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O hotel dos dildos

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doida por dildo

nao sabiam desse tipo de hotel Quando o carro parou no estacionamento de terra e viram as placas escritas “Praia Naturista – Vestimenta Opcional /

Eles tinham reservado a casa de praia sem ler os detalhes do anúncio direito. Quando o carro parou no estacionamento de terra e viram as placas escritas “Praia Naturista – Vestimenta Opcional / Nudismo Livre”, o marido e a mulher se entreolharam em silêncio.
— Deve ser brincadeira — murmurou ele.
Mas não era. Do outro lado da pequena trilha de areia, homens e mulheres caminhavam completamente nus. Algumas pessoas tomavam sol deitadas em toalhas, outras conversavam em pé, sem a menor preocupação. Não havia biquíni, sunga ou qualquer peça de roupa à vista.
Os dois ficaram parados na beira da trilha, as bolsas ainda nas mãos, o rosto queimando. Nunca tinham ficado nus na frente de estranhos. Nem um do outro, na verdade, costumavam se trocar em cômodos separados ou com a luz apagada. Agora estavam ali, no meio de dezenas de corpos expostos.
— A gente pode ir embora — sussurrou ela, a voz falhando.
Mas o marido olhou ao redor, viu que ninguém estava rindo ou apontando, e deu de ombros, constrangido.
— Já viemos até aqui… e a reserva está paga.
Com as mãos trêmulas, ele tirou a camisa. Depois a bermuda. Ficou só de sunga por alguns segundos, o rosto vermelho, antes de puxar o elástico e ficar completamente nu. O pênis encolhido pelo nervosismo balançou de leve quando ele se mexeu. Ele cruzou as mãos na frente do corpo por instinto, depois as tirou, sem saber onde colocar.
A mulher demorou mais. Os dedos dela tremiam no nó do vestido. Quando finalmente o desamarrou e deixou a roupa cair, ficou só de calcinha e sutiã. O marido e alguns desconhecidos próximos olharam sem querer. Ela respirou fundo, tirou o sutiã, depois puxou a calcinha para baixo de uma vez só.
E foi aí que a vergonha a atingiu de verdade.
Mesmo em pé, com as pernas juntas, dava para ver. Os lábios vaginais dela eram grossos, carnudos, e se projetavam para fora de forma evidente, mesmo sem estar excitada. O clitóris, naturalmente grande, aparecia como um pequeno volume rosado entre os lábios superiores, mais proeminente do que a maioria das mulheres ali. A areia quente sob os pés não era nada perto do calor que subia pelo pescoço e pelas orelhas dela.
Ela tentou cobrir com as mãos, mas as mãos não escondiam tudo. Os lábios ainda escapavam entre os dedos. Alguns homens que passavam olharam por um segundo a mais. Uma mulher mais velha sorriu de forma educada, como se fosse a coisa mais normal do mundo. Para ela, não era.
O marido também notou. Os olhos dele desceram e ficaram presos ali por um instante longo demais. Ele nunca tinha visto a esposa daquela forma, sob luz forte do sol, completamente exposta. O contraste entre a pele clara da virilha e o rosa mais escuro dos lábios e do clitóris era impossível de ignorar. Ele engoliu em seco e desviou o olhar, mas o rosto dele também estava vermelho.
— Anda… vamos até a água — murmurou ele, a voz rouca.
Eles caminharam lado a lado pela areia, nus, entre estranhos igualmente nus. Cada passo fazia os lábios dela se moverem de leve. O clitóris grande balançava sutilmente com o movimento. Ela sentia o olhar de algumas pessoas, mesmo que fosse só imaginação. O vento fresco na pele íntima a fazia tremer. O marido caminhava com o pênis ainda meio encolhido, as mãos balançando ao lado do corpo numa tentativa desajeitada de parecer natural.
Quando chegaram perto da água, ela se agachou um pouco, tentando fechar as pernas, mas o gesto só tornou o volume dos lábios e do clitóris mais evidente. O marido se abaixou ao lado dela, o ombro encostando no dela pela primeira vez sem nenhuma barreira de tecido.
— Está tudo bem? — perguntou ele baixinho.
Ela balançou a cabeça, os olhos marejados de vergonha.
— Eles estão vendo… está tudo à mostra. Meu grelo… os lábios… nunca tinha ficado assim na frente de ninguém.
Ele olhou de relance para baixo, entre as pernas dela, e depois para o próprio corpo. Um meio sorriso constrangido apareceu no rosto dele.
— Eu também nunca. Mas… ninguém está apontando. E você… fica bonita assim.
