#Incesto #Teen

as duas mulheres do pai

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darkfic69

Assim que Cecília viu o pai entrar pela porta da sala, ela largou tudo e correu. Pulou no colo dele, as pernas envolvendo a cintura do homem, os braços firmes no pescoço.
— Papai, que saudade!
— Nossa, filha, você cresceu bastante... — ele riu, equilibrando o peso dela. — Dá até pesada, mal consigo te segurar no colo.
Ele matou a saudade dando um beijo na boca dela. Um beijo demorado, molhado, que Cecília retribuiu sem hesitar.
— Ora, papai, óbvio que ia crescer. Faz mais de cinco anos que o senhor não vem pra casa. Já virei mulher agora.
— Realmente, que mulher você virou... — ele disse, os olhos descendo para o decote da filha, fixos nos seios enormes que saltavam da blusa.
Foi nesse momento que Gerluce surgiu na sala, o avental ainda amarrado na cintura. Ela correu e se jogou nos braços do marido.
— Roberval, nem ligou pra avisar que chegava. — ela disse, a voz embargada.
Ele agarrou a esposa com força, puxando o corpo dela contra o seu. Deu um beijo longo, a língua entrando, e uma tapa forte na bunda de Gerluce.
— Eu tava morrendo de saudade da minha esposa. Não vejo a hora de matar a saudade dessa sua buceta. — ele sussurrou, a mão deslizando por baixo da saia dela, segurando firme a boceta molhada.
— Nossa, amor, chegou cheio de tesão. — Gerluce riu, o corpo arrepiado.
Ele abriu os braços e agarrou as duas, puxando a filha e a esposa para um abraço triplo.
— Que bom estar de volta, nos braços dos meus dois amores... minha filha e minha esposa.
— Vou preparar a janta, amor.. — Disse Gerluce.
Enquanto a esposa foi para a cozinha, Roberval sentou-se no sofá ao lado da filha. A mão dele pousou na coxa dela, os olhos percorrendo o corpo que tinha crescido sem ele.
— Então, filha... me conta tudo que você fez nesses cinco anos. — ele disse, a mão subindo devagar pela coxa.
— Papai... você quer mesmo saber? — Cecília inclinou o corpo, os seios pressionando o braço dele.
— Quero sim. Quero saber como minha filhinha virou essa mulher gostosa.
— Bastante academia. Apesar que ultimamente nao estou indo malhar por isso que engordei um pouco.
— Aposto que tem bastante homens atrás de você.
— Quem dera, pai. Ainda sou virgem.
— Mentira, sério?
— Ora, fiz a promessa, esqueceu? Antes de sair de casa você me pediu pra eu continuar pura como uma flor. Todas as minhas amigas já perderam a virgindade há muito tempo, e eu com meus dezenove continuo pura. Não deixei nenhum pau entrar na minha boceta.
Ela se levantou, deu algumas voltas na sala, o pai ainda incrédulo como a filha tinha ficado tão gostosa. Os seios enormes balançando, a bunda redonda, as curvas que ele nunca tinha visto.
— Tira a roupa, quero ver como você cresceu.
Cecília obedeceu. Tirou a blusa, o sutiã, a calça, a calcinha. Ficou nua diante do pai, seios grandes e firmes, mamilos duros e rosados, bunda enorme redonda, a buceta cheia de pelos crespos, as coxas grossas.
O pai ficou admirado com a nudez da filha.
— Que mulher linda você se tornou...
Gerluce chegou com a notícia.
— O jantar está servido.
— Eu estou aqui vendo nossa filha nua. Ela realmente cresceu. Virou uma linda mulher.
A mãe se aproximou, ficou ao lado da filha, olhando a nudez da menina.
— Nossa filha virou uma bela mulher. Os vizinhos estão loucos pra namorar com ela. Mas ela insistiu em ficar virgem esperando o pai chegar.
