentou na beira da cama. Me puxou pro colo, pernas abertas dos lados da cintura dele, toalha subindo um pouco.
Beijou meu pescoço devagar, mãos nas minhas costas nuas, traçando a coluna.
— Léo… — murmurou, voz grave e baixa, quase pensativa. — Posso perguntar uma coisa?
Assenti, encostei a testa na dele sentindo o cheiro de sabonete dele misturado com o meu.
— Claro…
Ele parou de beijar e olhou nos meus olhos, mão subindo pra acariciar meu rosto.
— Você já teve alguém antes? Tipo… namorado, ficante… alguém que te fez sentir coisas?
Meu coração deu um pulo forte as imagens vieram rápido, como flashes: Nizam me pegando forte no quarto dos meus pais, me chamando de “putinha” enquanto me enchia, me fazendo gozar gritando. Maurício me abraçando por trás, sussurrando que eu era “sua esposa”, me fodendo devagar até eu chorar de prazer. Rick me virando de ladinho e metendo forte, gemendo que eu era “o melhor cu que já comeu”. Todos os gemidos, todos os gozos, todos os “te amo” sussurrados no escuro mas eu queria recomeçar.
Queria que com Júnior fosse diferente, queria ser novo, limpo, sem passado pesado. Queria que ele me visse como o Léo que chegou na faculdade tímido, inocente, pronto pra começar do zero.
Baixei os olhos.
Fingi timidez, voz baixa e tremida.
— Não… nunca tive ninguém! Você é o primeiro.
Ele parou tudo, olhou pra mim por um longo segundo. Olhos azuis claros arregalados, como se não acreditasse.
— Sério? — perguntou, voz rouca, quase emocionada. — Eu sou o primeiro?
Concordei devagar, mordi o lábio, mantive o olhar baixo.
— Sim… eu nunca… nunca fiquei com ninguém antes. Você é o primeiro que me faz sentir assim!
Júnior gemeu baixo, mão apertando minha cintura. Pau endurecendo de novo na cueca contra minha bunda.
— Caralho, Léo… isso me deixa louco. Saber que ninguém nunca te tocou antes… que eu sou o primeiro a te abrir, a te fazer gemer, a te encher… anjinho, você é meu agora! Só meu.
Me beijou forte, língua invadindo minha boca, mãos puxando a toalha pra baixo. Deixando meu corpo nu no colo dele, me deitou na cama devagar, como se eu fosse algo frágil e precioso.
Beijou cada centímetro da minha pele, sussurrando:
— Meu primeiro…
Gemi baixo, abri as pernas pros lados, deixando ele se posicionar entre elas.
— Eu quero ser seu…
— Você é meu agora… pra sempre — sussurrou.
Sorri contra o peito dele, lágrimas escorrendo de emoção.
— Sim… seu! Pra sempre.
E ali, mentindo sobre o passado, eu me senti novo de verdade.
Um ano se passou, eu já tinha 19 anos. A vida na faculdade não era mais novidade.
Júnior continuou sendo meu, todo dia. Ele não voltou pra cidade dele, arrumou um estágio na academia da universidade e ficou em São Paulo.
Morava num apê pequeno perto do campus, eu praticamente me mudei pra lá sem nem perceber. Acordava com ele beijando minha nuca, pau duro roçando na minha bunda.
Sussurrando “bom dia, meu anjinho”.
Transávamos devagar de manhã, de ladinho, ele metendo fundo enquanto eu gemia baixinho. Gozávamos juntos antes do café.
À tarde, quando eu voltava das aulas, ele me esperava na porta com sorriso safado. Me puxava pro quarto, me jogava na cama e me fodia forte, batendo na minha bunda. Chamando de “minha putinha safada”me fazendo gozar gritando o nome dele até a voz falhar. Mas não era só sexo.
Ele ia nas minhas apresentações de seminário, sentava no fundo da sala com orgulho. Aplaudia mais alto que todo mundo depois me levava pra comer pastel na feira, me abraçava por trás enquanto eu pedia.
Sussurrava no meu ouvido que eu era o cara mais inteligente que ele conhecia.
À noite, quando eu estudava até tarde, ele fazia café, massageava meus ombros, lia trechos dos livros comigo, fingindo entender pra me fazer rir.
Quando eu ficava inseguro com nota baixa ou discussão em aula, ele me abraçava forte. Dizia que eu era foda, que eu ia conseguir, que acreditava em mim mais que em qualquer coisa e eu amava ele.
A gente brigava às vezes, eu ficava com ciúmes quando meninas do time de vôlei flertavam com ele, mas as brigas acabavam rápido: sexo de reconciliação no sofá, no chuveiro, na cozinha. Gemendo “eu te amo” entre beijos, gozando abraçados prometendo nunca mais deixar o outro duvidar.
No nosso aniversário de um ano, ele me levou pra um jantar simples perto do Ibirapuera. Depois me deu uma caixinha pequena, dentro tinha uma pulseira de couro fina com uma plaquinha gravada: “Meu anjinho”.
Colocou no meu pulso, beijou minha mão, olhos brilhando.
— Eu te amo, Léo! Mais que tudo. Você mudou minha vida, quero você pra sempre.
Chorei no meio do restaurante, abracei ele forte. Beijei a boca dele sem me importar com quem via.
— Eu também te amo… você é meu tudo.
Voltamos pra casa de mãos dadas, transamos devagar a noite inteira. De ladinho, flor de lótus, eu cavalgando no colo dele, ele me fodendo forte contra a parede. Gozando dentro de mim até pingar, no final abraçados, suados, ele sussurrou no meu ouvido:
— Um ano… e parece que foi ontem que você chegou aqui tímido, fingindo inocente. Agora você é meu! Todo meu.
Sorri contra o peito dele, aentindo o coração dele bater forte.
— Pra sempre.
Uma tarde qualquer. Júnior deitado ao meu lado, de lado, com o braço apoiado na cabeça. Olhando pra mim com aquele sorriso preguiçoso que me derretia, meu celular vibrou na mesinha eu tinha deixado ali quando cheguei.
Júnior esticou a mão grande, pegou o celular antes de mim. Olhou a tela um segundo e franziu a testa.
— Quem é Nizam? — perguntou, voz grave e baixa, mas sem raiva ainda. — “E aí, Léo? Como tá a faculdade? Saudade de você.” Com emoji de coração? Quem é esse cara?
Meu coração parou, sentei rápido na cama. Puxei o celular da mão dele, rosto queimando, olhei a mensagem.
Era do Nizam mesmo, primeiro contato em mais de um ano. Estômago revirando com culpa antiga e raiva velha.
— É… meu cunhado — falei baixo, voz tremendo um pouco, tentando soar casual. — O Nizam. Ele é… mala, a gente não se fala mais faz tempo! Mandou isso do nada.
Júnior me olhou fixo, olhos azuis tentando ler minha cara.
Baixei os olhos, fingindo desconforto mas por dentro as memórias vieram como enxurrada: Nizam me pegando forte no quarto dos meus pais, me chamando de “putinha” enquanto metia fundo, me fazendo gozar gritando. Me ameaçando se eu olhasse pra outro, me vigiando, me possuindo como se eu fosse dele.
Todas as transas selvagens, possessivas, cheias de tesão e medo.
Júnior ficou quieto um segundo, depois riu devagar, como se acreditasse na hora.
— Cunhado mala, né? Entendi. Parece daqueles que acha que manda em todo mundo. — Riu baixo, mas sem graça com a mão subindo pra acariciar minha nuca. — Relaxa, anjinho! Você tá comigo agora. Ele não chega nem perto.
Assenti rápido, encostei a cabeça no peito dele. Sentindo o coração dele bater forte.
— É… ele não chega! Nunca mais.
Júnior me abraçou mais forte e beijou minha testa.
