#Bissexual #Incesto

Laços de família - Parte 11

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Lopedrinhofm

Aquela noite terminou de uma maneira estranha. Depois que Gisele foi embora, Alisson ficou mais quieto do que de costume. Jaqueline e Karina ainda conversaram um pouco com ele, mas era evidente que sua cabeça estava em outro lugar.
O envelope continuava guardado na gaveta.
Eu e Chirley terminamos de recolher as coisas da sala e voltamos para o nosso apartamento. No caminho, ela não aguentou a curiosidade.
Chirley: Igor, o que aconteceu entre eles? A Jaqueline e a Karina sabiam de alguma coisa. Você viu a cara das duas?
Eu: Vi. E aquela história de que ele não quer nem olhar para Gisele tem alguma coisa muito séria por trás.
Chirley: Você acha que ela fez alguma coisa contra ele?
Eu: Não sei. Mas, pela maneira como ela falou, tenho a impressão de que foi justamente o contrário.
Na manhã seguinte, eu estava saindo para trabalhar quando me encontrei com Gisele na porta do elevador, descemos juntos, só soltei um "bom dia", descemos em silêncio, daqueles que ficamos constrangidos, e então, quando a porta abriu, Gisele me perguntou:
- O Alisson tá namorando?
- E-eu n-não quero falar sobre isso
- Só me responde se está
- Está
- Hum... e ela vem sempre aqui? Não vejo ele com ninguém diferente
- Gisele, eu não quero mesmo falar sobre isso
- Tudo bem
Ela entrou em seu carro e saiu, eu caminhei até o ponto de ônibus, mas sentindo que aquele dia não seria um dia comum, cheguei na metalúrgica e meu chefe me chamou logo cedo.
Chefe: Igor, senta aqui...
Eu: Pois não, chefe?
- Igor... eu vou te fazer algumas perguntas, mas você não é obrigado a me responder nada
- Certo
- O Alisson... ele fez alguma coisa para a Gisele?
- O senhor conhece a Gisele?
- Ela é minha filha
- Que eu saiba ele não fez nada
- Ontem a noite ela estava me dizendo que foi na casa dele, e que ele não está muito bem com as empresas, mas notei que ela tava mais chateada que o normal
- Ela deve estar preocupada com ele
- Foi só isso? Porque eu não quero que ele a magoe de novo
- Me desculpa a curiosidade, mas o que o Alisson fez pra ela?
- Ele a abandonou, grávida
- Mas... por quê?
- Eu nunca entendi direito essa história, ele nunca explicou, a Gisele só me disse que armaram pra ela
- Armaram o que?
- Igor, eu não quero falar disso
- Ninguém quer
- Só fique de olho no Alisson pra mim, se ele magoar a Gisele, me avise
- Eu prefiro não me envolver nisso
- Tem razão, pode voltar ao trabalho.
Trabalhei angustiado, sentindo que uma bomba estava para explodir e ia sobrar pra mim que não tinha nada haver.
A noite, quando cheguei, decidi tirar essa história a limpo de uma vez por todas, subi com a Chirley até o apartamento do Alisson, toquei a campainha e nada dele atender, toquei de novo, de novo, até que ele abriu, sem camisa, com uma bermuda e o pau visivelmente duro marcando a bermuda.
- To atrapalhando?
Alisson: Não, pode entrar
Chirley: Tá sozinho?
Alisson: A Karina tá no quarto
Eu: A gente chegou em uma hora ruim?
Alisson: Não... já terminei o que estava fazendo
Eu: Alisson, a gente precisa conversar
Alisson: Sobre?
Eu: Por que você nunca me falou que o pai da Gisele é meu chefe?
Alisson: Que diferença isso faz na sua vida?
Chirley: Alisson... parece que tudo é um segredo na sua vida, e isso tá nos incomodando um pouco
Alisson: O que vocês querem saber?
