#Coroa #Estupro #Sado

Diversão feliz

2.7k palavras | 0 | 5.00 | 👁️
Sasqwstch

"Você acha que as nuvens são feitas de algodão-doce ou de lã?"

Lúcia perguntou isso enquanto balançava as pernas no limite da cama, os olhos fixos no teto branco da clínica. Ela tinha aquela risada fácil, que escapava como bolhas de sabão, e uma maneira de observar o mundo como se tudo fosse a primeira vez que estivesse vendo. Para quem a olhasse de longe, Lúcia era apenas uma menina de dezoito anos com a pele alva e o olhar perdido; para quem convivia com ela, era claro que a mente dela habitava um lugar onde o tempo não corria e as responsabilidades não existiam. Ela vivia em um eterno presente, protegida por uma simplicidade que a tornava vulnerável e doce ao mesmo tempo.

O enfermeiro Marcos entrou no quarto trazendo a bandeja de remédios, sorrindo daquele jeito que sempre acalmava os pacientes. Ele era o preferido da ala, o homem que sabia exatamente como lidar com as crises de ansiedade e as confusões mentais. Lúcia adorava a companhia dele porque ele não a apressava e não falava com ela como se ela fosse uma criança pequena, embora soubesse exatamente quais palavras usar para mantê-la tranquila. Ele se aproximou devagar, colocando a bandeja sobre a mesa de metal, o som do ferro ecoando no silêncio do corredor.

"Acho que são feitas de açúcar, Lúcia. Mas se forem de lã, as ovelhas devem ficar muito confusas", ele respondeu, rindo baixo enquanto organizava as doses de medicação.

Lúcia soltou uma risadinha, balançando o corpo para frente e para trás, encantada com a ideia de ovelhas confusas. Ela não percebeu quando Marcos fechou a porta do quarto, girando a chave com um clique seco que ecoou como um tiro no ambiente estéril. O sorriso dele não mudou, mas o olhar tornou-se pesado, como se ele estivesse finalmente tirando uma máscara que apertava demais o rosto. Ele se aproximou dela, não com a pressa de quem administra um remédio, mas com a lentidão de quem estuda uma presa que não sabe que está cercada.

"Sabe, Lúcia, tem coisas que a gente não aprende nos livros, mas que o corpo sente", ele sussurrou, a voz agora rouca, deslizando a mão pelo ombro da menina. Lúcia piscou, confusa, mas sorriu, confiando plenamente naquele homem que representava a única gentileza em sua rotina de paredes brancas. Ele a empurrou suavemente para trás na cama, e o movimento brusco fez a menina soltar um pequeno grito de surpresa, achando que era apenas mais uma das brincadeiras dele.

Marcos não perdeu tempo. Com movimentos mecânicos, ele despiu a menina, expondo a pele pálida ao frio do quarto. Seus dedos, antes precisos para as doses de medicação, agora apertavam a carne de Lúcia com força, explorando a buceta dela com uma urgência gélida. Lúcia tentou perguntar o que estava acontecendo, mas a voz sumiu quando ele forçou a pica contra a entrada dela, rasgando a inocência daquele corpo sem aviso. A dor veio como um choque, fazendo-a arquear as costas e procurar o teto, mas Marcos abafou o choro dela com a palma da mão, enterrando-se nela com uma violência que contrastava com a calma de minutos atrás.

Enquanto ele gozava dentro dela, num espasmo de poder e desprezo, Lúcia sentia o mundo girar. Ela não entendia a diferença entre o carinho que imaginava e a invasão que sofria; para ela, tudo era apenas um borrão de sensações confusas e medo. Marcos afastou-se, a respiração ofegante, olhando para a menina que agora tremia, com a xota marcada pelo sangue e pelo sêmen, os olhos arregalados tentando processar a traição daquele sorriso que ela tanto amava.

Marcos permaneceu imóvel por alguns segundos, observando a respiração errática de Lúcia. Ele sentia o calor do próprio sêmen escorrendo pela xota dela, misturando-se ao sangue do rompimento, criando uma mancha úmida e viscosa no lençol branco. Para ele, aquele corpo não era de uma pessoa, mas de um objeto que ele acabara de usar e que agora, subitamente, tornara-se irrelevante. Ele olhou para a buceta dela, ainda pulsando em choque, e sentiu um desprezo profundo pela fragilidade que Lúcia emanava.

Com um movimento lento, ele se levantou e começou a recompor as próprias roupas. A rola, agora flácida e fria, não trazia mais a urgência do desejo, apenas o vazio de quem consumiu algo sem ter fome. Ele não olhou para o rosto da menina, que continuava fixo no teto, como se tentasse encontrar as nuvens de algodão-doce para fugir daquela realidade. O silêncio do quarto era interrompido apenas pelo som do tecido do uniforme de enfermeiro sendo ajustado, um contraste cruel com a desordem carnal que acabara de acontecer.

