#Estupro #Grupal #Teen #Virgem

O destino de um estuprador (parte - 1)

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ZONTRA

Este conto é fictício baseado em histórias reais contadas por pessoas comuns que viveram ou ficaram sabendo de tais acontecimentos.

Mirela era uma jovem de 15 anos, que vivia na cidade de Diamantina -MG. Era uma menina linda de olhos verdes, cabelos loiros e compridos até a cintura. Seu corpo era belo, com seios médios mas volumosos, cintura fina e quadril levemente largo, fazendo de sua silhueta de menina, um autêntico violão. A doçura e pureza no olhar de Mirela, era algo que de imediato apaixonava qualquer um que com ela conversasse. Todos ali conheciam sua família onde a mesma era bem quista na região por ser uma família tradicional.
Em Santa Efigênia, bairro onde moravam, muda-se à casa ao lado, Ricardo, um cara até então solitário de poucas palavras e poucas aparições. Era um sujeito de cabelos negros pouco comprido, tipo roqueiro, e que sempre andara com seu boné preto sem escritas ou estampa. Em sua face direita abrigava-se uma cicatriz aparente que acompanhava a extensão de seu maxilar. Sempre vivia em seu mundo não deixando transparecer detalhes de sua vida. Os poucos contatos que tivera com vizinhos, limitavam-se a um bom dia ou uma boa tarde quando se viam, já que a noite ele não saia para canto algum.
A casa de Ricardo permitia uma certa visão para a casa de Mirela, onde lá existia uma área gourmet com piscina. Mesmo que com certa dificuldade pelas árvores quem existiam em seu quintal, Ricardo conseguia ver o que acontecia ali na casa de Mirela em festas de fim de semana.
Mirela tinha seu corpo branquinho feito neve, e muitas das vezes mesmo sem ter festas, ela usava a área da piscina pra pegar um bronzeado durante a semana. E mesmo sem saber ou desconfiar, ela estava sendo observada por um predador doentio e sedento por sexo, seja ele consensual ou não. Ricardo por detrás de sua cortina, admira Mirela deitada numa cadeira tipo espreguiçadeira. Seu corpo delgado debaixo de um biquini minúsculo, deixa ele excitado em seu anonimato de perversas intenções. Ele fica ali admirando e criando pensamentos impuros sobre ela. Mirela muitas vezes passava protetor solar em seu corpo, que na mente de Ricardo era excitantes carícias que ele gostaria de estar fazendo nela. Ela passava a mão com bronzeador em seus seios duros e pontiagudos, descendo a mão sobre seu ventre com leves passadas de mão sobre seu sexo coberto por aquele pequeno pedaço de pano. Aquilo para Ricardo era uma das piores torturas, pois podia vê-la, mas não toca-la. Ela decide cair na piscina onde nada de bruços deixando parte de suas nádegas à mostra por cima da água. Ricardo com seu pênis ereto e fora da calça, se masturba vendo aquilo. Ela depois de um tempo sai da piscina subindo por uma das bordas, e ao ficar de pé sobre ela, deixa aparecer seus seios volumosos e com os mamilos endurecidos pela frieza da água, marcando salientemente a parte de cima de seu bikini. Ricardo vendo aquilo tem um orgasmo gigante que era proporcional ao seu desejo que tinha por ela. Fortes jatos de sêmen recaem sobre a cortina que até então o escondera fisicamente, mas que não silenciava seus gemidos de prazer.
Na mente doentia de Ricardo, ele deveria possuir aquele corpo e saciar seus desejos de um tarado incontrolável. Diferente de antes, Ricardo decide mudar suas atitudes, e começa a ser mais amigável com todos ali. Aparece mais em público, conversa mais com seus vizinhos, conquista algumas amizades principalmente com a família de Mirela, onde ninguém imaginaria que aquele novo comportamento fazia parte de um plano maquiavélico de um psicopata. Mirela estuda numa escola um pouco distante de sua residência, mas que dava para ir e voltar pra casa a pé com outras pessoas. Ricardo então começa a seguir ela e promover alguns encontros alheios neste trajeto e horário de saída, mas inicialmente apenas passava por ela e ia embora. Até que num desses encontros, ele oferece carona, já respaldado pela amizade que conquistara com ela e sua família, pois estava indo para o mesmo lugar que ela. Ela aceita e ele a entrega sã e salva em sua casa. Isso se repetiu algumas vezes aleatoriamente, sendo visto como gentileza por sua família. Depois da confiança se instalar na mente de