Roberval mandou a esposa também tirar a roupa. Gerluce obedeceu, ficando nua ao lado da filha. As duas ali, mãe e filha, a versão mais velha e a mais nova.
— Que coisa mais linda. A versão mais velha e a mais nova. Cecília tem o corpo igual ao da sua mãe quando tinha sua idade, e sei que terá o mesmo corpo da sua mãe quando tiver a idade dela.
Ele levantou e abraçou as duas. Apalpou os seios da filha, apertando com força, sentindo o peso e o calor. Depois apertou os seios da esposa, comparando o tamanho.
— Dava saudade desses peitos deliciosos. — ele se inclinou e mamou as tetas da esposa, a boca sugando o mamilo duro, a língua girando em volta.
Cecília se aproximou, os seios um pouco menores que os da mãe, os mamilos já duros de tesão.
— O que foi, filha? Quer que eu mame os seus?
— Sim, pai. Chupa os meus peitos!
Ele segurou firme os seios da filha e chupou, mordendo delicadamente os mamilos duros. A boca alternava entre os seios da mãe e da filha, mamando um, depois o outro, as duas gemendo.
Depois, a mão dele desceu. Tocou a buceta da esposa, sentindo o calor, a umidade. Ajoelhou-se e deu uma chupada naquela bocetão, a língua entrando fundo, fazendo Gerluce gemer alto.
Cecília não aguentou o tesão. Começou a se masturbar ali mesmo, os dedos esfregando o clitóris rápido, vendo o pai chupar a boceta da mãe.
— Safadinha, dando uma siririca...
— Sim... — ela gemeu, os olhos fixos na cena. — É tão gostoso ver o senhor chupando a boceta da mãe...
O pai levantou o rosto e olhou para a filha. Segurou firme a bunda dela, puxando-a para mais perto. Abriu as pernas da menina e ficou olhando para a buceta, abrindo a xoxotinha com os dedos, esticando os lábios grossos e rosados.
— Que bucetinha linda você tem, filha… Toda coberta por esses pelinhos. É igualzinha à da sua mãe.
— Aaaiii, papai… obrigada! — gemeu Cecília, e os dedos dela já começaram a se mexer sozinhos no próprio clitóris.
Roberval baixou a cabeça e cheirou as duas bucetas ao mesmo tempo, sentindo o calor e o cheiro forte que subia das duas.
— Chupa, pai… — pediu ela, a voz ofegante e cheia de vontade. — Faz igual você fez com a mãe… chupa a minha buceta!
— Que que eu chupe? — provocou ele, com a boca bem pertinho, roçando o hálito quente na pele dela.
— Isso! — gritou baixinho, sem parar de se tocar.
— Então vou dar uma chupadinha nessa sua bucetinha deliciosa.
Ele agarrou com força as coxas da filha e enfiou a cara direto na buceta. A língua quente e molhada deslizou pelos lábios, percorreu toda a fenda, lambendo tudinho — o clitóris, a entrada, os pelinhos já úmidos. Lambeu com fome, com gosto, devorando-a como quem prova uma fruta proibida.
Cecília não esperava que fosse tão intenso. Um gemido alto escapou-lhe da garganta:
— Aaaahhh…
— Amor, chupa devagar… — pediu Gerluce, apertando a mão da filha.
Roberval puxou as coxas de Cecília e apoiou nos ombros, abrindo a buceta dela por completo. A língua continuou explorando cada cantinho: os lábios inchadinhos e sensíveis, o clitóris já duro e saltado, a entrada escorregadia, os pelos pubianos brilhando de saliva. Não sobrou um centímetro que ele não tivesse lambido e saboreado.
— Pronto… agora a sua buceta está batizada com a minha saliva — disse ele, levantando o rosto.
Roberval estava todo animado. Levantou-se, soltou o cinto e a calça caiu no chão.
— Que tal retribuir a mamada? — perguntou ele, segurando o pau duro na mão.
