#Incesto

Viagem Proibida: Mãe Quente Senta no Colo do Filho e Libera Tudo na Estrada de Recife! 🔥🍑

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Era um dia de agosto daqueles que fritam o cérebro em Recife, com o termômetro marcando 35 graus logo cedo, e eu, Clara, aos 40 anos ainda com um corpo que vira cabeças na Praia de Boa Viagem – peitos empinados, bunda redonda e um tesão que não dá trégua –, vivi uma viagem de carro que começou como uma simples despedida do meu filho André, de 20 anos, indo pra universidade em Garanhuns, mas virou uma putaria insana no colo dele, com o meu marido Roberto dirigindo sem desconfiar de nada. Toques escondidos, dedadas molhadas, foda vaginal profunda, um anal que doeu pra caralho me fazendo soltar peidos involuntários de excitação, gozadas quentes e diálogos cheios de duplo sentido me deixaram louca por mais, e agora conto tudo aqui pra te fisgar, imaginando o que rola nas próximas escapadas que eu posto – vem comigo nessa, comenta o que achou e pede mais aventuras, quem sabe não te levo junto no próximo rolê?

O sol tava castigando em Recife, e a gente tava derretendo de suor enquanto enchia o carro pro André ir pra faculdade em Garanhuns. Eu, com meus 1,55m e 50kg de curvas bem distribuídas, me sinto uma fogosa daqueles tipos que enlouquecem os homens no Mercado de São José, com seios que ainda desafiam a gravidade e uma xota que pulsa só de pensar em safadeza. O Roberto, meu maridão de 45 anos, daqueles fortes como pescador do Cais do Imperador, tava ajudando a empilhar malas, caixas de livros e bagulhos do garoto no porta-malas. "Ô, André, esse carro é apertado pra tanta tralha, viu? Vai ficar tudo socado", eu falei, passando a mão no rosto pra secar o suor, inalando aquele cheiro masculino dele misturado com o sal do ar, que sempre me dá um arrepio na espinha. O André, alto pacas com seus 1,88m e uns 98kg de músculos de quem surfa nas ondas de Porto de Galinhas, veio trazendo a TV enorme de 55 polegadas. "Mãe, pai, onde encaixa isso? Não rola deixar pra trás, é minha distração no quarto da república."

O Roberto deu uma gargalhada, coçando o queixo. "Rapaz, olha o banco de trás, tá entupido. Talvez no meio do banco da frente?" Eu espiei e neguei com a cabeça. "De jeito nenhum, amor. Aí é meu lugar." O André ficou matutando, com aquela cara de quem tá bolando um plano. "Ideia na área", ele disse. Abriu a porta do carona, botou a TV no centro, entrou e se jogou no banco. "Ó, sobra espaço. Mãe, vem sentar aqui do lado." Tentei me espremer ao lado dele. Entrei, mas a porta não fechava. "Olha, eu sou miúda, mas é você que tá tomando tudo, grandão. Isso não dá. Sabe o quê? Deixa a TV e na próxima visita a gente leva." "Nem fudendo", ele rebateu enquanto eu saía e ficava parada ali, o calor me cozinhando. "Resolve logo, André, tá quente pra cacete aqui fora." "Beleza", ele me olhou nos olhos. "Beleza, você senta no meu colo." "André, são seis horas de estrada até Garanhuns", o Roberto alertou. "Eu sei, mas a mãe é leve que nem pena. E aí, mãe? Topa sentar no meu colo?" "Tá bom, eu sento. Mas se apertar muito, paro num posto pra esticar as pernas." Olhei pro Roberto, que acenou. "Certo, vamos tomar um banho rápido pra cair na estrada."

Meu banho foi voando. Como ia passar seis horas no colo do moleque, queria algo folgado. Calça jeans? Nem pensar, ia me espremer toda. E com esse calor? Fuja. Revirei o guarda-roupa e achei um vestidinho de verão daqueles leves, curto, sem manga, que abotoa na frente. Desabotoei, vesti. Ao fechar, vi que o sutiã aparecia demais. Tirei tudo, joguei o sutiã fora e vesti de novo. No espelho, pensei: "Caralho, nem preciso de sutiã mesmo. Aos 40, meus peitos ainda são durinhos como melões frescos." O vestido mal chegava no meio das coxas, deixando as pernas de fora. Botei uma calcinha vermelha fio-dental, que mal cobria a xota. Dei uma girada no espelho. "Pra mãe de um cara de 20 anos, tô um tesão. O Roberto ainda me come umas seis vezes por semana, louco por esse corpinho." A buzina tocou.