Lúcia tentou mover a mão, buscando a borda da cama, mas Marcos foi mais rápido. Ele se inclinou sobre ela, o rosto agora desprovido de qualquer rastro de gentileza. Ele não queria deixar rastros, nem testemunhas de sua súbita mudança de humor. Seus dedos, que antes haviam explorado a carne dela com violência, agora subiram para o pescoço da menina. Ele apertou com força, sentindo a traqueia de Lúcia resistir por um instante antes de ceder sob a pressão calculada de seus dedos.

A menina abriu a boca para pedir ajuda, mas o som que saiu foi apenas um gorgolejo abafado. Seus olhos, outrora cheios de curiosidade e luz, começaram a se arregalar enquanto o oxigênio lhe era roubado. Marcos apertava com precisão, sentindo cada batida do coração dela desacelerar sob sua palma. Ele observava a pele alva de Lúcia tornar-se arroxeada, as veias do pescoço saltando em um esforço desesperado por ar que nunca chegaria.

Lúcia ainda lutava, mas era uma luta desorganizada, como se as partes do seu corpo não entendessem mais a quem pertenciam. Enquanto o ar lhe faltava, a sensação visceral daquela invasão ainda pulsava entre suas pernas. A buceta, dilacerada e úmida, parecia queimar em um ritmo diferente do sufocamento no pescoço; era um calor viscoso, onde o sêmen de Marcos se misturava ao sangue, criando uma nata pálida que escorria lentamente para o cu, sujando a pele delicada daquela região que ele havia ignorado na pressa do ato. Para Lúcia, o mundo estava se tornando um borrão de cores escuras e sensações agudas, onde a dor da xota e a pressão no pescoço fundiam-se em um único grito mudo.

Marcos, porém, não estava satisfeito apenas com o silêncio da respiração. Em um último impulso de crueldade, ele soltou o pescoço dela apenas para deslizá-la para a borda da cama, expondo novamente a genitália marcada. Ele observou a pica, agora recolhida e fria, enquanto olhava para a bagunça que deixara para trás. Com um riso seco, ele usou o dedo para remexer a mistura de gozada e sangue que ainda repousava na entrada da vagina dela, sentindo a textura pegajosa. Era como se ele quisesse marcar a carne de Lúcia com a prova do seu domínio, transformando o prazer egoísta em uma assinatura de morte.

O corpo de Lúcia deu um último espasmo, as costas arqueando enquanto os olhos buscavam, desesperadamente, qualquer ponto de luz no teto branco. Ela queria perguntar sobre as ovelhas, queria saber se o açúcar das nuvens ainda existia, mas a traqueia estava esmagada. O silêncio voltou a reinar no quarto, mas agora era um silêncio pesado, carregado pelo cheiro de ferro e fluidos corporais. Marcos sentiu o corpo da menina amolecer sob suas mãos, a resistência final cedendo ao vazio.

Ele se afastou com a calma de quem termina um turno de trabalho entediante. Com um pano descartável da bandeja de remédios, ele começou a limpar a pele de Lúcia, não por piedade, mas para apagar a evidência daquela violência. Ele limpou a xota dela com movimentos bruscos, removendo o excesso de sêmen e sangue, deixando a pele irritada e avermelhada, mas superficialmente limpa. A rola dele, agora totalmente irrelevante, estava escondida sob o tecido impecável do uniforme, enquanto ele organizava a bandeja, colocando cada copinho de plástico no lugar exato.

"Quem diria que o silêncio poderia ter um cheiro tão forte?"

Marcos murmurou para si mesmo, observando o corpo inerte de Lúcia. Ele não estava pensando na morte, mas na química residual que pairava sobre o lençol. Seus olhos desceram novamente para a região íntima da menina, onde a anatomia da violência ainda estava fresca. Mesmo após a limpeza superficial, a xota dela permanecia aberta, como uma ferida que não sabia como se fechar, expondo a mucosa avermelhada que contrastava com a brancura do lençol. Ele sentiu um impulso final de curiosidade mórbida e, com a ponta do dedo, tocou a borda da buceta, sentindo o calor residual que ainda emanava daquela carne dilacerada.

Lentamente, ele deslizou a mão para trás, sentindo a textura do cu de Lúcia, que agora estava frio e imóvel. A mistura de sêmen e sangue, que ele chamava mentalmente de gozada, havia deixado um rastro viscoso que grudava na pele, criando uma cola orgânica que unia o corpo da menina à cama. Para Marcos, observar aquela vulnerabilidade extrema era como olhar para um mapa de conquista; ele sentia a rola pulsar levemente, não por desejo, mas por um reflexo de poder. Ele imaginou a pica dele como uma estaca que havia marcado aquele território, reivindicando a posse de alguém que nunca teria a capacidade de protestar.