As duas soltaram uma risadinha ansiosa, mordendo os lábios de tesão. A esposa estava atiçada demais.
— Faz tanto tempo que não chupo um pau… Desde o dia que você viajou a trabalho fiquei te esperando chegar. Mesmo com tanta tentação pelo caminho, continuei fiel, só esperando o dia de você voltar pra matar essa sede.
— Já eu não posso dizer o mesmo… eu já chupei bastante pau — disse a filha com uma risadinha.
— Pensei que era virgem, filha.
— Ah, pai… sou virgem de buceta, não de boca — respondeu ela, com aquele sorriso safado.
Roberval abaixou a calça de vez, mostrando o membro duro e grosso. A esposa não aguentou esperar: ajoelhou-se diante do marido, segurou firme aquela rola que conhecia tão bem e começou a devorar. Enfiou tudo na boca, chupando, lambendo, sentindo o cheiro forte daquele pau.
— Aaaahhh… que delícia de piroca… senti tanta saudade desse seu pau grosso, meu amor…
Ele segurou firme os cabelos da esposa, guiando a cabeça dela entre as pernas, sentindo aquela boca gulosa sugar a cabecinha do seu pau.
— Isso, querida… continua mamando a rola do seu marido… como eu estava com saudade dessa sua boca… Mas vai com calma, não quero gozar ainda. Ainda tem a sua filha.
Cecilia ajoelhou-se ao lado da mãe, olhando aquele membro com ansiedade.
— Vem, filha… dá uma chupada na rola do seu pai. É assim que se faz…
— Não precisa me ensinar, mãe. Eu sei fazer boquete. Pratiquei bastante com os meus amigos.
— Desde quando?
— Ora, mãe… o que acha que acontecia quando eu ficava trancada com os amigos da faculdade? Com certeza não era pra estudar, né?
Cecília segurou firme o membro do pai e o levou à boca, chupando devagar e com vontade.
— Nossa… que chupada gostosa, Cecília… Você realmente leva jeito nisso. Se continuar assim, o papai vai gozar.
Ela segurou firme as bolas dele, acariciando e manuseando aqueles testículos. Enquanto chupava a pica, não tirava os olhos do rosto do pai, aqueles olhos verdes enormes fitavam cada expressão de prazer dele.
Gerluce observou o marido gemer alto; ele nunca tinha gemido daquele jeito, nem mesmo quando ela o chupava. Reparou no jeito que a filha fazia: era intenso, parecia até melhor do que o dela.
— Amor, deixa eu terminar… — pediu ela.
— Não, Gerluce… deixa a sua filha terminar… ela é muito experiente no boquete… aaaahhh… que boca gostosa… não vou aguentar, vou gozar…
Ele gozou, ejaculando toda a porra quente na boca de Cecília. Ela engoliu tudo, como quem bebe água com sede. Depois ainda lambeu cada gota que sobrou na cabecinha do pau.
— Nossa… foi o melhor gozo que já provei. Adoro engolir porra. Se pudesse, meu café da manhã seria pão e porra — disse ela, rindo leve, com a boca melada branca.
Roberval caiu exausto no sofá, sorrindo satisfeito.
— Como é bom estar de volta… lar doce lar!

Comentários (5)

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  • Vine0919: Muito bom, em família é muito gostoso. t vine0919

    Responder↴ • uid:g3ipuf2qj
  • Lg: Se a esposa n ficar com ciúmes kmmm

    Responder↴ • uid:g62k82k0c
  • juniortomaz: Sonho de consumo 😍

    Responder↴ • uid:1enq85bej432
  • padrasto: sou louco pra fazer isso com minha princesa enteada gostosa e minha mulher perfeita

    Responder↴ • uid:1d6kfab3hyka
    • Komiketo: E Por nque não, amigo? Vivo há quase 10 anos com minha esposa e enteada. É maravilhoso. Tenta...

      • uid:8d5rtu2oia