Surreal. Não esperava arregar para seu Hélio parte 2
Arreguei para seu Hélio na segunda foda que levei.
Depois da primeira foda que levei de seu Hélio, fiquei quase uma semana sem vê-lo.
Não partiu de mim, mas achei bom não encontrar com ele pois iria morrer de vergonha depois da curra que eu levei.
Embora nos primeiros dias após ser fodido por ele, eu nutri um sentimento de repúdio pelas dores e o estrago ue ele fez no meu cú, eu fui entendendo sua atitude de macho e no final de semana acho que já tinha perdoado ele.
Não sabia o motivo de seu sumiço, mas também não sentia necessidade de correr atrás para saber o motivo.
Aproveitava o tempo para me recuperar.
Pela primeira vez eu me sentia completamente arrombado por um homem.
Eu passei a ter que me controlar para não deixar escapar gases em público, pois parece que a flacidez que seu Hélio provocou no meu esfíncter fez com que meu cú produzisse sons de lábios relachados ao soltar o ar, tipo exercícios que que canta faz para relaxar os músculos faciais.
Achei que o tempo faria isso passar e não me preocupei tanto, apenas tomava cuidado para não passar vergonha em locais públicos.
Na semana seguinte cheguei da faculdade 22:20h e assim que entrei no banho a campainha tocou.
Como tinha pedido pizza eu me enxuguei e coloquei meu short de pijama e fui atender.
Estranhei um pouco já que a Pizza normalmente é entregue na recepção e temos que descer após o porteiro interfonar para pagar, mas achei que dessa vez haviam permitido a entrega no apartamento.
Quando abri a porta, tomei um susto.
dei de cara com seu Hélio.
Era a primeira vez depois da foda que estava diante dele.
Ele deu um boa noite e ficou me olhando.
Eu olhava pra ele mas não conseguia dizer nada.
Ele co um sorrisinho de canto de boca perguntou se podia entrar.
Eu estava tão desbaratinado que apenas saí da frente dele como que dando permissão para ele adentrar.
Seu Hélio sentou-se no sofá e ficou quieto me olhando.
Eu não sabia como agir.
Apenas houvi ele perguntar se eu ia ficar quieto.
Pedi desculpa e lhe ofereci algo para beber e ele foi direto, disse que não não queria beber nada.
Completou perguntando se eu estava bem.
Respondi que sim.
Ele fez outra pergunta. E como está lá?
Eu me fiz de desentendido e perguntei: Lá aonde.
Lá menino, como ficou seu cuzinho depois que eu fodi ele?
Eu envergonhado falei: Ai seu Hélio, que pergunta é essa.
Estou perguntando para saber se você ficou bem.
Não sei sei Hélio, acho que melhorei sim. Os primeiros dias foram bem dificeis, mas agora tá legal sim.
Que bom, que bom.
Acha que já consegue levar pau de novo?
Que isso seu Hélio, assim o Sr. me ofende. Aquilo foi só uma coisa ocasional, não vai acontecer de novo.
Calma menino, calma.
Vc ainda tá chateado comigo, mas não precisa.
Não fiz aquilo pra te punir, eu na verdade queria bastante comer você, mas depois que te conheci achei que não deveria tentar, embora eu já tivesse percebido que você era um viadinho.
Eu realmente só fiz porque você duvidou d que eu falei pra você, mas não fiz nada por maldade, foi só tesão mesmo.
Sei que você está chateado pelo sofrimento que foi pra vc, mas isso vai melhorando com o tempo.
A primeira vez é mais duro, mas vai acostumar logo e vai até pedir pra eu foder você.
Para seu Hélio, eu não vou mais dar o cú pro Sr. não.
Por que menino, você não curtiu nada, nem um pouquinho.
Não se trata disso seu Hélio.
O Sr é muito grande, não é prazeroso um pau desses dentro da gente.
Mas foi tão ruin assim.
Ah seu Hélio, a maior parte do tempo foi muito ruim sim.
O Sr. viu como eu chorei, gmi, até gritei algumas vezes?
É, mais também você falou pra eu meter devegarinho, me chamou de seu macho, fez bastante carinho nas minha bolas e senti seu cú mordendo meu pau enquanto em terminava de gozar dentro de você.