Desci correndo, tranquei a casa e fui pro carro. O André já tava instalado. Sentei no colo dele, fechei a porta. Olhei pra baixo: o vestido subiu, mal tampando as coxas. Ele tava de short folgado e regata, pele na pele. Senti o calor das pernas dele nas minhas, nuas. "Tá confortável aí?", perguntei. "Tranquilo, mãe, você é leve que nem pluma. Zero problema." Espiei por cima da TV pro Roberto. "Tem espaço pra dirigir?" "Ô se tem", ele disse. Eu só via a cabeça dele. "Me vê aí?" Ri. "Só a cabecinha, amor. Tá bom pra você?" Me remexi no colo do André. "Tô ótima, nem ligo pra isso." Liguei o rádio. Com a música rolando, senti algo endurecendo. Mudei o quadril, mas continuou. Notei que o André ficou mudo. "Não tava assim quando sentei", pensei. Aí caiu a ficha: o pau dele tava crescendo. Não tinha pensado que sentar no colo ia deixar ele assim. Senti crescendo mais. "Puta merda", pensei. "Que tamanho isso vai ficar?" O que ele tava pensando? Acha que não sinto isso entre as nádegas? Olhei pras pernas: o vestido subiu mais, quase mostrando a calcinha. As mãos dele no banco, uma de cada lado. Será que ele via o quanto tava alto? Gostei da ideia, me deu um formigamento safado saber que excitava meu próprio filho. Fazia só uma hora na estrada, faltavam cinco. Sabia que o Roberto não via nada, a TV bloqueava. Senti o André se mexer, o pau roçando na minha bunda. Desejei que ele tentasse algo.

"Como tá aí atrás, garoto?", perguntei. "Bem, mãe, e você?" "Adorando o que sinto", respondi. "Seus braços tão cansados nessa posição?" "Um pouquinho sim." "Tenta assim, vê se melhora", peguei as mãos dele e pus nas minhas coxas nuas, pele quente e suada. "Melhorou?" "Muito, mãe." Olhei pra baixo: palmas pra baixo, polegares na parte interna das coxas, roçando a calcinha. A visão me excitou. Queria que ele subisse e tocasse a xota. Sabia que não ia. Quanto mais sentia as mãos, mais queria. Pus as minhas sobre as dele, inocente. Acariciava o dorso, mas na mente era outra coisa. Olhei pro Roberto. Adorei as mãos do filho em mim com o marido perto. Acariciando, tentei subir um pouquinho as mãos dele. Sem resistência. Agora nas bordas do vestido, dedos na pele. Me levantei um tico pra puxar o vestido pra cima. As mãos subiram junto. Vi a calcinha. Dedos quase tocando. Peguei a mão direita dele e pus sobre a calcinha. Ele deixou. Abri as pernas levemente. A mão escorregou pro meio. Segurei e pressionei contra a xota. A mão dele na minha buceta coberta. Senti umedecer. Queria mais. Tirei minha mão, ele deixou ali, imóvel. Esperei ele mexer os dedos. Nada. Medo, talvez. Sabia como ajudar.

Peguei a mão e levei pra cima da calcinha. Quando os dedos passaram da borda, pressionei contra a pele nua, deslizando devagar pros lábios. Senti as pontas roçando. Empurrei mais. Não cabia as duas mãos na calcinha apertada. Ele tentou ir mais fundo. Tirei minha mão, ele deixou ali. Levantei os quadris, enganchei os polegares na calcinha e baixei até os joelhos. Ele moveu a mão pra enfiar os dedos. A calcinha impedia abrir as pernas. Antes de tirar, ele usou a outra mão pra puxar pros tornozelos. Levantei a perna, ele tirou tudo. Abri as pernas ao máximo. Molhada pra caralho, ele enfiou dois dedos de uma vez. Gemi baixinho, o cheiro de excitação subindo.

"Tá tudo bem?", o Roberto perguntou, olhando. Sorri: "Tô ótima; pensei que sentar no colo ia ser ruim, mas tá gostoso. A viagem vai ser top." Ali, conversando com o marido, dedos do filho na xota. "Quanto pra parar?" "Quero ir mais longe sem parar." "E você, André, dá pra ir mais?" "Dá sim, mãe. Posso ir bem longe." "Perfeito", disse. "Quanto mais fundo, melhor." "Tá bom pra você, amor?", pro Roberto. "Sim, adoro não parar." Virei pro André: "Eu também. Continua sem parar." "André?", o Roberto chamou. "Como tá com a mãe no colo?" "Tranquilo, pai, ela se mexe pra não apertar. Levanta às vezes pra aliviar." Enquanto falava, enfiava os dedos mais fundo na xota.

André começou a meter os dedos pra dentro e fora. Mordi a língua pra não uivar. Apertei a mão contra a dele, empurrando fundo. Queria que soubesse que amava profundo. Ele captou, enfiou até o talo. Mexi os quadris no ritmo. Olhei pro Roberto. Sorte a TV bloquear. Se visse o filho dedando a mãe, ia pirar. Meu corpo tremia. De repente, tirou os dedos. Decepção. Mas logo desabotoou meu vestido, de cima pra baixo. O ar-condicionado gelado nos mamilos duros. Último botão, abriu tudo. Corpo nu pra ele. Mãos no corpo, apertando peitos. Empinei o peito pra ele espremer mais.