Eu: Tudo... o que você fez pra Gisele? O que ela fez pra você?
Karina: Vocês querem mesmo saber?
Karina apareceu na sala, usando uma lingerie super gostosa, mas com a expressão séria.
Chirley: S-sim, queremos
Karina: A Gisele e o Alisson namoraram por uns 5 anos
Alisson: Karina, não precisa...
Karina: O Alisson sempre se fodeu de tanto trabalhar, abriu a papelaria, depois outra empresa, depois outra, sempre tentando dar o melhor pra Gisele, e nada estava bom pra ela
Alisson: A Gisele sempre foi patricinha, filha de empresário, e pra cuidar dela nesse nível eu fiz de tudo, nós estavamos noivos, eu comprei 3 apartamentos aqui, foi uma loucura, mas o Felipe me incentivou a ter imóveis para alugar e eu achei uma boa ideia
Chirley: Três?
Karina: Esse aqui, o que vocês estão e o que a Gisele mora atualmente
Alisson: Nós estavamos vencendo na vida... ela engravidou, eu estava feliz, até que ela... ela...
Eu: Ela te traiu?
Alisson: Não, não teve traição, a Gisele...
Karina: A Gisele arrumou as malas e foi embora, o Alisson queria entender o que estava acontecendo, ela chorava dizendo que precisava ir, e empurrou ele
Alisson: Eu segui ela tentando entender por quê ela estava indo embora do nada, passamos a noite bem, mas nisso que eu a segui ela acelerou mais do que devia e...e...
Karina: Ela bateu o carro, um acidente feio, por pouco não perdeu o bebê, e a família dela diz que a culpa foi do Alisson, ela nunca explicou essa fuga
Chirley: Que loucura... mas... se a família dela odeia o Alisson, como ele trabalhava na metalúrgica do ex-sogro?
Alisson: Ele foi o único que parou pra me ouvir, e a Gisele não contou nem pra ele porque saiu assim
Chirley: Ela disse que no envelope tinha uma resposta... você não quer abrir?
Alisson: Não, não depois do que ela me fez
Eu: E o que ela te fez? Fugiu?
Karina: Não... ela começou um relacionamento
Chirley: Mas isso é normal, não é? A vida segue...
Karina: Ela começou um relacionamento com nosso irmão
Chirley: Espera! Espera! Vocês tem um irmão? Eu pensei que fosse só a Jaqueline!
Alisson: Tem o Allan... e desde que ele começou a namorar com a Gisele eu nunca mais falei com ele
Chirley: Eles ainda estão juntos?
Karina: Pra ela ter dito que ainda ama o Alisson, acho que terminaram
A campainha tocou bem naquela hora, Alisson vestiu uma camiseta e Karina foi ao quarto se trocar, era dona Marta.
Marta: Alisson, podemos conversar?
Alisson: Sim... podemos
Marta: A sós?
Alisson e ela foram para a sacada, o assunto parecia sério, Karina se juntou a eles, Chirley e eu pensamos em ir embora, afinal o assunto parecia grave, Karina chorava, mas ao mesmo tempo, queríamos entender como poderíamos resolver aquela loucura toda.
Alguns minutos depois, Alisson e Karina permaneceram na sacada conversando, Marta sentou-se no sofá com a gente e disse:
- Cuidem do Alisson pra mim, ele vai desabar qualquer hora
Chirley: O que está acontecendo?
Marta: Muita coisa... só não deixem ele fazer alguma besteira
Marta pegou sua bolsa e saiu, com os olhos cheios de lágrimas.
Alisson abaixou a cabeça e ficou em silêncio por muito tempo.
Foi então que mais uma vez, a campainha tocou, nem ele, nem a Karina quiseram atender.
Chirley: Alisson, posso atender?
Alisson: Por favor, vê lá quem é
Chirley abriu a porta, e sem que desse tempo de anunciarmos, o Lorenzo entrou correndo gritando:
- Papaaaaaai
Gisele: Chirley, o Alisson está aí?