todos, Ricardo põe seu plano em ação. Mais uma vez, oferece carona para Mirela na saída da escola, e ela aceita. No console do carro, haviam vários bombons, que são oferecidos por Ricardo, onde Mirela louca por chocolates, aceita e come. Passados alguns minutos, Mirela se encontra sonolenta, ao mesmo tempo que Ricardo muda seu trajeto indo para outro canto da cidade. Mirela adormece no banco do carro. Ricardo para na frente de uma casa e abre o portão automático entrando em seguida. Retira Mirela e a leva para dentro, colocando-a sentada sobre o sofá. Ele fica por alguns instantes, em pé diante dela olhando-a fixamente, ao mesmo tempo que passa a mão em seu sexo que começa a ficar rígido e volumoso dentro de sua calça. Ele sorri e confirma que seu plano havia dado certo quando colocou uma substância naqueles bombons, fazendo sua vítima adormecer por pelo menos 3 horas ou mais.
Mirela usava seu uniforme escolar, que consistia em uma saia azul com pregas, onde seu comprimento ia até seus joelhos. Complementando isso, ela usava uma camisa feminina branca de botões azuis, onde o espaçamento entre um botão e outro, deixava aparecer parte do sutiã que ela usava naquele dia. Ricardo agora está totalmente excitado com seu falo pulsante. Ele retira sua roupa e devagar começa a se ajoelhar diante de Mirela que devido ao sonífero que ingerira com o bombom, não esboçava nenhum movimento. Ele coloca suas mãos nos joelhos de Mirela e começa a separar suas pernas bem torneadas. Elas se abrem, e olhando por baixo de sua saia, Ricardo vê sua calcinha branca de rendas transparentes. Corre suas mãos subindo por suas coxas, erguendo sua saia que agora mostra sua calcinha por completo, deixando ele ver o desenho da vagina de Mirela. Ele delira com aquela visão. Ricardo aproxima seu rosto da vagina de Mirela e começa a cheirar o perfume sexual daquela princesa adormecida. Esfrega seu rosto nela, passando o perfume íntimo de Mirela em seu rosto, beija e lambe seu sexo por cima da calcinha agora úmida com a saliva de um cara doente por sexo.
Ele começa a puxar a calcinha de Mirela lentamente, talvez querendo ver aos poucos os detalhes daquela vagina por ele tão cobiçada. A calcinha desce e deixa à mostra os poucos pelos que cobriam apenas a parte de cima, perto do clitóris. Desce mais e todo o resto era desprovido de qualquer pelo, tipo depilado com cera pelo que ele entendeu. Ele retira a calcinha dela por completo, leva até a boca lambendo-a e cheirando. Como se não bastasse, ao lado de Mirela ele posiciona a calcinha em seu rosto, e com seu celular eterniza aquele momento tirando uma selfie. Ele se aproxima da vagina novamente, e agora com sua nudez, começa a chupar seu clitóris loucamente. Abre seus lábios maiores com as mãos, e enfia a língua até onde consegue, sentindo o puro cheiro e gosto do sexo feminino de sua cobiçada preza. Seu pênis ereto pulsa, que de tão enrijecido, se movimenta a cada batida de seu coração. Ricardo abre mais a vagina de Mirela e conclui que ela ainda é virgem, e aquilo o deixa mais louco ainda. Continua chupando-a por mais alguns instantes, e decide retirar sua camisa. Desabotoa cada botão lentamente, abrindo a camisa por completo. Os seios de Mirela eram maravilhosos e duros, típicos de uma jovem de 15 anos. Ele retira sua camisa, deixando-a só com seu sutiã branco tipo meia taça. Sem desabotoa-lo, Ricardo puxa o bojo do sutiã para baixo lentamente, mostrando os mamilos de Mirela com toda a volumosa circunferência de seus seios. Ele começa a lambe-los apalpando-os com certa força.
Ricardo segura as pernas de Mirela e a puxa pelas dobras de seus joelhos trazendo-a em sua direção. Abre mais as pernas dela e novamente a chupa deixando a entrada de sua vagina generosamente umedecida com sua saliva. Alinha seu pênis em sua entrada, e começa a empurrar lentamente, sentindo a dificuldade da penetração pela virgindade da garota. Ele continua forçando e aos poucos sente seu falo de 20 cm invadir a intimidade dela. Ele vai e vem naquela gruta pequena e apertada, mas que aos poucos vai ficando cada vez mais alarguecida. Um fluído vermelho mancha seu falo e também a vagina de Mirela, atestando que aquela menina não era mais virgem como outrora. Ele se deita sobre ela colocando seu rosto sobre seus seios, e continua bombando loucamente seu pênis na