Levantei os quadris, tirei o vestido de baixo da bunda. Ele sacou. Baixou as mãos pro zíper do short. Me ergui pra ajudar. Zíper abrindo. Pau preso embaixo. Levantei mais. "Tá ok, amor?", Roberto perguntou. "Desconfortável no colo do garoto? Paro pra ajustar?" Enquanto André baixava a cueca, o pau pulou livre. Sentei de novo, pau na bunda nua. "Não, tá bom. Me mexendo certo, fico confortável. E você, André? Precisa ajustar? Quer que eu ajude?" Ele pôs mãos nos quadris. "Mãe, levanta um pouquinho pra eu me ajeitar." Entendi. Empinei alto. Uma mão saiu do quadril. Sabia que guiava o pau. Baixei devagar. Cabeça na entrada da xota. Mais baixo, deslizou fácil, abrindo as paredes. Gemi, não aguentei.

Roberto olhou: "Certeza que não paro?" Baixando até o fundo, disse: "Não, continua. Aguanto mais uma hora. E você, André?" "Sim, mãe, agora tô posicionado perfeito. Preciso levantar rapidinho. Ok?" "Quer que eu levante junto?" "Não, fica no colo, eu te ergo." Ergueu os quadris, enfiando mais fundo. Quase gozei. "Deixa eu ajustar melhor." Rebolei pra frente e trás, pau mexendo dentro. Cavalgando, olhei pro Roberto. André metendo forte. "Se ele soubesse... Nua, fodendo o filho do lado dele." "Quando a gente visita o André no dormitório?" "Com meu trampo, difícil, mas vai sozinha, a viagem é curta." Falar com o marido com pau do filho dentro me excitou mais. "Entendo, não liga se não gozar toda vez que eu gozar. Vou gozar muito. Ok pra você, André?" "Mãe, goza quantas vezes quiser. Quanto mais, melhor." Empurrou forte. "Quando acha que goza?" "Logo, André, logo."

Mexi quadris no pau. Só quadris se movendo, cabeça parada pro Roberto não notar. Orgasmo vindo. Tirei mãos dele dos quadris, pus nos peitos. Pau dentro, mãos nos seios – demais. Ondas me atingiram, corpo tensionado. Durou quarenta segundos, o maior ever. Exausta, deitei nas costas dele. Ele continuou metendo. Pernas esticadas. Gozou dentro, sêmen quente enchendo. Senti pulsando. Fiquei parada até acabar. Exaustos.

"Placa de restaurante a uns 15km. Fome?" "Sim, pai, comeria algo", André disse. Olhei, ele sorrindo. "E você, mãe? Come algo?" "Tô saciada, mas um hot dog cai bem." Baixei pra pegar calcinha no chão. Pau saiu. Pus calcinha, mas ele enfiou dedo de novo. Dei tapinha brincalhão. Tirou, puxei pra cima. Abotoei vestido. Senti ele guardar o pau.

"Depois de comer, quanto mais de carro?" "Umas três horas. Aguentam?" "Eu aguento", disse pro Roberto. "Se o André topa, sento no colo mais três. E você, André?" "As primeiras horas voaram. As próximas vão mais rápido ainda." "Achei que iam reclamar." "Zero reclamação. E você, filho?" "Mãe, se durasse mais, não reclamava." "Obrigada, filho. Vou fazer essas horas inesquecíveis."

Mas a viagem tava longe de acabar. Depois do restaurante, sentei de novo no colo dele, o vestido subindo fácil. O pau endureceu rapidinho, e eu, safada, rebolei pra sentir. "Mãe, tá molhada de novo?", ele sussurrou. "Shhh, teu pai tá aí." Mas não resisti. Guiei a mão dele pra xota, dedos entrando. Soltei um peido baixinho de excitação, o cheiro misturando com o suor. "Foi mal", ri baixinho. Ele riu: "Adorei." Dedos metendo, gozei rápido. Então, ele sussurrou: "Quero teu cu, mãe." Meu cu apertado, nunca tinha dado pro Roberto. "Vai doer", pensei, mas o tesão venceu. Levantei, guiei o pau pro cuzinho. Cabeça pressionando, doeu pra caralho ao entrar, rasgando. Gemi alto, disfarçando com tosse. "Tá bem?", Roberto perguntou. "Sim, poeira." André meteu devagar, dor misturada com prazer, soltei outro peido, quente e fedido, nos excitando mais. "Caralho, mãe, teu cu é apertado", pensou ele, eu sentia. Meti pra baixo, doendo, mas bom. Gozei anal, ondas diferentes, pensando: "Isso é só o começo, nas visitas vou foder mais, quem sabe threesome?" Ele gozou no cu, sêmen escorrendo.

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