Chirley: Sim, tá na sacada
Gisele: A mãe dele já passou por aqui?
Chirley: Ela acabou de sair
Gisele: Droga!
Eu: Está acontecendo alguma coisa?
Gisele: Sim... tá
Alisson: Gisele, o que minha mãe me disse, é verdade?
Gisele: Sim, é... e era o que eu estava tentando te falar esse tempo todo
Alisson: Então fala! O que aconteceu?
Gisele: Eu não sei nem por onde começar.
Alisson: Comece me dizendo por que você fugiu.
Gisele: Porque eu fui obrigada, Alisson.
Alisson: Por quem?
Gisele: Pelo seu pai.
Alisson: Meu pai morreu há anos, Gisele. Não coloca uma história dessas nas costas de um homem que não está aqui para se defender.
Gisele: Eu sei que ele morreu! Mas o que ele fez comigo aconteceu enquanto estava vivo. E você precisa saber que eu nunca escolhi o Allan. Nunca quis me relacionar com ele.
Alisson: O que você está falando?
Gisele: Naquela época, seu pai descobriu que eu estava grávida. Ele me chamou para conversar sem você saber. Disse que eu não tinha condições de fazer parte daquela família e que você estava prestes a fechar o maior negócio da sua vida. Ele não queria que um casamento comigo atrapalhasse seus planos.
Alisson: Meu pai gostava de você!
Gisele: Não, Alisson. Ele fingia gostar quando você estava por perto.
Gisele: Seu pai tinha um acordo com um grupo de investidores. Eles queriam comprar participação nas suas empresas, mas havia uma condição: você precisava se casar com a filha de um dos sócios. Uma mulher que ele considerava adequada para você.
Alisson: Isso não faz sentido. Eu nunca ouvi falar disso.
Gisele: Porque você não sabia. Seu pai estava negociando tudo escondido. Quando descobriu que eu estava grávida, percebeu que você não aceitaria aquele casamento e que poderia abandonar os negócios para ficar comigo e com nosso filho.
Alisson: Então ele resolveu acabar com nosso relacionamento?
Gisele: Ele me mostrou documentos que comprovavam que poderia destruir financeiramente minha família. Seu pai tinha financiado algumas operações do meu pai e possuía garantias sobre propriedades nossas. Disse que, se eu não desaparecesse da sua vida, executaria todas as dívidas, tomaria os imóveis e faria meu pai perder tudo.
Alisson: Meu Deus...
Gisele: Mas não parou aí. Ele também ameaçou tirar Lorenzo de mim. Disse que tinha influência suficiente para fazer parecer que eu era uma mãe incapaz, que poderia conseguir minha internação e me afastar do meu próprio filho.
Alisson: Ele não teria coragem...
Gisele: Teve, Alisson. E eu tenho provas.
Alisson: E onde o Allan entra nessa história?
Gisele: Seu pai me disse que eu precisava aceitar um acordo. Eu deveria desaparecer da sua vida, deixar você acreditar que eu tinha ido embora por vontade própria e, depois que Lorenzo nascesse, assumir um relacionamento com Allan.
Karina: Mas por quê? Por que justamente o Allan?
Gisele: Porque seu pai queria manter o controle sobre mim. Allan trabalhava com ele naquela época, tinha dívidas e dependia financeiramente do pai de vocês. Seu pai prometeu resolver todos os problemas dele se aceitasse participar do plano.
Alisson: Meu irmão aceitou isso?
Gisele: Aceitou. E, com o passar do tempo, deixou de ser apenas um acordo. Ele passou a controlar minha vida, minhas amizades, meu dinheiro e até minhas saídas. Eu não podia falar com você, não podia procurar sua família e muito menos contar a verdade.
Alisson: Você está me dizendo que meu irmão foi colocado na sua vida pelo meu próprio pai?
Gisele: Sim.
Alisson: E o acidente?