Ela corou ainda mais. O sol batia forte. Ao redor, casais e grupos conversavam normalmente, corpos de todas as formas e tamanhos expostos sem cerimônia. Devagar, ela tirou as mãos de entre as pernas. Os lábios grossos e o clitóris proeminente ficaram completamente visíveis sob a luz do dia. O marido não conseguiu evitar olhar de novo, por mais alguns segundos, antes de desviar o olhar para o mar.
Os dois ficaram ali, nu na frente um do outro e de dezenas de estranhos, sentindo a vergonha queimar a pele junto com o sol, enquanto as ondas vinham e iam, molhando os pés pela primeira vez.
Eles caminharam até a recepção do resort ainda nus, as toalhas e roupas guardadas nas bolsas. O funcionário atrás do balcão também estava completamente pelado e os recebeu com um sorriso educado, como se fosse o mais normal do mundo. Enquanto faziam o check-in, a mulher manteve as mãos juntas na frente do corpo, tentando esconder o volume dos lábios grossos e do clitóris proeminente. O marido ficava ao lado dela, o pênis ainda meio encolhido pela vergonha.
Foi aí que notaram o que acontecia ao redor.
No sofá da recepção, um casal esperava. O homem segurava na mão um dildo grosso e longo, de silicone transparente, já brilhando de gel. A mulher ao lado dele estava de pernas abertas na poltrona, a xoxota visivelmente aberta e úmida. Sem nenhuma cerimônia, o marido passou uma quantidade generosa de lubrificante no brinquedo, posicionou a cabeça na entrada dela e foi empurrando devagar até sumir por completo. Ela arquejou baixinho, as mãos apertando os braços da poltrona, e depois se levantou como se nada tivesse acontecido. O dildo ficou atolado nela. Ela ajeitou apenas um fio dental mínimo que não cobria quase nada e saiu andando em direção à praia, o volume do brinquedo marcando claramente entre as nádegas a cada passo.
Outros casais faziam a mesma coisa. Em uma mesinha lateral havia uma bandeja com vários dildos de tamanhos diferentes, frascos grandes de gel e até alguns plugs anais. Homens pegavam os brinquedos, lubrificavam fartamente e entregavam para as esposas, que se sentavam ali mesmo, abriam as pernas e se preenchiam na frente de todo mundo. Algumas gemiam baixinho enquanto engoliam o silicone. Outras apenas cerravam os dentes e se levantavam logo em seguida, já com o brinquedo dentro, prontas para passar o dia inteiro assim.
A mulher apertou o braço do marido, o rosto em chamas.
— Eles… usam isso o dia todo?
Ele só conseguiu balançar a cabeça, o olhar preso em uma mulher loira que acabara de se sentar em uma das cadeiras altas do bar da praia, logo ali na areia. A cadeira tinha um dildo fixo no assento, grosso e curvado para cima. A loira se posicionou em cima, guiou a ponta com a mão e desceu devagar, engolindo o brinquedo até a base. Quando se acomodou, o dildo ficou completamente dentro dela. Ela pediu uma bebida ao barman nu como se estivesse sentada em qualquer cadeira comum, as pernas balançando de leve, o movimento fazendo o brinquedo se mexer lá dentro.
Havia várias cadeiras iguais espalhadas pelo bar e pela área da piscina. Todas com dildos de tamanhos variados fixados no assento. Algumas mulheres já estavam sentadas nelas, conversando entre si, rindo, bebendo, enquanto os brinquedos permaneciam atolados. De vez em quando uma se mexia mais, o rosto corando, e dava para perceber que estava gozando ali mesmo, sem sair do lugar.
O marido engoliu em seco. A mulher ao lado dele sentia os próprios lábios grossos latejando só de olhar. O clitóris grande dela estava mais inchado agora, impossível de esconder.
Uma atendente nua se aproximou com uma bandeja.
— Vocês gostariam de algum brinquedo para o dia? Temos vários tamanhos e também plugs. O gel é à vontade. As cadeiras do bar já vêm preparadas, mas se preferirem algo para andar pela praia, podem escolher.
O casal ficou em silêncio por longos segundos. Ao redor, mulheres caminhavam pela areia com dildos e vibradores claramente dentro delas, o silicone fazendo volume entre as pernas, o gel brilhando sob o sol. Algumas usavam vibradores que zumbian baixinho, o som quase inaudível misturado ao barulho das ondas. Outras apenas carregavam o peso do brinquedo parado, o corpo se acostumando à invasão constante enquanto conversavam, nadavam ou tomavam sol.
A mulher olhou para o marido, o rosto vermelho até as orelhas, os lábios vaginais grossos e o clitóris proeminente ainda completamente expostos.