vagina da garota. Próximo do orgasmo, Ricardo não querendo deixar seu DNA nela, retira seu pênis e goza num pedaço de papel higiênico descartando-o posteriormente na privada. Retoma as forças, e volta para Mirela dando continuidade em seu plano. Ele segura sua cabeça e a beija na boca. Com uma das mãos, acaricia seus seios apertando seus mamilos, enquanto a outra desce até sua vagina e a acaricia em forma de masturbação. Começa a esfregar seu pênis nela, que automaticamente enrijece novamente. Ricardo quer mais, e em mais um ato perverso, decide virar Mirela de bruços sobre o sofá. Sobre ela, cheira-lhe os cabelos e começa a beijar-lhe as costas, continua descendo e beijando no sentido de suas nádegas. Chegando em seu objetivo, Ricardo abre as nádegas de Mirela com as mãos, e começa a cheira-la como um cachorro que procura uma cadela no cio. Lambe seu ânus, deixando-o bem molhado. Cospe em seu pênis ereto espalhando sua saliva sobre ele, onde começa a forçar o ânus de Mirela iniciando mais uma penetração. A dificuldade era maior que a penetração vaginal, mas ele continua forçando sem pudor algum. A cabeça começa a entrar, e depois parte do corpo do pênis. Ele cospe mais sobre seu falo, e aos poucos o pênis de Ricardo invade por completo o ânus de Mirela. Ricardo tinha o pênis bem grosso, o que causou fissuras no ânus de Mirela, promovendo mais um sangramento. Mesmo assim Ricardo inicia bombadas fortes não se importando com os estragos corporais que estava causando na menina. Da mesma maneira que antes, ele tem seu orgasmo fora dela. Totalmente saciado, leva Mirela para o banheiro para dar-lhe um banho e também se lavar, na intenção de se livrar de qualquer tipo de prova biológica que o comprometesse. Senta ela numa cadeira que havia posicionado debaixo do chuveiro. Começa a passar sabonete em seu corpo ainda adormecido. Passa por seus seios acariciando seus mamilos. Desce por sua barriga indo até sua vagina, onde lava-lhe internamente enfiando seus dedos e enxaguando internamente com a mangueirinha do chuveiro. Da mesma forma faz com seu ânus que está alargado e com sangramento pelas fissuras causadas. Enxuga ela, e veste-lhe as roupas mas não lhe coloca a calcinha, pois na mente de Ricardo, aquilo seria seu suvenir de prazer, um troféu que lhe garantiu mais uma atrocidade sexual. Coloca Mirela em seu carro e vai até uma rua deserta, deixando a menina jogada num matagal que beirava um riacho ali existente. Ricardo prevendo as futuras consequências de suas atitudes, some sem deixar vestígios. Mirela é encontrada por ambulantes que por ali passavam, que imediatamente avisam a polícia. Mirela ficou desaparecida por um dia, deixando seus pais e amigos transtornados. Amigos de Mirela dão depoimento, informando que a última vez que a viram, foi entrando no carro de Ricardo. A polícia apenas tem um breve retrato falado do suspeito, que não tinha nenhuma foto, redes sociais ou algum outro tipo de evidência de sua existência. Conforme outras denúncias, a polícia invade a casa de Ricardo e nada encontram, nem mesmo a mobília que ali deveria existir, apenas uma cama, um fogão e uma tv velha ali existiam. A perícia é realizada e uma evidência de sêmen é encontrada numa das cortinas de um dos quartos. Mirela no hospital se recupera com fortes dores pelo corpo, e sem a sua virgindade que lhe garantia o status de menina de uma família tradicional. Com lágrimas nos olhos, ela confirma para seus pais que havia estado com Ricardo na volta pra casa. A revolta toma conta de familiares e amigos, onde todos procuram pelo maníaco que causara tudo aquilo numa inocente menina. Nada encontram, e os dias passam sem um retorno das autoridades. A casa que Ricardo usou para a barbárie, foi alugada por ele semanas antes, mas que pelo visto ele não usaria mais. A casa que ele morava ao lado de Mirela, era de seu tio falecido, que havia deixado pra ele como herança ainda vivo.

Continua na parte – 2

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Comentários (1)

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  • CARLOS: Mais um conto excitante, mesmo sendo pesado no que toca as atitudes desse demente. Espero que na parte 2 esse filho da puta seja estuprado ou castigado da pior forma para pagar o que fez. Parabéns, você escreve muito bem.

    Responder↴ • uid:b98xbqnqzow