— Você é meu agora! Só meu. E eu cuido de você.
Sorri contra o peito dele.
— Sim… só você.
Apaguei a mensagem do Nizam, bloqueei o número sem hesitar.
Desci as escadas do prédio dele com um sorriso interno que ninguém via. Corpo ainda quente da transa da manhã, cuzinho latejando de leve com a porra dele escorrendo pela coxa interna.
Boca com gosto de porra, Júnior tinha acreditado, quando viu a mensagem e perguntou quem era, eu disse “cunhado mala” e os olhos dele mudaram na hora: de ciúme pra pena, de posse pra proteção.
“Relaxa, anjinho, ele não chega nem perto”, falou, me abraçando forte como se eu fosse uma criança frágil precisando de salvação.
Ri por dentro enquanto caminhava até a padaria da esquina, o plano era simples: comprar pão de queijo quentinho, suco de laranja, uns doces.
Fazer um café da manhã pra gente, como se eu fosse o namoradinho perfeito. O menino inocente que acorda cedo pra agradar, e ele ia adorar.
Ia me olhar com aqueles olhos azuis cheios de tesão e carinho, ia me chamar de “anjinho”. Ia me foder de novo na cozinha, na mesa, no chão, onde desse e eu ia deixar.
Ia gemer, ia rebolar, ia gozar gritando o nome dele. Tudo fingindo que era a primeira vez que eu era novo, puro, intocado. Carregava Nizam na memória: as noites que ele me arrombava no quarto, me chamando de “putinha” enquanto me enchia até pingar, me ameaçando se eu olhasse pra outro. Carregava Maurício: o carinho, o “minha esposa”, as fodas lentas e profundas que me faziam chorar de prazer. Carregava Rick: as transas selvagens na cozinha, no sofá, as vezes que ele me acordava chupando meu cuzinho e me fodia até eu implorar.
Todos me usaram. Me possuíram, me fizeram gozar gritando e eu deixei. Porque queria, porque gostava.
Agora Júnior era o novo capítulo, o que acreditava na minha carinha de anjo. Na voz trêmula, nas mentiras que eu contava com olhos baixos e lábios mordidos.
Achava que era o primeiro, achava que eu era virgem de sentimentos, de corpo, de alma e eu deixava ele acreditar. Porque era mais fácil, porque me dava poder.
Comprei o pão de queijo quente, suco gelado, uns brigadeiros de colher. Voltei subindo as escadas devagar, sorrindo por dentro.
Quando entrei no quarto, ele tava deitado na cama, peladão, pau mole descansando na coxa grossa. Sorrindo pra mim como se eu fosse o presente que ele nunca esperou ganhar.
— Trouxe café da manhã — falei baixinho, voz doce, inocente. Coloquei a sacola na mesinha.
Ele se levantou rápido, me puxou pro colo. Beijou minha boca devagar.
— Meu anjinho… você é perfeito. Como eu tive sorte de te encontrar!
Ri por dentro, sentindo o pau dele endurecer de novo contra minha bunda. Sentei no colo dele, rebolando devagar, abrindo as pernas pros lados.
Deixando ele sentir meu cuzinho ainda melado do gozo de horas atrás.
— Eu que tive sorte de ter você.
Ele gemeu, mãos apertando minha cintura e beijando meu pescoço.
— Você é meu agora! Só meu… ninguém nunca te tocou antes. Ninguém nunca vai tocar.
E enquanto ele me levantava devagar, posicionava o pau grosso na entrada, entrava fundo gemendo que eu era “perfeito”, “apertadinho”, “seu anjinho”… eu rebolava contra ele.
Gemia baixinho, fingia inocência, gozava tremendo no colo dele e sorria contra o ombro dele.
Há segredos que vou levar pro túmulo.
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Espero que tenham gostado do conto! Comentem aí o que acharam. E dos meus três protagonistas quais vocês gostaram mais e queriam mais histórias: Juliano, Pietro ou Léo?
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