Para seu Hélio, assim eu fico envergonhado.
Não precisa menino, fique tranquilo.
Olha meu pau já tá começando a ficar duro aqui, você não sentiu falta dele nesses dias?
Não seu Hélio, não senti não.
Nadinha menino, tem certeza. Nem sequer pensou nele um pouquinho.
Ah seu Hélio, eu não sou mentiroso e embora envergonhado devo confesar que a noite me vinha tudo em pensamento sim, mas a maioria dos pensamentos era pelo lado negativo, mas teve também algum pensamento pro lado bom.
Ah, que bom menino, fala mais, fala.
Ah! seu Hélio. É isso, alguns pensamentos eram de tesão sim. O Sr. já sabe que sou viado mesmo e que viado não sente tesão no cú diante de um pau.
Então menino, nem tudo foi ruim.
Vem cá, quero que você veja como ele está.
Não seu Hélio, não quero. Já falei que não vou mais dar o cú pro Sr.
Quem tá falando isso? Tô apenas pedindo pra você vir aqui e dar uma olhado no meu pau pra ver que falo a verdade, ele já tá bem duro.
Para seu Hélio.
mas ele começou a abrir o zíper e botou ele pra fora.
Nossa, tava muito grande embora ainda meia bomba.
Eu me mantinha a uns dois metros de distância e seu Hélio com aquele sorrisinho no rosto me olhava e balançava aquele troço como se mostrasse uma barra de chocolate para uma criança.
Pronto, lá estava eu em transe novamente, olhando fixamente para aquele pau.
Seu Hélio apenas ria cinicamente e continuava a me atrair enquanto balançava o pau sem parar.
Eu não percebia que dava passinhos curtos, quase imperceptível que me levavam de encontro ao seu Hélio.
Sentia que meu corpo dava sinais claros de Tesão, calafrios, uma sensação estranha na garganta e minha boca começando a ficar cheia d'água.
O tremor nas pernas e uma fraqueza que quase me levava ao chão.
Quando acordei do transe, estava em é na frente de seu Hélio e minhas pernas fraquejaram de vez e me ajoelhei diante dele.
O pau já era balançado diante do meu rosto.
Logo seu Hélio não apenas balançava o pau, mas fazia ele deslizar sobre meus lábios.
O cheiro entrava pelas minha narinas e me deixava todo mole.
O pau havia enrijecido de vez,
Vi mais uma vez ele adotar um postura curvílinea para cima que permitia exibir a parte debaixo do corpo daquele pau e exuberância das veias saltadas e a glande que parecia querer arrebentar de tão esticada.
A cabeça em forma de cogumelo realmente se destaca por uma colração vermelha e o tamanho semelhante a uma maçã.
Botei a lingua pra fora e encostei ela na base do pau e fui lambendo até chegar na cabeça, que tentei abocanhar numa tentativa voraz, mas sem sucesso.
Então voltei a raciocinar e apenas me dediquei a chupar a cabeça explorando toda a sua circunferência aos poucos.
Assim que ela já estava coberta pela minha aliva eu abocanhei o pau dele conseguindo chegar quase até a metade.
Mesmo assim já sentia ele tocar minha garganta.
Ia pra frente e pra trás chupando e sugando aquele pau.
Peguei sua bolas e passei a massagear.
Senti um gostinho amargo, como fel.
Estimulando suas bolas, seu pau começou a secretar um liquidozinho pre gozo com esse sabor amargo. As vezes parecia um azedinho, estava tão confuso. Talvez provocado pelo tipo de dieta de seu Hélio.
Não me importava, eu sorvia tudo seu nenhum nojo.
Seu Hélio delirava e seu pau pulsava tanto que chegava a machucar o céu da boca.
Eu estava com tesão de estar prostado diante dele e servindo aquele macho maduro.
Mas sentia uma grande vergonha por sucumbi e me contradizer em relação a postura que assumi no início da conversa.
Me preocupei mesmo quando senti meu cú começar as contrair descontrolado e perceber que ainda tinha dores anais.
Vi que não tive tempo para uma recuperação total do meu cú.