Gisele: Naquela noite, seu pai me encontrou antes de eu sair de casa. Disse que tinha descoberto que eu pretendia fugir. Falou que, se eu procurasse você, Lorenzo e minha família pagariam por isso. Disse que você perderia tudo o que tinha construído e que seria responsabilizado por qualquer coisa que acontecesse comigo.
Alisson: Foi por isso que você saiu desesperada?
Gisele: Sim. Eu estava apavorada. Quando você veio atrás de mim, eu não sabia se ele estava mandando alguém nos seguir ou se realmente faria alguma coisa. Eu só queria chegar a um lugar seguro. Quando sofri o acidente, achei que tinha perdido Lorenzo. Passei dias no hospital. Seu pai apareceu lá e me disse que aquilo era um aviso do que poderia acontecer se eu não cumprisse o combinado.
Alisson: Ele provocou o acidente? Como?
Gisele: Eu não sei. Nunca consegui provar. Mas naquela noite, antes de sair, percebi que havia um carro me seguindo. E seu pai sabia exatamente onde eu estava.
Alisson: E como minha mãe sabe disso?
Gisele: Ela descobriu tudo recentemente e me procurou, eu decidi que não podia mais esconder isso. Ela me entregou algumas coisas que encontrou entre os pertences do seu pai, são coisas que estão no envelope que te entreguei.
Alisson pegou o envelope e abriu.
Havia comprovantes de transferências feitas durante anos, todos com a assinatura de seu pai. Mas um documento chamou sua atenção, uma carta, escrita pelo próprio pai, direcionada a Allan.
Gisele: São cópias de documentos, transferências bancárias e algumas cartas. Seu pai pagava Allan para manter o relacionamento comigo e garantir que eu continuasse afastada de você.
Alisson começou a ler em voz alta:
"Allan,
Você sabe o que precisa fazer. Gisele não pode voltar para a vida do Alisson. Se ela conseguir contar a verdade, todos os nossos planos estarão comprometidos. Você tem minha autorização para resolver qualquer problema que surgir. Não quero meu filho envolvido nisso, e muito menos quero que ele descubra o que fizemos para proteger o patrimônio da família.
Lembre-se: quando Alisson assumir definitivamente as empresas, tudo deverá estar sob nosso controle."
Chirley: Tem alguma coisa errada nessa história
Karina: O quê?
Chirley: Que empresas o pai dele está falando? Porque o Alisson tem as próprias empresas
Alisson: Meu pai tinha uma empresa... que o Allan está cuidando. Meu pai não estava tentando proteger minhas empresas. Ele estava tentando tomar o controle delas?
Gisele: Seu pai tinha dívidas enormes. Ele usava seu nome, suas empresas e seus investimentos para esconder operações que você desconhecia. Quando percebeu que você estava crescendo e começando a tomar suas próprias decisões, ficou com medo de perder o controle.
Alisson: Eu passei a vida inteira tentando ser um filho de quem ele tivesse orgulho...
Gisele: Alisson, eu não espero que você me perdoe agora. Só precisava que soubesse que nunca deixei de te amar. Eu não fui embora porque quis. Eu fui embora porque estava tentando proteger nosso filho.
Alisson: O Allan sabe desses documentos?
Gisele: Não, não sabe
Alisson: Igor, você consegue fazer uma coisa por mim?
Eu: O quê?
Alisson: Quero que você vá até a empresa do meu irmão, ele conhece todos nós aqui, você é o único que ele não conhece
Karina: O que você está tramando?
Alisson: Quero que você leve uns papeis, vou imprimir, peça ao financeiro para carimbar, só quero saber quem está trabalhando com ele
Gisele: Você tá desconfiado de alguma coisa?
Alisson: Sim... to, to achando que tem algo bem pior nisso tudo, e eu já entendi toda a história
Eu: Me passa o endereço
Chirley: Amor, pode ser perigoso
Eu: Ninguém me conhece lá
Alisson fez um documento falso, eu peguei um uber e fui até um escritório lindo, e falei a uma secretária:
- Eu vim da empresa Uniduni, e preciso que o financeiro carimbe esse documento pra mim
Secretária: Vou chamar o responsável
Fiquei esperando, 10 minutos depois, quem me atendeu foi o Renan.
Renan: Olá, boa tarde
- Boa tarde... eu preciso só de um carimbo nessas notas
- Eu preciso confirmar se realmente fizemos esse pagamento, deixa eu ver... eu não reconheço essa empresa
- Meu chefe me pediu pra vir aqui
- Eu to me lembrando de você
- De mim? Acho que nunca nos vimos
- Você não é amigo do Alisson?
- So... sou, ma-mas esse documento aqui é de outra empresa, não tem nada haver com o Alisson
- Como você se chama?
- Igor
- Igor, vai embora, antes que o Allan descubra que o Alisson te mandou aqui, você não vai querer morrer a toa
Minhas pernas falharam na hora, eu só peguei o papel de volta e virei as costas, mas ele me chamou novamente com a voz baixa:
- E se o Alisson te perguntar, você não me viu aqui, o financeiro não aceitou o documento, ouviu? Eu sei exatamente onde você mora.
Com essa ameaça eu fiquei me perguntando se deveria falar a verdade ou não, fiquei sem reação, com medo, quando voltei pra casa do Alisson, ele me perguntou:
- E aí, deu certo?
- O... o financeiro não aceitou o papel
- Não tem problema, quem era o responsável? O Renan?
- Nã-não, era um, um... um...
- Fala!
- Um outro cara, ele não se identificou
- Igor, você está me escondendo alguma coisa?
- N-não, eu não...
A campainha tocou, Alisson me encarou como quem havia percebido que eu estava mentindo, e abriu a porta.
- Senhor Alisson?
- Eu mesmo.
- Eu sou a delegada Paula, o senhor pode me acompanhar ao DHPP? Preciso colher um depoimento oficial seu sobre a morte de Rogério Martins
- Meu pai? Tá, eu vou... aconteceu alguma coisa?
- Conversamos na delegacia.
Fomos todos com ele.
Na delegacia, ele ficou lá dentro por quase duas horas. A Karina e eu esperamos num corredor com cadeira de plástico e um bebedouro pingando. Ela não falou nada, só ficou mexendo no celular, e de vez em quando levantava a cabeça pra olhar a porta.
Quando a porta abriu, quem saiu primeiro foi a Paula. O Alisson veio atrás, com o semblante fechado.
Paula: Senhor Alisson, só mais uma coisa, não procure o Allan. Temos provas suficientes contra ele. Transferência, carta com a assinatura do seu pai, o depoimento da Gisele e o seu. Se o senhor sentar com ele antes, ele vai chegar na nossa frente com a versão dele pronta. E o senhor não é bom de mentir.
Alisson: Eu não vou procurar ele.
Paula: Mantenha distância do Allan até a gente ouvir ele. Não atenda telefone, não responda mensagem, se ele aparecer na sua porta, o senhor me liga. E cuidado com o Renan também, ele é o braço direito do seu irmão.
Voltamos para casa, o Alisson foi calado o caminho todo.
Quando chegamos, a Gisele foi no apartamento dele conversar.
- E aí, o que deu?
Alisson: Tem prova de tudo
Gisele: Eu te falei
Alisson: É... falou
Gisele: E o Allan
Alisson: Vai ser intimado
Gisele: Você viu que eu nunca quis me afastar de você?
Alisson: Vi... vi sim
Gisele: E o que me diz disso tudo?
Alisson respirou fundo, olhou para Karina, depois pra mim e disse:
- Gisele, eu amo outra pessoa, eu entendo que você não teve culpa de tudo que aconteceu, e te peço perdão por ter sido injusto com você, mas muito tempo se passou e... meu coração é de outra pessoa agora
Eu vi um sorriso se formar no rosto de Karina, mas também vi Gisele ficar com os olhos cheios de lágrimas, era estranho eu querer que ele ficasse com a Gisele apesar de tudo, me parecia mais justo, mas ao mesmo tempo, a Karina tinha vencido barreiras para namorar com o próprio irmão.
Gisele: Alisson, tem alguma coisa estranha
Alisson: O quê?
Gisele: Foi uma delegada do DHPP?
Alisson: Isso
Gisele: Então estão suspeitando que mataram seu pai, não que ele morreu
Alisson: Ela me explicou isso, estão suspeitando do Allan, que ele fez isso afim de ficar com os patrimônios dele, e tem provas suficiente
Gisele: Toma cuidado
Alisson: Sim, tomarei
Gisele: Bom, eu vou... vou pra casa, vamos Lorenzo?
Gisele pegou o filho e saiu, dava pra sentir sua tristeza.
Assim que a porta se fechou, Karina o abraçou e disse:
- Eu sei que você podia ficar com ela, e que ainda deve amá-la, mas obrigada por me escolher
O abraço do Alisson foi forte, e eles se beijaram, mas logo em seguida a campainha tocou.
Karina abriu, era Jaqueline.
Jaqueline: O que tem pra comer?
Karina: Ninguém fez comida hoje não, acabamos de chegar da delegacia
Jaqueline: Delegacia? O que houve?
Karina explicou tudo, Jaqueline parecia não estar nem sequer ouvindo e respondeu com:
- Tem pudim?
Karina: Porra Jaqueline, o mundo acabando e você pensando em comida?
Jaqueline: To com fome, a mãe não fez nada hoje
Alisson: E por que você não fez?
Jaqueline: Porque eu to com preguiça hoje
Ela abriu a geladeira e pegou um pote de danone grego, sentou-se no sofá, colocou em uma série e ficou assistindo.
Chirley: A Jaqueline é bem doidinha
Karina: Pior que ela sempre foi assim
Jaqueline: Alisson...
Alisson: Oi?
Jaqueline: Vai começar a me pagar o dinheiro?
Alisson: Vou, dia 08 eu te mando uma parte
Jaqueline: Não foi esse o combinado...
Alisson olhou fixamente para ela, que foi abrindo as pernas devagarinho com carinha de puta, Chirley pegou nas minhas mãos e disse:
- Vamos descer
Jaqueline: Se vocês participarem o desconto é maior
Chirley: Jaqueline, a gente não tá a vontade com isso, parece que você tá comprando o Alisson, mas o Igor não foi comprado não
Jaqueline: Comprei... e vou comprar tim tim por tim tim, se o Igor quiser ajudar o Alisson a terminar a dívida mais rápido, eu iria amar
Alisson: Não acho legal ficar me cobrando com sexo, prefiro pagar... você sabe que eu to namorando com a Karina, chega a ser desconfortável pra mim
Jaqueline: Você tem 2 milhões?
Alisson: Não, não mais, eu acertei parte das dívidas
Jaqueline: Então acho que você vai ser meu garoto de programa, e eu já paguei antecipado, se a namoradinha quiser participar vou amar ter a língua dela na minha bucetinha
Karina: Jaque... vamos se respeitar como família?
Chirley: Igor! Vamos?
Jaqueline: Fica, Igor, por favor?
Chirley: Jaqueline...
Jaqueline: Ai Chirley... vem cá vai, você é tão gostosa! Quero vocês, todos vocês
Karina: Você tá fazendo parecer que temos uma obrigação
Jaqueline: Na verdade meu acordo foi apenas com o Alisson, mas sim, eu quero adoro quando todos nós transamos
Chirley: Eu não vou participar disso, desculpa, mas resolva seu problema com o Alisson, Igor, vamos!
