#Bissexual

Meu pai comeu meu cu virgem, desabafou com meu sogro, que me fodeu também e descontei em sua filha

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Meu nome é Márcio, e o que vou contar aqui é uma loucura total que vai te deixar com o pau duro ou a buceta molhada do começo ao fim – imagine um cara de 26 anos, noivo de uma gata deliciosa, mas viciado em foder de todas as formas possíveis, graças a uma família que me transformou na puta mais sem limites que você já ouviu falar. Tudo começa quando meu pai me pega no flagra aos 18 anos, me faz chupar sua rola grossa e me arromba o cu virgem, depois meu sogro faz o mesmo com um pau ainda maior, minha mãe se joga na minha cara com a bunda dela e me deixa comer sua buceta e cu, e eu desconto tudo na minha noiva virgem, fodendo o rabo dela sem dó, enquanto o corno só filma e tira fotos; e isso é só o começo, porque tem mais putaria com família e amigos que vai te chocar, com fotos e vídeos quentes que você vai querer ver inteiros, e tem mais aventuras vindo em breve, com novas postagens diárias – leia até o final e comente o que achou, porque isso aqui é real e vai te viciar.

Eu sou Márcio, 26 anos, e vivo uma vida que ninguém imagina por trás da fachada normal. Tenho uma noiva linda chamada Isabela, que acha que sou o cara perfeito, mas na real sou um viciado em sexo sem tabus, graças às merdas que rolam na minha família desde que completei 18. Até ali, levo uma vida comum, mas adoro ver pornô de anal, não só com mulheres, mas com caras também, e isso me deixa louco de tesão. Começo a brincar comigo mesmo no banho, enfiando o dedo no cu, rodando lá dentro enquanto bato punheta pensando em namoradas e gatas aleatórias. O cheiro do sabonete misturado com o suor do meu corpo me excita mais ainda, e eu gozo forte, imaginando rolas grossas me abrindo.

Mas aí meu pai, o safado do Carlos, descobre tudo no meu computador que deixo aberto como um idiota. Uma noite, quando minha mãe, a Ana, sai pro plantão, ele invade meu quarto. Eu me finjo de dormindo, deitado de lado, só de calcinha que roubo da gaveta da minha irmã pra dormir escondido – adoro o tecido apertado na minha bunda lisinha. Ele puxa o lençol devagar, alisa minha bundinha com as mãos ásperas, e eu sinto um arrepio misturado com medo. De repente, ele me acorda com um tapa na cara, olhos flamejando de raiva. "Seu viadinho de merda, descobri tudo! Vídeos de cu sendo fodido, calcinha no cu – você é uma putinha, né?" Eu morro de medo, tremendo, mas ele sorri sádico. "A partir de agora, você vai ser minha putinha particular, seu safado."

Ele arranca minha calcinha, joga no chão, e puxa o pau pra fora da calça – uma rola grossa, veias pulsando, cabeçona vermelha brilhando de pré-gozo. "Chupa, vai, sua vadia! Mostra que sabe ser uma boa puta pro papai." Eu hesito, coração acelerado, mas ele agarra meu cabelo e força minha boca na rola dele. O cheiro é forte, de suor masculino misturado com sabão, e o gosto salgado invade minha língua enquanto engulo metade daquela pica dura. Eu chupo desajeitado no começo, lambendo a cabeça, sugando as bolas peludas dele, e ele geme rouco: "Isso, sua piranha, engole tudo! Chupa como se fosse uma buceta molhada." O som de sucção ecoa no quarto, minha baba escorrendo pelo pau dele, e eu sinto meu próprio caralho endurecendo apesar do medo.

Depois de uns minutos, ele me empurra pra trás. "De quatro, agora, sua vagabunda! Mostra essa bundinha virgem pro papai." Eu obedeço, de joelhos na cama, bunda empinada, tremendo. "Eu nunca dei o cu, pai, por favor..." Eu imploro, voz fina. Ele ri: "Vou tirar sua virgindade agora, sua puta nojenta! Vai aprender a ser arrombado como uma cadela." Ele cospe no meu cuzinho apertado, o cuspe quente escorrendo, e passa a língua – puta que pariu, a sensação da língua dele rodando no meu buraco virgem me faz gemer alto, um tesão doido explodindo no meu corpo. "Delícia de cu lisinho, cheirando a fresco", ele murmura, lambendo mais fundo, enfiando a língua pra dentro, me deixando molhado e louco.

Aí ele posiciona a rola na entrada, e começa a empurrar. A dor é foda, como se estivesse me rasgando ao meio, o caralho grosso abrindo meu cu virgem centímetro por centímetro. "Aaaai, pai, dói pra caralho! Para!" Eu tento fugir pra frente, mas ele puxa minha cintura com força, unhas cravando na pele. "Fica quieto, sua vadia! Toma rola no cu!" Eu tento escapar de novo, rastejando na cama, mas ele deita por cima de mim, peso do corpo me imobilizando, e enterra tudo de uma vez. Eu grito alto, "Aaaaaah, porra!", lágrimas nos olhos, mas ele já começa a meter, socadas fortes, o som de pele batendo em pele enchendo o quarto. "Puta que pariu, que cu apertado! Toma, sua puta, sente o pau do papai te arrombando!" Ele puxa meu cabelo, beija minha nuca suada, mordendo a orelha, e acelera, gemendo: "Vou gozar, vadia! Toma leite no cu!" E goza, jatos quentes jorrando dentro da minha bunda, enchendo tudo, escorrendo pelas coxas. Apesar da dor, eu adoro, o tesão misturado com a humilhação me deixa viciado. "Foi foda, pai", eu digo ofegante. Ele ri: "A partir de agora, essa bunda é minha, sua piranha. E não conta pra ninguém."