Sabia que se fosse penetrado por seu Hélio naquela noite, iria sofrer até mais ue a primeira foda que levei dele.
Novamente eu pensei em me manter chupando o pau de seu Hélio até fazer ele gozar, para deixar ele satisfeito o bastante para não querer me penetrar, mesmo sabendo que isso não era uma garantia.
Ele ameaçou tirar o pau da minha boca, mas eu estava esperto e levei uma das mãos até suas bolas e comecei a massageá-las.
Ele gosta mesmo desses mimos e se sentou de novo.
Voltei a caprichar na chupada, devorando o que podia do pau e cheagando a fazer aquele barulho de sucção, sem para de massagear carinhosamente as enormes bolas dele.
O homem chegou a se rescotar no sofá e jogar a cabeça para trás de tanto prazer.
Sem entender o que acontecia, senti o pau dele latejar dentro da boca e sem mais nem menos os primeiros jatos de porra foram dados bem no fundo da minha garganta.
Era tanta porra ue me engasguei e tossindo expulsei o pau dele da boca e deseperadamente procurei me recuperar do emgasgo.
Seu Hélio nem se preocupou comigo, pegou o pau e punhetou até recomeçar a gozar. Assim que recuperou o gozo, ele me pegou pelos cabelos e direcionou meu rosto colocando em frente ao pau dele onde levei mais um sequência de jatos fortes de porra quente.
Ele lavou meu rosto com a porra espessa e branquinha dele.
Eu ainda tossia muito e lacrimejava, enquanto a porra escorria por cima dos meus olhos, nariz e boca, chegando ao meu pescoço e peito.
Meu estado era lastimável.
Mas atingi meu objetivoe talvez fosse poupado de ser fodido por seu Hélio naquela noite.
Meu azar era incrível.
Nesse momento toca o interfone.
A piza tinha chegado.
Eu não podia descer para pagar daquele jeito, mas seu Hélio que era muito influente convenceu o porteiro a receber e subir para pegar o pagamento.
Corri no banheiro para me recompor um pouco.
Quando seu Geraldo, porteiro da noite tocou a campainh eu morri de vergonha.
primeiro por estar com seu Hélio dentro do meu apartamento e outra por estar vestido apenas com um shortinho de pijama amarelinho e de flanela e estar com o rosto e olhos vermelhos, ainda engasgado pelo porra de seu Hélio o que poderia denunciar o que acontecia ali.
Não deu outra. Seu geraldo viu seu Hélio despojado no meu sofa, claramente exibindo um volume imenso dentro do calção e eu muito nervoso.
Ele recebeu e disse ao sair pra eu ficar tranquilo.
Eu fechei a porta e pensei que estava ferrado, lógico que seu Geraldo entendeu a presença de seu Hélio ali.
Seu Hélio pediu pra eu pegar um papel higiênico pra ele.
fui ao banheiro e quando voltei ele já estava com o pau pra fora meio que forçando o resto de porra sair do seu pau.
Já ia cair no sofá, corri e cobri a cabeça do pau dele com o tufo de papel e impedi que a porra caísse e machasse meu sofá.
Aproveitei e limpei a cabeça todo e ajudei ele a voltar com o pau pra dentro da cueca.
Seu Hélio riu e perguntou o abor da pizza.
Disse que era metade calabresa e metade portuguesa e lel pediu pra servir uma fatia de portuguesa.
Servi ele e ele devorou a pizza.
parecia estar com pressa. Eu esperava que fosse para ir embora.
Mas assim que ele acabou, ainda com as mão coberta pea gordura da pizza, me pegou pelo braço, quase me levantando do chão, me fazendo caminha nas pontas dos pés por causa da força aplicada e foi me conduzindo pro quarto.
Em frente a cama ele me colocou de quatro apoio e foi arriando meu short de pijama.
Fiquei de quatro, todo exposto pra ele.
Ele forçou minhas pernas para os lados com extrema grosseria e me deixou mais aberto ainda.
Sem tempo para pensar senti sua lingua deslizar na região próxima ao meu saco e percorrer em um único e forte movimento passar sobre meu cú.