— A gente… vai tentar? — sussurrou ela, a voz falhando de vergonha e uma curiosidade quente que subia pela barriga.
Ele pegou um dos frascos de gel da bandeja, as mãos trêmulas, e escolheu um dildo de tamanho médio, grosso o suficiente para marcar. A atendente sorriu e fez um gesto educado na direção de um banco baixo logo ao lado da recepção, onde outros casais já tinham se preparado.
A mulher se sentou ali, abriu as pernas na frente do marido e de quem mais estivesse olhando, e esperou. O gel frio escorreu entre os lábios grossos dela. O marido posicionou a cabeça do dildo na entrada já úmida e começou a empurrar. Ela mordeu o lábio, os olhos marejados de vergonha, enquanto o silicone ia entrando centímetro por centímetro, até ficar completamente atolado.
Quando se levantou, o volume era impossível de esconder. Os lábios carnudos se abriam ao redor da base do brinquedo. O clitóris grande latejava visível. E agora ela teria que andar pela praia daquele jeito, igual às outras mulheres, o dia inteiro.
Aqui vai a continuação:

Ela ainda mal tinha se acostumado com o dildo médio dentro dela quando os olhares começaram a se prender entre as pernas dela com mais intensidade. Vários casais que passavam desaceleravam o passo. Os homens não disfarçavam. As mulheres também não. Os lábios vaginais grossos e carnudos dela se abriam ao redor da base do brinquedo, deixando o clitóris grande e o interior rosado completamente expostos a cada passo. O gel brilhava sob o sol, escorrendo devagar pelas coxas internas.
Um homem de meia-idade parou abertamente, o pênis já meio ereto, e falou com o marido dela sem nenhum constrangimento:
— Sua esposa tem os lábios mais bonitos que eu já vi aqui. Bem grossos… bem abertos. A gente queria ver ela sentada no bar. Nas cadeiras altas. Todo mundo consegue ver melhor de lá.
A mulher corou até o pescoço, mas o marido, ainda vermelho de vergonha, apenas assentiu com a cabeça. Eles caminharam até a área do bar na areia. As cadeiras altas tinham dildos fixos de diferentes tamanhos. Uma das garçonetes nuas — uma morena de seios pesados e xoxota depilada — se aproximou sorrindo, os olhos descendo direto para entre as pernas da mulher.
— Nossa… olha isso — murmurou a garçonete para outra colega que também estava nua. — Os lábios dela são enormes. E o grelo… bem grande. Delícia.
Várias garçonetes se reuniram ao redor, todas peladas, todas assumidamente interessadas. Eram pelo menos seis mulheres nuas, algumas com piercings nos mamilos, outras com a xoxota visivelmente molhada só de olhar. Elas não escondiam o desejo. Uma até se agachou um pouco para ver melhor de baixo, os olhos brilhando.
— Senta pra gente, amor — pediu uma loira de cabelos curtos, a voz rouca. — Queremos ver essa buceta aberta direito. E se aguentar, a gente tem um especial de 45 centímetros.
A mulher hesitou, as pernas trêmulas. O marido a encorajou com um aceno de cabeça, o pênis dele já totalmente duro agora. Ela subiu na cadeira alta do bar. O dildo médio que estava dentro dela saiu com um som molhado quando ela se levantou. Uma das garçonetes imediatamente pegou um frasco enorme de gel e um dildo absurdo: quarenta e cinco centímetros de silicone grosso, veado, com uma curva pronunciada e uma base larga.
— Respira fundo — disse a morena, passando gel fartamente no comprimento inteiro e também entre os lábios grossos da mulher. Os dedos da garçonete roçaram de propósito o clitóris grande, esfregando em círculos lentos só para sentir o volume. — Vai entrar quase tudo. A gente quer ver até onde essa buceta linda aguenta.
A mulher abriu as pernas na cadeira alta, os pés apoiados no apoio. Os lábios carnudos se abriram sozinhos. A garçonete posicionou a cabeça grossa do dildo de 45 cm na entrada já escorrendo e começou a empurrar. Centímetro por centímetro o silicone desaparecia. A mulher gemeu alto, as mãos apertando os braços da cadeira, os olhos marejados. Os lábios grossos se esticavam ao redor do brinquedo, engolindo a grossura.
Metade… dois terços… a barriga dela começou a marcar o volume por fora. As garçonetes ao redor soltavam suspiros e comentários baixos, algumas passando a mão na própria xoxota enquanto assistiam. Um círculo de casais se formou, todos olhando sem nenhum pudor. O marido dela estava de pé ao lado, o pau latejando, vendo a esposa ser aberta daquele jeito.