Chirley e eu saimos, confesso que eu estava louco pra foder aquela putinha, mas me fiz de bobo, a Chirley me perguntou diversas vezes se eu estava com tesão na Jaqueline, e eu menti dizendo que não, pra resumir, eles transaram aquele dia, nós não participamos, então não sei descrever o que fizeram, só sei que Jaqueline dormiu lá, porque na manhã seguinte eu estava saindo para trabalhar e peguei o elevador com ela.
Jaqueline: Bom dia
- Bom dia
- Indo trabalhar?
- Sim, to sim
- Ficou com vontade de me foder ontem?
- Você não tem filtros né?
- Por que teria? Não somos amigos
- É que... chega a ser indelicado, eu me atraio por garotas bobinhas, não gosto muito de gente atirada
- Não gosta? Porque eu estava louca pra te dar meu cuzinho, ontem sua pica fez falta, o Alisson fode bem, é roludo pra caralho, mas nada se compara a dois machos fodendo junto
- É... é gostoso transar em suruba
- Da próxima vez, participa
- Você não pode ficar cobrando o Alisson assim, vai acabar prejudicando ele com a Karina
- Tem razão
- Sim
- É por isso que vou aceitar você pagar no lugar dele
- Jaqueline, eu... eu sou casado
- Eu sei ué
- E mesmo assim você me fala uma coisa dessas?
- Igor, eu não preciso de você e do Alisson pra me foder, mas a sensação de poder é o que me atrai, eu sou a idiota da família, a sonsa, a que ninguém dá valor, por isso, eu vou me aproveitar dessa dívida, e se você tá com dó do Alisson, assume o lugar dele
- Eu não posso me meter nisso
- Claro que não, né? Você é certinho demais pra comer um cuzinho escondido da sua esposa
- Não me provoca
A Jaqueline apenas piscou pra mim e sorriu, fui trabalhar pensando se deveria aceitar "ajudar" o Alisson ou se não me metia nisso, era tentador, mas a Chirley não me perdoaria se soubesse, quando cheguei na metalúrgica, fui demitido, meu chefe alegou que a empresa estava em cortes, mas sinceramente acho que era relacionado ao Alisson, voltei pra casa chateado, a Chirley tinha ido trabalhar, a Karina não estava por lá, então mandei mensagem pro Alisson e ele estava em casa, subi para lhe fazer companhia, sentamos no sofá e eu disse:
- A Jaqueline me propôs pagar parte da sua dívida fodendo ela
- A Jaque vai se aproveitar disso até eu conseguir pagar ela
- E você conseguiu recuperar a empresa
- Não... só paguei as dívidas, mas reverter uma falência é muito burocrático, o Felipe disse pra eu não lhe devolver o dinheiro agora, usar pra abrir uma nova empresa
- Acho bom
- Acho que vou usar isso pra pagar a Jaqueline, tá foda ficar tendo que comer ela
- Vai falar que não tá gostando
- To... to gostando sim, a bucetinha dela aperta bem meu pau, mas a Karina não tá feliz com isso
- Eu imagino, mas você não foderia a Jaqueline escondido dela? Pelo menos pra ir pagando
- Talvez sim, se ela continuar me pressionando desse jeito eu posso ir adiantando alguns pagamentos, só me sinto mal pela sensação de estar sendo comprado
- Em partes é gostoso, pagar coisas com sexo
- Igor...
- Oi?
- E a gente?
- A gente? A gente quem?
- Nós dois
- O-o que tem?
- Você gosta de ficar comigo?
- Fi-ficar? Do que você tá falando?
- To falando que eu amo ficar com você, te beijar, transar, você me traz tranquilidade em meio a tudo isso que tá acontecendo
- Sério que se sente assim comigo?
- Cara, a Gisele tá no meu pé querendo voltar, eu to namorando minha irmã, meu irmão pode ter mandado matar meu pai, meu pai que tirou a Gisele da minha vida, minha irmã me usando como prostituto... a única coisa normal que eu tenho é você
- Normal não é né? Dois héteros se pegando você acha normal?