A sensação foi de choque que chegou a arrepiar minha nuca e me fez soltar um gemido extenso e trêmulo: HummmHummmmHummmmHummmmHummmmHummm...!
Então ele me fixou na posição me segurando pela cintura e me torturou com linguadas e chupões poderoso que deixavam meu cú pulsando de tanto tesão.
Depois de quase me fazer chorar na sua lingua e suplicar pra ele parar, senti ele parar com lingua e bater o pau pesado alguma vezes na minha bunda e depois repousar o pau bem acima do rego e deslizar até a cabeça para na entrada do cú.
Ali, eu já era um farrapo humano, cheio de tesão, meu cú piscava alucinado e a vontade de ser penetrado por seu Hélio superava o meu desespero por saber que meu cú ainda estava destruído depois da última foda.
Mesmo assim, pedi por pica e fui logo atendido.
Seu Hélio não era tão generoso como havia me falado.
Ele forçou a pica mesmo sobre meu proptesto e foi empurrando devagarinho mais de forma continua até eu sentir as bolas se comprimindo contra minha bunda.
O choro escorria pelo meu rosto e eu supliquei pra ele parar.
Não fui atendido e apenas senti ele me segurar forte pla cintura e começar a retirar o pau até que eu pudesse sentir a cabeça alargar meu esfíncter como se estivesse saindo.
Mas logo veia a primeira estocada.
Gritei inevitavelmente e procurei por um travesseiro que pudesse morder para abafar o som do meu grito na próxima estocada que certamente viria.
E veio, e não foi fácil.
Em seguida uma após a outra até que se pasaram 20 minutos de foda intensa e impiedosa.
Ele já se permitia deixar o pau escapar e voltava e me penetrar sem precisar de esforço.
Estava tão laceado que seu pau desliava pra dentro do meu cú sem ele nem mesmo precisar direcionar com a maão.
Qualquer forçada fazia o pau entrar até o talo.
A coisa mais surpreendenete foi o momento que ele me pegou na posição de quatro e sem desencaixar o pau e me suspendeu, me impalando e passando a me foder de pé.
Mesmo não durando muito, foi suficiente para fazer vazar do meu pau um liquidozinho incolor e ralo e me fazer quase convulsionar explodindo em uma sensação de gozo anal, isso tudo ao som de gritinhos gasguitos e afeminado que eu não podia controlar.
Estava completamente envergonhado diante de seu Hélio, quando ele me soltou, sentou-se na cama bem na cabeceira e mandou que eu sentasse no seu pau.
Obedeci a ele. Fui em direção a ele, me ajeitei logo acima do seu corpo, apioando uma perna de cada lado do seu corpo, fui me aguachando até poder pegar seu pau.
Coloquei o pau dele bem reto, logo abaixo da minha bunda e continuei descendo até senti a cabeça encostar na entradinha do meu cú.
Então respirei e deixei o corpo arriar de vez e senti meu cú agasalhar cada centímentro do pau dele.
Apenas dei um tempo para parar de tremer e comecei a primeira subida.
Sem experiencia deixaei o pau escapar.
Leivei um tapão na bunda e fui atrás do pau dele, me erguir o suficiente para recolocar o pau na direção e engoli de novo.
Dessa vez de forma cuidadosa eu controlei melhor e consegui fazer algum movimentos completos sem deixar o pau escpapar.
Então, já acostumado eu passei a foder o pau de seu Hélio sem dificuldade.
Fui levado ao extremos do esforço físico e quando estava quase desistindo ele soltou aquele hurro animalesco e senti o pulsar do seu pau e o calor de seu esperma me inundando.
Caíms os dois na cama e dormimos até o dia seguinte de tão cansados.
Eu acordei com seu Hélio encostado em mim e podia sentir o volume mesmo mole.
As trivialidades do despertar eu vou poupar vocês, pois não aconteceu nada demais.
Não houve elogios ou queixas e nem declarações romântic.
É como alertei, nõ é uma história de romance.
É o relato de fatos como eles aconteceram.
Voltarei para contar as outras fodas até que eu realmente acabei por sentir falta de seu Hélio e procur-a-lo pela primeira vez.
mas tenho outros relatos a fazer até lá.
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