Eu continuo namorando Isabela, sem dizer nada, fingindo normalidade. Mas o pai dela, o safado do Roberto, é melhor amigo do meu pai, e numa bebedeira o Carlos confessa tudo. Eu descubro quando o Roberto aparece em casa um dia, eu sozinho. "Sei de tudo, seu viadinho. Seu pai contou que te fode o cu. Agora eu quero também, e você não diz pro Carlos, senão conto pra todo mundo que você é uma vagabunda." Eu me sinto uma puta total, coração batendo forte. Ele me faz vestir uma calcinha da minha irmã, rosa apertada, e soca na minha bunda branquinha, alisando com mãos calejadas. "Que bundinha gostosa, cheirando a fresco", ele diz, beijando minha boca com língua grossa, invadindo, gosto de cerveja e cigarro.

A foda é pior que a primeira – o pau dele é maior, uma pica monstruosa, grossa como meu pulso. Ele me manda chupar primeiro: "Engole, sua vadia! Chupa meu pau maior que o do seu pai." Eu sugo, garganta funda, baba escorrendo, ele gemendo rouco. Depois, de quatro: "Empina, puta! Vou arrombar esse cu." Cospe no buraco, lambe rápido, e empurra. A dor é insana, maior que antes, eu gemo alto, tentando gritar, enfiando a cara no travesseiro pra abafar. "Não, Roberto, não faz isso na filha dele... aaaah!" Eu imploro, mas ele mete forte, socadas violentas: "Cala a boca, vadia! Toma rola no cu enquanto penso na Isabela. Você não pode foder a buceta dela, mas eu fodo seu cu!" O som de tapas na bunda, cheiro de suor e cuspe, ele puxa cabelo, deita por cima, enterra tudo. Eu grito no travesseiro, corpo tremendo, mas o tesão cresce. Ele goza muito, esperma jorrando em grande quantidade, enchendo meu intestino, deixando arrombado, leite vazando quando tira. "Cu arrombado, sua piranha. Agora você é minha puta também."

Eu fico com medo da Ana descobrir, mas uma noite, sozinho em casa, acordo com a bunda dela na minha cara. "Acorda, filho, tenho tesão em você faz tempo. Lambe minha bunda, vai." Eu me assusto, mas aquela bunda redonda, cheirando a perfume e suor feminino, me deixa doido. Começo a cheirar fundo, lambendo o cu dela, língua rodando no buraco quente. "Isso, lambe sua mãe, seu safado. Tenho tesão nesse corpo jovem." Já sou puta do pai, e agora a mãe se oferece – não posso contar pra ninguém.

Ela me chupa primeiro, boca experiente engolindo meu pau inteiro, sugando bolas, gemendo: "Que rola gostosa, filho. Chupa minha buceta agora." Fazemos 69, eu lambendo a xota molhada dela, cheiro de excitação forte, clitóris inchado na minha língua, enquanto ela mama meu caralho. Enfio dedo no cu dela, rodando, sentindo o aperto quente. "Aaaah, isso, dedo no cu da mamãe!" Depois, sexo vaginal: eu entro na buceta dela, quente e úmida, socando devagar no começo, ela gritando: "Fode sua mãe, porra! Mete forte!" Beijamos na boca, línguas dançando, gosto de saliva misturada. Ela vira de quatro: "Bota no cu agora, filho. Arromba o cu da mamãe." Não posso contar pro pai. É o primeiro cu que como – apertado, quente como fogo, eu soco olhando ela de quatro, minha própria mãe gemendo como puta. "Aaaai, que pau grosso! Entra e sai, olha isso!" Vejo minha rola entrando e saindo do buraco rosado, socadas rápidas, cheiro de sexo no ar. Gozo pra caralho, enchendo o intestino dela de esperma, quando tiro tá todo aberto, vazando leite branco. "Delícia, filho. Mais tesão que nunca."

Com isso, perco o respeito pela virgindade da Isabela. Ela quer se preservar na buceta, mas eu faço ela chupar meu caralho: "Chupa, vadia! Engole tudo." Depois, dou a bunda dela com dor – penso no pai dela me fodendo, e meto forte. Ela tenta fugir: "Aaaah, Márcio, dói pra caralho! Para!" Mas eu seguro pela cintura, como o sogro faz comigo, e soco até gozar dentro. "Toma, sua filha da puta! Acostuma com rola no cu." Ela se vinga às vezes, mas acaba se acostumando, gemendo de tesão.

Parece que atraio sexo louco, porque outras pessoas da família e amigos fazem coisas chocantes comigo – deixo pra amanhã na segunda parte, com mais putaria que vai te deixar de boca aberta, e detalhes no site de Selma Recife. Pra achar o autor, basta procurar na internet por: www.selmaclub.com e www.fanvue.com/selmarecife. Tem mais aventuras em breve, corno só filma e tira fotos, novas postagens diárias. Comente abaixo o que achou, e volte amanhã pra mais!

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