- Eu não sou hétero
- Não?
- Não, eu sou gay, Igor
- Gay não né? Você é bi... tá namorando a Karina, fodendo a Chirley e a Jaque
- É... to, mas sinceramente, eu gosto mais de homem, não faço questão nenhuma de ficar com mulher
- Alisson, para de viadagem, você tem um filho com mulher, fode pra caralho com as meninas e tá com papo de que gosta de homem?
- Você não percebeu ainda?
- Percebi o que, porra?
- Eu gosto de você
- Sai fora!
- Eu to gostando muito da Karina... acho que está sendo bom, mas eu ainda sinto que to fodendo minha irmã, beijando minha irmã, eu gosto disso, pela putaria, e sim, eu a amo, a vejo como uma gostosa... mas o nosso beijo Igor...
- Nem termina essa viadagem aí, eu gosto de mulher! De buceta!
- Certo... desculpa
- Desde quando você percebeu que é... gay?
- Desde a adolescência
- Cara, não é possível, olha pra você, você é o machão porra
- Desde minha adolescência eu gostava de comer os moleques da minha rua, eu me relacionei muito sério com a Gisele, mas depois dela eu sinceramente me desliguei completamente
- Aquele dia que você chupou minha rola, foi a primeira vez que você mamou?
- Não, não foi... eu já fiquei com uns dois caras, mas só fiquei, foi num aplicativo, marquei e fodi eles
- E você tá me confessando que você prefere pau do que buceta?
- Não foi isso que eu disse, eu disse que prefiro homem
- Não é a mesma coisa?
- Eu prefiro foder seu cuzinho, do que foder a buceta da Karina
- Não fala isso mano, a bucetinha da Karina é uma delícia
- Seu cu também
- Alisson, para...
- Paro não... vem cá
Alisson pegou em minhas mãos e eu só aceitei meu destino sentando em cima dele, começamos a nos beijar, um beijo gostoso de língua, tiramos a roupa e eu desci para o chupar, agarrei aquela rola enorme, chupei com calma, sem pressa, lambendo das bolas até a cabeça, eu me posicionei para sentar, mas Alisson me ergueu e engoliu meu pau, ele chupou gostoso, com urgência, depois eu encaixei seu pau em meu cuzinho, estava dolorido para entrar, mas foda-se, a dor é prazerosa, aquela rola grossa me arrombava, eu suava tentando aguentar, e ele pacientemente segurava minha bunda enquanto eu descia de pouquinho em pouquinho, quando finalmente laceou eu comecei a sentar mais rápido e o beijava na boca, com os nossos rostos próximos eu gemia olhando pra ele, meu pau babava, e eu gemi:
- Aiii caralho, eu amoo seu pau
- Eu sei que ama, aaa
- Porra Alisson... você não deveria ter me falado aquelas coisas, aiiii
- Issoooo, geme pra mim! Que cuzinho gostoso
- Aiiii, aiiii meu cuzinho, fooode caralho
- Isso... issoooo, aaaa
Eu afundava o pau dele todo dentro de mim, sentei com vontade, a sala era coberta pelos sons da minha sentada, estava uma delícia, logo ele me pôs de quatro, deu um tapa forte em minha bunda e começou a me foder, ele me segurava firme, me dominando como se eu fosse uma puta, eu empinei bem a bunda e me punhetava sentindo sua rola entrando e saindo, naquela hora eu descobri que eu amava pau, eu já havia gostado de dar pra ele, mas aquela foda me fez amar dar meu cuzinho, e assim Alisson me apertou:
- Eu vou gozar!
- Aiiii caralhoooo, goza, aiii, enche meu cuzinho
Alisson começou a gozar, ao mesmo tempo ouvimos a porta abrir, não havia tempo de tirar, não havia tempo de correr, só de terminar de receber sua porra e de ser flagrado.

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