Quando quase todo o comprimento de 45 cm estava dentro — só restavam cerca de cinco centímetros para fora —, a mulher soltou um gemido longo e trêmulo. O clitóris grande estava inchado e exposto acima da base do dildo. Os lábios grossos se abriam de forma obscena ao redor do silicone. Gel e o próprio líquido dela escorriam pela cadeira e pingavam na areia.
— Assim… perfeita — sussurrou uma das garçonetes, se aproximando e abrindo ainda mais os lábios da mulher com os dedos para todo mundo ver o quanto ela estava preenchida. — Olha como ela engole. Essa buceta foi feita pra isso.
A mulher ficou ali, sentada na cadeira alta do bar, o dildo de 45 cm quase totalmente atolado, as pernas abertas, os lábios vaginais enormes e o clitóris proeminente completamente expostos para os casais e para as garçonetes lésbicas que não desviavam o olhar. O sol batia direto entre as pernas dela. E todo mundo via.
Ela mal conseguia respirar direito. O dildo de quarenta e cinco centímetros estava tão fundo que a barriga dela marcava o volume a cada inspiração. Os lábios vaginais grossos e carnudos se abriam de forma obscena ao redor da base do silicone, esticados, brilhantes de gel e do próprio líquido que já escorria em fios contínuos pela cadeira e pingava na areia. O clitóris grande latejava à mostra, inchado, vermelho-escuro, impossível de esconder.
As garçonetes nuas não se afastavam. Uma delas — a morena de seios pesados — passou dois dedos com força no clitóris proeminente, esfregando em círculos rápidos e firmes enquanto a outra segurava a base do dildo e fazia movimentos curtos de vai-e-vem, só uns poucos centímetros, mas o suficiente para o brinquedo bater fundo lá dentro.
— Olha pra ela… tá gozando — anunciou a loira de cabelo curto, a voz alta o bastante para os casais ao redor ouvirem.
O círculo de estranhos se fechou mais. Homens com o pau duro, mulheres com as mãos entre as próprias pernas. O marido dela estava logo na frente, o olhar preso entre as coxas da esposa, a respiração pesada.
A mulher tentou segurar. Mordeu o lábio inferior até doer. Mas o clitóris grande era demais sensível sob os dedos da garçonete, e o dildo de 45 cm preenchia cada centímetro dela. O primeiro espasmo veio sem aviso. A barriga dela contraiu com força. Um jato quente de líquido saiu ao redor do silicone, espirrando na mão da morena e escorrendo em fio grosso pela cadeira. Ela soltou um gemido longo, rouco, a cabeça jogada para trás.
— Isso… goza pra todo mundo ver — sussurrou a garçonete, sem parar de esfregar o clitóris enorme.
O orgasmo explodiu de verdade. O corpo inteiro dela tremeu na cadeira alta. As pernas se abriram ainda mais, os pés escorregando nos apoios. Os lábios grossos se contraíam visivelmente ao redor do dildo, sugando o silicone enquanto mais líquido saía em jatos ritmados, molhando a areia embaixo. O clitóris latejava sob os dedos da garçonete, cada toque arrancando outro espasmo. Ela gozou alto, sem conseguir segurar a voz, o som se misturando ao barulho das ondas e aos comentários baixos das pessoas ao redor.
— Nossa, que buceta molhada… — murmurou uma mulher do círculo, a mão se movendo rápido entre as próprias pernas.
— Os lábios dela não param de se mexer… olha só.
A morena não tirou os dedos. Continuou esfregando o clitóris grande mesmo depois do pico, puxando um segundo orgasmo logo em seguida. A mulher gritou desta vez, o corpo se arqueando na cadeira, o dildo de 45 cm ainda engolido quase por inteiro. Mais líquido escorreu, agora em quantidade absurda, formando uma poça pequena na areia sob a cadeira. As coxas dela tremiam sem parar. Os lábios carnudos latejavam abertos, brilhantes, expostos demais sob o sol.
As garçonetes sorriram, satisfeitas. Uma delas se agachou e abriu ainda mais os lábios grossos com os dedos, mostrando para o círculo o quanto a entrada estava esticada ao redor do silicone grosso e o quanto ela ainda pulsava.
— Continua gozando… não para — ordenou baixinho a loira.
E ela não parava. Outro espasmo veio, mais fraco, mas ainda visível. O clitóris grande continuava hipersensível. O dildo se mexia sozinho dentro dela a cada contração. O marido só conseguia olhar, o pau latejando, enquanto a esposa gozava abertamente na frente de todos, os lábios vaginais enormes e o grelo proeminente completamente expostos, o corpo inteiro entregue ao prazer sem nenhum lugar para se esconder.

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