A visita do seu Nelson
Vocês já sabem que eu sou casada, passo a semana sozinha porque meu marido trabalha fora, e que eu adoro um homem mais velho. Vocês devem lembrar do Seu Nelson, o amigo do meu sogro que participou do menage com a gente no quarto do casal.
Pois é. Ele não conseguiu esquecer o que aconteceu e foi atrás de mim.
Numa quinta-feira, eu cheguei em casa às 22h. Tava morta de cansada, querendo só tomar um banho e dormir. Quando eu desci do carro, vi o carro do Seu Nelson estacionado um pouco mais à frente. Ele desceu e veio até mim.
– Boa noite, Thalita. Tava te esperando.
– Seu Nelson? O que o senhor tá fazendo aqui a essa hora?
– Não consegui esquecer o que a gente fez. Vim aqui pra te comer sozinho dessa vez.
Eu tava exausta, mas o tesão bateu na hora. Não pensei duas vezes. Abri o portão e mandei ele entrar.
A mulher do pastor, que mora na casa em frente, tava na rua, sentada numa cadeira, vigiando os filhos que brincavam na calçada. Ela viu quando eu abri o portão e um homem que ela nunca tinha visto ali entrou na minha casa às 10 da noite, com o meu marido viajando a trabalho. Ela ficou me encarando, com aquela cara de julgamento. Eu só dei de ombros e fechei o portão.
Entrei na sala, e o Seu Nelson já veio pra cima de mim. Me beijou com força, enfiando a língua na minha boca, e me empurrou no sofá da sala. Ele subiu a minha blusa, tirou os meus peitos pra fora e chupou com vontade. Enquanto ele mamava, eu abri a calça dele e tirei o pau pra fora.
– Tá com fome de rola, sua vadia? Ele sussurrou.
– Tô... eu respondi, me ajoelhando no chão pra rezar.
Caí de boca no pau dele, mamando bem devagar, passando a língua na cabeça e engasgando de propósito. Ele jogou a cabeça pra trás e segurou no meu cabelo.
Porra, Thalita... Você chupa gostoso demais, puta.
Depois de deixar ele bem babado, ele me levantou pelo braço, virou de costas no sofá e arrancou a minha calça e a calcinha com um puxão só. Ele não perdeu tempo. Abriu a minha bunda com as mãos, cuspiu na minha buceta e enfiou o pau de uma vez.
Eu gritei, me apoiando nas almofadas. Ele meteu com força, segurando na minha cintura, batendo o quadril com raiva. O barulho da pele batendo com pele ecoava na sala. O portão ripado não escondia o som, e eu sabia que a mulher do pastor podia ouvir tudo.
– Toma, sua vadia, toma rola sua vagabunda! ele falava, metendo fundo. – Toma rola na casa do seu maridinho corno!
Ele puxou o meu cabelo pra trás, me fez olhar pra cima, e meteu a mão na frente, esfregando o meu clitóris. Eu gozei na hora, me tremendo toda. Ele me virou de frente no sofá, abriu as minhas pernas e enfiou de novo. Meteu mais forte, mordendo os meus peitos, até dar um urro e gozar tudo dentro de mim.
Ele ficou parado por um instante, respirando fundo, e depois se afastou.
– Vou nessa, antes que alguém chame a polícia pensando que você tá sendo assaltada – ele falou, rindo, enquanto se vestia.
– Pode ir, Seu Nelson. E volte mais vezes.
Ele saiu, abriu o portão e foi embora. Eu fiquei no sofá, deitada, com a porra escorrendo pela perna e o cheiro de sexo tomando conta da sala.
No dia seguinte, a mulher do pastor me cumprimentou na rua com um sorriso amarelo, e eu só respondi com a maior cara de santa. Eu não me importo com o que eles pensam. O marido trai, eu também traio. E a vida é uma só.
Espero que gostem e esse meu e-mail: [email protected]
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Comentários (2)
Paulo: A sua vizinha também é puto tenha certeza e ficou todas molhada ouvindo você na chipada converse com ela e você vai sabe
Responder↴ • uid:xgnqdmjqJosé Carlos: Adorei só falta mostrar esse bucetao gostoso pra nós
Responder↴ • uid:46kphpcet0b