Ele se afastou da cama e caminhou até o espelho do quarto, ajustando a gola do uniforme. O reflexo mostrava um homem impecável, o enfermeiro exemplar que todos confiavam. No entanto, por baixo do tecido branco, ele sentia a lembrança do atrito, a memória tátil de quando a carne dela resistira por um segundo antes de ceder. Ele começou a rir, um som baixo e seco que não chegava aos olhos. A ironia era deliciosa: ele passara meses cuidando de Lúcia, administrando doses precisas de sedativos, apenas para que, no fim, a dose final fosse a de um silêncio eterno.

"A pica é a chave, a buceta é a fechadura, e o cu é o segredo que ninguém deveria descobrir."

Marcos sussurrou essa frase para o vazio, como se estivesse recitando um mantra profano enquanto observava o corpo de Lúcia. Ele ficou parado por um instante, fascinado pela geometria do crime. A rola dele, agora quiescente, parecia vibrar com a memória do impacto, enquanto ele imaginava a anatomia daquela menina como um mapa de territórios conquistados. Ele olhou para a xota dela, ainda aberta e vulnerável, e sentiu que a gozada que deixara para trás não era apenas fluido, mas uma marca de propriedade, um selo de silêncio que agora selava a existência de Lúcia para sempre.

Ele se aproximou do corpo mais uma vez, não movido por luxúria, mas por uma curiosidade técnica. Com a ponta dos dedos, ele começou a traçar o contorno da buceta, sentindo a mucosa quente que ainda resistia ao resfriamento da morte. Havia algo de hipnótico na forma como o sangue e o sêmen haviam criado uma nata pálida e viscosa, que escorria lentamente para o cu, manchando a pele delicada com a evidência de sua invasão. Marcos sorriu, sentindo-se como um artista que finaliza a moldura de uma obra grotesca; para ele, a carne dilacerada de Lúcia era a tela perfeita onde ele havia pintado sua própria onipotência.

Ele se afastou da cama com passos lentos, o som de seus sapatos de borracha rangendo no piso de linóleo. A calma que o envolvia era quase glacial, contrastando com a tempestade de sensações que Lúcialy sentira antes de apagar. Marcos caminhou até a janela, observando a luz do sol filtrar-se pelas persianas, criando listras de sombra e luz que cortavam o quarto como grades de uma prisão. Ele sabia que o tempo agora era seu aliado; a clínica era vasta e a rotina previsível, e Lúcia era invisível o suficiente para que sua ausência de reações não fosse notada por algumas horas.

O IML leva a menina e Marcos um legista ficou com ela e ele não resistiu e gozou na xota dela.

Marcos sentia a adrenalina recuar, deixando para trás um vazio gélido que ele tentava preencher com a observação meticulosa do corpo. Ele se aproximou do leito mais uma vez, movido por um impulso obsessivo de ver até onde aquela marca de posse chegava. Seus dedos deslizaram novamente, quase mecanicamente, explorando a pica do prazer que ele sentira ao dominar a fragilidade dela. Ele observou a buceta de Lúcia, que agora, no silêncio da morte, parecia um portal aberto para o nada, onde a gozada seca começava a endurecer, colando a pele delicada ao tecido do lençol.

A curiosidade dele, porém, não se limitava à frente. Com um movimento lento e deliberado, ele afastou as pernas inertes da menina e mergulhou o dedo no cu dela, sentindo a resistência fria do esfíncter que já não tinha força para se fechar. A rola de Marcos, embora estivesse flácida, pulsou com a lembrança do atrito; era como se ele precisasse de uma confirmação tátil de que ela não voltaria a se mover. Ele sentiu a viscosidade do sêmen que escorria para trás, lubrificando a entrada daquele canal secreto, transformando a xota e o cu em um único território de fluido e sangue.

Ele soltou um suspiro pesado, sentindo-se como um colecionador que acabara de catalogar sua peça favorita. A imagem daquela carne dilacerada, marcada pela sua invasão, era a única coisa que lhe trazia satisfação naquele momento. Ele não via mais a menina que perguntava sobre nuvens de algodão-doce; via apenas a anatomia de um objeto que ele havia desmontado com precisão cruel. A gozada que ainda manchava a pele alva de Lúcia era, para ele, a assinatura final de um contrato que ela nunca assinou, mas que ele impôs com a força de seus dedos e de sua carne.

Com a calma de quem organiza uma gaveta de remédios, Marcos começou a vestir Lúcia. Ele puxou a camisola sobre o corpo dela com cuidado, escondendo a buceta avermelhada e o cu manchado, selando a cena sob o tecido branco e impessoal. Ele sabia que a morte tem um cheiro específico, mas naquele quarto, o odor predominante ainda era o de sêmen e ferro, uma mistura que ele aspirou profundamente antes de dar o último passo em direção à porta.

Ao sair, ele não olhou para trás. Ele girou a chave novamente, mas desta vez o clique não soou como um tiro, e sim como um ponto final. Enquanto caminhava pelo corredor, Marcos já estava planejando o sorriso que daria para a enfermeira do turno seguinte, a mesma expressão de bondade e eficiência que mascarava o monstro que acabara de deixar um rastro de fluidos e silêncio no quarto 402.

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos